sábado, setembro 01, 2012

Uma das cantoras favoritas de minha Mãe.


64 comentários:

bea disse...

Tinha bom gosto musical a mãe do senhor professor. É provável que o filho saia à mãe, a escolha é feliz:)

Passeantes. Boa tarde!!!

Manuel disse...

Caros murcónicos:
Tinha-vos deixado isto noutro post. Mas como estão na ressaca do jantar, pode ter passado a alguns.
Para esses aqui fica de novo.

Vim só dar mais uma espreitadela.
Ainda bem que o jantar foi gratificante para todos, como se esperava.
E não publicam as fotos?
Continuem a divertir-se.
Aqui vos deixo 3 canções completas e vários cheirinhos de outras de um disco maravilhoso, uma verdadeira pérola, de Amélia Muge (grande cantora, infelizmente pouco conhecida) e de Michales Loukovikas que se chama «Periplus - Deambulações Luso Gregas»:

«Caminhos de Seda»: Amélia Muge & Michales Loukovikas
http://youtu.be/FmriyXoZTls

«Canto»: Amélia Muge & Michales Loukovikas
http://youtu.be/9LyAT0yK8dI

Amélia Muge & Michales Loukovikas in concert
http://youtu.be/Psv_RLF6vMw

http://myway.pt.msn.com/musica/amelia_muge_michales_loukovikas/01eaed78-3644-45cf-9c8c-096575044b6f.aspx

Caidê disse...

As mães são sempre lindas talvez por tanto gostarem de canções de amor lindas.
Estou prestes a fazer anos de mãe e confesso que essa é a parte da vida que nos oferece todo o pretexto para não mais sentirmos apenas "I who have nothing".

Manuel
Ouvi, não lembro de antes ter ouvido, Amélia Muge & Michales Loukovikas. Obrigada pela partilha do seu educado gosto musical. É que o gosto não só se educa como se cultiva.
Da Grécia me fico por um pouco de "Mythologiques" e quem dera poder dizer-lhe que o céu das suas ilhas e/ou da sua península me haviam já sido abóbada e as paredes das suas casas abrigo.
Virá o dia, virá ...

Anfy
A menina é uma in-correspondente, uma i-rreverente, uma in-observante. E que lata agora a sua para se meter com a minha "haute coiffure". Para já ando nos coiffeurs de 5,5 u.m.. Para antes a franjola está a passar da fase de crescimento para a de "disappear". Para depois nem pense em pôr a sua tesoura por perto.

Do professor não diz nada - evita pronunciar-se sobre os giraços é o que é. Ou quando diz que o Pedro está mais magro, queria dizer giraço? Em minha modesta observância tenho a informá-la que os dois são um mimo de gente.

E veja se liga o telemóvel - ou é favorável aos direitos de abolicionismo de reciprocidade?

E quando eu fizer charme humorístico confesso que estou nos dias da Mãe Coragem, prontos!

Que para o exorcismo (como para a catarse)também se precisam ferramentas - venha um pires de escrita :))) para esta mesa e uns amendoins, por favor!

andorinha disse...

Bela canção de amor!:)

Bea,

"É provável que o filho saia à mãe..."
Provável????
Não tens a certeza? Imperdoável...:)))

Caidê,

A Anfy é uma resmungona, nada está bem:)
Concordo contigo: o Júlio e o Pedro são dois giraços! Ainda por cima morenos, como eu gosto:)))

Cê_Tê ;) disse...

(Bonita a música e a letra.)

Moon disse...

Julinho,

Um beijo no dia de hoje, porque sim!

bea disse...

ai que eu hoje tou tão fora do meu normal.pois andorinha terás razão. e até a caidê que não entendi. manuel, oiço. hoje não.

best wishes. boa noite

Caidê disse...

Beazita
A Anfy recebeu já algumas fotos do jantar murcónico e teve a safadeza de nos bafejar com reparos dos seus. "Ninguém merece!", como diria um "velho amigo" meu. Tu nã recebeste as fotos pq tás in-cógnita de endereço, moça.
.........
Já vos tenho dito "Não fosse o amor como resistiríamos ao des-amor?"

Para a vossa noite belamente adormecida, deixo palavras ingredientes de amor.
Talvez gostem!

http://www.youtube.com/watch?v=z_RFwGlMw9U

Dou quase tudo agora, porque a 3 começa a nossa labuta (como diz a Andorinha)...e posso eclipsar-me um bocadinho.

Jo ão disse...

Anfitrite!







Os sinais foi um tunning da natureza:)))

Caidê disse...

E esta é para os in-crédulos se des-a-ssossegarem pela manhã.
Tá visto que o cronista é como o poeta - inquieta e desinquieta :)

http://www.youtube.com/watch?v=T_wBq7fyjIo

AQUILES disse...

A despedir-me do Porto. Mas com uma reflexão. Ontem à noite, passeando pela baixa do Porto, apreciei os muitos pontos da "sonoridade" da cidade. E de repente apercebi-me que só se cantava em inglês. Andamos às turras contra, ou a favor, do A.O. para quê? É só uma reflexão. No Brasil cantam em português por todo o lado. Eles podem dizer que cuidam da língua. Bom Domingo.

rainbow disse...


Bom dia:)

Shirley Bassey, um vozeirão, uma grande intérprete e uma canção à altura do seu talento.

Andorinha

Good morning starshine:)
Ainda bem que recebeste o mail com as fotos. Enviei para os mesmos endereços que a Caidê enviou.
Boa praia, aproveita o dia.

Bea,
Esqueci-me de perguntar: estás mais em forma? Espero que as nossas "maluquices" também ajudem:)

Anfi,
Ninguém ofusca ninguém:)Somos todos diferentes, mas no mesmo comprimento de onda. E isso liga-nos.
E para a próxima, vai também e leva a sua esfuziante personalidade:)
Gostei dos links, há que séculos não ouvia os "Ten Years After".
O Clint Eastwood das obras primas...pois, é republicano e apoia pessoas sem ética. Não se pode ser perfeito.

Aquiles,
Um grande abraço para todos vós e um bom regresso a S.Miguel.
Até à próxima:)

Manuel,
Gostei de ouvir Amélia Muge. Merci.
E faço minhas as palavras da Caidê e da Andorinha. No próximo almoço ou jantar, esperamos vê-lo.

Caidê,
Pois é, amanhã recomeça a labuta. Um longo ano com mais lutas e desafios.
Mas hoje ainda é domingo:)

E porque a Andorinha me fez lembrar esta canção, aqui fica:

http://www.youtube.com/watch?v=aMKHMcS7X3g

Bom domingo per tutti

Caidê disse...

Aquiles, Berta, Luís
Um bom regresso, tranquila aterragem e dias luminosos até novo encontro.

Anfy
"Relevé" foi o clip mais pontuado.

Rain
Era a voz e a canção certa para o domingo!
Já lá vão tantos, mas tantos anos, que ouvi o Sérgio pela primeira vez ao vivo no Coliseu...Relembrei :)))com um brilhozinho nos olhos e "Soube a pouco, soube a tanto!" :)))

Passei só para um cafezinho. No bar havia música ao vivo. Que bom! Ouvi:
http://www.youtube.com/watch?v=5BWPGDd50fE&feature=related

Caidê disse...

Ouvi em direto a comunicação de Louçã na sessão de encerramento do "Socialismo 2012". É que trago uma questão comigo para a qual, quase à beira da angústia, procuro resposta:como se vai entornar este caldo?

É certo que Louçã chamou ao caldo "vendaval de destruição", mas creio que em abstração a coisa não é outra senão.

De um lado, os doutores da Troika, que aí vêm pela 5ª vez, argumentam que a raiz dos nossos males são os altos salários que por cá se ganham. Do outro lado, há uma voz da esquerda, que discorda dizendo que a origem é "a política de governação do empobrecimento".

Enquanto durarem os termos da "concordata" e a geométrica progressão dos juros agiotas (no fim pagar-se-á 1,5 por cada 1 emprestado,i.e. crédito com inflação a 50% da dívida) nem que o trabalho nos fosse pago a feijão e arroz deixaríamos de estar em dívida à alta finança.

Mas trocados os Milhões por miúdos, tal é dizer que por cada 1 salário pagamos 1,5 para poder ter pão. Nunca a carcaça esteve tão inacessível - concluo eu, por tão pouco perceber de Economia.

Se no Estado Novo vivemos uma era de submissão à Vergonha, mas lá lavámos a nossa Honra, agora que vivemos na era da subjugação à culpa como iremos expurgar tamanhos castigos?

Louçã propôs 3 objetivos gerais: reestruturar a dívida, criar impostos sobre o património de luxo e usar de bom senso na gestão do crédito público. Eu, como dona de casa, experimentava a receita. Afinal, já lá vão os tempos de uma gastronomia portuguesa à base das "cem maneiras de cozinhar bacalhau". Caminhámos para a diversidade, é altura de tirar partido dela. Acabemos pois com a hegemonia do bacalhau!

E enquanto vos deixo com uma "velha cantiga" e a voz do Sérgio a quebrar o silêncio, vou estudar mais História Económica.

http://www.youtube.com/watch?v=kqe-4a-SNIA&feature=related

andorinha disse...

Passei para uma caipirinha depois da praia...:)


Rainbow,

Amanhã mando-vos as minhas. Sou mais lenta...:))))))))

Aquiles,

Mais um abração para todos vocês. Até à próxima!

Caidê,

Eu também experimentava a receita. As que estamos a usar não prestam:(

E deixo-vos, por agora:

Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

http://www.youtube.com/watch?v=o4DNblskWck

Anfitrite disse...

Caidê

Este caldo assim nem com sopas de cavalo cansado lá vai.
Além disso, ou é impressão minha, ou o Louçã está doente.

Eu sempre vos avisei que a coisa estava preta e sempre mantive as minhas convicções, porque não há experiências as fazer. As coisas não são como nós gostamos, mas não é com aventuras que nós resolvemos o problema. Com esta gente, como disse no andar de baixo, não há solução possível. Francamente estou muito apreensiva, porque antes não quiseram perder os privilégios e andaram a brincar com coisas sérias. Estes agora querem arrebanhar e acabar com o que resta e depois não sei o que será. Gozaram com o Sócrates, por tudo e mais alguma coisa, até quando ele disse que as dívidas não são para se pagar, são para se ir gerindo. Nós sempre fomos protectorados. Só que os outros agora também estão mal e não vejo gente capaz de mudar isto. E depois das eleições norte americanas ainda será pior. Já não temos anéis para vender, até estamos a pagar para que nos comprem. Até no Dubai, os magnatas que faliram, fugiram e deixaram os bólides no aeroporto, que depois serão leiloados pelo governo.
Se conseguissem alterar a Constituição (isso é o que eles querem, mas por outras razões, mas enquanto lá estiver o CDS, não será possível, mesmo o Pires de Lima pedindo por está a vender menos álcool, porque os partidos pequenos perdiam deputados e depois seria mais fácil arranjar maiorias de 2/3), mas dizia eu, por mim vendia a Ilha da Madeira a um multimilenário qualquer e extirpávamos esse cancro. Por outro lado confiscava tudo os que a maioria dos Presidentes e autarcas e os que beneficiaram com as alterações dos PDM. As luvas e as comissões de compras sempre existiram e não foi isso que nos levou à falência. Da última vez que fomos à bancarrota os ingleses até estavam cá para cobrarem os direitos alfandegários. Agora já nem isso quase existe. Portanto eu não tenho solução. Eles podem queimar os funcionários públicos, que são a ralé deste desgoverno, mas são os únicos que pagam todos os impostos a tempo e horas. E entretanto vão pagando 13 e 14 meses aos assessores que foram para o governo porque eram um direito que eles tinham. Para nós era apenas uma esmola. E o Sr. Jardim Gonçalves continua a ter um avião às suas ordens com aquilo que nos roubam, porque também pagamos para ter lá o dinheiro, ele que começou com um reles funcionário bancário. Depressa arranjou maneira de se tornar accionista e banqueiro. Como o Belmiro que também era um moço de recados de determinado banqueiro, que já faleceu.

Por aqui me fico porque não vale a pena malhar em ferro frio. Mas com estes agiotas, que ficam ricos sem mexer em dinheiro, não vamos a lado nenhum.

Biépi

E que acham do maior despedimento colectivo de professores? Ontem ouvi uma senhora com 20 anos de contrato, professora de português, que foi para o desemprego com quarente e tal anos. Isto é o resultado do que faz o senhor que foi inaugurar una escola na Madeira com o Sr. Jardim.

andorinha disse...

Anfy,

Que isto está preto e bem preto toda a gente sabe.

"Com esta gente, como disse no andar de baixo, não há solução possível."

Totalmente de acordo! Mas com a anterior também não. Por isso não sei que futuro para este país...

Quanto aos professores, que te posso dizer?:(
Tenho colegas que se viram pela primeira vez sem colocação. Somos apenas números, pouco ou nada contamos para aquela gente:(
Estou farta, sabes?

andorinha disse...

http://www.publico.pt/Sociedade/queremos-viver-sozinhos-1561385?p=6

Gostei do que li.
Porque viver sozinho nem sempre significa viver só...

AQUILES disse...

Andorinha

Viver sózinho não significa, obrigatoriamente, estar-se só. Estar-se só é um acto, sempre voluntário, de isolamento no seio de uma multidão. Pode-se não estar acompanhado, o que não signica, em si, solidão. Este meio, por exemplo, é uma amostra disso. A solidão é a não partilha, a não dádiva, e (vão-me bater) em alguns casos forte egoísmo. E depois continuariamos pela não partilha e a não dádiva no amor, e etc., etc., e nunca mais se para.

Caidê disse...

Para a nossa almofada cheirar a campo e a lavanda e no nosso sono flutuarem sonhos bons, deixo uma velha ferramenta de esperança e resistência - musicalidades:

http://www.youtube.com/watch?v=hU_hwOD61_w&feature=list_other&playnext=1&list=AL94UKMTqg-9D7iWQ2pSBfzzxhgX4UjpUI

bea disse...

Bom Dia!!!

Rain

Sim, sim, melhor! bigada, viu?:)

É que vocês disseram tanta coisa que nem sei bem como continuar. Vou só comentar um pouco do artigo sobre pessoas que vivem sozinhas, excluindo aquelas que o fazem por contingências da vida e nisso descobriram outro mundo. A essas, seria curioso perguntar-lhes de qual gostaram mais.
Aos que vivem sozinhos por opção
Concordo que sendo uma opção mais, não seja estigma. É uma solução de vida para quem ou não se adapta ou prefere, sendo que quem não se adapta pode não se adaptar ao par ou à própria relação. Mas discordo que não exista algum egoísmo nessa escolha de singularidade. O ser intransigente está neste caso muito ligado a esse aspeto. Não pode ser mais egoísta quem vive com outras pessoas, considerando neste caso a vida familiar, salvo se vive impondo a sua vontade; e, nesse caso, mais valera que vivesse sozinha. O viver permanente com outras pessoas implica harmonizar vontades, ceder em muitas coisas e muitas outras nem sequer as colocar como opção. Isso, julgo, é fruto da opção de viver junto. Mas a questão nem sequer é essa. Os amigos, por mais íntimos que sejam, não preenchem espaços que lhes não pertencem. No amor, há soluções de vida em casas separadas, que, para algumas personalidades, são as únicas possíveis - não entendo bem porquê, mas admito que existam pessoas em que a relação só assim sobreviva. Às que assentam sobretudo na parte económica, digo que são as lamentáveis. Os problemas da vida em comum são diferentes daqueles que encontra quem vive sozinho. Se em ambos os casos se aceitam as duas faces da moeda, tudo bem :)
Quanto à solidão, não me parece que seja apanágio de um estado ou condição. É mais uma capacidade ou incapacidade das pessoas; a primeira conquista-se e não é negativa, antes um espaço necessário a cada homem; a segunda é sinal de uma falta que é mais do próprio que dos outros. E todos temos as duas e espero que acentuemos a primeira, porque seremos mais felizes. O modo como o fazemos é da liberdade de cada um.

Caidê

Obrigada pela música:))

ANTERO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
AQUILES disse...

Para a malta que usa o Facebook e só querem página segura, como prometi:
Vão à Página Inicial e escolhem Definições de Conta; depois seleccionam Segurança; depois Navegação Segura e activam-na. Passarão a ter a página do facevbook em https (como as páginas dos bancos e outras de segurança)em vez da simples http:

Manuel disse...

Conheciam isto?
Do que esta gente é capaz.
http://youtu.be/Zivm1tk-LFU

andorinha disse...

Bom dia:)

Aquiles(12.25)

Totalmente de acordo, homem!:)
Obrigada pela dica sobre o FB.

Bea,

"Concordo que sendo uma opção mais, não seja estigma. É uma solução de vida para quem ou não se adapta ou prefere, sendo que quem não se adapta pode não se adaptar ao par ou à própria relação. Mas discordo que não exista algum egoísmo nessa escolha de singularidade. O ser intransigente está neste caso muito ligado a esse aspeto."

Egoísmo em quê, miga? Não vejo onde...:)

Quanto ao resto, estou de acordo com grande parte do que afirmas.

"Se em ambos os casos se aceitam as duas faces da moeda, tudo bem :)"

Ora nem mais!...:)

Bou à bida...

andorinha disse...

Manuel,

São mundos paralelos...:(

Jo ão disse...

Andorinha,

Pode-se viver sozinho: juntamente com outras pessoas. Sem viver só.

Jo ão disse...

A Room of One's Own is an extended essay by Virginia Woolf.

Ou tudo ao monte e fé em Deus. E que a casa não vá abaixo.

Jo ão disse...

Combinações à parte. O jantar correu lindamente:

http://4.bp.blogspot.com/-yEsJSuXHW00/TTxOcOBRpfI/AAAAAAAACjc/fcxecPbSNvk/s1600/2++jpg.png

bea disse...

Ó pá desculpem, mas tenho as mãos com reumático, tem que ficar pa outra vez.
bj de boa noite e ok

Jo ão disse...

Ó pá desculpem, mas tenho as mãos com reumático, tem que ficar pa outra vez.
bj de boa noite e ok

Caidê disse...

Manuel
A reportagem que "postaste" é uma ilustração de que a grande maioria de nós não recebeu educação emocional. Não é de tauromaquia, nem de defesa dos direitos dos animais que me fala o vídeo em essência, mas de relações afetivas.

E eu a dar-lhe com os amores, os des-amores, as emoções e interações positivas ou negativas, inteligentes ou imaturas, controladas ou descontroladas.

Se é verdade que necessitamos de momentos de vida comuns, mas também de momentos de vida da ordem do extraordinário, porque de festa, porque de intensificação e reafirmação das relações e laços sociais, há que encontrar o ritual para as enquadrar, por forma a que eles não conduzam a expressões de disrupção e de caos interpessoal/social, ou seja de incivilidade ou de descarga agressiva sobre os outros.

Há um treino necessário a fazer, quer no âmbito das competências pessoais, quer no das competências sociais e, ainda, restará trabalhar a área da inteligência, desta vez emocional.

Muito se tem investigado e escrito sobre essas matérias. Há até muita formação de nível superior nesse campo do saber.

No entanto, cada um de nós tem um trabalho a fazer por dentro de si nessa esfera, sem o que fará idade sem transitar estádios de crescimento pessoal e de amadurecimento. Não se entra numa adultícia completa sem percorrer certos estádios, bem como não se envelhecerá equilibradamente sem se conduzir ao longo deles.

andorinha disse...

Pedro,

Tudo ao monte e fé em Deus já é demasiado pesado para a minha idade:) Lol

bj de boa noite e ok

andorinha disse...

Manuel,

"São mundos paralelos...:("

Desculpa este comentário idiota, mas eu fui ter a um link diferente( a minha azelhice de vez em quando investe:):(

Só agora depois de ler a Caidê me apercebi que ela falava de outra coisa. Fui ver...

Revoltante! Não há adjetivos que cheguem para qualificar a atitude daquele idiota. E a polícia a ver!
Claro que não vai acontecer nada ao cavaleiro, já se sabe.
Este país é uma tristeza!

P.S. E ninguém daqui me chamou a atenção perante o disparate que escrevi??????????

andorinha disse...

Manuel,

Fui ter a "Mundos paralelos" no Arrastão. Não me perguntes como...:)))))

Manuel disse...

Andorinha:

Mistérios da informática.
Acontece a muito boa gente.

rainbow disse...


Boa noite:)

Hoje recomeçou a labuta.

Deixo uma música:

http://www.youtube.com/watch?v=WgaT7bX55ok

Bons sonhos para todos,
abraços

Caidê disse...

As leituras de hoje ficaram em dia. Na ordem do dia - a Economia. É um artigo com interrogações sobre variáveis e ciclos económicos e de como economia e política se intersetam.

http://www.publico.pt/ProjectSyndicate/Alexander%20Stille/os-herdeiros-da-desigualdade-1560717

Rain
Pois já se anunciam os afazeres de um novo ano ...diferente.
Mudei de escola. Ainda não consegui curar a nostalgia de não ter ali os meninos (difíceis)com quem estive dois anos a fio. Fazem-me falta :(((. É difícil deixar voar.

Também vos deixo uma melodia para uma noite em paz.

http://www.youtube.com/watch?v=_yOEq5kJ85k

Acordem com alegria para o dia :)))

cycle disse...

Não é por nada, mas já pensaste em psicoterapia...

Jo ão disse...

Cycle,

São muitos anos!

Jo ão disse...

E as propinas não me são acessiveis...

cycle disse...

Jo ão, não é por nada, mas estava a falar com o Júlio, o próprio.
De qualquer das formas, obrigada pelas tuas palavras e não, não te consigo financiar.

Manuel disse...

A estupidez humana, de facto, não tem limites:
http://youtu.be/So1Lwin8jcY

rainbow disse...


Boa tarde:)

Hoje, antes de ir trabalhar, passei perto do Centro de Emprego. Doeu-me a alma, a fila dava quase a volta ao quarteirão. E é assim por todo o país.
Cada vez mais desemprego:(

Andorinha,

As tuas fotos ainda demoram?
Vou-me embora, antes que me chames mulher apressada:))) Abracinho.

Caidê,
Mudaste de escola... é difícil, mas depois crias novos laços com os novos meninos:)

Aquiles,
Concordo com o que disse sobre a solidão e a partilha. Quem é solidário, nunca está só.

Manuel,
Sobre o link que deixou, sou contra as touradas. Por isso, só posso ser parcial neste assunto. Ainda mais quando há agressividade sobre os manifestantes.

Bea,
Ainda bem que estás melhor
Viver sozinho ou acompanhado, eis a questão.
Não vejo egoísmo em qualquer dos dois casos,a não ser aquele que referes em que uma das partes tenta submeter a outra à sua vontade.
Concordo que as relações de amizade não abrangem outros aspectos da afectividade, e que o amor talvez seja mais completo, se nele também existir amizade.
Vou-me embora, antes que venha a Anfi chamar "peçonha" ao amor:)

Abraços per tutti


Mundo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
cycle disse...

Só, solidão, solidário, solidificado... Júlio, retiro o que disse. Conheço o consultório que frequentas.

Caidê disse...

Manuel
Too much youngness will kill you...

Viver só vs sentir solidão...

A solidão vem quando não pertencemos a grupos, nem estamos inseridos em relações sociais ou se perdemos abruptamente certos papéis sociais. Se não somos profissionais, pai, mãe, tio/a, amigo/a, colega, vizinho/a…

A solidão pode acontecer se não temos relacionamentos sociais mais íntimos, com gente mais próxima, com quem desenvolvemos relações recíprocas de partilha, confiança e lealdade.

Para mim, seria pouca substância para fundar uma relação a dois a fuga, ainda que dual, à solidão.

Se “não querer sentir solidão” é a razão para a partilha de uma vida, de um espaço, de um quotidiano, temeria que à relação faltasse complementaridade identitária.

No entanto, caso a relação não asfixiasse ninguém, até poderia trazer mais capital felicidade a ambos e cada caso será um caso que só os próprios podem avaliar em função do seu barómetro.

Viver só é muito bom, para mim. Mas viver em sociedade totalmente de costas para a vida social, procurando demasiado isolamento, ou não tendo outra opção, pode ser sintoma de morte antecipada.

Viver a dois é muito bom, também para mim, e para lá do sentimento que une as pessoas, reserva seja feita para a privacidade, o espaço, o tempo, a liberdade individuais. Total respeito mútuo e empenhamento no bem-estar e na felicidade do/a parceiro/a é uma condição fundamental.

Os "egoístas inveterados" não estão em condições de viver a dois, porque só estão motivados para olharem por e para si. Alguns talvez nem sejam parceiros para se enquadrarem numa relação a dois em toda a propriedade da designação, ainda que cada um no seu espaço. Podem não ter mais que capacidade para os encontros descontinuados.

Cada relação a dois, cada relação de amor, tem particularidades que escapam à universalidade. Nem todas têm de se iniciar, continuar, estabelecer, segundo um padrão único, derivando para a vivência a dois sob o mesmo teto.

Dou-vos a minha modesta opinião. No domínio das afetividades somos todos especialmente aprendentes ao longo da vida.



Jo ão disse...

Gostei da musica e ainda por cima! Não conhecia.

andorinha disse...

Manuel,

Boa resposta!


Rainbow,

A esta hora já as mandei. Espero que não se tenham perdido pelo caminho:))))))))

Eu também sou contra as touradas. Mas ser parcial aqui como? O gajo investiu com o cavalo sobre manifestantes indefesos...


Caidê,

Subscrevo e realço:

"Para mim, seria pouca substância para fundar uma relação a dois a fuga, ainda que dual, à solidão."


Jo ão:)))))

Deixo-te um beijinho.

cycle disse...

Há ainda os egoistas que tentam não o ser, mas no final apenas lhes sobra o vazio e a recordação do berço. E isto não fui eu que disse, foi a minha psi. Perdão, nossa :)

Jo ão disse...

Triciclo (foste promovida),

Conhecer! Até a nós próprios isso está vedado.

Feeling?! Flirt?!

:D

AQUILES disse...

Para a Rainbow, CT e Andorinha, e mais quem se interessar.
TONY JUDT
"Uma grande ilusão? Um ensaio sobre a Europa”
"O Século XX Esquecido"
" Pós-Guerra - História da Europa Desde 1945"
E o livro que escreveu já acamado, que é brilhante: "o Challet da memória"

Recomendo todos eles, que são um bom auxiliar para se analisar a Europa de sempre e entender a crise do futuro.

AQUILES disse...

Para reflexão:

A crise portuguesa é demográfica.
E desde sempre. Por isso um rei foi cognominado o povoador. Todavia agravou-se após a revolução industrial, sem que tivesse havido atenção para esta problemática. Nos últimos 20 anos a situação demográfica de Portugal deteriorou-se sem que haja, no meu modesto entender, forma expedita de a resolver, comprometendo assim, irremediavelmente o país. E convidar os cidadãos a emigrar, não só é estúpido num governante, pior em vários, como contribui para o incremento do problema. Além de que revela que somos agora governados por "gente menor".

AQUILES disse...

http://jornal.publico.pt/noticia/04-09-2012/televisao-publica-levanta-proibicao-ao-uso-do-veu-islamico-25183651.htm

Estanoticia no Público assusta, e muito a médio prazo. Já é só a médio prazo. Pois a Europa será derrotada pela demografia.

AQUILES disse...

http://jornal.publico.pt/noticia/04-09-2012/o-fabuloso-destino-dos-jovens-assessores-do-governo-passos-25184036.htm

Esta outra explica os mansos portugueses. A tal "sociedade passsiva"

Caidê disse...

Amanhã vou procurar esta obra:
"Os Fundamentos da Moralidade", George Frankl (Soc. Humanistíca Britânica)

Sinopse:
George Frankl examina o papel dos conceitos morais na vida das sociedades, realçando a interação entre as perturbações neuróticas e psicóticas nos indivíduos e as patologias que, periodicamente, dominam as sociedades. Questiona a razão por que a moralidade é necessária à espécie humana e examina as suas origens neurológicas, biológicas e psicológicas.
...............

A neurologia sempre foi para mim uma área de fascínio do saber. Já era quando no final do secundário pensei em seguir Medicina. Atualmente, a propósito da aprendizagem e da aquisição da língua e dos distúrbios de leitura e escrita continuo a sentir-me uma perfeita curiosa.

Por outro lado, subjazendo biologia e neurologia, procurar o cruzamento entre o psicológico e o social pode ser um apaixonante campo de conhecimento.

Jo ão
Continuo a processar a 200 à hora. E tu :)))?

Mas não tarda a hora do berço. Vou desmultiplicar.

Noite reparadora. Erguer cheio de bons feelings.
Melodia:)))

http://www.youtube.com/watch?v=2nMmQ8kIoUQ&feature=related


cycle disse...

Aquiles,
sinto-me esmagada com tanta história de peso. Ai as minhas costelas... :)))

Cadê,
eu não me chamo Joni

Jo ão ão, cuidado com o papão :))) isto é só porque rima e também porque os triciclos têm medo dos papões.

Júlio,
eu não divulgo o nome da sôtôra ;)

Jo ão disse...

Já li!
Já li!
Já li!
Já li!
Já li!
Já li!
Já li!
Já li!
Já li!
Já li!

http://www.water-inside.com/

andorinha disse...

Aquiles,

Vou apontar os livros que referes. Ver se tenho oportunidade( tempo) para ler pelo menos alguns.

É evidente que somos governados por "gente menor".
Vi e ouvi José Gil na RTP1 e entre outras coisas,ele referiu isso mesmo.
A austeridade é uma forma de nos retirar liberdade, disse também. Claro que é. Vem o medo e este colide com o ser-se livre.
Eis um homem que há muito admiro.

Caidê,

A 200 à hora???
Slow down, girl!:)

cycle disse...

Ok, vou entrar em estado de coma durante uns dias. Mas depois, depois... trago uma cadeirinha e vão ter de me aturar :)))))

cycle disse...

Fotos?...
Não, isso já era abusar!

Anfitrite disse...

Ainda têm um bocadinho para puvir o Prpf. José Gil na RTP-inf.

Caidê disse...

Aquiles
Não entendo a tese de a crise portuguesa ser demográfica. Falta-me contexto.

Temos uma longa tradição de exportação de gente, que procurava mobilidade social - primeiro, pela colonização, depois após a 2ª GG quando os mais capazes da Europa atraíam os nossos pobres como mão-de-obra barata e desqualificada. Alguns eram também empurrados para fora devido à sua miséria e à necessidade de exílio.

Creio que saímos mal do Antigo Regime e que a Igreja Católica sempre refreou a mentalidade do empreendimento económico, ao contrário das Igrejas Protestantes.

O que nunca apostámos foi nos nossos recursos humanos como uma riqueza em si.

Os primeiros países demograficamente envelhecidos foram os mais ricos, que se aperceberam que haviam de delinear uma política demográfica, a par com uma política económica e social. A elevação das taxas de natalidade foi incentivada, bem como o foram os cuidados preventivos de saúde, para poder haver uma despesa social sustentada.

Ora, nós achámos que o rejuvenescimento da população se faria com imigração e passámos a acolher estrangeiros nos anos 80. Já aí preferimos optar por manter pobres os pobres - os imigrantes e os nacionais (que se aumentassem o nº de filhos se viam condenados a mais pobreza).

O problema é que de há décadas vimos praticando políticas viradas para uma população privilegiada e tem sido à base da necessidade de engrossar fileiras de um séquito político que tem havido alguma mobilidade social.

A política era só económica e só servia esse público, não a nação. Por isso, perdemos cegamente a nossa soberania aos poucos.

Desculpa dizer-te que não vou ler Europa, pois, de facto, essa Europa é fundada em paradigmas de que discordo.

Gostaria de saber um pouco mais de História Económica e Política (do Desenvolvimento e do Subdesenvolvimento), isso sim.

Cycle
Quem é o Cadê?

Andorinha
Ou durmo ou passeio ou tenho de estar a mexer. É crónico e degenerativo :)))

Quando o trabalho me bater à porta lá vou eu.

Agora é que é :)))

rainbow disse...

Boa noite:)

Andorinha,

Já vi as fotos:)
Sobre a tourada, expliquei-me mal, por estar à pressa.
Queria dizer que sou parcial, porque sou contra e ponto final. E não venham os defensores com o argumento já gasto de que os touros nasceram para esse fim. Quem decidiu isso? A estupidez humana, talvez.

Aquiles,

Obrigada pelas dicas dos livros.Fiquei curiosa sobre o último, " O Challet da memória".

Bons sonhos para todos

http://www.youtube.com/watch?v=11QYrFAGyNk&feature=related