sábado, outubro 01, 2011

Esclarecimento do não existente Departamento Técnico.

Recebi queixas por dificuldade em colocar comentários, algumas delas aventando hipóteses sobre teclas em que teria carregado inadvertidamente e outros pecados informáticos. Eu??????????? Vocês deviam conhecer melhor a ignorância reverencial e paralítica com que abordo o computador:).

283 comentários:

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Impio Blasfemo disse...

Prof:-

Já somos dois. Nem sabe quanto detesto ter de empinar esta história do clica aqui clica acolá .........um verdadeiro manual de truqes e armadilhas.
Paradoxalmente, esta é a minha área de expertize. Sou mesmo burro...irra que não há perdão!

Saravá
Ímpio

andorinha disse...

Já somos três...:)))

Vamos lá a ver se agora vai...

andorinha disse...

Ufa!!!!!!!!!!!!!!!

Ontem andei aqui a dar voltas e mais voltas e nada:(
E se eu tentei, senhores! Não foi falta de persistência!:)))

Não há nada como dormir sobre os problemas para eles se resolverem:)) Loooooooool

Vou voltar então ao andar de baixo.

andorinha disse...

Por aqui se vê que este blogue é a minha "droga":)))
Eu ontem já estava a ressacar...

Uma pessoa querer ter voz e não poder é muito triste!
Já me sinto outra, agora que a minha voz voltou...:)))))

Bom fds, malta.

Ricardo disse...

Off topic:

Meu caro Julio vamos lá começar a preparar a defesa do nosso Enorme, num programa com a presença do chico esperto Guedes e do homem das quase sempre erradas Sondagens! Num ano que nos vai levar ao Marquês, numa corrida acesa, você não aparecerá nos fugitivos, mas estará concerteza no plutão em relação á defesa do nosso clube, um orgulho enorme mas uma responsabilidade ainda maior. Forte abraço e boa sorte

Bartolomeu disse...

Pois em minha opinião, o "Murcon" está a ser alvo de um boicote "marado" que visa, provávelmente, a desestabilização emocional dos seus frequentadores.
Imaginem que hoje, ao colocar o último comentário ao post anterior, o "artista" exigiu que me registasse e mencionasse o meu número de telefone. É obvio (até para não defraudar a minha amiga Andorinha) que preenchi imediatamente o campo com nº 969696969, que é o meu nº artístico.
Mas pronto, ou porque o blogger estava de boa-fé, ou porque ainda estava a esfregar as ramelas, a coisa passou.

bea disse...

Bart :)

de tudo, o menos normal é o teu numero:). Mas até acredito que seja especial. Se a mim deram uma rua, quero pensar que sim, como não te terem dado um numero de telefone à medida?

Para alguém lá atrás que penso ser a andorinha

o inglês é um dos meus muitos calcanhares de aquiles :), professora sim. um professor não deixa de sê-lo nem que queira. Não quero :) e os fins de semana servem para entrar com mais fôlego na semana. Se a doença me passar? não creio :)

Interessada disse...

Manuel:

Estou a tentar compensá-lo da minha burrice burrice assumida :)

Pamina:

O poema “At sunset” é tão simples, mas tão bonito!
Fica aqui, desde já, o meu agradecimento por mais esta caixinha de surpresas.
Também eu nem sempre tenho tempo ou disponibilidade mental para estar frente ao computador.
Sim, gosto da Renée Fleming.Mas vou ter que deixar a entrevista e as interpretações de Strauss para depois.
Quanto mais gosto de algo mais necessito de disponibilidade.
Não me espantou a atitude de Sean Connery. Seria a do perfeito machão, ou a de quem não sabe controlar os ímpetos animalescos.


Rainbow:

Quando falo com a Pamina lembro-me de ter dito que não gosta de Ópera.
Sabe que isso para mim é impensável? Ou melhor dizendo, inimaginável?
A Ópera é dos espectáculos mais completos, e daí também a razão de ser um espectáculo tão caro.
E há coisas tão lindas!!!!!!!
Sabe, por exemplo, que há óperas cómicas ou bufas, e até surrealistas?
Ex. Falstaff, Così fan tutte, Le nozze di Figaro, etc....
E conhece “A ópera do Malandro” de Chico Buarque? Garanto-lhe que é muito interessante, e certamente também gostará da música.
Tal como nas outras Artes o segredo está em procurar aquilo de que possa gostar.
Advirto-a de que valerá a pena :)
Peça a ajuda da Pamina ou do Viktor, uma vez que está em contacto com eles.
Tenho a certeza que é possível fazê-la mudar de opinião.

Deixo para todos uma ária lindíssima(Casta Diva )da Ópera "Norma" de Bellini, cantada pela...quem não conhece esta voz inconfundível?;)

Ana Ribeiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Ribeiro disse...

Provavelmente são os pontos de interrogação a causa de tanto erro no Murcon :(

Ana Ribeiro disse...

OK, eu assumo.
A Ana Ribeiro é a Interessada.

Manuel:

Dou a mão à palmatória. Afinal este Murcon está a tornar-se um pouco "Pidesco" :))))))))))))

bea disse...

Manuel (ainda lá atrás)

simples e sincero pode ser melhor que sibilino se desejamos ser entendidos. Não vi o enigmático de ti. Sorry:)

o poema sunset também me pareceu bonito. Não sei se mais. não sei mesmo catalogar. não gostamos dos poemas por serem bons, mas porque neles estamos com a força que não temos enm tantas outras coisas. Neles, somos fortes. Acontece com os poetas o que te sucede com os amigos. Não os gostas por serem inteligentes, mas por serem eles. e contudo sabes que se não houvesse essa ponte de mundo, se fossem mais palermas, não serias capaz de manter o mesmo grau de amizade. Ou sequer de ser amigo.

Esta é a minha música. Aqui a reparto.
Fiquem bem

Cê_Tê ;) disse...

(Também me tem acontecido nos meus cantinhos... ;L. Uma das vezes quem me socorreu- não sei como ?!?!!? foi a Anf. )

Alexandra disse...

Bea

Gosto da forma como escreve com o coração...

andorinha disse...

Bart,


"Pois em minha opinião, o "Murcon" está a ser alvo de um boicote "marado" que visa, provávelmente, a desestabilização emocional dos seus frequentadores."

Tendo a concordar contigo.
Falo por mim, que já estava a desestabilizar...:)


Em que é que o teu número de telefone me defraudaria??????????????:)


Bea,

"Se a doença me passar? não creio"

Gostava de poder dizer o mesmo, mas não posso. Curaram-me dessa doença, com muita pena minha...


"Não os gostas por serem inteligentes, mas por serem eles. e contudo sabes que se não houvesse essa ponte de mundo, se fossem mais palermas, não serias capaz de manter o mesmo grau de amizade. Ou sequer de ser amigo."

Depende do grau de inteligência e do grau de palermice.
Estou a brincar...:)
Mas penso que são necessários bastantes ingredientes para que haja uma verdadeira amizade.
Espanta-me a facilidade com que hoje em dia se chama amigo a um simples conhecido...


Interessada ou Ana Ribeiro,
(decide-te) :)))

Por que razão é inimaginável que a Rainbow não goste de ópera?
Para mim, por exemplo, também poderia ser inimaginável que nunca tenhas lido ALA...

Temos todos que ter os mesmos gostos?


Têzinha,

Já vamos à frente:))))))))))

Interessada disse...

Finalmente o blogspot deixa-me regressar à minha pele:D

Entretanto já li queixas idênticas noutros blogs,bem como dos comentários que desaparecem, pelo que não se me afigura ser problema específico do Murcon.
Enquanto me foi roubar o nome, retirou-me também a possibilidade de aceder ao meu mail sem que indicasse o meu n. de tele:(
E lá marcàmos encontro :)

Andoritaaaaaaaaaaa!

Sobe uns degrauzitos acima, que eu explico lá tudo :P

Quanto aos amigos, acho que há pessoas para quem o n. de amigos é mais importante que a qualidade. Daí chamarem amigo às pessoas que vêem pelo menos uma vez ao ano.
Não contabilizam as outras, porque se esquecem :)

Pamina

Ainda sobre as 4 últimas canções de Strauss:
É-me tão difícil dizer de qual gosto mais! :)
Quando me parece que identifiquei uma delas como não gostando tanto, e a vou ouvir novamente, retiro-a da lista :))
Gostei mais de a ouvir cantar em 2004 do que em 2001.
Ora experimente ;)

Interessada disse...

Andorita: 11:09 PM

“Para mim, por exemplo, também poderia ser inimaginável que nunca tenhas lido ALA...”

Eu estava a falar de arte e não de religião.

Cê_Tê ;) disse...

Andorinha,
Aproveita enquanto dura.;) Porque vai durar pouco. Vocês têm Jesus mas "nós" temos o PAPA!

anfitrite disse...

AR,
É preciso ter mente aberta e jocosa para quem adora Saramago e Francisco José viegas.
Eu por acaso não gosto de Nabuco, nem mesmo sendo a deusa dos mares.

Passarola, Se lhe pedem o telefone é para lhe reenviarem a chave, se ela se perder, já que aqui tem certas saídas. Oxalá tenha gostado do almoço, no Fuso, de bacalhau da Islândia, acompanhado de gente importante.

Para o FDL, este vídeo saudoso, contando com a hipótese que ele não consiga responder, como lhe convem.

http://www.youtube.com/watch?v=flJLqRzZneE&feature=related

O problema não é do blogue, é do Google por questões de segurança, porque estão a contaminar muitos blogues com vírus. Há até quem não aceite comentários.

BFS

Interessada disse...

Anfi:

Bons olhos a leiam.
Parece-me que já não é a primeira confusão que faz comigo, mas não importa, desde que me não ofenda.
O que acontece, ao dizer que eu adoro Francisco José Viegas.
Nem ouvi-lo falar, quanto mais cheirar, gostar ou adorar.
Está tontinha???????

Anfitrite disse...

Não.

Quando eu lhe apontei, a ele, uma falha, fartou-se de me dar cabo da cabeça. Supus que era admiração, talvez ele tivesse alterado o PDM, dando-lhe algumas vantagens. Ele gosta de aproveitar espaços, como o dos museus, das casas da música, dos centros culturais. Até vai aumentar o IVA, em tudo que pareça cultura até num bilhete para qualquer actividade lúdica, talvez os livros fiquem de fora porque lhe interessa.

rainbow disse...

Boa noite:)

Andorinha,
Li que o "je t'aime" foi banido de muitos países quando foi lançado, pelo seu conteúdo "obsceno", diziam,até ter sido um sucesso comercial anos mais tarde.
Não percebo tanta confusão e polémica acerca da canção, ela foi lançada depois de Maio de 68, em que houve uma revolução de mentalidades,e o romper com tabus até então existentes.
Há coisas verdadeiramente obscenas, e ninguém as contesta nem proibe, e até incentiva.

Interessada,
Ópera...
Olhe, gostei muito de assistir à Òpera rock "Jesus Cristo Superstar" no Portimão Arena. De resto, é-me difícil apreciar outro género em ópera, por não fazer parte dos meus gostos musicais, apesar de admirar a qualidade técnica, como por exemplo a voz da Maria Callas.
De música clássica, gosto pontulamente de algumas coisas. Que me tocam especialmente, como o "Assim falou Zarathustra" do Strauss, talvez por o associar ao filme "2001 Odisseia no Espaço". Aquele começo do filme, com aquela música ficou na memória de muita gente.
Mas os meus gostos vão para outros géneros musicais, e a Ópera não me atrai, como espectáculo.

Interessada disse...

Rainbow:

Parece-me um bocadinho de teimosia sua, para não ter de procurar.
Mas respeito-a, pois claro :)
Também não gostou da música que lhe deixei, da Ópera do Malandro?

Dizia o Durkeim, salvo erro, que obsceno é um general com medalhas.
Eu concordo.

Então vamos lá dormir com a Né Ladeiras e com o Miguel :)))

Interessada disse...

FDL:

Não me aguardem em Moscovo, porque há muito que fazer por aqui;)

bea disse...

Bom Domingo a todos. Preguicem :)

Interessada
a ópera é espetáculo de alguns - uma elite, sim. como sabemos. é verdade que podemos das coisas e das pessoas fazer religião. e somos quase todos (ou todos?) crentes:) a cada um seus deuses.
Fora deste campo fica o gosto e a sua educação. A ópera, para a maioria, é espetáculo que exige presença. Claro que há a música por detrás, a emparelhar com a voz, mas parece-me que é na última que a vida se vai mostrando inteira e completa. E também isso é um mistério. A que assistes. Agradecendo por estar. Com a consciência dos tantos que não podem fazê-lo, dos que não sabem querê-lo, dos que desconhecem. A beleza, que em si mesma é um universal, tem neste caso um campo de fruição muito restrito.Por
Não poder amar-se o que não se conhece (talvez que uma curiosidade). Os nossos alunos não têm uma educação para a arte, não ouvem concertos salvo os das bandas de que gostam quando já são teen.

Ofereceram-me um livro de Francisco José Viegas.Não é bom. Nem mau. Há livros e revistas só bons para ler na praia. areias.

Meninas!
inimaginável? Se tudo é imaginável! Não reduzam o universo. O homogéneo, em verdade, não se encontra. e tb não tem graça nenhuma

Tangerina disse...

Bom dia a todos,


I miss you guys. :-)


Queria apenas deixar um link:

http://www.avaaz.org/po/eu_people_vs_banks/?fp

desejar a todos um excelente domingo e uma semana fantástica.

:-* (beijo)

andorinha disse...

Bom dia:)

Rainbow,

Mentes tacanhas haverá sempre por muitas revoluções de mentalidades que existam:(


Bea,

Já preguicei...mas mais logo continuo:)))

Claro que tudo é imaginável, não há limites para a imaginação.
Mas "tens" que ler a coisa no contexto em que estavamos a falar...:)


Tangerita:))))

Que saudades, miúda:)

O link vejo logo.

Boa semana, bom mês, bom ano... Será?:(
Não podes só ser um bocadinho mais assídua?:)))

Beijo doce...pq há tangerinas doces que nos cativam o paladar:)

Impio Blasfemo disse...

nteressada:-

Sobre o tema elitismo ou não elitismo da ópera encontrei um texto que o aborda e parece bastante interessante; fala sobretudo sobre a evolução da Ópera. È longo pelo que deixo o Link:
http://resumodaoopera.blogspot.com/2010/01/e-opera-ou-musical.html

Acrescento que eu também pertencia ao grupo dos que não gostavam de Ópera. Fiz uma primeira tentativa na década de 80 no S. Carlos, achei o ambiente bastante elitista, passei-me para o Coliseu mas esta sala, na altura, tinha fracas condições sonoras, e desisti. A cartola e estola não encaixam com a minha pele, causam-me urticária. Gosto mais do jean!
Fui ver, em calções e polo, o espectáculo no Intendente, na passada 6ª feira, onde se cantaram árias de várias óperas. O António Costa, que também esteve presente, optou por substituir os calções por calças, mas ele é o Presidente da CML. Havia uns tantos como eu que levavam uns sacos com umas compritas feitas ali no Shopping da Mouraria. Lembro-me que quando chegou à vez do Barbeiro de Sevilha, o tenor pegou numa terrina cheia de creme de barba e num pincel, duas toalhas de barbeiro, escolhe um “espectador a jeito”, ata-lhe as toalhas e todos ficámos suspensos a ver quando é que ele lhe pincelava a cara com toda aquela espuma que mais parecia uma enorme clara em castelo; escapou por um triz.
Gostei, foi divertido e de espectáculo elitista não teve nada!
Há que saber dar a volta ao texto……

Deixo uns links temáticos. O tema é a Guitarra e mesmo nos links do Astor Piazzola, são temas dele tocados em guitarra clássica.

Astor Piazzolla: Milonga del Angel (arr. Per-Olov Kindgren)
http://www.youtube.com/watch?v=l7_bpeiIJ2A
Astor Piazzolla: Verano Porteno
http://www.youtube.com/watch?v=qKg_kATDLRc&feature=related
Andres Segovia
http://www.youtube.com/watch?v=vx9fPeaD_Ns&feature=related
Narciso Yepes - Romance - Jeux interdits - Guitare
http://www.youtube.com/watch?v=vBgDq5N6lCs&feature=related
Manitas de Plata - Por el camino de Ronda
http://www.youtube.com/watch?v=Eex1aqbfP08
Mclaughlin Delucia Coryell - Meeting of The Spirits [Full DVD]
http://www.youtube.com/watch?v=IWZlx0iWU_g&feature=fvsr
Egberto Gismonti - Cordoba Guitar Festival - 2006
http://www.youtube.com/watch?v=Yhrcx0ZKnV4&feature=related

Abraços e bom Domingo
Ímpio

Bartolomeu disse...

Andorinha;
Um número de telefone mais... ortodoxo, faria provávelmente com que pensasses que estaria a perder "qualidades"...

bea disse...

Andorinha
o que quis dizer foi que não se chama encontro àquilo que acontece entre homogéneo e homogéneo.o inimaginável não existe, existes tu a imaginá-lo nos outros; e eles a surpreenderem-te sendo o que não esperavas (os outros que não são como os imaginamos :) e depois decidimos com que viver. Se junto deles mas sem. se com eles, mesmo que não junto. Se, e fortuitamente tb acontece,com eles e a tua imaginação deles que em parte coincidem. E outras coisas deve haver que não me lembram agora. simples.

Alexandra
já me têm dito:)e desagrada-me parcialmente. António Damásio estudou um pouco isso e deu-lhe um peso científico. mas em geral soa um pouco delocidoce. factor a evitar :)

Tangerina!
a menina que antes me lembrava um fruto e agora km, km, km. Deve ser porque mudei o posto de abastecimento :)
Bem (re)vinda

Fora-de-Lei disse...

anfitrite 1:01 AM

"Para o FDL, este vídeo saudoso, contando com a hipótese que ele não consiga responder, como lhe convem."

Anfitrite, para a próxima tenha um pouco mais de cuidado com aquilo que aqui deixa. Mas que cheiro nauseabundo...!


Interessada 3:03 AM

"FDL: não me aguardem em Moscovo, porque há muito que fazer por aqui;)"

Ok. Eu aguardo por si aqui em Lisboa... ;-)

Manuel disse...

Boas tardes:
Para os que tiveram (têm) dificuldades em deixar os comentários, aqui fica um conselho:
Actualizem o Flash Player;
Usem o browser Mozilla Firefox em vez do Internet Explorer.
Resultou comigo, estive alguns dias sem conseguir deixar comentários.
Boas músicas e bom fim-de-semana.

«Dança dos Pássaros»: António Pinho Vargas
http://youtu.be/_bNf4cmGSkw

«Tom Waits»: António Pinho Vargas
http://youtu.be/8w5rYHmk38o

«Vilas Morenas»: António Pinho Vargas
http://youtu.be/BUfiDWA5_Fg

Interessada disse...

Tangerina:

O sumo estava um pouco azedo, mas a habilidade está em saber torná-lo doce. ;)

Bea:

Não sei o que são livros para ler na praia.
E para mim não há livros bons e livros maus, embora eu saiba o que isso quer dizer.
Há livros de que eu gosto, ou não.
Tens razão, que tudo é imaginável. Mas pode não o ser para alguém, por incapacidade pessoal.

Bea e Impio:

Têm razão quando dizem que a ópera é um espectáculo de elite. Não só porque é um espectáculo caro (mas tem mesmo de ser porque tem muita mão-de-obra), mas também porque a maioria das pessoas não está preparada para gostar.
Como a Bea muito bem disse, os gostos educam-se.
Mas gostava de deixar aqui o meu testemunho, para ajudar a abrir as vossas mentes, talvez um pouco formatadas neste contexto.
Não nasci em nenhum ambiente privilegiado para a musica.
Em casa de meus pais apenas existia um pequeno rádio portátil.
Quiz o acaso que, nos anos 70/80, alguém me levasse a ouvir uma ópera, no S.Carlos.
Foi tiro, e queda :)
E eu sei lá porque aderi tão bem à ópera?
Depois apanhei uma época extraordinária, em que um Senhor chamado Ribeiro da Fonte (que por sinal foi muito criticado porque levou o Teatro à bancarrota) levou à cena óperas inovadoras, e permitiu que qualquer pessoa, desde que portadora do bilhete mais barato, assistisse ao espectáculo na Plateia.
Por tudo isto, estou muito grata a este Senhor, que infelizmente faleceu relativamente novo.
Acontecia que ficávamos em pé durante o primeiro acto, e depois de sabermos quais os lugares que estavam realmente vagos, sentávamo-nos lá.:)
Por vezes, se havia lugar junto ao corredor lateral, sentávamo-nos desde o início, porque não incomodavamos ninguém, e sabíamos que depois de começar o espectáculo as portas fechavam-se.
E aqui acaba o meu depoimento.

Ímpio:

Está enganado quanto à acústica do Coliseu dos Recreios, e foi pena que ninguém lhe ensinasse.
No coliseu, havia uma zona lateral da Plateia, e só para o lada esquerdo, que tinha uma acústica aceitável.
De resto, em Portugal, não podemos ser muito exigentes ou não assistimos a nenhum espectáculo.;)
É que até o auditório da Gulbenkian já está ultrapassado em condições acústicas.
Neste momento, o melhor que temos é na Casa da Música.
Se eu estivesse à espera de comprar a roupa de que mais gosto, muito provavelmente andava nua.

Bart:

Bem sei que a conversa não era comigo, mas agora passa a sê-lo.
Será que é difícil de perceber quando uma pessoa se recusa a colar a um assunto, fazendo-se despercebida?
É que toda a gente viu que estava lá 96. Mas essa piada está tão gasta, que já não dá sentido sequer a um esgar.
Há mais de dez anos atrás, já eu andava com uma piada do género, numa t-shirt da Lee.
Vá praticar poesia ;)

FDL:

Gostei dessa Lisboa, menina e moça.
É pena que a real esteja bastante degradada.
Nem sei como é possível ainda haver turistas que gostem dela. Mas sei que gostam.

Interessada disse...

Ímpio:

Perdoe-me não me ter referido ao que me deixou, e ao que lhe estou agradecida.
Cuidado com estes textos, porque, tal como nos livros, convém sabermos se o autor nos oferece alguma confiança.
Se encontrar alguma coisa do Rui Vieira Nery, é seguro ;)
Não vou certamente ouvir todas as músicas, por falta de tempo, mas Piazzolla está garantido ;)
Ainda quanto à vestimenta nas óperas:
Será que vai de calçoes a casamentos ?
Por vezes também somos um pouco exagerados, não lhe parece?
E devo dizer-lhe que já está muito ultrapassado nesse traje que refere.
Por acaso eu gosto de reparar nessas coisas, porque lhes acho piada.
Há muito que os estilos se misturam e se vêem calças de ganga na sala. Realmente nunca vi calções ;)
Mas é interessante reparar que o público, e portanto também a forma de vestir, são diferentes na ópera ou num concerto de música clássica.

Interessada disse...

Manuel:

Foi óptimo ter-se lembrado do António Pinho Vargas.
Gosto muito da música dele, e dele como pessoa :)
Quanto à sugestão que fez relativamente ao Flash Player, parece-me mais pura coincidência, mas.....cada cabeça, sua sentença.
Parece-me que há por aí comentadores considerados spam, e para defesa de todos aí vem a censura :)
Como julgo já ter referido, não é só neste blog
Eu prefiro o Internet Explorer, que me dá a opção de ver o conteudo, ou não, do blog, advertindo-me antes com o seguinte comentário: “The Internet Explorer blocked this Website from displaying content with the security certificate errors”.
O Firefox dá-lhe essa possibilidade? Não experimentei.

Bea:

“Pensar com o coração, sentir com o intelecto” – Nadia Boulanger

Interessada disse...

RECTIFICO
"Eu prefiro o Internet Explorer, que me dá a opção de ver o conteudo, ou não, do blog, advertindo-me antes com o seguinte comentário: "
A opçãso e a advertência, não se referem ao conteudo do blogue, mas aos comentários!!!!!
Quanto à utilização do Mozilla Firefox, continuo convencida de que se trata de um "work around", ou seja, contornar o problema.

Alexandra disse...

Bea

Fiz-lhe um elogio. Acho positivo que tenha essa capacidade de escrever com o coração, com uma sensibilidade muito especial. É uma carcterística apenas ao alcance de alguns. Quanto à tese de António Damásio, não a conheço. Mas se quiser dar-me umas luzes, agradeço...

Cê_Tê ;) disse...

Anfitrite,
Não teres ouvido aqui a indignação dos professores não quer dizer que não estejam indignados e revoltados e que não tenham feito ouvir a sua voz.
Aqui foi sempre um buraco vazio para os professores fazerem ouvir a sua voz.
Em defesa dos alunos sim manifestei-me mas não houve tempo para remediar a coisa- escolas houve que em a sociedade civil se cotizou para socorrer miúdos que precisavam MESMO desse dinheiro.
Tem feito TANTAS mas TANTAS trapalhadas que já nem causam espanto: provocam RISO. Nem sequer vou falar das trapalhadas que nos atingem vou só referir o número de alunos por turma que voltou a subir. QUEM SE PREOCUPOU com isso? POUCOS. Os que se preocupam de facto em tentar acompanhar os seus alunos de forma o mais personalizada possível e os pais de meninos com necessidades educativas especiais que foram atirados sem apoios para a "pseudo-integração". O prémio do dinheiro tintila mais...

Já quase nada me espanta em matéria de políticas de educação que venham de cima. A Senhora fez porcaria que vai levar anos a limpar...

Interessada disse...

Alexandra:

Como é que o cérebro constrói uma mente? E como é que o cérebro torna essa mente consciente?
Se quer perceber a reflexão de António Damásio sobre a construção do cérebro consciente, a origem e a natureza dos sentimentos, e os mecanismos por detrás, melhor faria em comprar "O Livro da Consciência".
Deixo-lhe aqui um link através do qual poderá fazer download do 1. Capítulo
, para provar ;) mas garanto-lhe que é delicioso.
A linguagem também é acessível, talvez com algumas excepções, admito, pois ainda só tive opotunidade de ler muito pouco do livro. Mais concretamente, dei-lhe uma vista de olhos.

bea disse...

Interessada
a elite não tem que ser endinheirada. Os intelectuais tb são uma elite e nem sempre os meios económicos são neles substância :) Foi um feliz acaso o seu. a música da minha infância...saiam umas anedotas. tem histórias engraçadas que a família pensa que um dia tenho de escrever porque parecem de há 200 anos e os nossos filhos olham-nos meio dúvida meio troça, "a mãe agora está a inventar, não sabe contar". o que uma pessoa ouve!:)

Bem, se a minha diretora de colégio a lesse...adorava (espero que leia). A sua preocupação com a minha pessoa passava por me convencer que a um concerto, à ópera, se leva um vestido, uma saia, "tu és uma senhora". E eu passada, detestava ser uma senhora, e não me pensava em tais frequencias :)mas nunca sorriso mais contente me abriu a porta,nem mãos mais doces me puxaram para dentro. E depois abraçava-me como uma mãe abraça a filha, eu atoleimada, não é afinal preciso gerar filhos para...E acho que riamos as duas com o corpo todo.
Peço desculpa, deu-me práqui

Alexandra
agradeço, mas sabe, aquilo que fazemos naturalmente não o pensamos como bom ou mau. Flui.Não penso se os meus braços são bons ou maus, fazem parte. Poderia viver na idade média e ser frade copista, por exemplo. A vida toda com uma caneta paciente; seduz-me :).
assim para começar, pode ler o livro de António Damásio "O erro de Descartes". Desfaz algumas ideias sobre a dualidade corpo mente, e ele é neurologista, dá outro peso ao que todos já sabiamos.

rainbow disse...

Boa tarde:)

Bea,
Sobre o imaginável e o inimaginável, deixo aqui um texto que escrevi quando andava no liceu:

"Um dia tentei imaginar o inimaginável.
Procurei num compartimento desconhecido do meu cérebro e tentei descobrir a solução.
Pensei em cometas, monstros enormes e cosmologias ousadas.
Pensei em paraísos terrestres, em paraísos celestiais, em loucas e absurdas concepções de vida.
Pensei em futuros longínquos e em passados remotos. E pensei num tempo onde não houvesse futuro nem passado.
E descobri que só posso imaginar... o imaginável."

Andorinha,

"Mentes tacanhas haverá sempre por muitas revoluções de mentalidades que existam:("

Podes crer.E é pena...

Manuel,
Gostei muito das músicas, especialmente a "Dança dos pássaros".

Pamina,
Não sei se leste, mas no andar de baixo deixei-te uma mensagem. Dizia que estou disponível no feriado. É só uma questão de combinar. Um bj.

andorinha disse...

Bea,

Não devemos estar a falar do mesmo, de novo:)
Estava a falar de inimaginável com a Interessada dando-lhe o sentido de impensável.
E nesse caso, o impensável existe, sim...há situações que consideramos impensáveis...eu pelo menos, considero...


Interessada,
"Como a Bea muito bem disse, os gostos educam-se.
Mas gostava de deixar aqui o meu testemunho, para ajudar a abrir as vossas mentes, talvez um pouco formatadas neste contexto."


Educam-se, claro. Mas temos todos que passar a gostar de ópera?
"Mentes formatadas"?
Não será uma formulação um tanto ou quanto insultuosa?

Ou isso, ou andamos todos muito suscetíveis, ultimamente:)))))))


Cêtê,

"Já quase nada me espanta em matéria de políticas de educação que venham de cima. A Senhora fez porcaria que vai levar anos a limpar..."

Subscrevo. Apenas tirava o "quase". É que já nada, mesmo:(


Manuel,

Respondi-te no post anterior, depois de três ou quatro tentativas goradas.
Não penses que te ignorei...

Interessada disse...

Bea:

Eu não disse que a elite tem que ser endinheirada.
Onde foste buscar essa ideia? Obviamente que não.
E também não disse que deverias vestir-te de vestido ou saia.
Daqui a nada estou a dar-te umas nalgadas bem dadas, estou :(
Feliz acaso o meu? Que dizer do teu?
Tu não escreves crónicas? Bem podias ser o nosso cronista semanal. P.ex.:)
Sim, reconheço que tenho sorte em poder apreciar certas coisas.

Andorita:

Referindo-me a uma frase tua, ainda no patamar de baixo,”a cultura começa a deixar de ser um feudo de alguns”: piquena ingénua!
Mas na minha opinião, antes isso do que descrente.
Não gosto de te ouvir dizer "nada me espanta".Essa era uma faculdade que tinhas em criança. Já não te lembras, não é?:)
Quanto à mente formatada, não pretendi de forma nenhuma insultar-te.
Não tenho culpa que outros o refiram com sentido prejurativo.
Digo-te mais uma vez: piquena ingénua.
Convém termos noção de que, embora uns mais que outros, por circunstâncias várias, todos nos deixamos formatar na sociedade em que vivemos, devido à fácil propagação de ideias e métodos estudados e utilizados.
Mesmo que eu queira, não é viável, e julgo que nem aconselhável, eu estar permanentemente a pôr em causa tudo.

Deixo-vos a pensar no que está ou não presente, como refere Paulinho da Viola, na sua música Dança da solidão .
Fez-me lembrar uma frase que ouvi recentemente num filme: "O que custa não é viver sem ti, mas não deixar de te amar".

Interessada disse...

Ainda quanto à educação dos gostos, o engraçado é que vocês não acreditam, mas é mesmo possível pôr-vos a gostar de ópera!:)))))))))

Tangerina disse...

Ó minhas lindas,


Claro que tenho saudades de cá vir e virei mais vezes. Esta re-entrada nos carris é que foi mais turbulenta do que tinha imaginado.

Mas vejo que por aqui vai tudo de vento em popa! :-))

Á falta do aerograma dos Trovante (dança, a noite vai lenta de Outono...), deixo este link:

http://youtu.be/4NMWwkZc1MY


Boa semana a todos.

Pamina disse...

Rainbow,
Vi a tua mensagem sim. Amanhã o Viktor telefona-te.

Interessada,
Achei curioso o seu nome ser Ana, por já haver a Ana B, e Ribeiro, porque também é um dos apelidos da nossa família. São coincidências engraçadas.

Quanto à Renée Fleming, estive a ouvir bem as duas versões e concordo parcialmente consigo. No Carnegie Hall está melhor nas notas mais agudas e também gosto mais do vibrato, nos Proms parece-me que há uma melhor interligação entre a voz e a orquestra. Assim, é difícil dizer qual prefiro.

Relativamente à ópera, gostava de dizer algumas coisas, mas neste momento não tenho mesmo tempo, pois tenho que acabar um trabalho. Talvez ainda volte hoje, se não fica para amanhã.

Bom resto de noite para todos.

Interessada disse...

Especialmente para o Manuel,

mas também para o

Julio:

Transcrevo o que li hoje, e pode ser confirmado aqui
“Lembram-se do caso dos comentários desaparecidos?
Pois já não é mistério nenhum!
Acabei por descobrir hoje através da Rita - que é só a mulher mais inteligente da (minha) blogosfera - que o blogger estava a considerar esses mesmos comentários como spam.
Não me perguntem porquê. Isso continua a ser mistério.
Entretanto, já os declarei como não sendo spam e já estão todos publicados.
Muito obrigada a quem se interessou e me ajudou nesta questão e desculpem lá a "burrice".”

bea disse...

Acerca dos prémios que não foram para os alunos

Era um prémio para os melhores alunos. Aqueles que no 12º ano, de acordo com as regras para cálculo de médias, sobrevoavam o 17. E desses, apenas o melhor o receberia. Refiro –me ao ensino secundário. Porque o ensino profissional, com médias super inferiores, também recebia igual prémio. Sim. Isso mesmo.
É claro que não estão sobre a mesa as vicissitudes da medida. Passo a apresentar um caso que conheço (vou tirar o lugar à Anphy? Não, ela é bem melhor): é o caso do Gonçalo, proveniente de uma família monoparental (penso que terá algures um pai que talvez não fosse mau desaparecer de vez). Por razões que nem interessam aqui, o Gonçalo, no 11º ano, ponderada a situação de uma disciplina de exame, anulou-a (era uma das suas provas específicas) e apostou tudo no exame. E teve óptima classificação. Claro que pagou um explicador extra aula. Foi a melhor classificação da escola na disciplina e talvez na vida da disciplina na escola. No 12º ano o Gonçalo voltou a conseguir ótimas classificações e, nas disciplinas em que pensou poderia obter melhor classificação em exame, anulou a matrícula e fez como no ano anterior : foi a exame. Pagou o explicador ao longo de todo o ano e estudou seriamente. E as classificações foram tal qual ele esperava. O Gonçalo é um aluno invulgar. O mérito foi da escola? Se o Gonçalo não fosse quem é, e a mãe não confiasse nele pagando também aos explicadores, a escola, por si mesma e pelos professores que teve - em exame obteve classificação sempre superior à média que tinha à data de anulação da matrícula - , não lhe teria permitido média para o curso desejado. Ele e a mãe merecem o prémio. Ora, o valor dos prémios chegou às escolas e, nesse momento, ainda era a verba para os prémios . E agora vai ficar para projetos da escola? É o reino do arbitrário. Do reverso das normas. O anti ético.
E depois…o Gonçalo, recebeu um diploma A4.
Isto é o quê?
É claro que o Gonçalo já resmungou por escrito. E a mãe também. De que lhes vale?

Interessada disse...

Bea:

Falta de honra.

bea disse...

ah, ah, ah, interessada. A minha mãe dizia isso. E fazia. se me portava do pior, chegava a casa, deitava-me de borco no colo, baixava-me as cuecas e zás.

Não há livros de praia? tão não há. são os que se lêem sem precisar pensar muito. levezinhos. As revistas que quase não dizem, cheias de fotos e que deixamos logo no 1º caixote. A verdade é que se levo dos outros (e levo) leio muito pouco.

Sim, tenho muita sorte. há um anjo a escrutinar-me os acasos :)
as crónicas aqui têm dono. Nós somos os fait divers. até por raramente obedecermos ao mote :))

Andorinha
lê o comment da Rain :) e bom amanhã. não te chateio com mais parvoíces (hoje).

Interessada disse...

Ímpio:

Piazzolla é magnífico de qualquer forma. Mas acho que à viola perde..., perde...., perde decididamente!

Interessada disse...

Parece-me que os Murcons se estão a retraír com o spam :D
Dêem lá o numero de telefone para o encontro, que não vos acontece nada.
Se repararem, o site é seguro (vejam o cadeado)

andorinha disse...

Interessada,

Ingénua sou, não te desminto:)
Descrente nestes políticos, também:)
Quanto à mente formatada, tento o mais possível não a ter.
Sei que é difícil, mas tento...não gosto de formas:)))

Ainda te vou pôr a gostar de futebol:) Loooooool


Bea,

"Ele e a mãe merecem o prémio."

Sem dúvida!
Mas quantos Gonçalos não haverá por aí sem poderem pagar a explicadores o ano inteiro?
Entendo o teu ponto de vista, mas suscita-me também algumas reservas...
Os mais desfavorecidos continuam sempre a ser "lixados"...

"Isto é o quê?"

É o nojo de país que temos!:(((((((

"não te chateio com mais parvoíces"

Zango-me contigo se dizes estes disparates:)

E agora vou preguiçar...

Interessada disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Interessada disse...

desmancha prazeres

Interessada disse...

Andorita:

"Ainda te vou pôr a gostar de futebol:) Loooooool"

Não esqueças esta tua frase até um dia nos encontrarmos, porque vais ter uma surpresa:
Não, nunca joguei futebol!:)

Anfitrite disse...

Estive à espera que os professores se indignassem, mas afinal ninguém se incomodou com esta medida.

http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=2025631&opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina

http://clix.expresso.pt/medicos-pagam-10-dos-premios-cancelados-pelo-ministerio-da-educacao=f677145

http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=2027810&especial=Revistas de Imprensa&seccao=TV e MEDIA

Porque não fazer uma subscrição para dar aos jovens, que se esforçaram e afinal são os adultos que lhes mentem e os defraudam. Seria que este montante iria retirar as ajudas de custo de alguém?

FDL,

Como se esforçou em procurar um artigo que lhe interessava, mas que não prova nada. Prova que quem fez a tradução defende a lingua portuguesa, como os franceses defende a sua, pois eescreveu OTAN. Diz também que ele é considerado património francês, como muitos outros ídolos. Tenho ouvido dizer muito mais mal de Daniel Cohn-Bendit, como sabe, líder do Movimento de Maio/68.
Não me vai dizer que é de origem judaica e fugido do nazismo, porque no outro dia, quando eu pus aqui um artigo, você, como é do contra, espetou outro com manifestações de judeus a favor dos Palestinos, como se eu desconhecesse isso. Até são Israelitas os que estão nos checks- points, a verificar se os direitos dos que passam são respeitados.

Interessada,

Eu sei que você é muito culta, ou vive ao pé de alguém que o é. Acha que não se pode ver uma ópera no Coliseu, porque não tem uma ba acústica. Felizmente que não tem o meu problema , que já perdi muitos décibeis de audição. Pois eu preocupo-me mais com a narrativa, com a encenação e também com a interpretação, mas não consigo distinguir se um dó de peito da Callas, virou falsete. (não se preocupe com a figura de estilo, é apenas linguagem de leigo). Lembro-me de que quando lá ía, às vezes no intervalo, o barão de Quintela, se juntava a nós, e se punha a comentar , e às vezes a interpretar uma ária, e adizer que a interpretação tinha sido melhor que no S. Carlos, embora eu ficasse toda atrofiada, porque começavam a olhar para nós, e ele era uma torre que dava nas vistas de qq maneira.

Quanto ao Durkeim, acho que le se preocupou mais com o Suicídio, que tem vindo a aumentar assuatadoramente nos últimos tempos.

Também salvo erro, fui eu que falei nas questões de segurança do Google(eu sei que já andou a fazer esperiências). E acho muito bem. É como eu quando pago uma conta pela net, o meu banco manda-me o código pelo telemóvel, é mais seguro.
É pena que os peritos em informática não queiram ensinar nada, porque o segredo é a alma do negócio. E como já vi que houve aqui alguém que foi sacana, passe o termo, não digo mais nada. Se alguém tiver alguma dúvida e que eu possa ser útil sabe o meu endereço.

Professor,

Já agora para eu ter ou não dó de si, diga se os comentários vão para o seu e-mail.

Tangerina,

Hoje tinha pensado em si. Não me diga que andou pela Líbia?!
Também tive saudades maradas, duma antiga murcónica e relembrei com saudade, os comentários da LadyAnt, pois o blogue dela parou com muita amargura. Apareça, gostava de saber de si.

Como estão a comentar uma coisa que não aparece resolvi publicá-la. Para alguma coisa serviu, embora haja quem se tenha servido do e-mail.

Anfitrite disse...

Interessada,

houve quem desse o telefone e resolveu brincar connosco. Mas você também já apagou o esclarecimento. O tempo dos Yupies já lá vai.

Interessada disse...

Anfi:

Com tanta imaginação, prefiro pensar que está pedrada.
Pode ficar com o mérito todo da segurança do Google, que isso não me interessa minimamente.
Eu tentei, na medida das minhas possibilidades, esclarecer as pessoas.
Faço-o para todos, sem excepção, e não para quem sabe o meu endereço.
Acho que se tem conhecimento de algum comportamento menos correcto por parte de alguém, tem como obrigação moral revelá-lo.
Eu continuo a suspeitar de que está pedrada Lol
É uma vergonha para si estar a lançar suspeitas sobre o blogue.
Tudo me leva a crer que só quer dar a entender que sabe o que não sabe.
Esclareço-a de que não sou muito culta, e vivo sozinha.
Azar, até nisto acertou ao lado.

Interessada disse...

Anfi:
"houve quem desse o telefone e resolveu brincar connosco. Mas você também já apagou o esclarecimento."

Nem dá para perceber o que pretende dizer. Mas eu não apaguei esclarecimento algum.
Está com alguma crise de esquizofrenia?
Faça uma caminhada até à caminha, e uma noite descansada.

Anfitrite disse...

Interessada, Eu agora não tenho tempo para mais, mas acho que devia medir um bocadinho as suas palavras. Ser incisiva e objectiva é uma coisa, agora ser curta e grossa é outra. <quem me dera estar pedrada, ao meos estava numa boa a fartava-me de rir. Mas agora não tenho tempo para mais, ainda nem li os conentários a sério. e se estivesse com atenção sabia quem foi que aqui referiu números de telefone. Eu escrevo para gente inteligente que tem obrigaçaão de entender o que eu digo. Ponto final§

Pamina disse...

Olá de novo (ainda deu para passar),

Quanto à discussão sobre a ópera tenho a dizer o seguinte:

- Não tenho a certeza que actualmente os espectáculos de ópera sejam assim tão elitistas quanto isso. Desde há cerca de 10 anos para cá tem havido um grande aumento da oferta, tanto de espectáculos do tipo referido pelo Impio, como de encenações de óperas completas, com enorme adesão do público.
Em Óbidos, por exemplo, o anfiteatro do castelo costuma estar cheio, a praça de touros das Caldas também julgo que esgotou já não sei com que ópera(s) e o grupo do Viktor conseguiu encher, já no remoto ano de 2003 ou 2004, os auditórios de Óbidos, Mafra e Ericeira. Neste último caso, estou a falar de um espectáculo modesto, com apenas um pianista, 4 cantores e umas projecções de slides que, apesar disso, teve um grande sucesso. Portanto, o público vai e entusiasma-se. Aliás, tendo em conta vários condicionalismos, como falta de educação para a música desde a infância (agora já há na primária, mas como se sabe dantes não havia), pouca tradição de ver espectáculos de ópera ao nível da população em geral, o preço dos bilhetes, etc., o interesse é maior do que se esperaria.
Durante o mês de Outubro um grupo da Moldávia vai apresentar o Barbeiro de Sevilha em Sintra, Caldas da Rainha, Braga, Coimbra, Leiria, Lisboa, Beja, Portimão e Porto. Aposto que vão ter bastante audiência e não acredito que o público seja predominantemente composto por intelectuais ou ricalhaços. Já agora, os bilhetes custam de 20 a 30 euros.

-Relativamente à roupa, pelo que tenho observado, as pessoas vão a estes espectáculos vestidas "normalmente". Nas gravações que tenho de espectáculos no estrangeiro, por exemplo em Berlim, Salzburgo, Bregenz, na arena de Verona, mesmo em Bayreuth (este ano houve um Lohengrin ao ar livre), quando o público é focado, também se pode ver que os espectadores não usam roupa especialmente elegante, usam é gabardines, blusões e até capas de plástico, se estiver mau tempo. Assim, nos festivais que eu referi, onde ainda se nota que os VIPs vão efectivamente todos aperaltados é nas galas de abertura (já tenho visto fotos). Também no Scala mantêm a tradição da inauguração da temporada com um espectáculo cujos bilhetes são caríssimos e onde a alta sociedade milanesa se vai pavonear. Mas neste caso parece-me que o que é elitista é o evento em si. A ópera é um pretexto para esse acontecimento social anual, também poderia ser, sei lá, um leilão de caridade, por exemplo.

Bartolomeu disse...

Pamina,
Relativamente ao facto que focas, da "falta de educação para a música desde a infância", penso que te estarás a referir à execução dos instrumentos.
No entanto, e no caso especial do canto clássico, é importante para que se possa apreciar em toda a sua plenitude, possuir o conhecimento literário que em conjunto com a interpretação, compõe a peça.
A maioria dos não apreciadores de ópera, fundamenta o seu não gosto, no desconhecimento do essencial daquilo a que estão a assistir.
Muita gente, e isto não tem a ver própriamente com o nível cultural e (ou) intelectual, sai de um espectáculo com a sensação de que esteve a ouvir uma tipa espaniçada e estridente, ou um bacano que comeu qualquer coisa ao jantar que o enfartou.
;)

Impio Blasfemo disse...

Pamina, Interressada e demais:-

Sobre o elitismo da Ópera não me vou prenunciar mais pois acho que o assunto já foi mais que escalpelizado por vocês; nada mais tenho a dizer que acrescente valor ao que já foi dito.
Mas o que me traz aqui é o tema em questão: - O raio das informáticas. E o seu carácter algo alucinogénico. Licenciei-me no IST em 74 e desde logo comecei a trabalhar com computadores. Estava-se no tempo do cartão perfurado (sou mesmo um dinossauro). Já nessa altura competíamos “contra” a máquina. Programava-mos o problema a resolver, perfurávamos os cartões, a máquina engolia aquela treta e despejava uma listagem que, geralmente, vinha cheia de erros. A primeira corrida consistia em “limpar” os erros. Depois “corria-se” o programa, já sem erros de programação, para obter resultados e aqui a “competição” era mais dura dado que ele despejava resultados mas estes eram totalmente incoerentes; havia que perceber por que motivo o programa “respondia disparates”. E tudo isto demorava horas e dias, semanas, sobre a pressão da necessidade de se obter o dito resultado certo. Dava um enorme stress e também uma certa adrenalina, uma certa excitação.
Quem pagava a factura? A família, o tempo em família, a fruição da família e consequentemente nós, os “ditos informáticos”. Veio mais uma licenciatura em engenharia informática e lá fui a correr tirá-la; eu e mais uns tantos, “apanhadinhos pelo vício das informáticas”. Todos estudantes trabalhadores; aulas pós laborais a acabar pela meia-noite ou mais tarde. Do meu curso, registo, de memória, no mínimo, 3 divórcios incluindo o meu, que apanhou exactamente o final do curso (3 anos).
Apareceram os PC e lá fui certinho, direitinho comprar um dos primeiros; uma verdadeira caranguejola que me custou perto de 400 contos em 1990. Comparado com o que é um PC de hoje, aquilo era qualquer coisa mais fraco que um telemóvel sofisticado dos nossos tempos. E daí para a frente foi prego a fundo nas informáticas. Horas a fio a experimentar, horas a fundo a ler tudo o que aparecia e o tempo, a vida e o Sol a passar lá fora. Até que um belo dia, sem saber ao certo porque motivo, acordei e disse;- CHEGA!
De lá para cá faço o “desmame” do vício da informática; deixei de querer saber tudo e de querer perceber tudo. Estudo o que preciso e mais nada. Acho que a pior coisa que nos pode aqui acontecer é deixarmo-nos arrastar pela ânsia do clica aqui clica acolá, janela abre, janela fecha; um verdadeiro manual de truques e armadilhas que nos impulsiona a querer cada vez mais passar de aprendizes a feiticeiros.
Quanto aos browsers há basicamente 3 (o IE, o Firefox e o Chrome). Qualquer deles está intimamente ligado ao Sistema Operativo onde corre. Dou exemplos baseados na minha experiência no murcon. Em Linux (Ubuntu) o que me corre melhor é o Chrome. Em Windows 7 o IE talvez corra melhor que o Firefox e o Chrome, mas digo talvez pois qualquer deles fica pendurado de vez em quando e parece-me que o que corre melhor será talvez o IE. Em Windows XP gosto bastante do Chrome e do IE.
Sobre segurança para transacções bancárias a solução mais segura, na minha opinião, é correr uma plataforma Linux pré-instalada numa PEN (para o caso dos PC que permitem arrancar a partir de uma PEN) ou de um CD, mas nunca instalando o Linux na máquina, fazer como se estivéssemos a experimentar o Linux. A solução que uso, não é bem esta. Tenho uma máquina antiga (Pentium IV) onde corro Linux (Ubuntu) em dual-boot com Win XP e quando quero fazer transacções bancárias faço-as habitualmente arrancando esta máquina em Linux. Há também outras formas em ambiente Windows de se ganhar alguma segurança. Temos basicamente duas que são: Instalar um software para correr máquinas virtuais (VM) ou instalar um software tipo SandBoxie e correr os browsers dentro da “Caixa de Areia”.
O post vai longo e acho que para ideias já chega. Por agora fico por aqui.

Saravá
Ímpio

ana b. disse...

Estou farta de comentarios eliminados:(

Tangerina disse...

Bom dia!

Anfitrite, eu também tenho saudades da form. Porque é que a moça deixou de aparecer? Anda lá, form, dá uns ares da tua graça! :-)


E agora aqui deixo não o Aerograma, mas o Bye-Bye Blackout que era, afinal, a canção a que me referia e cujo título me surgiu sem mais nem menos ao acordar. Mas o aerograma também vale a pena. :-)

http://youtu.be/-ZAlpUY9aZY

Beijos. Bom dia. :-)

ana b. disse...

Olhem!!Agora passou!

Caríssimo Dinossauro Blasfémio:)

Não percebi nada do que disse acerca dos programas do computadores mas ao menos fiquei sabendo a quem hei de recorrer quando estiver encalacrada:))

Quanto à opera: Eu não gosto e promto!!!
Não sou obrigada a gostar de todo o género de musica. Acontece o mesmo com o fado; tirando uma ou outra exceção, não morro de amores por ele. Com a opera é igual: apenas gosto da Madame Buterfly e mais algum Pucini. De resto, não me dá prazer ouvir. Nem ver.
Pelo contrário, amo de paixão jazz. Mesmo o instrumental que faz muita gente torcer o nariz.
Não admitir outros gostos ou preferências musicais é que me parece um pouco redutor. Isso sim, próprio de mentes formatadas. Pior que tudo: intolerantes. E já agora, um pouco arrogantes, também.

ana b. disse...

Já agora, para um bom começo de semana:

http://youtu.be/5ofaoLKPz7c

Impio Blasfemo disse...

ANA B.:_

Em relação a música e outros assuntos sou muito do estilo "vive e deixa viver". Cada um sabe de si.....Estou a aprender a gostar de óperas, mas estou a ir devagarinho...!
Quanto à treta tecnológica da informática, coloquei isso pois falava-se de spam e outras coisas e como estou na área, mandei os meus "bitates" que podem servir a quem estiver interessado.

Saravá
Impio
(Um dinossauro das informáticas)

Manuel disse...

Boas músicas (berberes):
(Duvido de que gostem, mas enfim, aqui ficam)

«Tenere Taqhim Tossam»: Tinariwen
http://youtu.be/BOV5jEa-vwc

«Mataraden»: Tinariwen
http://youtu.be/UbdiCDsilCs

«Lulla»: Tinariwen
http://youtu.be/WcqlOq1cjjc

«Amassakoul»: Tinariwen & Carlos Santana
http://youtu.be/KCkSX6Kl3ig

A Menina da Lua disse...

Quanto aos incompreensíveis erros de informática e como partilho de semelhante ignorância do Professor:) adopto sempre o mesmo e recomendado método; desligo e volto a ligar depois...umas vezes funciona outras nem por isso. Enfim!

Quanto à ópera é como tudo o mais... depende da paixão:) ou se gosta mesmo ou então têm-se uma certa desconfiança. Porem o hábito tambem se educa e faz alguma diferença convivermos com essa prática ou não. Pessoalmente uma das longínquas lembranças de meu pai, passa por vê-lo às tantas da noite colado ao rádio baixinho, às escuras para não incomodar ninguem a ouvir ópera. Sei que ele em jovem nos anos 30 vinha sozinho do Minho de propósito ao S. Carlos ver ópera e regressava no dia seguinte de manhã.
Cedo fiquei com esse entusiasmo para descobrir e hoje sei que é um gosto natural e um prazer que já me fez estar 3h horas na fila para conseguir um bilhete num certo teatro algures na Europa.
Pois ! é o tom enfático do canto levado à mais alta expressão da voz humana, são os cenários, é o teatro , são as vestes, enfim é todo aquela mistura virtuosa de drama e música que empolga e que nos enche ao ponto de criar momentos bem altos de emoção.

Ana:)

Tambem gosto imenso de jazz pois é a mais liberta das manisfestações musicais e se repararmos é a única vez que quase nunca conseguimos antecipar as notas que vamos ouvir a seguir.:)

Uma boa semana para todos!

A Menina da Lua disse...

Anfi e Tangerina:)

Tambem lamento que a LadyAnt tivesse deixado de comentar aqui pois sempre a achei bem criativa, divertida e agradavelmente atenciosa connosco.

andorinha disse...

Bom dia:)

O que para aqui vai, Jasus:)))

Impio,


"Horas a fio a experimentar, horas a fundo a ler tudo o que aparecia e o tempo, a vida e o Sol a passar lá fora. Até que um belo dia, sem saber ao certo porque motivo, acordei e disse;- CHEGA!
De lá para cá faço o “desmame” do vício da informática; deixei de querer saber tudo e de querer perceber tudo. Estudo o que preciso e mais nada. Acho que a pior coisa que nos pode aqui acontecer é deixarmo-nos arrastar pela ânsia do clica aqui clica acolá, janela abre, janela fecha..."


Tens toda a razão, amigão:)
Rima, mas é verdade.

É bem verdade que o tempo não espera por nós se passamos a vida toda de volta dessas geringonças:).
A vida passa e nós nem damos por ela.
Mas tu foste a tempo de inverter a situação, é o que importa.

Numa escala muito diferente eu própria tenho que me controlar para não passar aqui demasiado tempo, correndo o risco de descurar outras facetas da minha vida que são mais importantes. Estar aqui é e será sempre um prazer, mas até nos prazeres devemos ser comedidos:)))))

E não há nada que se compare à vida lá fora, ao cara a cara como já temos dito. Mas pronto, já me desviei do assunto...


Quanto ao resto, estou como a Ana, não percebi patavina:) Loooooooool




Ana,

"Não admitir outros gostos ou preferências musicais é que me parece um pouco redutor. Isso sim, próprio de mentes formatadas. Pior que tudo: intolerantes. E já agora, um pouco arrogantes, também."

Estou totalmente de acordo.
Uns gostos musicais são "melhores" que outros? Quem decide? E por alma de quem?:)

E agora vou ter com o sol...inté...

andorinha disse...

Impio,


"Em relação a música e outros assuntos sou muito do estilo "vive e deixa viver". Cada um sabe de si."

Só regressei para dizer que também concordo com este pedacinho:)
Live and let live...e não interfiram...a não ser que vos peçam...

Falo em geral, não me estou a referir especificamente ao blogue, esclareço já.

Interessada disse...

Muito bom dia :)

Porque me pareceu que ainda há algumas dúvidas quanto ao que aqui escrevi, esclareço mais uma vez:

1.Não pretendo que ninguém goste mais de um estilo musical do que de outro.
O que eu digo é que é possível gostar de todos.
2.Reafirmo que é possível educar uma pessoa para a ópera.
3.Se ser e pensar assim, é ser arrogante, sou-o tanto quanto quem me contradiz.
4.A mim parece-me mais que se trata de opiniões diferentes.

Anfi: (11.59 AM)

"E como já vi que houve aqui alguém que foi sacana, passe o termo, não digo mais nada"

Quem usou estas palavras foi a Anfi, pelo que se alguém deve medir as palavras, como diz, não sou eu.
As injúrias partiram de si.

Interessada disse...

Para mim já está bem claro porque alguém disse um dia que este blogue era nojento.
E que fique bem claro que eu digo apenas e só, que percebo, e não que o acho.
O que eu acho, é que é bastante redutor:(

bea disse...

Bolas, hoje tá tudo do avesso. Tão? é 2ª.Ao trabalho!

A Lady! hummm..deve andar a fumar para o écran do Lobices (li num comentário lá atrás) e ele deve tar um cado agoniado. De certeza que o fumo lhe faz mal à bronquite. Não era mau a Lady distrair-se pra estes lados, ou ainda dá cabo do pobre.

Andorinha
quem te disse que a mãe do Gonçalo não trabalha a dias? como sabes o quão suadas foram as explicações? Não sabes. O que sabes, e nisso tens razão, é que os mais pobres, por regra, não chegam a certos cursos. Pois, miga, não chegarão nunca.Essa treta de igualdade de oportunidades à partida, não pega de estaca. E não existiu ainda em Portugal. Noutros países não sei.

Anfitrite disse...

Bea,

Não seja assim.
O último postal da Lady, era bem amargurado, sobre a morte do pai ou da mãe. Não era fumo. Ela parece-me uma pessoa com depressão, logo com bastante sensibilidade e uma bonita forma de escrever.

Interessada,

Para sanar o assunto, nada do que eu disse foi ofensivo. Você é que toma as dores de parto dos outros. Deve ser mesmo um caso de elitismo em alto grau, para não conhecer o ditado popular: Não sou rica mas moro ao pé de gente que o é. Portanto é só tirar as ilacções e não me vir chamar de drogada, apesar de para mim não ser nenhuma ofensa, porque drogados andamos todos nós de uma forma ou de outra. Sacana, para mim, também não é nada de lesa majestade. É apenas aquele que nos passa uma rasteira. E o carapuço serviu-lhe porque não disse mais nada. Fique descansada , que eu quando tiver de lhe dizer alguma coisa, digo-lhe directamente. Aqui a piada foi para o pp que a percebeu perfeitamente. Não era preciso traduzir por miúdos, nem fazer um boneco.

Ímpio,

Em 1990, eu também já tinha computador. E não era assim tão atrasado. Não depende propriamente dos sistemas, depende mais das placas e de outras coisas que lhe pôe lá dentro.
No meu serviço, fui pioneira em implantar informática(?). Era mais uma máquina de escrever grande, mas que tinha uma memória de Alzheimer. Da Nogueira Informática, lembra-se? E era tão esquisita, que tinha de ter um gabinete só para ela, e uma empregada auxiliar tinha que ir antes da hora normal, ligar o ar condicionado, porque só trabalhava a 21 graus. E o que eu sofri para tirar mais rendimento da dita cuja? Quis arranjar um turno até à 1/2 noite, mas nenhum dos operadores queria. Uns porque eram mulheres, outros porque moravam em cascos de rolha, outros porque tinham medo, mesmo depois de se ligar uma linha directa à PSP, e ficar lá uma auxiliar a fazer companhia.
Lá convenci um jovem amigo, a ficar de noite e a ir estudar de dia para acabar um curso superior. Foi o amigo que sempre me tirou todas as dúvidas, vinha a minha casa, quando havia problema, mas como nunca me levou dinheiro, tive de desistir. Para trabalhos extra que eu tinha até me fez programas em cassette, em que eu fazia o trabalho em casa e depois, no devido lugar, era só fazer copy. Hoje é director dum departamento de Informática.
Eu também estudei Informática. Mas não se aprende quase nada. Imagine que o Eng. que era meu prof. nos pôs a aprender programação Basic, por um livinho que ele tinha em francês. E foi preciso eu dar um berro na aula a dizer que aquilo, já não se ensinava nem ao menino Jesus. Depois pôs o Assistente a dar Cobol, mas o assistente despareceu, pq não se conciliavam e lá tive eu que berrar mais uma vez, par contrariar uma afirmação que ele fez.. Eu pedi aos colegas para corroborarem a minha afirmação, mas eles cortaram-se porque andavam a trabalhar de borla na firma do prof. porque isso lhes trazia depois vantagens. Só uma à minha frente é que pediu a palavra e confirmou o que eu tinha dito.
Também já estive para ir tirar um curso de Engenharia Informática, mas verifiquei que não se aprendia nada do que eu queria. Eu queria aprender mais de hardware e software para não ser mais enganada e ser eu a fazer as reparações. Para isso há um firma em Lx. mas é também uma roubalheira e não explicam nada. Por isso eu falei na manha dos informáticos.

Tenho uma história para a rainbow, vou ver se tenho coragem de a contar.

Pamina disse...

Julgo que o meu último comentário foi muito claro, mas para que não haja dúvidas, não se tratou naturalmente de criticar quem não vai a esse tipo de espectáculos, mas somente constatar alguns factos que, como o nome indica, são realidades e não opiniões minhas. Assim:

- A oferta aumentou muito nos últimos anos e o público português tem correspondido, enchendo locais de grande dimensão (no verão, vêem-se muitas crianças, mesmo à noite);

- Geralmente, as pessoas não se vestem de modo especialmente elegante;

- Nas transmissões estrangeiras, nota-se a mesma tendência quanto ao vestuário, excepto nas galas de abertura dos festivais ou em certos inícios de temporada, onde ainda há um desfile de personalidades vestidas a rigor.

E foi só isto. Não vejo qualquer razão para conflitos relativamente a este assunto.

Pamina disse...

Bart (8.14),
Acho que puseste exactamente o dedo na ferida.
Se as pessoas não conhecerem a história nem perceberem a letra das canções (porque não chamar-lhes assim? Ária e libreto são apenas nomes convencionais), provavelmente não vão gostar. Fica a música (e o ambiente do espectáculo em si, se for ao vivo), mas isso não será suficiente para todos.
Nos países anglo-saxónicos, por exemplo, há uma discussão sobre este problema, com adeptos da tradução dos textos para inglês contra adeptos do uso de legendas (nos teatros). Pessoalmente, acho esta a melhor solução.
Quando se vê um DVD em casa, o problema naturalmente não se põe, pois também tem legendas com várias línguas à escolha. Aliás, para quem nunca "ligou" muito a ópera, mas gostaria de experimentar, um bom DVD talvez não seja uma má opção. Perde a emoção do espectáculo ao vivo, mas, por outro lado, vai perceber tudo o que os cantores estão a dizer.

Para exemplificar, vou colocar um vídeo com legendas em inglês. A ópera chama-se Don Carlo, passa-se na corte de Filipe II de Espanha e, por alto, foca os conflitos entre o infante e o pai na sequência do casamento deste com a noiva do filho (tem outros aspectos politico-religiosos interessantes). Aqui, o todo poderoso e despótico rei lamenta-se por a mulher não o amar ("Ela nunca me amou", diz ele) e o matreiro do Verdi consegue assim que os espectadores sintam alguma simpatia e piedade para com o mau da fita.

Don Carlo- Verdi- "Ella giammai m’amò"
http://youtu.be/pz-3WIQN2Vo

Se tiveres oportunidade de ver, diz-me depois se as legendas fizeram diferença (independentemente de se gostar ou não da voz). Eu acho que fazem.

Impio Blasfemo disse...

Anfi:-


Nos cursos geralmente não se aprende aquilo que nós queremos aprender mas aquilo que alguém entende que nos deve ensinar. Cabe a nós transformarmos esse esforço em algo que nos seja útil, ou então desistirmos se virmos que a deriva do curso caminha para algo que não tem hipótese de cobrir a nossa esfera de interesses.
Basicamente aquilo que penso ser o maior valor acrescentado para os alunos é adquirirem a capacidade de montar uma estratégia (chamamos-lhe algoritmo) para resolver um dado problema. E sobretudo não se habituarem a resolver os problemas na base das receitas pré-formatadas. Numa palavra, usar a cabeça para pensar e ter auto-confiança nos raciocínios feitos. Tudo ao contrário da estratégia do "somatório de cliques....para chegar ao objectivo". Nas minhas disciplinas, as provas fazem-se com consulta total do que eles quiserem pois não gosto de contribuir para a formação psitacídeos. Geralmente as questões não são respostas do tipo Verdade/Falso mas sim do tipo nuns casos SIM noutros casos NÃO, e logo a seguir têm de explicar e bem em que casos é SIM e em que casos é NÃO.
Na maioria dos casos, os alunos têm dificuldades de exposição das suas ideias, o que não é igual a dizer-se que têm dificuldade em raciocinar. Muitas vezes pensam bem e expõem mal, o que parece um paradoxo, mas não é...
Noto também que têm poucas bases de raciocínio lógico e que quando entram "no jogo do raciocínio lógico" gostam e querem ir por ali fora...

Para o seu perfil penso que uma licenciatura em Informática de Gestão, com forte componente informática mas sem hardware ou com muito pouco hardware, apenas o suficiente para se perceber que um computador é uma máquina eléctrica, sofisticada, mas uma máquina eléctrica....e ganhar à vontade a montar e a desmontar uma, a substituir peças, etc, seria talvez o ideal.


Abração

Ímpio

andorinha disse...

Bea,

Se calhar por ser segunda é que está tudo do avesso:)))))

Tens razão, não sei...
E quanto a igualdade de oportunidades também estamos conversadas:(


Impio e Anfitrite,

Eu, em 1990 não tinha nada dessas coisas. Por isso é que sou uma naba...:)
Nunca me interessei por computadores até que tive que me render à evidência: na minha profissão são imprescindíveis.
E pronto, tenho-me esforçado.
E para qualquer emergência, tenho o meu técnico privativo:))))

Impio Blasfemo disse...

Andorinha:-

"Técnico privativo". Sortuda.....!

Anfi:-

A proposta da licenciatura em informática de gestão só tem sentido se lhe derem equivalência da sua licenciatura naquelas disciplinas tais como matemáticas, estatísticas, economias etc. A não ser isso esqueça a minha sugestão pois é um total disparate. Aqui, haverá cursos específicos que estarão mais adequados ao que pretende e não tem de se aborrecer com coisas colaterais que se calhar já conhece melhor do que algum docente que vá desempenhar o papel de lhas ensinar de novo.

Abração
ímpio

Interessada disse...

Cara Pamina:
Gostei da sua boa vontade, mas esta não me parece a forma possível de, alguém que não aprecie ópera, passar a gostar.
Talvez algum dia venhamos a ter oportunidade de falar sobre o assunto.
Quanto à questão das legendas, concordo em absoluto consigo.
Aquilo com que eu não concordaria seria que se cantasse na língua em que se traduz.
Isso nunca, pois a língua faz parte da sonoridade.

Anfi:

Acho que deve habituar-se a pesar as suas palavras, quando se dirige a outros, e não dizer o que muito bem lhe dá na real gana.
Somos seres humanos e não animais irracionais, pelo que devemos aprender a controlar ímpetos e a respeitar os outros.
Agradeço que não insista com palavras como “o carapuço serviu-lhe” porque continuo a dizer que desconheço a que se refer, ou melhor, o que insinua.
Tão pouco sei quem é o pp.
Pela minha parte, fico satisfeita por constactar que quer “sanar o assunto”.
Outra coisa eu não quero.

Manuel:

Se duvida que outros gostem ,fica-me a dúvida: supõe-se o único com mau gosto, ou o único com bom gosto? ;)
Seja como for, eu gostei bastante destes berberes sofisticados, e também das paisagens áridas.
A minha preferência vai para as duas primeiras, sem dúvida mais da segunda.
A última foi salva pelo Carlos Santana :)

Anfitrite disse...

Ímpio,

Eu tenho essas equivalências. Até já tive informática de gestão mas em dose reduzida. Quanto a Estatística tive a honra de ser convidada pela professora, para dar explicações a alunos posteriores dela, porque estavam a ser explorados por quem não sabia o que eestava a fazer e ela deontolocicamente não o podia fazer. Até se ofereceu, para tirar alguma dúvida que me pudesse surgir. Muito me honrou, só que a minha vida não o permitia. Naquela altura era raro encontrar um explicador de Estatística, em condições. Eu até me dava ao gozo de descobrir "frequências" com erros de dados ou de impressão.


E aonde é que eu ía encontrar esse curso? Não me está a apetecer ir para Lx. de noite. Aqui a Atlãntida, em Oeiras, tem vários cursos de Informática, mas um professor disse-me
que não atrenderia aquilo que eu queria. É que eu tenho a mania de querer perceber tudo, e quando vem aqui alguém arranjar alguma coisa, ficam com a cabeça em água, e já me responderam que são técnicos e não professores.
(há bocado quando disse cassete, queria, obviamente dizer disquete).
Hoje tive a primeira consulta com o meu novo médico de família, porque já tinha falado aqui, que tinha um contencioso com a minha antiga. e Então estava ele, que eu não conhecia de lado nenhum, a gravar os dados das análises, mas parecia uma galinha a picar milho, e então eu saí-me com esta: Foi preciso um ladrão de impostos ir para ministro para fazer dos médicos dactilógrafos. Ainda me vim de lá a rir, porque ele é muito sisudo, porque eu dizia que o colesterol estava alto(260), e ele respondeu: está bem! E eu: é pq o HDL está bastante superior ao valor requerido? E ele: Está bom e não se fala mais nisso, e vai fazer o que eu lhe digo.

Anfitrite disse...

Deus me valha, carreguei no publicar em x do visualizar. Nem quero ver o que escrevi.

Anfitrite disse...

Ao ridiculo que este país chegou. Há certas pessoas que me causam mesmo asco e nojo, como nunca senti. Agora metem-nos medo com medo de tumultos. Eles querem é que tudo se ponha de pantanas para ter desculpa, porque sabem que como as coisas estão não vão ter capacidade de resolver o problema e então querem uma desculpa. Que falta de nível, que vira-latas. Qualquer rafeiro ou verme merece mais respeito.

(Só há pouco li um comentário de que este blogue é nojento). "Junta-te aos bons e serás um deles, junta-te aos maus e serás pior do que eles. Por acaso nota-se!

rainbow disse...

Boa noite:)

Ana b,
Também gosto muito de jazz.É um género musical que tem muito a ver com a minha sensibilidade.
Mas é sobre outra coisa que eu quero falar. Da aceitação das diferenças e de tudo o que é diferente de nós.
Ontem à noite estive a rever um filme que gosto muito, e cuja mensagem passa por aí. Aposto que já viu.

Chocolate:
http://www.youtube.com/watch?v=s6ymXMI02X4

Andorinha,
Live and let live, é também o meu lema.
O oposto para mim não faria sentido. Isso passa muito pelo respeito pela individualidade do outro.Pela liberdade de ser e de estar.E pela capacidade de aceitar os outros tal como são, sem os tentar modificar.

Pamina,
Sobre o ensaio, com o meu sentido de orientação, espero não ir parar a Ayamonte:))

Impio Blasfemo disse...

Anfi:

Não se preocupe; não saiu nada de errado. E se saísse também não vinha mal ao mundo. No limite apagava o comentário como me ensinou uma vez a fazer!
Até teve piada; eu, um especialista encartado na matéria, à nora porque não dei como apagar um comentário no blogue. Um verdadeiro despistado, que não repara que clicando aqui e clicando acolá aparece um caixote do lixo que clicando lá faz aparecer um raio de um menu onde se tem a opção de clicar mais uma vez para apagar o comentário. Está a ver porque detesto este "caminho de Santiago do clica aqui clica acolá, preenche aqui preenche acolá". É que esta treta toma foros de penitência ou de peregrinação. Ou será que estou a exagerar? E já reparou o que vai ser de toda uma população info-excluída daqui a uns anos que em nome da produtividade vai andar a "esmolar" ao vizinho "entendido" que lhe clique no sítio certo para ter direito à receber a pensão ou outra qualquer treta que decidam por na Internet.
É que depois, ainda por cima, toda esta treta é altamente falível. Nem lhe conto quantas vezes eu utilizo o trio do "CTRL+ALT+DEL". Passo-me cada vez mais com esta treta das informáticas.
Tenho um colega meu que agora me pergunta porque tem nos mails, de vez em quando, caracteres chineses perdidos no meio do texto. Tem a máquina dele parametrizada como a minha e o mesmo mail que é enviado a ele dá os tais caracteres chineses e a mim não dá. Acrescento que estamos os dois à nora com isto. Ele suspeita que tem para lá alguma incongruência e que não sabe qual seja que lhe faz isto.

Bom,mudando de assunto, vou pensar no seu caso e depois dou-lhe uma resposta, está prometido. Vou-me pôr-me em campo.

Um abração
Ímpio

andorinha disse...

Rainbow,

Vês? Mais outra coisa que temos em comum!:)))


Interessada,


"Para mim já está bem claro porque alguém disse um dia que este blogue era nojento.
E que fique bem claro que eu digo apenas e só, que percebo, e não que o acho.
O que eu acho, é que é bastante redutor:("

Olha então faço-te uma pergunta muito direta: o que estás aqui a fazer?
Eu quando vou a qualquer lado e não gosto, não volto a pôr lá os pés.

E depois isto para o Manuel:

"Se duvida que outros gostem ,fica-me a dúvida: supõe-se o único com mau gosto, ou o único com bom gosto? ;)"

Eu sei que está o smiley, mas este pode servir como alibi para muita coisa...
Gostar ou não de uma coisa implica sempre ter bom ou mau gosto?
Mais uma vez pergunto? Quem determina isso?

Tu não gostas de conversar. Gostas de desconversar e é pena!:(

ana b. disse...

Rainbow:

É exatamente isso que eu penso. Apesar de gostar de jazz, compreendo perfeitamente quem não goste.
Assim como compreendo quem não aprecie a escrita do Lobo Antunes. Eu acho-o genial. Aliás foi dos poucos escritores que me fizeram chorar. Mas lá por isso, não ando à viva força a impingi-lo a quem não gosta. E também poderia dizer que se aprende a gostar. Mas não o faço. Não me faz sentido.Há varias maneiras de estar na vida e todas elas são válidas. Algumas estarão mais proximo de mim. Apenas isso.
Há escritores que não me dizem nada. Por exemplo: eu não consigo empatizar com a escrita do Gonçalo M. Tavares. Já comprei três ou quatro livros dele, sempre à espera que se dê um clique. Mas nada. Deixa-me desconsolada. De qualquer maneira, é um escritor, considerada por muitos, como um futuro Nobel. Eu, confesso, que não emociono com a sua escrita.

A propósito de cinema: Não percam o belíssimo Les Bien-Aimés, do Christophe Honoré. Trata do amor, da dificuldade nos relacionamentos, dos encontros e desencontros, do desencanto, do desejo. A banda sonora é excelente. Mas preparem-se porque apesar de ser um musical, o filme é tristissimo.
Deixo-vos um cheirinho:

http://youtu.be/Q9EdT8wy6kc

http://youtu.be/A93mTv802Qo

http://youtu.be/lHGUQctMJ60

http://youtu.be/j0E35uccRVg

A Menina da Lua disse...

Ana

Já vi a apresentação do filme e estava para o ir ver hoje mas à ultima da hora não deu.
Mas já agora pergunto-lhe uma curiosidade, pode ser que saiba , se a filha no filme é mesmo a filha dela com o Marcelo Mastroiani na vida real?
São muito parecidas e tem de apelido o nome de Mastroiani.

Impio Blasfemo disse...

ANFI:-

Dê uma espreitadela aqui
http://www.ina.pt/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=204

Abraços
Ímpio

ana b. disse...

Menina da Lua:

Acertou! A Chiari Mastroaini é filha dos lindissimos e talentosissimos Marcelo Mastroaini e Catherine Deneuve.
Eles foram casados ou viveram juntos uns tempos e tiveram esta filha. No filme elas fazem nesmo de mãe e filha.
Nem pode imaginar como eu gostei do filme. Ainda hoje (vi-o ontem) ainda tenho um nó no peito. Quando estava a escolher os videos, voltou-me um ataque de tristeza:(
Mais parece o Leaving Las Vegas, com o Nicolas Cage, que no dia seguinte, ainda chorava.

Alexandra disse...

Ana B.

Tal como prometido o feedback ao "O Acidente": acabei de o ler no fim de semana e gostei bastante. Inicialmente estava curiosa e ao longo do livro as reflexões acerca dos relacionamentos e do amor são fantásticas.
Valeu bem a pena a sua sugestão.

A Menina da Lua disse...

A Ana é uma cinéfila muito sentimental está visto:)

Quando se gosta e nos enche as medidas...fica-se assim...não há nada a fazer! É sinal que nos deixamos tocar pela emoção e isso é muito bom!:)

Já agora digo-lhe que o tal escritor comum ao Miguel Real que conheço tambem viveu curiosamente no estrangeiro durante bastante tempo mas entretanto já cá vive em Portugal há vários anos. Coincidências:)

ana b. disse...

Alexandra:

Ainda bem que gostou. E concordo consigo: as refexões são o melhor do livro.
Já agora aproveito para lhe recomendar o último do Valter Hugo Mãe, "O Filho de Mil Homens". Cheio de personagens inesqueciveis e deliciosos, aborda a diferença, o sofrimento de quem se sente diferente, o medo do diferente. Mas o autor trata as personagens com um enorme carinho e ternura e recompensa-as no final. É um livro luminoso, cheio de esperança. Cândido, até. Tenho a certeza que irá gostar.:)

ana b. disse...

Menina da Lua:

O meu (salvo seja) continua no estrangeiro:) Embora passe por cá regularmente.

Fora-de-Lei disse...

Era uma vez um "refém da ETA"...

Pamina disse...

Rainbow,
Não vai haver problema com certeza. Ayamonte lembrou-me aquelas lulazinhas fritas a que os espanhóis chamam puntillitas. São tão boas!:)

Ana,
Vi há uns anos um filme do mesmo realizador, também com a Chiara Mastroianni e também muito triste, chamado Les chansons d'amour, talvez conheça. Lembro-me que nos mostra um Paris com chuva bem diferente do do Woody Allen e que tem algumas canções muito bonitas e comoventes.

ana b. disse...

Pamina:

Também vi. Lindo!:)

Princesa Isabel disse...

Professor!
Ansiosa por ouvi-lo dia 6...em Sintra!
Bem haja! :)

bea disse...

Pronto. Passou a chuva :)

E Bom Dia.

Ana
não a imaginava coração mole nos filmes. Acontece. Mas não deixa de ser curioso que a vida nos coloque situações tão dramáticas e não nos ocorra chorá-las, cheguemos ao cinema e, por muito menos, nos fique um nó na garganta. No seu caso, não apenas :)

Lobo Antunes? A Ana chora com os seus livros? gosto do senhor, da matemática desaparafusada que usa, da veneta de tudo ao mesmo tempo, tradução mais próxima da amálgama interna de nós, a captar-lhe o momento. Agrada-me o sem juízos de valor ou considerações extra. É a prosa em ato. parecida com a poesia. mostra. E, por ser prosa, é crua. Esmaga. Acredito que lhe seja um parto doloroso. Obriga-nos a passar na realidade sem subterfúgios. E a realidade, sabemos lá porquê, não se chora. Vive-se. Quase sempre sem lágrimas. Precisamos da força para a aguentar.
Não é uma critica. Admito que sim outras coisas em outras pessoas

bea disse...

Anphy

acerca da Lady: não li essa parte da morte de alguém. Posso estar a ser injusta, sim. Mas já terá passado tempo. E a morte não é lugar de ficar. A não ser para os mortos :) Ainda estou para saber como conseguia ela fumar para o écran do lobices, cujo era um fogoso poeta, mas enfim...

ana b. disse...

Bea:

Muito raramente choro no cinema. E ainda menos a ler. Apenas referi os casos em que o fiz o que, atendendo ao numero de vezes que vou ao cinema, dá uma percentagem pequenissima.
E não se iluda: ninguém chora pelos filmes nem pelos livros. Chora por ele própria.:)
Quanto ao Lobo Antunes, chorei apenas com a Explicação dos Pássaros. Mas chorei mesmo.:)

Manuel disse...

Interessada:

Eu também gosto (muito) de música um bocado exótica, a chamada música étnica ou «do mundo».
Sei que não é do agrado e muita gente, daí a minha observação (aviso).
Nada mais do que isso, não imagine o que não me passou pela cabeça, considerar-me com melhor gosto ou superior entendimento musical em relação a quem quer que seja.

cycle disse...

Eu não sou nada queixinhas :)

Manuel disse...

Boas músicas:

«Lisboa»: Rão Kyao
http://youtu.be/9LZ4ZaKQSqY

«Bombaim»: Rão Kyao
http://youtu.be/dTNghllJ2qY

«Fado Bailado»: Rão Kyao
http://youtu.be/iE9FgE9n8DY

Bartolomeu disse...

Ai uonte tu raide mai baicicle...
http://www.youtube.com/watch?v=GugsCdLHm-Q&feature=related
;))))))

A Menina da Lua disse...

Princesa Isabel:)

Então lá nos encontraremos! se me reconhecer terei todo o gosto em lhe falar:)

O Professor vai estar numa Tertúlia Jantar em Sintra, com inscrições e organizado pela própria Camara de Sintra no dia 6 de Outubro.

andorinha disse...

Ana,


"E não se iluda: ninguém chora pelos filmes nem pelos livros. Chora por ele própria.:)"

Tu até pareces psi, mulher:)))

cycle disse...

Barto, nada de corridas :))

cycle disse...

Professor, traga uma fatia dessa tertúlia para a nossa sobremesa ;)

Bartolomeu disse...

Bom... desde que a tertúlia não inclua cogumelos alucinogénicos, aceito também uma fatiazinha...

Interessada disse...

Manuel:

Estive à procura, no youtube, das músicas de um CD que tenho(Women's World Voices 3)que penso que gostaria, e creio que já lá estiveram, mas não encontrei.
Fiz esta outra compilação,talvez um pouco longa, para lhe oferecer.
Uma boa noite, e boas audições :D

http://www.youtube.com/watch?v=tP7ujbIx8ME&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=8CPtqtm0iA0&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=coGcwziLDs4&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=jDQrmdGkHQY&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=by3Qi4-GYAc&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=oKFKRaC64T8&feature=fvwrel

bea disse...

e eu aceito um pastel, não sei se não é um travesseiro(um travesseiro?!), da Piriquita, que não me lembro o nome mas são impecáveis ao paladar.
E depois o professor conta mas não é a mesma coisa.
Será, bastante melhor que estar no escuro de tudo, né?

bea disse...

Ora, Ana

e eu não sabia isso? :) a verdade é que o filme cria um a sós com ele em cada um de nós. E às vezes destapa-nos. Ou nós nos destapamos nele:)

Bart
gosto dessa canção... e de uma outra em que Freddie afirma "Who wants to live for ever?" e de mais algumas muitas.

cycle
caíste da byke e não queres dizer? ó pá, levo o tempo a cair nos lugares onde não devia, como por exemplo atrás de um policia que teve o bom gosto de disfarçar, mas bem vi que estava a rir. Podes contar. não és queixinhas por isso.
A gente não te conhece, mas gostei da apresentação. Original. E bué importante. Aqui nunca ninguém se queixou de nada. Só de algumas coisas. Serve-te?
Vai uma voltinha de byke sem rasgar as calças?

bea disse...

o senhor professor desculpe, está ali uma virgula que não devia estar, mas pronto.

Interessada disse...

Manuel:

Tinha-me esquecido desta, e constou-me que gosta deste berber.
Espero que ainda venha a tempo e que tenha o mesmo prazer que eu, ao ouvi-la

Manuel disse...

A verdade acerca da economia: em 8 pontos e 2 minutos

http://youtu.be/AyxTSI1q1XU

andorinha disse...

Manuel,

Ouvi com toda a atenção Robert Reich.
Eu que pouco entendo de economia achei a explicação fabulosa...e simples. Está lá tudo.

Não seria de a enviar aos nossos políticos a ver se eles aprendem alguma coisa?

andorinha disse...

e eu quero queijadas:))))

Depois trocamos, tá bem, Bea?:)

rainbow disse...

Boa noite:)

Andorinha,

"Vês? Mais outra coisa que temos em comum!:)))"

Penso que a construção de uma relação de amizade passa muito pela afinidade, por coisas em comum.
Porque, se o diálogo se esgota, o que fica? Pouco.
Bom feriado e curte o sol:)

Ana b,
Um livro que me fez chorar foi "A Arte da Fuga" de Daniel Sampaio, não sei se leu. Gostei muito desse livro.

Manuel,
Obrigada pelas músicas do Rão Kyao.

Pamina,
Já fui muitas vezes a Espanha, e nunca ouvi esse nome para as lulas fritas.Calamares, é o nome que conheço.
Mas olha, entre calamares, tapas, e tortilhas, a coisa ficava sempre negra, traduzindo, fome:)
Salvo as excepções para os hotéis, e para um ou outro restaurante,
as tapas e afins não chegavam.
Quando chegava a casa, dava-me um "ataque" e desatava a cozinhar, com saudades da comida portuguesa.
Respondi ao teu mail.

Pamina disse...

Manuel e Interessada,
Quando vi as vossas propostas musicais "menos comuns", lembrei-me de um CD de música chinesa que me foi oferecido por uma senhora que vive em Macau e que costumava comentar no meu blogue. É lindíssimo, tanto ao nível da música como dos nomes muito poéticos das faixas que se chamam, por exemplo, "Lofty mountain and gushing cascade", "Night rain falling on the plantain tree outside the window" ou "A maiden’s dream in a chinese garden". Não consegui encontrar no Youtube exactamente o mesmo, apenas algo parecido. De qualquer modo aqui fica:

http://youtu.be/dvECs4WOscU

Achei muito bonito, muito delicado.

Ana,
Nunca chorei copiosamente num filme, mas naturalmente que já me vieram as lágrimas aos olhos. Certamente que terá acontecido o mesmo a muita gente, mulheres e homens. Por acaso eu vi um homem chorar com alguma intensidade no cinema. Foi com um filme soviético chamado "Quando passam as cegonhas", aí por volta de 1975, não sei se conhece (provavelmente não viu, porque ainda era muito miúda nessa altura). É um filme que se passa durante a 2ª guerra mundial e que conta a história trágica de dois jovens cujo amor foi cortado abruptamente por essa guerra, onde o rapaz é morto. O final é muito emotivo, a rapariga espera na estação dos comboios o regresso dos soldados e, compreendendo que o namorado dela não volta, começa a distribuir flores dum ramo que levava aos outros. Quando o filme acabou o homem estava desfeito em lágrimas.

Rainbow,
Já vi o e-mail.
Não me refiro às rodelas de lula, mas a umas lulas pequeninas inteiras, com uns 2,5cm de comprimento. Não tenho a certeza se é uma espécie minorca ou lulas bébés. Neste último caso, provavelmente é ecologicamente errado apanhá-las (espero que não, porque são muito saborosas). Conheço restaurantes em Ayamonte que têm. Talvez um dia se combine um salto até lá, quem sabe?

Como percebi que gostas dos Beatles, deixo-te uma das minhas canções favoritas deles, mas numa outra versão. Achei este vídeo muito engraçado.

Here comes the sun
http://youtu.be/eA8quN2KtEE

cycle disse...

bea,
mas qual gente? A Nova Gente ou a Velha Gente?!
Calças?! Não uso. Só calcinhas :)))

andorinha disse...

Bea,

Só reparei agora.


"E a morte não é lugar de ficar. A não ser para os mortos :)"

Não é? O tempo não é igual para todos...
Isto é uma coisa. Outra é: E quem lá decide viver a vida toda?
Deixa...devaneio...


Rainbow,

"Penso que a construção de uma relação de amizade passa muito pela afinidade, por coisas em comum."

Concordo, claro. E pelo estar lá nos bons e maus momentos. Sempre...no matter what...
Se não se está, que raio de amigos somos nós?

E vou curtir o sol , sim. Sou até capaz de "pegar uma prainha":)

Boa curtição para ti também.

rainbow disse...

Pamina,

Gostei muito desta versão da Sheryl Crow do "Here comes the sun", e do vídeo. Não conhecia, foi uma boa surpresa. Merci.

Bons sonhos

Andorinha,
Agora é que focaste um ponto muito importante. Ser amigo nos bons e maus momentos, no matter what.
Ser amigo só nos bons momentos é fácil.
Mas olha, curiosamente tenho uma amiga que só sabe sê-lo nos maus momentos, nos bons nem por isso. Há de tudo neste mundo. E como eu às vezes gosto de brincar e dizer disparates, entendo a amizade nestas duas vertentes, nos bons e maus momentos.

Bons sonhos e boa praia

Impio Blasfemo disse...

Prof JMV:-

Na RTP Inf/Trio-de-Ataque? E a "carreira política a defender...."(citei-o)?

Saravá
Ímpio

andorinha disse...

Impio,

O Júlio esteve no Trio de Ataque?
E não me podias ter avisado?
Ando sempre a leste...:(

Nunca mais te falo...

Bons sonhos para todos, exceto para ti:)))

Impio Blasfemo disse...

Andorinha:-

Estava a ouvir o debate Rosas/Santana na TVI24. Quando este acabou passei para a RPT I (antiga RTP N) e la estava o Prof JMV (calado) pois o programa também acabou naquele momento; nem lhe ouvi um sussuro. Apanhei-o em segundos mas deu para perceber que ele tinho ido lá, suponho que "defender" o seu glorioso Benfica, pois os restantes eram os habituais que "representam" o Porto e o Sporting.

Abraços
Ímpio

Manuel disse...

Pamina:

Há uns meses pus aqui umas músicas chinesas muito calmas e agradáveis de ouvir (outra estética musical).
Mas não andava por cá (ou pelo menos não comentava).
Tenho tido problemas com o computador (ando a aceder a partir de um emprestado), logo que o receba irei procurá-las e deixá-las-ei para si.

A Menina da Lua disse...

Oh Professor

Agora é que vai ser defender o seu Benfica com toda a garra todas as semanas.!:)

O António Pedro Vasconcelos deixou de participar no programa Trio de Ataque por questões políticas e delegou a sua presença no programa, sugerindo a pessoa do Professor Júlio Machado Vaz. Assim para os interessados pela Bola, o que não é de todo o meu caso, podem assistir todas as semanas às calorosas discussões no programa, agora com a presença do nosso anfitrião.


O António Pedro sempre disse que se houvesse tentativa de privatização na RTP, ele sairia do programa para passar a participar e tomar decisões que achasse convenientes contra essa orientação política.

Bartolomeu:)

Cogumelos alucinogénicos!!:) essa sua imaginação de escrita criativa! Bom! espero bem que não!:)


Para todos mas principalmente para a cinéfila Ana deixo aqui este filme que tem tanto de perturbador como de belo! e com uma excelente interpretação, não fossem eles quem são.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=w6dODbIYA8M

bea disse...

então o professor está comentar naqueles programas de...bemmmm....bolas! tão...tá bem.

Rain
desculpa meter-me na conversa. Mas na amizade não existem só pontos de interesse comum. E também há diálogo quando somos diversos. Ou sobretudo por isso. Ainda que a minha amiga de até debaixo de água tenha mente muito semelhante. E sempre encontremos uma forma de estarmos no importante uma da outra. Que também é sempre. quotidiano e contínuo. Fora do bom e do mau. Com ela, gosto de coisas que detesto :) Tenho absoluta certeza que cada uma vai viver na outra até à morte. E sou profundamente grata à vida porque um acaso nos cruzou.
E pronto. Bom Dia.

ana b. disse...

Menina da Lua:

Obrigada.:)
Lindo, realmente! Tanto o filme coma a musica.

bea disse...

Andorinha

vais ficar a perder:) As queijadas não prestam; tá bem, são famosas e por aí, mas não são especiais.
Ok, acordei simpática. há sol. dou-te metade dos pasteis, tá?

bea disse...

Andorinha

esqueci-me de uma coisinha: ninguém vive a vida toda na morte. Pode acontecer que alguns aspetos da tua vida estejam mortos. por opção. ou por outras razões.

E pode acontecer que estejas morta por não teres opinião. Deixas de contar. És transparente.
Se formos ovelhas só nos resta balir, né?
Não me parece o caso :) Boa praia.

Será que o mar tem de mim a mesma saudade? as ondas, que me recebem casuais e mansas, não imaginam o leve que me entra na respiração ou o quanto pertenço à água, o meu coração a correr km de pinheiros. Terá razão Torga "De cada vez que vou ao mar é como se entrasse num cemitério ideal. Que grande túmulo para um poeta!"

Andorinha, curte a tua praia. Tenho a certeza que estarei sempre em cada onda suave. Seguro!


Cycle
a Nova Gente é uma revista das tais só boas para praia e a seguir caixote. Aqui, não distingo novos e velhos; as idades não sei e nem interessam. Serem novos ou velhos no blogue...também soa a irrisório. Basta estar e dizer (escrever)

ok, podes ir em cuecas mesmo. Ou são calcinhas cor de rosa como as da Ofelinha do Pessoa? disse calças por ser o que uso e rasgo quando caio. Mas a diferença é sempre desejável :)

rainbow disse...

Good morning:)

http://www.youtube.com/watch?v=qVNy1Miw18Y

Impio Blasfemo disse...

BART e Menina da Lua:-

Sobre cogumelos incluindo os tóxicos e os alucinogénicos.

http://canais.sol.pt/blogs/pmcat/archive/2007/12/08/Cogumelos-venenosos_2C00_-T_F300_xicos-e-Alucin_F300_genos.aspx

Abraços
Ímpio

andorinha disse...

Bom dia:)

Impio,

Também vi parte desse debate Rosas/Santana e quando acabou desliguei a tv.

Passarei a estar atenta...

"nem lhe ouvi um sussuro" Loooooool



Bea,


"Mas na amizade não existem só pontos de interesse comum. E também há diálogo quando somos diversos. Ou sobretudo por isso."

Claro, já ontem me lembrei desse "pormenor" embora depois não tenha chegado a escrever.
Penso que se parte de afinidades, de cumplicidade (muita), de formas de ver o mundo que se partilham e também de pontos de vista diversos sobre alguns assuntos. Os amigos não são um só, portanto seria difícil serem iguais:)
Mas o estar...o saber que se pode contar com...isso é fundamental, na minha opinião, claro.


As queijadas não prestam????
Eu adoro!!!!
Vês? Já não podemos ser amigas.Ou se calhar podemos, discordamos num aspeto secundário:)))))))))



"Não me parece o caso :)"

E não é, Bea. Não estava a falar de mim, falo de certas pessoas que vou conhecendo por aí...
Se eu achasse que já estava morta, já me tinha matado:))))) Loooooool


"Andorinha, curte a tua praia. Tenho a certeza que estarei sempre em cada onda suave. Seguro!"

Oh Bea! Sem palavras, miga:)
Eu sei...
E agora vou...pegar no bikini e nas tralhas...

Fiquem bem:)

Bartolomeu disse...

Agradeço-te a informação Ímpio.
No entanto, naquele artigo, não se encontram previstos outros cogumelos igualmente venenosos e com os quais nos cruzamos diáriamente...
;)

Bartolomeu disse...

Andorinha;
Para mim, melhor que as queijadas de Sintra, são as nozes da Periquita.
Quando ainda era jovem, inconsciente e inconsequente, saía da Lisboa, de mota, à noite, fazia a marginal a ripar até Cascais, seguia pelo Guincho, Malveira, cabo da Roca, sobia a Seteais, passava em frente à Regaleira, sempre prego a fundo, por vezes, para adicionar um pouco mais de adrenalina à coisa, apagava as luzes, e só parava à porta da Periquita onde saboreava duas nozes e um café sem açucar, para cortar um bocado o efeito do doce excessivo das nozes.
Depois, calmamente, regressava a Lisboa pela IC 19 que na altura, não tinnnha ainda esse nome.
Quando chegava, reunia-me no café com os amigos e ficava a ouvi-los conversar de gajas, de filmes e de música... um pouco como aqui no blog.
Mudam-se os tempos, mas os gostos mantêm-se.

bea disse...

Bart

nozes? falamos da mesma casa suponho (escrevi mal, ai, ai); espero que seja outra especialidade, tu não me digas que chamei travasseiros a nozes. Eu bem que gostava que fossem maiores.
"às descuras", Bart? Não voltes a fazer uma coisa dessas que ainda te espetas no muro da regaleira ou noutro qualquer Por aqueles lados há muito muro. E ficava um nada no teu lugar.

Manuel disse...

Pamina:

(e restantes)

«Infante da paz»: Ruth Lessyman (Música chinesa)
http://youtu.be/ZvSbEuoiPcU

«???»: (Música chinesa)
http://youtu.be/TismjQkaZaA

[Guitar] Cha Sun Chon et al. - "Our Kindergarten Teacher" {DPRK Music}
http://youtu.be/yE7waNi5dc0

«???»: (Música japonesa)
http://youtu.be/DvaOMKDk_vk

Bartolomeu disse...

bea;
Em matéria de doçaria, existem em Sintra várias especialidades; areias, broas, queijadas, queques, travesseiros e as afamadas nozes, que são de uma noz, envolvida numa massa à base de doce de ovos, caramelizada.
hmmmmmmmmmm...
Deixei de andar de mota ha cerca de 4 anos. Comecei a andar aos 14, possuí 22 motas, espatifei algumas e esfolei-me com maior ou menor gravidade, vezes sem conta, numa das últimas estraçalhei um joelho, rompi quantos ligamentos ha para romper e atirei com os meniscos para o maneta. Não foi esse espalho que me impediu de continuar a andar, foi uma malvada rinite. Mas... como já melhorei... é muito provável que mais dia, menos dia, volte a montar-me numa.
;)

ana b. disse...

Bart:

Nozes boas são as da Casa do Preto, em Sintra:)

http://albumdesintra.blogspot.com/2010/05/casa-do-preto.html

Alexandra disse...

Ana

Sei que tem adoração por António Lobo Antunes. Conhece os livros do irmão e neuropediatra Nuno Lobo Antunes?
Li-os todos por esta ordem:
"Sinto muito"
"Mal-entendidos"
"Vida em mim"
Ele tem uma escrita verdadeiramente sensível,de diálogo constante com o leitor. Quase como se fosse um amigo a confidenciar-nos os seus estados de alma, as suas frustrações e a dor que sente. Para mim é notável...

Bartolomeu disse...

Ana;
A Casa do Preto em S. Pedro de Sintra também tem uma longa tradição na doçaria, mas aí cedo a minha preferência às broas, para as nozes, vou à Piriquita.

ana b. disse...

Alexandra:

Apenas li o "Sinto Muito" e confesso que não gostei. Mas como médica, reconheço. Achei deselegante a maneira como ele se refere a outros colegas, nomeadamente aos cirurgiões. Chega até a referir Serviços concretos e a insinuar, que eles são assim um especie de casca grossa, que se passeiam com a Bola debaixo do braço. Eu confeço que há vinte anos que trabalho diretamente com eles e ainda não vi nenhum a ler a Bola. O que nem seria nenhuma tragedia, diga-se de passagem. Eu até conheço psiquiatras que vão para a televisão torcer pelo Benfica:)))
Mas pronto. Foi apenas isso. Não gostei da sua postura arrogante. Pelo menos foi como eu a senti. Quando não sinto sintonia com o autor ou com a sua obra passo à frente. Há tanta coisa boa para ler e que me arrebata, para quê perder tempo com o que não me interessa?

Alexandra disse...

Ana

Concordo plenamente consigo. Quando começo a lerm livro e pura e simplesmente não gosto, parto para outro. Para mim ler é um prazer e nunca um castigo...

rainbow disse...

Boa noite:)

Bea e Andorinha,
Ainda sobre a amizade, eu acho que a amizade tem muito a ver com afinidade e gostos em comum. E também por se poder contar com os amigos e eles connosco. Mas é evidente e até saudável que existam diferentes pontos de vista, o que torna o diálogo enriquecedor.
O que acontece é que entre nós e alguns amigos, por vezes ficam kms de distância mentalmente, nunca afectivamente. Como o meu lema é "vive e deixa viver", não gosto que me tentem impor filosofias de vida que nada têm a ver comigo.
Porque, ao contrário da Bea, não consigo gostar do que detesto.
Aposto que e praia estava óptima Andorinha, com este tempo de verão...

Manuel,
Obrigada pelas músicas.

bea disse...

Rain

tens que ser um bocadinho mais flexível.Exemplo: detesto falar ao telefone;com a minha amiga, gosto. aprendo-a, descubro-lhe o estado de alma e corpo nos matizes da voz.
Este é só um exemplo palerma. Tenho mais. Mas são nossos :)

cycle disse...

bea,
pá! chatchatcha não me apetece nada...mas tás à vontade.

pensava eu que seria o professor a tertuliar sobremesas, e não necessáriamente as de Sintra. mas já comia - garçon, uma queijada e um travesseiro,aqui para a mesa do centro!

:)

andorinha disse...

Bea, Bart e Ana,


Parem de falar de doçarias ou zango-me com vocês todos:)
Já estou a salivar...sou mesmo muito gulosa e vocês assim dão cabo de mim...

Pamina disse...

Manuel,
Muito obrigada pela sua gentileza. Estive a ouvir e gostei de todas, com uma referência especial para a das crianças, que são uma gracinha, e para a primeira, muito relaxante e que, conforme o título indica, nos faz sentir por uns momentos em paz connosco e com o resto do mundo.

Rainbow,
Também já ouvi:).
Vou-te enviar um e-mail.

andorinha disse...

Rainbow,

A praia estava ótima, parecia autenticamente um dia de verão. A água um bocado fresca demais para o meu gosto, mas aqui no norte é quase sempre assim.


"O que acontece é que entre nós e alguns amigos, por vezes ficam kms de distância mentalmente, nunca
afectivamente."


Não entendi. Se existe distância mental não existe automaticamente distância afetiva?

Se calhar apanhei sol demais...:)


"Como o meu lema é "vive e deixa viver", não gosto que me tentem impor filosofias de vida que nada têm a ver comigo."

Mas quem é o amigo que tenta impor isso ao outro? Seria isso amizade?

rainbow disse...

Andorinha,
É difícil explicar, generalizando, vou tentar ser o mais objectiva possível.
Um amigo ou amiga acredita na vida para além da morte, e tem dificuldade em compreender que o outro tenha dúvidas sobre essa matéria. E como tem a "certeza absoluta" de que aquilo é verdade, por uma questão de fé ou educação, ou talvez fundamentalismo, sei lá, não gosto de fazer juízos de valor, tenta impor essa crença, que para ela é inquestionável. E porque o argumento se torna irredutível, fica uma distância mental. Mas não afectiva.
Há pessoas que têm atitudes paternalistas, e nos tentam impor a sua visão da vida, sem o fazerem por mal. Não sei se me fiz explicar

andorinha disse...

Rainbow,

Tudo bem, as pessoas podem ter as crenças que quiserem , agora tentar impo-las aos outros é que já me parece um exagero. E não concebo que amigos façam isso. Pode-se discutir as ideias e cada um apresentar os seus argumentos, mas daí a impor...

Há duas coisas que nunca me impediram de ser amiga de alguém, pelo menos até hoje: a religião e a política.
Até há alguns anos eu achava que seria absolutamente incapaz de ser amiga de alguém que não fosse de esquerda.
Hoje rio-me do disparate:)))))))
O meu melhor amigo está nos antípodas politicamente falando e isso não afeta em nada a nossa relação. Falamos sobre isso - não há tabus- mas muito menos há imposições.
Se eu sentisse que havia uma tentativa de condicionar a minha forma de pensar ou agir, aí penso que a amizade seria muito difícil.
Como vês, sou ainda muito menos maleável do que tu:)

Por isso não tinha entendido o que querias dizer...

Interessada disse...

Pamina:

Muito obrigada pelo link que me deixou.
Sinto que a música chinesa, bem como a pintura, são bastante delicadas e apaziguadoras.
Penso que vai gostar dos dois links que aqui deixo. Um é musical, e o outro é a cerimónia dos Nobel da Ciência, mas com bastante piada.

Anfitrite disse...

Menina da Lua,

Que bom que ainda haja gente fiel à sua palavra, como o António Pedro de Vasconcelos, que sempre achei uma pessoa ponderada.
Gostei muito do vídeo que colocou, que não conhecia e ainda por cima com dois dos meus ídolos. Será que o FDL, vai dizer que ele sabe disfarçar muito bem?
Apenas é sinal de que é um bom actor.
Aqui vai um vídeo simbólico, embora talvez não seja o seu género.

http://www.youtube.com/watch?v=bRdo7WXTVoM&feature=artistob&playnext=1&list=TLaMZGtn4Rsxc

Ímpio,

Ainda não tive oportunidade de analisar as suas recomendações, que agradeço.

Anfitrite disse...

Ana,

Depois duma aposentação antecipada, com forte penalização, há que aproveitar tudo, desde que não nos fira consciência.

http://www.youtube.com/watch?v=H34sUemjuw4&feature=related

Anfitrite disse...

Ana,

Caso ainda não tenha orientação, aqui vai a sugestão dum perito.

http://portodeescala.blogspot.com/

bea disse...

Andorinha e Rain

Meninas! Nada na amizade pode ser imposto.Quem gosta, se gosta,é cuidadoso e não magoa, senão inadvertido. Ora,tais questões são da liberdade de cada homem. Chegaremos talvez a querer compreender por que razão um amigo crê em, nunca a desejar que acredite no mesmo que nós, não desejamos que se anule (por vezes daria jeito mudá-lo:); a falar verdade, não são os temas de conversa que mais temos. Mas em todo o amor, uma crença comum: a certeza de um no outro :). E falha? Pode. Mas a ciência também. E tudo também :). O que não desmerece nem desculpa nenhum de nós.

Anphy

assim é que é, às três da manhã a dar conselhos e sugestões. Boa.

ana b. disse...

Anfi:

Brincamos, não!?:)
Vi-o logo no dia ds estreia!

Bartolomeu disse...

Já alguém, alguma vez, tentou perceber os motivos pelos quais, os seres humanos, sendo todos iguais (em traços gerais) na forma e no conteúdo, se subjugam e condicionam algumas acções das suas vidas a diferenças?
E ainda a pensar: de que nos serve a capacidade de raciocínio?!
E se, não será precisamente essa capacidade que nos limita e (ou) nos condiciona?!
Ou se, não será essa capacidade de raciocinar que nos "obriga" a criar as tais diferenças, como forma de criarmos uma identificação própria, protegendo-nos dessa forma, da igualdade?!
;)

andorinha disse...

Bom dia:)


Bea,

E também tu a falares assim às 7h da manhã é obra!!!:)

"Chegaremos talvez a querer compreender por que razão um amigo crê em, nunca a desejar que acredite no mesmo que nós, não desejamos que se anule..."

Foi o que eu disse! E concordo com tudo o resto. Portanto esse "raspanete" é só para a Rainbow:)))


Bart,

Acordaste bem?:)

"E ainda a pensar: de que nos serve a capacidade de raciocínio?!"

Serve precisamente para agirmos como seres pensantes e tomarmos as nossas próprias decisões.
A capacidade de raciocínio limita-nos? Como assim?
Tenho muita pena das pessoas que não usam essa capacidade...

E agora não tenho tempo para mais.
Vou para a praia...perdão...para a escola...:)

Interessada disse...
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Interessada disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Interessada disse...

Pamina:

Hoje o meu dia começou assim.

http://www.youtube.com/watch?v=Pt19nrxdVb4&feature=player_embedded

Oh lovely Art, in how many grey hours,
When life's fierce orbit ensnared me,
Have you kindled my heart to warm love,
Carried me away into a better world!

How often has a sigh escaping from your harp,
A sweet, sacred chord of yours
Opened up for me the heaven of better times,
Oh lovely Art, for that I thank you!

(Schubert: "An die Musik"; tradução tirada da wikipedia)

Interessada disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Interessada disse...

Pamina:

Este tinha ficado na algibeira.:D

http://www.youtube.com/watch?v=c4Iat2bVSxA&feature=related

Interessada disse...

Um tributo, e também porque eu gosto destes diferentes :)

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=0HmFwpfAunM

A Menina da Lua disse...

Ímpio

Obrigado pelo artigo sobre os cogumelos alucinogénicos. Estamos sempre a prender e de facto não fazia a mínima ideia que se tem verificado atualmennte um aumento de consumo por parte de jovens pois nem sequer sabia que havia esse hábito de consumo:(.

Anfi

"Que bom que ainda haja gente fiel à sua palavra,"

Sem dúvida que sim! De facto o António Pedro Vasconcelos que conheço pessoalmente, sempre me pareceu uma pessoa finíssima de gostos e de princípios...
Obrigada pela sua musiquinha que tem um começo bem brincalhão e muito divertido.

Bartolomeu

Todos iguais? impossível!!
Até os nossos gatinhos e caezinhos são diferentes entre si mesmo não tendo os tais filtros racionais a enquadrá-los.
Contudo compreendo a sua preocupação; a racionalidade trouxe-nos mais lucidez, o que nem sempre se traduz em felicidade... por vezes, muito pelo contrário...mas no fundo acaba sempre por ser mais libertador. Enfim! c'est la vie!

Bartolomeu disse...

Menina da Lua;
Aproximaste-te bastante do sentido daquilo que quis dizer... escrevendo.
De qualquer forma, não podemos esquecer-nos que somos num todo, corpos metafísicos.
De resto, naquilo que concerne à física, à química e em suma, à matéria, somos, mais "coisa" menos "coisa" (um pequeno promenor que distingue machos das fêmias, ou vice-versa) iguais.
Se te sobrar alguma dúvida, aceita este desafio; despe-te, coloca-te em frente a um espelho e observa o teu corpo. Ele é constituído integralmente, por duas partes, fundidas numa só.
Começando pelo topo, encontras um cérebro composto por dois hemisférios, depois, saindo cá para fora, encontras dois olhos, duas orelhas, ambos colocados de cada lado do crâneo, até a língua, a dentição e os lábios se percebe perfeitamente que são compostos por duas metades. Continuando a descer, no teu caso, encontras um par de mamas, mas antes, tens dois ombros, dos quais nascem dois braços... iguais, ou quase. Abaixo das mamas consegues perceber uma simetria entre o lado direito e o esquerdo do teu ventre, mas!!! internamente, tanto o esqueleto que suporta a tua estructura muscular, como os teus orgãos vitais, são compostos de duas partes.
Continuamos a descer? Então vá! (coloquei a pergunta, porque chegando a esta parte, eu... começo a sobir, mas pronto.)
Abaixo do ventre, encontramos os orgãos sexuais, os quais, não fugindo à regra também são formados em duas partes... e que belas partes... Mas, também os órgãos internos do aparelho repordutor se constituem em par. Passamos às pernas, os nossos meios locomotores (e não só) que felizmente são também em número par e perfeitamente posicionadas... só para evitar que o pessoal andasse por aí aos tombos.
E assim, eis-nos homens e mulheres... aos pares, porque em pares somos... unos!
;)))))
Um beijão, Menina!

Cê_Tê ;) disse...

Uma boa tarde para todos!;)
Vim só deixar este miminho:

http://3.bp.blogspot.com/-imV_C2wr_6g/TYdAKm1fDXI/AAAAAAAADMI/64rCPeZUCOM/s1600/vaso-de-lampada-com-flores-httpen-espritcabane-comrecycling-craftslight-bulb-vase-php1.jpg

(Ainda não sei fazer hiperligações aqui nos comentários como o FDL ;((()

A Menina da Lua disse...

Bartolomeu

Atrevido! é o que você é! e olhe que me vejo forçada a dar um pouco de razão à Ana:)

O despir metafórico não nos levou para nenhuma e qualquer resposta ou justificação, logo considero-o fortuito e descabido.
Mas deixe para lá! tambem não faço questão de o entender tanto mais que aqui na net como sabe é tudo muito distante... e por vezes é até bom que assim seja.

Bartolomeu disse...

Fazes bem, Menina da Lua.
Distância é o que deve ser mantido, daqueles que como eu, chegam com estas metáforas desnudas, a tentar provar o improvável.
Atrevido?!
Hmmm, ok... então vá, fica atrevido, para memória futura.

andorinha disse...

Bart,

És mesmo doido, homem:))))

"E assim, eis-nos homens e mulheres...aos pares, porque aos pares...somos unos!"

Não te sabia tão romântico!!!!:)


Têzinha,

Vejo logo...

Anfitrite disse...

Ana,

Estive a pensar e gostaría que me dissesse se nem no "Cinema Paraíso" você chorou. É que se não, é sinal que tem tido uma rica vida. Ou/e um bom suporte.
Eu tive vergonha de sair, porque tinha a cara inchada. E tempos houve, que sempre que eu queria chorar e não conseguia ía ver o filme e resolvia o problema. Só que às tantas já estava como aqeles que frequentavam o cinema. Conhecia a fita de cor, mesmo depois de ter comprado a versão integral.

Menina da Lua,

Eu conheço o JPV, só porque houve uma altura que ele ía ao mesmo café do que eu:)

Cê-Tê,

Eu sei fazer hiperligações, mas só ensino por e-mail. Aqui já não ensino mais nada(por enquanto), porque eu gosto de ensinar tudo aquilo que sei, não tenho medo da concorrência, e gostava de um mundo melhor.
Mas as hiperligações só servem para ficar mais bonito, porque além de darem mais trabalho a fazer, também dão depois mais trabalho para regressar ao ponto de origem. São é mais úteis nos nossos blogues porque ficam realmente com melhor aspecto. Se quiser disponha.

Boa tarde.☼☼☼☺☺

Bartolomeu disse...

Andorinha;
Mas... ainda não percebi se vocês se juntaram todas para me crucificar, ou se isto é uma competição individual.
Uma, acha que sou um depravado sexual, outra, que sou atrevido, e por último, achas-me doido.
Vocês vejam lá se se acertam, ou então, criem um pacote, tipo 3 em 1, para ver se me consigo orientar e saber quem sou.
;)))

Anfitrite disse...

Ct,

Com um brinquedo destes ía-se até
ao fim do mundo

Bartolomeu disse...

Anfi;
E a forma mais rápida de atingir o fim do mundo, era estampando-te na primeira curva, à velocidade de 320 à hora.

Cê_Tê ;) disse...

Anfitrite, ,) obrigada. Hoje tb não estou para aprender (estou de trombas ;))
Mas gostei da provocação. ;) Mas veja o tipo de carro que me fisga o olhar:
http://www.nissan.pt/?cid=qashqaiPT_ptJ10omdlocptpsgg002&?cid=psqqPT_ptJ10plancomgg&kw=quaskai%23%23vehicles/crossovers/qashqai#vehicles/crossovers/qashqai

;))) Um sonho que até nem é impossível de alcançar...



andorinha,
Quando fores veres j+a murcharam... ;/
;)

rainbow disse...

Boa noite:),

Bea,

"tens que ser um bocadinho mais flexível"

"Meninas! Nada na amizade pode ser imposto"

Primeiro dizes que sou um pouco inflexível, depois dizes que sou flexível demais:)
Mas tens uma certa razão, quanto à segunda observação. Eu tenho a tendência para aceitar os outros, até na particularidade de eles terem dificuldade em aceitar quem pensa de maneira diferente (que grande confusão). O que parece um paradoxo.
No meu caso específico, gosto de viver sem dogmas na minha cabeça.
E felizmente que também tenho outros amigos que têm o mesmo lema que eu "Live and let live" e com eles tenho uma relação de maior proximidade. Apesar das diferenças.

Andorinha,
Somos todos diferentes, o que nos torna únicos.
Tal como tu também tenho amigos que não são de esquerda, e com crenças religiosas diversas, eu sou agnóstica.
E conheço pessoas que não valorizam tanto a amizade como eu.

É por isso que gosto deste blogue, o post é sobre informática, e nós estamos a falar sobre a amizade:)

andorinha disse...

Bart,


"Continuamos a descer? Então vá! (coloquei a pergunta, porque chegando a esta parte, eu... começo a sobir, mas pronto.)"

Loooooooooooooooooooooooooooooool

Só agora li melhor, há pouco estava na escola...
Mas é subir, pá, subir...:)
E só começas a subir aí? :))))))))))))

Eu disse "doido romântico". Porque só pegas em parte da frase?
Assim não pode ser...:)

Com essa idade ainda não sabes quem és?
Vai ter que ser uma mulher a dizer-te?

andorinha disse...

Têzinha,

Não murcharam...:)


Rainbow,

Eu também sou agnóstica (mais uma, vamos contando?) :)))) e também não me interessam as crenças religiosas das pessoas para nada. Isso faz parte da liberdade individual e como tal, respeito, ponto.
Como eu disse, desde que não me tentem evangelizar, tudo bem, já que eu também não tento "desevangelizá-los":)

Eu valorizo imenso a amizade, mas amizade com A.
Sou muito exigente com os amigos, daí ter por vezes certas deceções, mas os que passam o crivo, por esses vou até ao fim do mundo. Como a Bea uma vez disse, com esses sou de uma lealdade canina:)

"É por isso que gosto deste blogue, o post é sobre informática, e nós estamos a falar sobre a amizade:"

E lá interessa para alguma coisa o tema do post?:))))))))))))))

É, estamos a tertuliar, foi também o que sempre me atraiu aqui.

Vamos aproveitar que os mouros estão todos para Sintra e ficámos só nós, os ostracizados:(

:)

Marial disse...

Olá a todos

A última vez que por aqui passei foi ainda no post anterior, em que tentei deixar um comentário e que… como a muitos aconteceu... não consegui!!!

Vamos ver se agora consigo... ou se ainda estou de castigo, pela falta de assiduidade!!!


Bart:

"Continuando a descer, no teu caso, encontras um par de mamas (...)"

É só no caso da Menina da Lua???!!!
Ia quase jurar, que era no caso de qualquer mulher e... curioso... também no de qualquer homem!!!...
;-))

Voltando ainda às "conversas" do post anterior, o comentário que me propunha partilhar convosco na altura era arranjar um final "mais feliz" (digo eu!...) para o tão inspirado e "bem comportado" poema do Bart.
Proponho eu que o mesmo reze assim:

Vai Maria... colhe o vento
Ganha o tempo, e o momento
Leva o sorriso, em ti dentro
Faz dos beijos, novo alento

Evita os escolhos e baixios
Mas arrisca, desafia as marés
Descansa ao sol, na foz dos rios
E não esqueças, nunca... que te amo COMO ÉS!!!

Afinal, não é o que todos queremos?? Sermos amados por aquilo que somos … e não por aquilo que os outros querem que sejamos???!!!...

Professor:
Um dia destes ouvi-o, no Amor é, fazer referência à passagem bíblica de que “é mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos Céus”...
Dada a “polémica” em torno desta passagem, em que uns defendem ter existido erro na tradução do texto grego, que em vez de kámilos (corda grossa, cabo) se escreveu a palavra kámelos (camelo), fez-me lembrar outra passagem que passo a descrever:

A DIFERENÇA ENTRE ORIGINAL E CÓPIA
Em tempos que já lá vão… um jovem noviço chegou ao monastério e deram-lhe a tarefa de ajudar os outros monges a transcrever os antigos cânones e regras da Igreja.
Ele surpreendeu-se ao ver que os monges faziam o seu trabalho a partir de cópias e não dos manuscritos originais.
Foi falar com o abade e explicou-lhe que se alguém cometesse um erro na primeira cópia, esse erro se propagaria em todas as cópias posteriores.
O abade, nos seus sábios 80 anos, respondeu-lhe que há séculos copiavam da cópia anterior, mas que achava bem procedente a observação do noviço.
Na manhã seguinte, o abade desceu até o porão do monastério, onde eram conservados os manuscritos e pergaminhos originais, intocados há muitos séculos.
Passou-se a manhã, a tarde e depois a noite, sem que o abade desse sinal de vida.
Preocupado, o jovem noviço decidiu descer e ver o que estava acontecendo.
Encontrou o abade completamente descontrolado, com as vestes rasgadas, olhos esbugalhados, batendo a cabeça nos veneráveis muros do monastério.
Espantado, o jovem monge perguntou:
- Abade,abade, o que aconteceu?
- Caridade, caridade, caridade... Eram votos de CARIDADE que tínhamos que fazer, não de CASTIDADE...

:-)))

Continuação de uma boa semana para todos… e tenham cuidado com as palavras!!!
:-)))

Anfitrite disse...

Não Bart,

Para grande mágoa minha não conduzi um
Murciélago, mas já conduzi outro. E não me estampei. Só sentia o peito, às vezes, colado às costas. Além disso as curvas não se fazem a 320 à hora.
Também já fiz os Pirinéus, numa noite muito chuvosa, a ultrapasar TIRs, num porschezito 924, mas não sei a que velocidade, porque não era essa a minha preocupação.
E diz lá se não seria um gozo, no caso de ser pendura, morrer estrangulada por uma écharpe, que se enrolou na roda de um Bugatti, ao lado dum borracho fabuloso, como aconteceu à Isadora Duncan, que quando entrou para o carro disse: Adeus amigas, vou para a glória!

Sou uma reles plebeia, mas não foi ontem que a Senhora com mais títulos nobiliárquicos e a maior fortuna da Europa, com apenas 85 anos se casou com um jovem de 61 anos? E só o conseguiu fazer depois de ter feito o testamento e deixado a cada um dos 6 filhos, 100 milhões de dólares, porque eles queriam interditá-la, mas depois da distribuição da herança até foram madrinhas da mãe.

Pamina disse...

Interessada,
Obrigada pelos miminhos:).
Do Fauré acho que não preciso de dizer que gostei (para mais o vídeo tem um som óptimo).
Relativamente à cerimónia em Harvard, achei absolutamente deliciosa. Vi tudo do princípio ao fim. Fartei-me de rir com a ópera deles, especialmente com a parte da Carmen. É sempre muito bom quando as "pessoas importantes" (e estavam lá prémios Nobel famosos) não se levam demasiado a sério. Até dançaram o Can-Can! Não estou a ver algo parecido numa universidade portuguesa, e é pena. Já enviei o link para o Viktor. Espero que ele tenha tempo para ver tudo, pois também vai gostar muito de certeza (ele adorava física e química).

Quanto ao seu despertar, que bela música e que belas palavras para começar o dia! É mesmo isso o que a música (também) nos pode proporcionar: consolo nas horas tristes.
O sorriso é igualmente uma arma contra o mau-humor ou as contrariedades, o poema do Eugénio de Andrade lindo na sua simplicidade (julgo que o Júlio fez um post com ele no início).

Vou-lhe deixar também uma coisa para ouvir e uma coisa para rir:

1- Link para um post do blogue musical do catalão, onde ele fala da cantora francesa Marie-Nicole Lemieux. Quase no final do texto, se se carregar num botão pode-se ouvir a ária "Mon coeur s’ouvre à ta voix" da ópera "Sanson et Dalila" de Saint-Säens que ela canta LINDAMENTE.

http://ximo.wordpress.com/2010/11/19/marie-nicole-lemieux-en-concert/

2- Lembra-se de ter dito que se tinha apaixonado por um psiquiatra que já é um senhor velhinho? Pois eu também me apaixonei por um senhor com perto de 80 anos, na altura. Era (digo era, pois infelizmente faleceu no passado mês de Agosto) um artista alemão multifacetado, muito famoso como comediante e autor de desenhos animados (para adultos), chamado de seu nome verdadeiro Vicco von Bülow e que tinha o nome artístico de Loriot. Quando comecei a ver televisão alemã (depois de comprar uma antena parabólica), por acaso apanhei uma entrevista com ele, já numa idade avançada, e fiquei absolutamente rendida à sua inteligência, sagacidade, humor, humanismo…
Há várias coisas dele no Youtube, com diferentes idades. Este sketch quase não tem palavras, por isso o escolhi. Apenas a criada diz ao homem, primeiro para esperar, e depois que vai ser atendido e o homem observa no final "o quadro está torto".

Loriot- Sketch do quadro torto- http://youtu.be/LsiaPcLHusA

Rainbow e outros Murcons que andem por aqui,
Espero que vejam também o sketch e se divirtam. Como eu disse quase não tem diálogo, por isso, apesar de ser alemão, não há problemas de compreensão.

Bartolomeu disse...

Andorinha;
Ah sim; Escreve-se com "u"?
Posso começar a soubir tarde, mas, depois de começar... já ninguem me para.
E tu achas que eu, nessa "altura", lá estou preocupado se subo ou se sobo?!
Agora... não tenhas dúvida que se for uma mulher a dizer-me quem sou, sinto-me infinitamente mais confiante!
;)))

Bartolomeu disse...

Sim, Maria l, eu sei que tenho mamas, mas em comparação com as da Anfitrite, as minhas, não merecem menção de relevo.
Ora aí está aquilo a que podemos chamar um final em graqnde estilo!
Gostei!
Ajeitas-te muito bem na rima...
;)

Bartolomeu disse...

Anfitrite;
Acabas de me oferecer uma excelente dica... a partir de hoje, vou guardar uma echarpe no porta-luvas do mercedes, para ver se vou "despachando" umas melgas.

Anfitrite disse...

Alguém é capaz de me explicar o que se passa, porque deixei de ver e ouvir pardais na minha zona e não os tenho visto nas zonas por onde passo. Acontece o mesmo convosco?

Anfitrite disse...

Bart,

Os homens têm os seus símbolos de virilidade, e eu apesar de me julgar uma mulher de armas, devo esclarecer que as minhas não são grandes. Têm apenas o tamanho necesssário e nem precisam de suportes.

Bartolomeu disse...

Ãnfitrite;
Mesmo que "as" tuas não excedam o tamanho de laranjas, continuam a ser infinitamente mais interessantes que as minhas; asseguro-te!
;)

Bartolomeu disse...

Anfitrite;
Sabes que tens razão?!
Acabo de ir ao meu jardim e constatei que realmente, não ha pardais a esvoaçar.
Para onde é que os marotos terão ido?
Vais ver que às tantas, foi o teu Lamborguini Morcego amarelo-pérola que os assustou.
;)

andorinha disse...

Bart,


"Agora... não tenhas dúvida que se for uma mulher a dizer-me quem sou, sinto-me infinitamente mais confiante!"

Cuidado! As mulheres são traiçoeiras!
Podem-te dizer só o que queres ouvir...
Ou pensas que todas são como eu?:)))

Bartolomeu disse...

As mulheres podem ser traiçoeiras, Andorinha... mas eu acredito piamente em tudo o que elas me dizem.
;))))))

bea disse...

Anphy!!!
eu...pá...não sei, mas vocês estão de todo. Pardais?... de certeza que emigraram todos para minha casa :))Se a pomba de Pessoa sujava as cadeiras da eternidade, imagine o que por cá vai.

Bart
brincas decerto. Que queres dizer concretamente com a conversa comprida das metades?
Prefiro o poema a terminar em bués.

Rain
não existiu em mim a contradição que referes. Não te sei o suficiente para:) É que somos mesmo contraditórios.

Marial
valeu o esforço,também é bom o teu final. só por usares o malmequer tens um voto de boa vontade. Por completares a gosto o poema do Bart ele te dará o que entenda.

cycle disse...

Barto,
proponho a criação de um departamento técnico para defesa da sua honra, homem!

Anfitrite disse...

Bart,

A não ser que um homem seja mesmo um safado, todos acreditam no que as mulheres lhe dizem, principalmente se for isso que eles querem ouvir.

Brincadeiras à parte, quanto às aves é mesmo verdade? Agora já é pouco tarde para os ouvir.

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