quarta-feira, abril 13, 2011

Boa noite.

O Nome da Rosa no Hollywood. Ainda hoje o citei nas gravações. O riso como tremenda ameaça às ortodoxias. O canastrão que fazia de 007 transformado em magnífico actor. E os ecos dos meus amados cátaros em pano de fundo:).

125 comentários:

AQUILES disse...

«O riso como tremenda ameaça às ortodoxias.» Dramático é quando não há sentido de humor. Aí a desconfiança no riso leva às mais torpes reacções.

Princesa Isabel disse...

Olá professor! :)
E mesmo que às vezes não entenda algumas das palavras que escreve (cátaros é um exemplo) elas soam-me bem.
"Aprender até morrer", já dizia a minha querida mãe... e lá vou eu ao dicionário em busca daquele significado que é música para os meus olhos e ouvidos... mesmo quando não entendo à primeira. Burrice minha!
Num Mundo tão cheio de encantos e desencantos, de tragédias e breves alegrias, fico feliz sempre que leio as suas declarações a Maria!
Que feliz ser chamada assim de Maria, com tanta ternura.
Azar o meu, Maria é o meu segundo nome... o primeiro é Isabel. :))
Que os Deuses o continuem a inspirar! Eu, amante de ler quem me inspira, continuarei a ler esses seus rebates de sentimentos vivos.
Abraço, deste membro da "realeza urbana".
Namasté!

Manuel Henrique Figueira disse...

O riso é uma arma terrível, pois desarma fortes e fracos, com ou sem sentido de humor.
Quanto aos canastrões, há outros exemplos que depois nos surpreenderam, como o C. Eastwood das «cóboiadas» dos anos 70. Vejam o que o homem faz hoje como realizador e como actor. O seu papel no Gran Torino é espectacular.
Outro que causou desconforto no nosso imaginário «woodyalleniano» foi o Martin Landau, o comandante Koening da série Espaço 1999.
Não conseguia ver o homem de fato e gravata no Crimes e Pecados.

andorinha disse...

Totalmente de acordo com o Aquiles.

ana b. disse...

Prof:

Confesso que os filmes do 007 não fazem o meu género.Acho até que só vi um ou dois. Daí o meu juizo de valor sobre o Connery não vir conspurcado. Apesar disso, não é um ator que me encha as medidas:)
Já o livro do riso...A esse não resistia. Não há forma mais certeira de me atingirem a alma.Há alguma coisa melhor que uma boa gargalhada?
( OK! Para além disso:))))
Eu não conheço!

João Pedro Barbosa disse...

Eu acabo por concordar sempre com a Anfy mas ela não me deixa.

Anfitrite disse...

Professor,

Eu prefiro "A Rosa Púrpura do Cairo". Gosto mais de sonhar.
Pelos vistos o pofessor está com inveja do Sean Connery, que com a idade tornou-se irresistível.
...e a igreja continuará a ser o que sempre foi...


Ana,

O Nome da Rosa não tem nada a ver com o 007. Mas mesmo assim eu não me importava nada de ir dar uma voltinha com o Roger Moore,
que mais não fosse para o mostrar às minhas amigas.

http://www.youtube.com/watch?v=sV7ET145t0M

Bartolo,

O problema da Ana é que ela quer dar assistência a todos os altares, ao mesmo tempo, e às vezes
não tem tempo para ir ao fundo do que está escrito, mas não é por falta de visão.

Quanto ao Márinho eu tenho a certeza que a Maria dele foi a que esteve sempre mais presente, e em
todos os sentidos. As outras só têm testa, cabelos e cagança.

Pedro,

Obrigada pelo link. Tem imagens maravilhosas.

Marial,

Seja Bem-Vinda.
Contudo peço-lhe um favor: Primeiro conheça os cantos à casa, e ass características dos residentes e depois pronuncie-se sobre eles.
Quanto ao resto é livre de dar as suas opiniões, e eu não sou dona do blogue.

Manuel,

A história da Mafalda fez-me lembrar as "Redacções da Guidinha" do saudoso Luís de Sttau Monteiro.

Para todos,

Então não é que a nossa Contituição foi alterada e eu não dei por tal?!
Pela primeira vez vamos ter um Presidente da Assembleia da República eleito directamente pelo voto do povo.
Leiam esta magnífica notícia:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=479169

Aquiles,

Vá lá...engula o sapo e comente.

Anfitrite disse...

Ainda voltando à vaca fria e para verem que não sou só eu que penso assim, por favor, leiam este extracto, tirado hoje do "Jumento"

Todas as entrevistas são antecedidas de testes, está em causa o equilíbrio de cores, a iluminação, a qualidade do som e a captação de boas imagens por todas as câmaras instaladas numa sala que nem sempre é ampla ou dispõe das melhores qualidades para uma transmissão televisiva. É natural que um político compareça na sala enquanto se fazem os testes e que até brinque com a situação. O que revela grande falta de dignidade é o realizador de um telejornal ter acesso às imagens, saber que estão a ser feitos testes e apercebendo-se de que o primeiro-ministro está a brincar com os testes lança as imagens no telejornal para depois argumentar descuido.

Anfitrite disse...

Afinal o P.R. Checo que dá recados ao nosso graveto, não passa de um pilha-canetas.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zpe4T0lXZcE

Bartolomeu disse...

Pois é Pirncess... o Júlio vem práqui escrever palavrões que não constam no léxico aristocrático, só pra deixar agente à nora.
Mazeu tou cá esconfiado caquela coisa dos cátaros, tem relação com o aloé vera.
Tem tudaver não te parece, Pricess? Mosteiros, monges, pederastia... era preciso muito cacto para purificar as feridas catarsicas (tb tenho direito a inventar uma, orassss).
;))))

Bartolomeu disse...

Ó ana... ai felhinha... eu até tou descadeirado... atão tu, não conheces nada melhore que uma gragalhada?!
Nem tão bom?
Por que galáxia é que tens andado, moça?

Manuel Henrique Figueira disse...

O grande medievalista e homem de cultura que é Umberto Eco dá-nos no Nome da Rosa um fresco da Idade Média sob a forma moderna de um policial, para o qual o Jean-Jacques Annaud não teve grande rasgo, fazendo um filme muito abaixo do livro que lhe deu origem.
Ainda assim, vale a pena reparar em três aspectos contrastantes com o mundo de hoje: a rudeza da vida medieva; o peso do religioso; a atitude em relação ao saber (de coutada de uns poucos à democratização e factor de desenvolvimento das sociedades contemporâneas). Vale a pena rever o filme, mesmo que já tenha 25 anos.

ana b. disse...

Bart:

Se reparar bem, eu abri uma exceção. Resta é saber, qual:))) Deixo ao critério de cada um...

Anfi:

Nem posso acreditar que não saiba quem foi o primeiro agente de Sua Magestade,de seu nome Bond, James Bond: Sir Sean Connery,pois claro!!!
E já que falou em voltinhas eu preferia a companhia do Pierce Brosnan... Mas assim até é melhor, fica cada uma com o seu:)) Era bom, era...:)))

Sónia disse...

Que comentários tão díspares...aposto que o Professor os deve ler deliciado...
Eu adorei o filme. Adorei ver Sean Connery e ver espelhado o imenso obscurantismo que se vivenciava naqueles tempos cinzentos e desoladores.
Acho que foi aí que me foquei na História...mas se calhar falhei o alvo...ou não?!

Condessa de Til disse...

Vi o filme só uma vez, também na televisão, e não desgostei, mas o livro li-o com outro entusiasmo. Lembro-me que no dia em que o comprei fui logo a lê-lo no comboio na volta para casa e que quase não o pousei até acabar.

Hoje quando vi o post, o que me veio automaticamente à ideia foi o António José da Silva e o processo que a Inquisição lhe moveu, oficialmente por praticar a religião judaica, na realidade porque as suas comédias, que deliciavam o povo no teatro do Bairro Alto, eram incómodas para os poderes estabelecidos. Na peça ou ópera chamada “Vida do grande D. Quixote de la Mancha e do gordo Sancho Pança” há uma cena genial de crítica à justiça, na qual o Sancho Pança é nomeado governador da Ilha dos Lagartos, pronunciando, enquanto juiz, todo o tipo de sentenças arbitrárias e completamente disparatadas. Julgo que foi o Aquiles que referiu num comentário recente o lamentável estado da justiça em Portugal. Com efeito, não andamos actualmente muito longe deste episódio da Ilha dos Lagartos.
A seguir lembrei-me do Bocage, outro riso que não agradou à Inquisição, e, depois, numa associação de ideias com irreverência e eleições, “O Gato Fedorento esmiúça os sufrágios”, onde assistimos a uma inovadora parada de tantos senhores políticos importantes num programa satírico. Com a popularidade que o grupo tinha, o convite para ir ao programa era irrecusável e só lhes restou tentar demonstrar que tinham suficiente poder de encaixe, embora muitos sorrisos fossem bem amarelos.

Princesa Isabel e Bart,

Não me digam que nunca ouviram falar nos cátaros, no Concilio de Latrão e no papa Inocêncio III? Sem dúvida um exemplo a seguir de grande humanidade e tolerância. Fossem todos os líderes assim e não haveria necessidade do tribunal de Haia.

ana b. disse...

Murcons:

Como vejo por aqui muitos apreciadores do Eco, sugiro-llhes a excelente entrevista que deu ao jornalista Carlos Vaz Marques na revista LER, a propósito do lançamento do seu último livro, "O Cemitério de Praga" da Gradiva e já nas livrarias.

Bartolomeu disse...

Eu, nunca, caríssima Condessa!
É que sabe? Não me dou com gente casta, causam-me engulhos.
Prefiro a escória da sociedade, tanto da clerical, como da leiga, sei lá eu bem porquê...???
Talvez porque estão mais próximo da ideia; viemos do barro, e ao barro voltaremos. Sem peneiras nem pretenciosismos de superioridades intelectuais ou outras merdas que tais.
;)

Manuel Henrique Figueira disse...

Isto não tem nada a ver com o post em discussão (esta é para a Sónia ir percebendo que aqui há uma certa anarquia, ainda assim relativamente contida, é verdade. Estamos longe do ambiente retratado em O Nome da Rosa).
Mas apeteceu-me partilhar convosco.

«Et tu, Brute?»(latim), «Até tu, Bruto?», versão imortalizada numa peça de Shakespeare:

http://youtu.be/cDD9fG8CGwk

Manuel Henrique Figueira disse...

Eu sou relativamente recente no Murcon, nunca por cá vi a Sónia, pelo que pode ser um regresso.
Ainda assim, os novos, mesmo que regressados, devem ser recebidos com mimo. Aqui vai para a Sónia (embora com grandes reservas sobre se gostará do género musical, mas concedo que concordará com o conteúdo, universal e incontestável «per ominia secula seculorum».

«La femme est l’avenir de l’homme»: Jean Ferrat
http://youtu.be/kqreS7KXP7k

Este comentário não é totalmente a despropósito como o meu anterior, pois contrasta a forma como a Mulher era olhada e tratada na Idade Média de O Nome da Rosa e é hoje, e em especial, aqui no Murcon.

Condessa de Til disse...

Bart,
Não percebi a sua resposta. Parece-me que não tem nada a ver com o que eu escrevi. E a frase "não me dou com gente casta, causam-me engulhos", se se refere aos cátaros, conhecidos pelo seu modo de vida simples e casto, está em completa contradição com a sua outra frase "prefiro a escória da sociedade, tanto a clerical, etc...", pois os cátaros procuravam exactamente estar junto do povo, recusando a hierarquia católica romana.

Bartolomeu disse...

Sim, condessa... do mesmo modo que os maçon pretendem, através da ção, caminhando pelo conhecimento e que os católicos através do preceito religioso e os políticos, através da ética, etc, etc, etc.
A espiga é que todas as sociedades, secretas, ou não , movidas pelo espírito do altruísmo e do humanismo, pretendem chegar ao povo, porque se acham num plano superior àquele em que o povo se encontra. Caso contrário já estariam onde dizem que pretendem chegar. E o veículo que utilizam para tornar possível essa viágem, qual é? O do conhecimento... o do superior conhecimento.
Ou seja, pessoal que detem um elevado grau de conhecimento, pretende "descer" ao nível daqueles que não o possuem, com o fim de os conquistar, de lhes conquistar a alma, a vontade, a auto-determinação, em suma, de os subjugar à sua superior intelectualidade, aqual assenta nos pilares da castidade.
Espera só um bocadinho, para ir ali atás vomitar, volto já.
;)

Bartolomeu disse...

"através da ção"???
que raio de coisa será essa, Bartolomeuzinho? Não quererias ter escrito, perfeição?
(vê lá se dás mais atenção àquilo que escreves)

Condessa de Til disse...

Bart,

Mais do que qualquer apologia da doutrina dos cátaros, o que fiz no meu primeiro comentário foi criticar o concílio de Latrão e a actuação do papa Inocêncio III que se poderá considerar culpado de genocídio - daí a referência ao tribunal de Haia, em tom irónico evidentemente. Se são os cátaros que lhe dão vontade de vomitar e não as normas saídas do referido concílio, não sei que mais lhe diga...
Aliás não é comigo que deverá ter uma discussão profunda sobre os cátaros, mas com o Prof. Machado Vaz. Ele é que é o fã e o perito.

ana b. disse...

Anfi:

Vejo que foi um bocado severa com o Prof. Apesar de já lhe custar subir as escadas, até que não está nada mal para a idade...:)))

Na realidade o que me chamou a atenção no post foi o "canastrão" daí ter divagado logo para o ator Sean Connery, primeiro agente secreto e só mais tarde travestido de monge.
Como o Prof. também aludia ao humor, pensei, e ainda penso, que se referia a um livro do riso que por lá aparece, embora não esteja já, muito segura do enredo. Quer o livro, quer o filme já foram vistos há muitos anos. E por acaso, nem um nem outro me encheram as medidas. Mas não lhes tiro mérito, claro. Apenas não são o meu género preferido. O filme seguramente que não é. O livro, eventualmente mereceria uma segunda leitura. Acho que beneficiaria a maturidade.Certamente vê-lo-ia diferente, hoje.

Bartolomeu disse...

Condessa, o primeiro impulso, foi citar a teoria Pitagórica, das influências circulares.
Mas não vou por aí, às tantas vocês desatavam a fransir o sobrolho e a mandar-me cuspidelas para cima, e eu hoje estou com o meu melhor fato, um "Principe de Gales" que me ofereceram numa loja de ropa para carenciados.

João Pedro Barbosa disse...

Água

Cê_Tê ;) disse...

Bom dia!, ;)
Este post é "muita areia para o meu carrinho de mão" ;P

Sónia disse...

Grata pelo gesto,Manuel Henrique Figueira.

Manuel Henrique Figueira disse...

Sónia,

as pessoas aqui são sempre bem recebidas e costumam tratar-se bem umas às outras.
Mas acabou por não me dizer se gostou da música.

Julio Machado Vaz disse...

Gente,

Perdoem se não explicitei as razões da minha admiração pelos Cátaros (nome que não aceitariam, apelidavam-se de Bons Cristãos). Não sou dualista e muito menos acompanho os seus fantásticos mitos sobre a Criação. Mas, como a Condessa sublinhou, eles viveram com e como o Povo, em claro contraste com os representantes de Roma. Bem o percebeu S. Domingos, que pregava na Ocitânia em absoluto ascetismo, por convicção e para não reforçar o estereótipo do clérigo rico, venal... e ausente!

Bartolomeu disse...

Ora aí está!
Carágos... isto num ha nada cumo um professor para explicar as coisas com clareza.
Pregavam, disse muito bem, Júlio, pregavam!
Ora então, se pregavam e não eram carpinteiros, o que faziam?
Exactamente!... evangelizavam, que é mais ou menos o mesmo que dizer, recrutavam apregoando, ou seja, diziam à maralha; olhem para mim, eu sou o exemplo, façam como eu, venham cá seus pecadores do caráças, que eu mostro-lhes como se faz e depois, ficam sujeitos àquilo que eu disser que é bem, porque eu sou um homem bom.
Então os caramelos da igreja romana, apostólica e não-sei-o-quê-mais, disseram lá para eles; é pá, estes gajos estão-nos a lixar o negócio, bora mazé arrear-lhes no canastro, mazondé que já se viu andarem aí descalços no meio dos badalhoquinhos todos a dar-lhes remédios e mai não sei quê?!
Os outros os homens bons, ou Cátaros como os rivais lhes chamavam, lixaram-se poistáclaro.
Isto um bocado mal acomparado, é como uma tipa que leve barato, ir-se meter à porta do elefantinho a sacar clientes às outras.
(já cá faltava o elefantinho, xiça!... com este gajo não se consegue ter uma conversa civilizada...)

AQUILES disse...

Anfi
Claro que vou comentando. Sóbrio e lacónico. Só tenho a dizer que PS e PSD fazem parte do problema. Logo não podem fazer parte da solução, pois se fizerem é porque não é solução.
Recomendo a todos a leitura de Tony Judt, sobretudo o último, Ill Fares the Land, recentemente publicado com o título Um Tratado sobre os Nossos Actuais Descontentamentos. Também o Século XX Esquecido é de leitura elucidativa.

Manuel
Fazer uma analogia directa entre o tempo medieval e o hodierno não é correcto. Induz a ajuizar com valores actuais práticas de antanho, onde os valores eram diferentes. Estas analogias só podem ser feitas com filtros adequadas que ajustem as reflexões sobre o entendimento.

O prof. já nos tinha por aqui elucidado sobre cátaros na viagem que fez, há dois ou três anos atrás, à mistica dos cátaros no local da sua vivência.

AQUILES disse...

Anfi

O comentário sobre as más práticas das tv's está muito correcto e objectivo. Lembra-se de outro caso com o Saramago antes do prémio Nobel?

Manuel Henrique Figueira disse...

Caro amigo Aquiles,

Tem razão se houver um juízo moral dos comportamentos de antanho à luz dos valores de hoje. E eu não fiz, nem nunca faria isso. Houve comportamentos em dados tempos e contextos, e quadros mentais, que só podiam ter sido aqueles. Mas evidenciar as diferenças e marcar os progressos (este conceito é tramado, mas às vezes dá jeito) não é incorrecto; senão, teríamos de pôr no prego certas lutas por várias emancipações, como p. ex. a das mulheres com o sufragismo e os sequentes feminismos; no limite, não criticaríamos o uso da burka, a mutilação genital, o esclavagismo, etc. pois eram (ainda são) naturais (outro conceito tramado) em certos tempos e contextos.

A Menina da Lua disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A Menina da Lua disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A Menina da Lua disse...

Oh Professor já não falava dos seus queridos Cátaros há muito tempo! já estava a estranhar:))

Pois! não saber quem são os Cátaros não tem nada de mais...mas em contra partida quem os fica a conhecer, como eu fiquei há bastantes anos quando estudei História, nunca mais os esquece...

Quanto ao filme "Nome da Rosa" foi uma das minhas primeiras surpresas ou seja por norma costumo gostar mais do livro do que do filme. Neste caso adorei as duas versões. Por um lado, na escrita, um Umberto Eco, culto, erudito e eficiente na comunicação; utilizando a técnica policial para atrair o seu leitor. O filme esteve completamente irrepeensível, cuidado na reconstituição histórica, e no tratamento do teia tanto sob vista humano como sob ponto de vista da sua explicação histórica e filosófica. De facto o tema explica e trata o início dum periodo negro da História da Humanidade que ainda nos ensombra e entristece...

Quanto ao Sean Connery devo confessar que o considero como o vinho do Porto:). Sem dúvida que o actor ficou tanto mais charmoso como talentoso com a idade...

AQUILES disse...

Caro Manuel
Concordo consigo. Embora na questão da burka, e demais, no que era entendível no contexto de um tempo passado, já não o é no tempo actual. A globalização do conhecimento do outro derrubou qualquer fronteira que justifique, em termos morais e éticos, públicos e privados, a evolução dos direitos humanos em todas as sociedades. O consuetudinário, por medo de perder poder, e desconfiança face à sua sobrevivência em relação à evolução das sociedades, trava a aplicação dessa evolução dos direitos humanos, acirrando, para pior do que que já foi, a opressão sobre aqueles que domina pelo terror.

João Pedro Barbosa disse...

Nunca mais voltaram a aparecer os e as sereias. Não estaremos um pouco pelas nuvens?

Caidê disse...

Nunca nenhum filme do qual primeiro lera a obra me satisfez completamente. "Papillon" e "A insustentável leveza do ser" chegaram mesmo a desiludir-me. No ecrã perderam densidade e intensidade. Contudo, em "O nome da rosa", até porque é uma longuíssima metragem, e apesar de, a partir tv de 2/3 da narrativa (terei de rever), ser contado ainda mais apressadamente, pela interpretação dos actores e pela recriação do cenário histórico, não experimentei tão forte desilusão.
Quando a imagem e o movimento são dados, há sempre uma parte da imaginação que fica dispensada de trabalhar – também é bom lembrar.
“O nome da rosa” foi dos filmes que mais gostei, até porque o relato tem ingredientes que me fascinam: romance e reconstituição históricos e algo entre o policial e a investigação de casos. Mas talvez seja mesmo a profundidade do tema que me atrai desde logo.
Essa profundidade temática atravessa o tempo histórico e o espaço geográfico; sendo, é claro, colocada no passado, permite pensar o presente em termos antropológicos e simbólicos.
Qual a importância do conhecimento? E se uma súmula de conhecimentos puser em causa mentalidades profundas, aculturações não conscientes? E se a ignorância for uma obstrução à mudança? Como pode o conhecimento ser fonte de poder? Como pode a manipulação sobre o conhecimento servir uma arquitetura social? Como pode um grupo social pertencer ao triângulo/ quadrilátero hierárquico de base das sociedades, culturas e civilizações, como guardião dos saberes e das crenças sociais nos quais se fundamentam aquelas? Como a repressão ideológica pode ser um garante tão poderoso da ordem social estabelecida?

João Pedro Barbosa disse...

Estamos a precisar de Afro drums.

João Pedro Barbosa disse...

Bom Tempo e Boas Conservas.

João Pedro Barbosa disse...

Desde que entrei no Murcon engordei 10 kilos. Tenho que ser mais moderado...

Bartolomeu disse...

Ora aí está CaidÊ, comungo dessas interrogações.
Nada se encontra completamente respondido. Sabemos medir e contar, mas não sabemos, ainda, conhecer a essência. Continuamos a fazer parte da incompletude, como à séculos, milénios atrás.
;)

A Menina da Lua disse...

Caidé:)

De vez enquando você voa:) ou seja escreve coisas bem sérias e profundas...

Para começar:

"Quando a imagem e o movimento são dados, há sempre uma parte da imaginação que fica dispensada de trabalhar – também é bom lembrar."

Claro! porque no livro à partida existe a magia de criar maior espaço para a imaginação mas este filme foi tão rico na descrição, na análise, no suspense que houve toda a concentração no próprio filme em si...

E ainda:

"Qual a importância do conhecimento? E se uma súmula de conhecimentos puser em causa mentalidades profundas, aculturações não conscientes? E se a ignorância for uma obstrução à mudança? Como pode o conhecimento ser fonte de poder? Como pode a manipulação sobre o conhecimento servir uma arquitetura social? Como pode um grupo social pertencer ao triângulo/ quadrilátero hierárquico de base das sociedades, culturas e civilizações, como guardião dos saberes e das crenças sociais nos quais se fundamentam aquelas? Como a repressão ideológica pode ser um garante tão poderoso da ordem social estabelecida?"

Desculpe enfatizar assim as suas palavras mas as estas perguntas são duma enorme importância no geral e para a própria interpretação do livro em particular. Tambem o interpretei assim daí eu ter falado na questão filosófica.

Gostei muito do que escreveu...:)

A Menina da Lua disse...

E ainda:

A propósito da magia do livro, aqui vos deixo este pequeno texto de Carl Sagan:

"Um livro é feito de uma árvore. É um conjunto de partes lisas e flexíveis (que ainda se chamam folhas) impressas em caracteres de pigmentação escura. Dá-se uma vista de olhos e ouve-se a voz de outra pessoa — talvez alguém que já tenha morrido há milhares de anos. Através dos milénios, o autor está a falar, com clareza e em silêncio, dentro da nossa cabeça, directamente para nós. A escrita foi talvez a maior das invenções humanas, ligando as pessoas, cidadãos de épocas distantes que nunca se chegaram a conhecer. Os livros quebram as cadeias do tempo, provam que os seres são capazes de exercer a magia.

CARL SAGAN,

João Pedro Barbosa disse...

Hai, Cantelães. Grande Jogo.

Caidê disse...

Obrigada, Menina da Lua.
Já agora, Carl Sagan - grande leitura!É desses que eu gosto também!

Caidê disse...

Agora, um estado de espírito :-))
http://www.youtube.com/watch?v=kyHQlqutFE0
Bom berço

Manuel Henrique Figueira disse...

Caidê,

Obrigado, nossa especialista em bons sonhos (através de boas músicas).

Deixo-lhe esta para se divertir (e para os murcónicos se divertirem).

«The Cyber Conductor»:
http://youtu.be/CFltd2838gc

andorinha disse...

"Fernando Nobre fez saber que só exercerá o mandato de deputado se for presidente do Parlamento? Não é exactamente o melhor exemplo de cidadania nem de humildade democrática"

??????????????????????????

Não fui eu (uma perigosa esquerdista):)quem disse, mas sim Paulo Portas.


Eu leio e não acredito. O homem é absolutamente insuportável. Mas o gajo pensa que é quem? E anda a brincar com quem?
Até aqui tinha uma certa consideração por ele por tudo o que tem feito na AMI, mas agora, sinceramente, é dos tipos mais asquerosos que conheço. Ao pé dele Sócrates parece de uma pureza quase divinal.
Não suporto troca tintas e pessoas que não têm a coluna vertebral direita.


Desculpem o desabafo, mas li agora e teve que ser:)
Fico a ferver com estas merdas.

João Pedro Barbosa disse...

Desta vez do murcon, saiu-me um tango. Bart: danças?

andorinha disse...

Caidê e Manuel,

E agora, para poder ter bons sonhos:) vou ouvir as boas músicas que aqui nos oferecem.

Há que fugir o mais possível a todo este ambiente pestilento que nos rodeia e a música é um dos melhores caminhos.

Bons sonhos, malta.

João Pedro Barbosa disse...

Bons sonhos, malta. Com calda e pau de Canela;)

João Pedro Barbosa disse...

Que seca de musica, vou fazer um refresco de limão e menta. Melhorou entretanto.

João Pedro Barbosa disse...

Porque está muito mel...

João Pedro Barbosa disse...

Do, Bom.

ana b. disse...

Por suspeitar que um livro de humor pairava algures no enredo do livro/filme, e por não ver esta referência nos vossos comentários, fui pesquisar na net. Ora leiam:

As mortes são o resultado do dogmatismo religioso de um monge, apostado em impedir que um livro julgado perdido de Aristóteles, sobre o riso, possa ser conhecido. E este é um dos aspectos mais profundos e bem conseguidos do romance: poderia pensar-se que matar outras pessoas por causa de um livro sobre o humor não passa de invenção de um romancista ocioso, mas isso seria ignorar que a maior parte dos crimes que assolam a humanidade têm por base o dogmatismo intolerante de quem pensa ter o monopólio da verdade e o direito de a impor aos outros.

Alguns aspectos do romance poderão ser menos simpáticos. O autor parece apostado em atirar aos olhos do leitor uma imensidão de conhecimento histórico, o que por vezes acaba por tornar a leitura menos agradável, apesar de fazer as delícias dos diletantes. A imaginação fervilhante do autor acaba por vezes por ser labiríntica, levando a que quase se perca o fio da história. Mas a bondosa relação do protagonista com o seu discípulo, a sua defesa da racionalidade límpida e sem cedências, a oposição ao dogmatismo que procurava fazer paralisar o conhecimento — todos estes elementos fazem deste romance uma experiência inesquecível.

Desidério Murcho
in "Crítica", revista de Filosofia

Bem me queria parecer que havia alguma ligação...
Cada vez estou mais certa que apenas valorizamos o que nos está próximo.
E finalmente encontrei algumas eventuais explicações para o meu moderado entusiasmo, quando o li, há seguramente 25 anos atrás.

João Pedro Barbosa disse...

Podiamos escolher as musicas de uma play list aleatória. Atravês da cotonete. Ou recuperar velhos temas, com Sade...

João Pedro Barbosa disse...

Ana, em paralelo. O velho e o novo caminham sem ritmo. Apenas caminham. Esteve a dar na rtp memória um programa sobre as Flores que ganharam o nome pela altura da sua descoberta ou ocupação. A Páscoa.

Anfitrite disse...

Depois de estar uma hora a picar teclas foi tudo pró...
Por isso envio só isto, que talvez faça alguém pensar, além de me lembrar um poeta da minha terra que, dizia assim:

Se pedir peço cantando,
Sou mais atendido assim;
Porque,se pedir chorando
Ninguém tem pena de mim.
(António Aleixo)

http://sorisomail.com/videos-comicos/1-visual-top.html

Sónia disse...

Manuel,


Obrigada pela música.
Desconhecia o autor.
Letra muito bonita!

Caidê disse...

Anfi
És insubstituível!
Manuel
Vem, então, aí a era das cyber-orquestras? Que fashion!

João Pedro Barbosa disse...

Nada se perde tudo se transforma.

João Pedro Barbosa disse...

Água e Bolas de Sabão.

João Pedro Barbosa disse...

http://www.youtube.com/watch?v=5lhglrYePrM&feature=player_detailpage

João Pedro Barbosa disse...

E isto tude sem coleira: http://ociofx.com/?p=79

Manuel Henrique Figueira disse...

Sónia,

a caminhada para a hegemonia da pop anglo-saxónica a partir dos anos 60, que se afirmou definitivamente nos anos 80, «secou» completamente tudo à sua volta.
A perda da influência da França como país e da língua e cultura francesas, que se tornou quase irreversível, fez o resto.
Entretanto ficou um conjunto enorme de grandes cantores de expressão francesa, dos maiores da música universal, com uma grande diversidade e para quase todos os gostos.
É pena que estejam tão esquecidos, porque são, e serão, inesquecíveis.
Falo de Jacques Brel, Léo Ferré, Georges Brassens, Charles Trenet, Serge Reggiani, Jean Ferrat, Henri Salvador, Yves Montant, Edith Piaf, Charles Aznavour, etc. etc. etc.
Dos mais recentes aponto-lhe apenas três: Charles Dumont, Maxime Le Forestier, Yves Duteil.

Deixo-lhe uma pequena amostra (se não tiver paciência e interesse ouça apenas os primeiros acordes de cada uma):

«Quand on a que l’amour»: Jacques Brel
http://www.youtube.com/watch?v=M3fpCztWWug

«Avec le temps»: Leo Ferré
http://www.youtube.com/watch?v=aiXcUTTLud4

«La mauvaise reputation: Georges Brassens
http://youtu.be/p4j1RmzFFC4

«La Mer»: Charles Trenet
http://youtu.be/fd_nopTFuZA

«À Paris»: Yves Montant
http://dai.ly/9iw7i2

«L’Italien»: Serge Reggiani
http://youtu.be/mCX51FyLz-Y

«Que serait-je sans toi»: Jean Ferrat
http://youtu.be/9A5hSWHaoyc

«Une chanson douce»: Henri Salvador
http://youtu.be/bLNxHW4ZgXE

«Lá Bohème»: Charles Aznavour
http://www.youtube.com/watch?v=kyHQlqutFE0

«Non, Je ne regrette rien»: Edith Piaf
http://youtu.be/4Hqc-NWlNJQ

«Ta cigarette apres l'amour»: Charles Dumont – CD L’Essenciel de Charles Dumont
http://www.youtube.com/watch?v=pq2w0OH9MSE

«L'homme au bouquet de fleurs»: Maxime Le Forestier
http://youtu.be/pD9_-tT83qg

«Ton absence»: Yves Duteil
http://www.youtube.com/watch?v=CVL6wIeBo2g

João Pedro Barbosa disse...

Obrigada Manuel, começamos a ter uma play list. Só falta um espaço Herteziano.

João Pedro Barbosa disse...

(Está a passar musica "brega". Era um bom conceipto para a murcon.fm)

ana b. disse...

Pedro:

A ilha das Flores é um pequeno paraíso no meio do Atântico:)

http://youtu.be/DGaijGIv9SY

Manuel Henrique Figueira disse...

João Pedro,

os gostos ficam com cada um e não se podem impor (nem eu quis impor nunca nada a ninguém, tenho apresentado um leque tão variado que é difícil não agradar a muitos, mas nunca a todos, como é evidente). E aqui no Murcon cada um sugere o que quiser.
Mas apelidar a minha lista anterior de música francesa (dirigida particularmente à Sónia em resultado de um diálogo anterior com ela) de «brega» é que é em si um bocadinho «brega», isto é, de mau gosto.
Este conceito é brasileiro e refere-se a um género de música romântica, com arranjo musical sem grandes elaborações, bastante apelo sentimental, fortes melodias, letras com rimas fáceis e palavras simples, por outras palavras, uma música supostamente de «mau gosto».
Em Brel, Ferré, Brassens, Regianni, Ferrat, etc. etc. essa classificação «assenta-lhes como uma luva», é bem de ver. Que ideia mais estapafúrdia, haja juízo homem.
Trata-se de cantores de estatuto internacional (alguns deles cantautores, pois escreveram boa parte da poesia que musicaram, casos de Ferré e Brassens, ou cantaram grandes poetas, Aragon, Apollinaire, Baudelaire, Verlaine, Rimbaud, Ronsard, etc.)

João Pedro Barbosa disse...

Para quem gosta de juntar o melhor:

Musica:

http://www.youtube.com/watch?v=CnnGYaqjW-A

Imagens:

http://www.youtube.com/watch?v=DGaijGIv9SY&feature=youtu.be

Vale a experiência.

João Pedro Barbosa disse...

Fica a sugestão...

João Pedro Barbosa disse...

Ou a play list da Cotonete: "Igotyoubabe" :)

Anfitrite disse...

Manuel,

preciso urgentemente de falar consigo porque tenho uma música pessoal e intransmissível para si.
Por favor vá ao meu contacto e mande-me um mail, porque no Linked não consigo contactar conm Vª. Exª.
Muito obrigada,
anfy

João Pedro Barbosa disse...

^_^

João Pedro Barbosa disse...

Vamos, ter um grande fim de semana:P

andorinha disse...

Pedro,

Não disseste que estás gordo?
Porque não vais fazer jogging?
Fazia-te bem....:)

João Pedro Barbosa disse...

:)

João Pedro Barbosa disse...

Passei a semana a correr e ainda me faltam uns kilometros.

João Pedro Barbosa disse...

Quando entrei estava pré anóretico, agora estou pré obeso. Não deverei ficar obcecado.

João Pedro Barbosa disse...

Chefe...

ana b. disse...

Murcons.

Bom fim de semana!

http://youtu.be/izF5PW_4zsw

http://youtu.be/Nw0y9T0vUpo

João Pedro Barbosa disse...

Chefe, vou descer ao Porão...

João Pedro Barbosa disse...

Não resesti...

http://www.youtube.com/watch?v=NPjGRGnlnXs&feature=related

Caidê disse...

Manuel
Que bela lista, realmente! Não vou competir, apenas venho cumprir o meu ritual.

Bom berço!


Para uma noite aconchegada:
http://www.youtube.com/watch?v=6MzU8xM99Uo&feature=related

ou noutro registo

http://www.youtube.com/watch?v=NvlrCKi-ss4&feature=related

Ou ainda noutro

E para um acordar interventivo
http://www.youtube.com/watch?v=HhAGYFIhrO4

jagga nathan кешин disse...

devem ser uns ecos muy finos

os cátaros estão tão secos

como alguns ministérios

Anfitrite disse...

Páscoa doce para todos, não esquecendo os cátaros.


http://www.youtube.com/watch?v=iQCLr0J9wuM&feature=related

João Pedro Barbosa disse...

Todos devem gostar disto:

http://www.tv3.cat/3alacarta/#/videos/3476410

João Pedro Barbosa disse...

http://www.youtube.com/watch?v=RRNJEqqNmxw

João Pedro Barbosa disse...

Resulta, não resulta?!

João Pedro Barbosa disse...

Chefes...Está bom assim ou com mais molho!

João Pedro Barbosa disse...

Um Recado do Lobices...

http://www.youtube.com/watch?v=0Qo4E4iAnCQ&feature=player_embedded#at=18

Manuel Henrique Figueira disse...

Estas duas músicas cátaras são dedicadas especialmente ao nosso Prof. J. M. Vaz:

La música de los Cataros del Santo Grial (Profeta Catara - Juan Bereslavsky)
http://youtu.be/yX6BoMaK4Lo

Danza Catara - Gestos oracionales de los Cataros del Juan
http://youtu.be/DwqTZlJiCkw

Mas como nem só de pureza divinal vive o Mundo, aqui vai o outro lado negro da vida. Valha-nos a música, que consegue pôr beleza onde ela não existe:

«I Cunfirenti»: Il Canto Di Malavita - Musica della Mafia
http://youtu.be/hFPcpv7KUKU

João Pedro Barbosa disse...

http://www.skyfuncenter.com/?gclid=CN-ElPr3oKgCFdQP3wody1OeHQ

Para quem pode.

Manuel, Vou ler o teu Post.

ana b. disse...

Pedro:

Acho que o Leonard Cohen merecia melhor...
Não fosse não reconhecer os sapatos ainda pensava que alguém me andava a filmar às escondidas:)))

E agradeço-lhe a sua sugestão de fim de semana mas prefiro manter-me com os pés mo chão. Os meus pés de chumbo não me permitem grandes voos...:))))

João Pedro Barbosa disse...

Passei para ouvir uma muziquinha!

Bartolomeu disse...

Talvez te apeteça dar um passeio pelo parque, depois de provares uns pastelinhos de Belém...
Hmmm? que é que dizes, ana?
A penny for your thoughts my dear...
http://www.youtube.com/watch?v=Q7sIzWKHGwQ&feature=related
;))

João Pedro Barbosa disse...

A primeira é sempre melhor que as asseguir. A Cotonete está a Batotizar! :)))

João Pedro Barbosa disse...

Defenitivamente;))

João Pedro Barbosa disse...

Para complemetar:

http://absoluteradio00s.co.uk/?utm_source=ar&utm_medium=channelbar&utm_campaign=a0&sms_ss=facebook&at_xt=4da94831feb42563%2C0

João Pedro Barbosa disse...

stop

João Pedro Barbosa disse...

Um dia que tenham tempo vejam isto:

http://www.youtube.com/watch?v=xGurF1Rfj0U

ana b. disse...

Bart:

Apenas quando a Andorinha voar em direção ao sul:)
Não me atrevo a aparecer sozinha. Ainda não iniciei o meu treino de defesa pessoal:)))

Caidê disse...

Murcons, tá na hora.

Bons sonhos!

http://www.youtube.com/watch?v=0e1qAoMPvsg&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=If422SGJaX4&feature=player_embedded

João Pedro Barbosa disse...

Caidê :)))

Caidê disse...

João Pedro
Sim???????????

Caidê disse...

Sim?
http://www.youtube.com/watch?v=Febr_t_qa9U&feature=related
Tv?

João Pedro Barbosa disse...

Quando a Andorinha voar para Sul, o Sapo vai por baixo do acento.

João Pedro Barbosa disse...

Grande Petra...

Pedro disse...

http://www.youtube.com/watch?v=RRNJEqqNmxw

Pedro disse...

http://koiok.wordpress.com/

Anfitrite disse...

Que assistência ele lhes teria prestado para lhe fazerem tamanha homenagem?!

http://www.youtube.com/watch?v=4ohr4P8E_io

Caidê,

Já tinha visto esta imagem, mas pensava que o seu menino era de raça pequena. Será que ele consegue ser tão útil como este?

http://www.youtube.com/watch?v=P9Fyey4D5hg&feature=related


Pedro,

Também gosto mais desta imagem. A outra era muito agressiva. Tinha cores muito fortes e linhas muito rígidas.

ana b. disse...

Anfi:

E isto tudo sem trela!
Como notou e bem, o nosso Pedro, num dos vídeos colocados por ele,e muito idêntico ao seu:)

Pedro disse...

Estou com tosse, Sr. Dourto!

Pedro disse...

Caidê: gostei muito do video.

ana b. disse...

Prof:

Gostei muito do seu programa de hoje. Como já levo dois divórcios no curriculum, bebi cada uma das suas palavras.
Tenho um enorme orgulho em manter relações cordiais e de amizade com ambos. E como do primeiro não resultaram filhos, não poderá ser essa a razão para nos encontrarmos.
Aquando do batizado da minha filha, e com a concordância do meu 2º marido, convidei-o, a ele e à atual mulher, para a festa. Sentei-os na mesa da minha mãe e dos meus 2º sogros. Na altura houve quem insinuasse que eu mantinha ainda uma jigação com ele. Mas como a vida dá muitas voltas, uns anos mais tarde, o 2º marido virou ex. Como temos uma filha em comum, o convivio ainda é forçosamente maior. Não temos dias estipulados para estarmos com ela. Fazemo-lo de acordo com as disponibilidades de cada um e combinamos praticamenete mês a mês. Como trabalho por vezes à noite,e visto a escola dela ser perto da minha casa, e para que ela não tenha de andar sempre com a casa ás costas,decidimos que ele ficaria nesse dia a dormir na minha casa, e que um dia, também foi a dele. Para isso tive de dar-lhe uma chave. É claro que só o fiz porque sei que ele seria incapaz de a utilizar sem o meu prévio consentimento.
Agora estas pessoas já perderam os argumentos que outrora usaram. É que há muitas maneiras de viver.
Olhando à volta e vendo as tristezas que por aí grassam, chego a penasar que fui eu que tive imensa sorte com os homens que encontrei. Certamente que sim. Mas acho que eu também fiz a minha parte.
São sempre precisas duas pessoas para se dançar o tango.

Pedro disse...

http://www.youtube.com/watch?v=PsGUsI76GQU Um defesa central nunca foi flôr que se cheire. Bom Domingo aos guarda redes.

Pedro disse...

Em espanha já dava Multa!

Pedro disse...

http://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=10150218487436942&set=a.414429271941.203201.779056941&type=1&theater

Pedro disse...

Passo a publicidade:

http://www.youtube.com/watch?v=vpMAlICx9fI&NR=1

Pedro disse...

http://www.youtube.com/watch?v=uDBr2-m-alE&feature=player_embedded#at=139

Pedro disse...

http://www.youtube.com/watch?v=VwTnyRHEZSQ&feature=player_embedded#at=106

Pedro disse...

http://www.youtube.com/watch?v=VaVe5iR82_Q&feature=related azul