quinta-feira, Novembro 20, 2014

De mão estendida, como tantas outras organizações...

Gente, mandámos esta informação aos associados (somos só 66...). Se algum de vocês puder ajudar, ficava muito grato, as nossas meninas/mães da Comunidade Paulo Vallada merecem.


Aproveitamos também para informar que na entrega do IRS de 2014, de uma forma simples e sem qualquer custo, 0,5% do nosso IRS pode já reverter a favor da Associação Acolher e Cuidar para a Cidadania. Para isso basta colocar um X em Instituições de Solidariedade Social ou Pessoas Colectivas de Utilidade Pública e o número de contribuinte 509 697 658, no Quadro 9, do Anexo H do Modelo do IRS.

quarta-feira, Novembro 19, 2014

segunda-feira, Novembro 17, 2014

O tempo...

quinta-feira, Novembro 13, 2014

Atendendo às notícias do dia, parece-me a canção adequada...

Aviso às tropas.

Gente,

Continua a haver temas que me sinto mais confortável a abordar no Murcon. Não gostaria que houvesse dúvidas sobre este livro - é o menos "polido" de todos os que publiquei, uma espécie de concerto ao vivo sem pós-produção. Há repetições, incoerências, obsessões, pontas soltas, veredas artificialmente fechadas. Na realidade, 90% - pelo menos... - dos textos não levaram mais de dez minutos a escrever. Aquando da revisão fiquei aterrorizado, os meus traços obsessivos empurravam-me para quase os escrever de novo, mas, por outro lado, quem me pediu a publicação referia-se aos que tinham jorrado em bruto de noites exaustas ou manhãs assustadas. Acresce que o Francisco Vale me fez notar o óbvio - se demorasse mais tempo, os textos escritos em Barcelona transformar-se-iam num romance, o que não estava previsto e implicaria o atraso da publicação. Se Vinte Anos Depois foi um "simples" hino à amizade que nos une e à recordação do Zé Gabriel, o Era uma Vez um Professor e as Cartas são pesos que acarreto na consciência, precisava de os ver no papel para apaziguar as duas facetas da minha vida - a profissional e a afectiva. Está feito. Num, espero ter provado aos meus netos que dialoguei com os meus alunos sobre temas que extravasavam o sexo e a toxicodependência; noutro, ruminei sobre minha Mãe, a tribo e o amor impossível - logo, perfeito! - que gostaria de ter vivido em Montségur há setecentos anos atrás. Não por amor a Deus, mas por amor ao amor:).

quarta-feira, Novembro 12, 2014

Como prometido.


domingo, Novembro 09, 2014