terça-feira, fevereiro 05, 2013

Meditação do dia.

“Dentro de cinco ou dez anos eu e a minha família também podemos ser sem-abrigo”. Fernando Ulrich. Meu Deus, protege-os! Com eles sem-abrigo não estarão os Machado Vaz agarrados ao rebordo de alguma sarjeta?

130 comentários:

andorinha disse...

Tadinho!
Estou cheia de peninha, nem sei como vou conseguir dormir...:)

É dos tipos mais asquerosos que conheço.

Anfitrite disse...

Neste momento acabei de ler esta frase:" A ideia do suicídio é uma grande consolação: ajuda a suportar muitas noites más." F. W. Nietzsche.

Ele não lhe chamou sem-abrigo. Ele classificou-os como "pessoas" sem abrigos. Não sei se foi de propósito se foi ignorância. Mas que foi uma saída de um boche que tem vivido com a ajuda do dinheiro pelo qual nós estamos a pagar juros, merecia ir para o abrigo dum campo de concentração. Eles são parte dos culpados de haver os sem-abrigo, quando nós fomos contribuinres líquidos, quando foi feita a reunificação alemã. E não foi assim há muito tempo.

andorinha disse...

Esta quarta-feira assinala-se o Dia Internacional da Tolerância Zero em relação à mutilação genital feminina.


"Um cidadão guineense emigrante 19 anos em Portugal voltou à Guiné-Bissau, mandou excisar quatro meninas e foi preso por violar a lei, mas acabou em liberdade por pressão do governador de Gabu, leste da Guiné-Bissau."

Pois...lei é lei, mas mentalidade é mentalidade:(

Já não adianta nada, mas este tipo devia ser impedido de regressar a Portugal.

www.youtube.com/watch?v=Tp1kMXMvTt4

Fiquem bem.

andorinha disse...

"A melhor maneira de assaltar um banco é administrá-lo" - João Semedo

Ganda João.
Afirmação feita no decorrer de um programa na SIC que passará todos os dias a seguir ao Jornal da Noite sobre o escândalo do BPN. Vale a pena ver.

E agora vou mesmo...

Anfitrite disse...

Tropeçar no vilão
por VIRIATO SOROMENHO MARQUES04 fevereiro
Ocaso de um membro de uma associação criminosa, chamada SLN, que aceitou integrar a delegação permanente da troika em Lisboa, e que, erradamente, se costuma designar por "governo", está longe de ser um exclusivo português. A crise global tem muitas características. É política. É ambiental. É financeira. É económica. Mas aquilo que a distingue é a sua natureza moral. A crise desfaz as máscaras e rasga os véus. Logo em 2008, ficou claro que, desde há décadas, os governos não passavam de obedientes agentes de uma rede de interesses ligados a uma parte do capital financeiro. O Goldman Sachs, com empregados seus em quase todos os executivos do mundo, ficou como símbolo de uma realidade mais vasta. O problema fundamental não reside só em perceber como as nossas democracias são frágeis e ineficazes. O problema é que a gente que manda, os banqueiros e especuladores que vivem acima da lei, nos casos Monte Branco, Libor, e outros, esses homens que, da UE aos EUA, utilizam o crime como ferramenta de trabalho, essa gente manda, mas não forma uma elite. Uma elite constitui-se em torno de valores comuns. De uma visão da sociedade. De um projeto de futuro. De uma capacidade de diferenciar o bem e o mal. Uma elite, se necessário, será capaz de se sacrificar pelos valores que protagoniza e pelo mundo em que acredita. O melhor exemplo disso foi dado pela elite financeira no naufrágio do Titanic, em 1912. Dos 400 homens super-ricos que viajavam em 1.ª classe, 70% morreram afogados. Há registos, recordados num ensaio de F. Zakaria, que nos confirmam que J. J. Astor, a maior fortuna do mundo de então, acompanhou a sua mulher até ao bote salva-vidas, recusando-se a entrar enquanto existissem mulheres e crianças por salvar. O mesmo fez B. Guggen- heim, que ofereceu o seu lugar no bote a uma mulher desconhecida. Se o Titanic naufragasse em 2013, estou seguro de que quase todos esses 400 super-ricos chegariam são e salvos, deixando para trás, se necessário, as suas próprias mulheres e crianças. A gente que manda hoje no mundo acredita apenas no sucesso egoísta, traduzido em ganhos monetários, pisando todas as regras e valores. Os aventureiros que conduziram a humanidade à atual encruzilhada dolorosa não passam de jogadores que transformaram o mundo num miserável reality show. Tirando o dinheiro, nada neles os distingue da gente vil, medíocre e intelectualmente indistinta que se arranha para participar nesses espetáculos insultuosos para com a condição humana. Quando andarmos pela rua, é preciso ter cuidado. É preciso olhar lá bem para baixo. No meio do pó e da lama, habita a vilanagem que manda no mundo. Cuidado para não tropeçarmos nalgum deles...


João Pedro de Barbosa disse...

vamos aprender a contar

João Pedro de Barbosa disse...

http://2.bp.blogspot.com/-U8fjiHo0AOk/URGvnFimivI/AAAAAAAABew/vZT-f15SaZA/s1600/0274+POMBAS+CARRE%25C3%2587O++-12x12+%252815x15%2529+300dpi.jpg

João Pedro de Barbosa disse...

anfy, contamos mas só voltamos a contar quando estão maduroshttp://e-o-n-d-o-i-c.blogspot.pt/?view=classic#!/2013/02/blog-post_2582.html

João Pedro de Barbosa disse...

Quando se os conta, seus males se escondem.

Anfitrite disse...

Mais uma independente sem-abrigo, esposa do sr. Ulrich

Despacho n.º 5776/2011
Nos termos dos artigos 3.º, n.º 2, e 16.º, n.os 1 e 2, do Decreto-Lei
n.º 28-A/96, de 4 de Abril, nomeio consultora da Casa Civil Isabel
Diana Bettencourt Melo de Castro Ulrich, funcionária do Partido Social Democrata, com efeitos a partir desta data e em regime de requisição, fixando-lhe os abonos previstos nos n.os 1 e 2 do artigo 20.º do referido diploma em 50 % dos abonos de idêntica natureza estabelecidos para
os adjuntos.
9 de Março de 2011. — O Presidente da República, Aníbal Cavaco
Silva.
204517584


João Pedro de Barbosa disse...

http://e-o-n-d-o-i-c.blogspot.pt/?view=classic#!/2013/02/0123456789.htmlBOM DIA....

João Pedro de Barbosa disse...

A écologia é verde mas quando passa para vermelho, ficamos azuis.

Manuel disse...

O Nicolau Santos escreveu, no último Expresso, várias verdades sobre a nossa situação e UMA VERDADE UNIVERSAL para as «elites» portuguesas (e não só):

«O banqueiro e os sem-abrigo.
O desemprego em Portugal atingiu 16,5% no final do ano passado. Desde 2011 até ao final deste ano, o PIB português terá caído 6,6%. É possível aguentar ainda uma maior degradação destes indicadores? Fernando Ulrich, presidente do BPI, diz o óbvio: é possível. Se o PIB na Grécia caiu 25%, porque é que aqui não pode cair? E se tantos sem-abrigo nas ruas de Lisboa aguentam, porque é que a jornalista ou o banqueiro, se lhes acontecer o mesmo, também não aguentam? Aguentam Dr. Ulrich, claro que aguentam. Podemos levar o exercício mais longe e concluir que o organismo humano resiste 37 dias sem comer, desde que beba água. E há quem seja torturado, aguente e sobreviva. Logo, podemos ir todos para debaixo da ponte que aguentaremos. Mas o que nunca acontecerá é encontrar um banqueiro transformado num sem-abrigo. Nem em Portugal nem em qualquer outro ponto do mundo.»
Grande Nicolau!

P. S. Agora escrevo eu. O Ulrich meteu-se em investimentos tontos na dívida grega e fez perder uma pipa de massa ao BPI.
O ano passado teve cerca de 200 milhões de euros de prejuízo.
Mas nem foi posto na rua nem lhe baixaram o ordenado milionário de 80 mil euros/mês.
Este ano conseguiu um lucro de cerca de 300 milhões de euros.
Que tal levá-lo para ministro das finanças?
Talvez pagássemos a dívida rapidamente e passássemos a ter superavit.
O pior era os 60 mil euros/mês de ordenado do sujeito.

João Pedro de Barbosa disse...

é preciso cábula, para dizer o que disse...http://e-o-n-d-o-i-c.blogspot.pt/#!/2013/02/blog-post_6.html

Manuel disse...

Interpretação, música e voz fantásticas.

«So we meet again»: Melody Gardot (Live in San Sebastian Jazz Festival 2012)
http://youtu.be/_XDL1jvHFsc

João Pedro de Barbosa disse...

http://letras.mus.br/ivete-sangalo/1204205/
Onde você se esconde

Ivete Sangalo

João Pedro de Barbosa disse...

O e Ulrich entrou em estado de Alma Zen.

João Pedro de Barbosa disse...

http://www.aldaniti.net/wingames/mini2012_pt/index.php

João Pedro de Barbosa disse...

de bea

João Pedro de Barbosa disse...

.

João Pedro de Barbosa disse...

Bea,

O de é de "pseudo"!

João Pedro de Barbosa disse...

è só uma janela de oportunidades

bea disse...

Esse desgraçado devia comer o pão que o diabo amassou. Pode ser que haja Deus. E não durma.

andorinha disse...

Anfy e Manuel,

Que dizer depois do que vocês aqui trouxeram?

Acabei de ver o segundo programa sobre o BPN.

Fico atordoada...:(

A ouvir Melody Gardot. Obrigada:)
Nestes tempos conturbados é preciso algo que nos adoce a alma.

João Pedro de Barbosa disse...

andorinha...

Abre a janela a ver se a vela se apaga!

rainbow disse...


O post fez-me lembrar, por vários motivos, a peça "À espera de Godot" de Samuel Beckett.
Não devemos esperar por Godot, devemos antes enfrentar a vida e o mundo, e não admitir "pérolas" como as do Sr. Ulrich, que demonstam um total desrespeito pelo próximo.


Andorinha

Às vezes mudar a lei é mais fácil que mudar mentalidades, outras vezes é o oposto.

"Nestes tempos conturbados é preciso algo que nos adoce a alma."

É mesmo.

Bea

"Tens" que ver o filme "A Vida de Pi". É um filme diferente.

Anfi

A frase de Nietzsche fez-me lembrar o filme que referiu no andar de baixo, "Os Condenados de Shawshank", que vi umas três ou quatro vezes, e a escolha do protagonista entre a vida e a morte. Ele escolheu a vida.
Gostei muito do texto de Soromenho Marques, e a comparação que ele faz entre os ricos que viajavam no Titanic e os de hoje. Sem dúvida, aconteceria o que ele imagina.

Manuel

Obrigada pelo tesxto de Nicolau Santos, sempre muito lúcido, e pelas músicas que aqui tem trazido.

Caidê

"...pelos amigos que nos dão pílulas de força rejuvenescida e esperam acreditando em nós..."

:)
Inabalável a fé no ser humano, apesar de tudo. A fé nos afectos.


Bons sonhos para todos

http://www.youtube.com/watch?v=BtwOeoeWhoo

João Pedro de Barbosa disse...

MT

, nestas vinte casas, a recusa contextual imediata é evidente, são dominadas pela razão interior que as gera.

João Pedro de Barbosa disse...

Caidê

Ninguém é tão grande que não possa aprender. Nem tão pequeno que não possa ensinar!

bea disse...

Rain
vi hoje. só me lembrei dos óculos 3D quando cheguei a casa. diferente, sim. Mas longe do melhor que vi.

João Pedro de Barbosa disse...

Não fui eu que escrevi!

João Pedro de Barbosa disse...

Cê_Tê ;)

Apenas trancrevi às 10:58!

João Pedro de Barbosa disse...

Já mes esqueci da musica que tinha na "cabeça" mas é dos mesmos:

Santos e Pecadores | Momento Final ( Ao vivo no CCB)

http://youtu.be/khS0drWUGOk

P.S. O erro da razão! Não é? Cê_Tê ;)!

João Pedro de Barbosa disse...

http://thisworldontheweb.blogspot.pt/

Andorinha,

A nivel mundial a notícia de que falas! A taxa tem diminuido segundo, dados da ONU!

E logo hoje que a França pediu uma intervenção da ONU no Mali.

João Pedro de Barbosa disse...

O pecado e a redenção de Charles-Edouard Jeanneret.

Capítulo IX

"O que se tem direito de exigir é a saúde - as soluções sãs."

Capítulo I

"Nada mais é contraditório. O construtor está tão à vontade na oficina de fabrico como em cima dos andaimes do templo; ele tanto é hábil e capaz de raciocinar como o poeta. Cada um, bem alinhado segundo a ordem e a hieraquia, ocupa o seu lugar.

De um outro autor:

Let us open our eyes wide and think.

Caidê disse...

Rain
"Inabalável a fé no ser humano, apesar de tudo. A fé nos afectos."

É isso. Terá de ser por aí. Empatia, cuidado, gratidão, reciprocidade, ternura, solidariedade...

Pedro
Ensina-me tu.
Olha, o labor devo inventá-lo que me não sobra calmia para me dividir doutro jeito.
E quando não estivermos sempre a aprender, já morremos de crescer.

Anphy
Uma ou outra vez leio, salto, leio.
Não gostei nada que falasses assim da tua saúde - vamos lá a cuidar!

Andorinha
Gand'a João :)))!

Professor
O Dr. Ulrich é de rigor numérico - "Dentro de cinco ou dez anos..."? A forma como pensa é, no mínimo, exegética.



Me esperem, vá lá!

João Pedro de Barbosa disse...


os poderes da bea

dEUS aqui está
João como eu
A piscar-me o olho
Não me prega
Um ser irmão

Ou hotdog!

P.S. estou com os pés frios!

Andorinha, coitadinha...

João Pedro de Barbosa disse...

http://eondoiclogy.blogspot.pt/

João Pedro de Barbosa disse...

A melhor forma de (a)saltar uma cadeira. É ficar sentado ou com o Globo na mão: João Semedo (selebre pela invenção do palhaço esquizófrénico)

Ainda bem que o meu voto foi alegre, Cê_Tê ;)*

João Pedro de Barbosa disse...

Nas últimas legislativas votei CDU!

O que me dá 3% de margem para não me rever na futura coligação!

P.S. Não é preciso heterónimos para se social!

Cansei de ser sexy! Vou virar o mesmo burro!

João Pedro de Barbosa disse...

Os "seguros" lembram-se de quem lhes não deu a mão. Basta a postura! Com ou sem patente.

Deixo a verdade para a alvorada!
E a homenagem para o entardecer...

João Pedro de Barbosa disse...

9:40

Fora-de-Lei disse...

O problema é que não é só isto a andar para trás...

bea disse...

fora de Lei
"coloquem e reconheçam a família como fundamento da organização social na promoção da responsabilidade pessoal, solidariedade intergeracional e fomento da economia"

Até concordo. Mas haver diversidade de estruturas familiares não é certamente a origem do prejuízo no país; parece-me até leviano dizer-se que fomenta a crise.

João Pedro de Barbosa disse...

O comentário das 9:40,

A imagem é outra
E um melrro
Voltou
A cantar

andorinha disse...

FDL,

Folgo em ver que continuas provocatório como sempre...:)))))

Bagão Félix, Gentil Martins e João César das Neves surgem entre os primeiros signatários de uma petição que apela à revisão de diversas leis que consideram "corroer o tecido social do país".

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/bagao-e-cesar-das-neves-assinam-peticao-contra-o-casamento-igayi-e-aborto=f785400#ixzz2KFMf8LCE


A Bea já respondeu por mim:)
Hoje em dia não há "a família" mas sim vários tipos de família. Não querer reconhecer isso, é ter ficado parado no tempo.

Estes tipos lembram-se de cada uma!
Afinal a culpa da crise é nossa e não dos banqueiros e políticos corruptos.
Está-se sempre a aprender...

João Pedro de Barbosa disse...

Lamento vos informar que Roland Barthes, escreveu em homenagem ao "L´imaginaire de Sartre"

Louca ou séria? A Fotografia pode ser ambas as coisas: séria, se o seu realismo permanecer relativo, temprado por hábitos estéticos ou empíricos (folhear uma revista no cabeleireiro, no dentita); louca, se esse realismo for absoluto e, se assim se pode dizer, original, fazendo regressar à consciência amorosa e assustadora a própria marca do Tempo: que altera o curso da coisa, e que chamarei para concluir o êxtase fotográfico.
São estes os dois caminhos da Fotografia. Cabe-me a mim escolher, submeter o seu espectáculo ao código civilizado das ilusões perfeitas ou enfrentar nela o despertar da inacessível realidade.

15 Abril - 3 de junho de 1979

João Pedro de Barbosa disse...

Teófilo Braga, repete mas de outra forma.

Moralidade

Avisa-nos esta raposa, que quando nos oferecem alguma obra boa notemos as circunstâncias dela, que ás vezes são tais, que custam muito mais do que vale a pia.

Uma Boa Noite

Cê_Tê ;) disse...

Em relação ao post e continuando o "silogismo"... ;)

Estarão os Machado Vaz agarrados ao rebordo de alguma sarjeta (esta paravra lembrou-em uma boa anedota! ;)
E eu e meio mundo transformados em lamas ativadas numa qualquer ETAR!
;(

João Pedro de Barbosa disse...

De é um heterónimo da Google.

Quem são os pais da criança.
Escalh-se um nome á sorte e 100 anos passados o Google responde.

João Pedro de Barbosa disse...

Cê_Tê ;)

Fifty/fifty

bea disse...

Às vezes estamos imersos em nós e somos distraídos do resto…tão parvamente imersos.
Boa noite:)
E não o digo para ninguém senão para o me que é eu.
Sede bons. e não pios

Caidê disse...

QUEIXA DAS ALMAS JOVENS CENSURADAS

Dão-nos um lírio e um canivete
E uma alma para ir à escola
E um letreiro que promete
Raízes, hastes e corola.

Dão-nos um mapa imaginário
Que tem a forma duma cidade
Mais um relógio e um calendário
Onde não vem a nossa idade.

Dão-nos a honra de manequim
Para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos o prémio de ser assim
Sem pecado e sem inocência.

Dão-nos um barco e um chapéu
Para tirarmos o retrato.
Dão-nos bilhetes para o céu
Levado à cena num teatro.

Penteiam-nos os crânios ermos
Com as cabeleiras dos avós
Para jamais nos parecermos
Connosco quando estamos sós.

Dão-nos um bolo que é a história
Da nossa história sem enredo
E não nos soa na memória
Outra palavra para o medo.

Temos fantasmas tão educados
Que adormecemos no seu ombro
Sonos vazios, despovoados
De personagens do assombro.

Dão-nos a capa do evangelho
E um pacote de tabaco.
Dão-nos um pente e um espelho
Para pentearmos um macaco.

Dão-nos um cravo preso à cabeça
E uma cabeça presa à cintura
Para que o corpo não pareça
A forma da alma que o procura.

Dão-nos um esquife feito de ferro
Com embutidos de diamante
Para organizar já o enterro
Do nosso corpo mais adiante.

Dão-nos um nome e um jornal,
Um avião e um violino.
Mas não nos dão o animal
Que espeta os cornos no destino.

Dão-nos marujos de papelão
Com carimbo no passaporte.
Por isso a nossa dimensão
Não é a vida. Nem é a morte.

NATÁLIA CORREIA

rainbow disse...


Boa noite:)

Daniel Oliveira sobre o Sr Ulrich:
http://expresso.sapo.pt/antespelocontrario?mid1=ex.menus/23&m2=503

O novo sistema filosófico de RAP:

http://www.youtube.com/watch?v=wIlT_KT_B8g

Bons sonhos e uma música:

http://www.youtube.com/watch?v=OmLNs6zQIHo




João Pedro de Barbosa disse...

Caidê,

Hoje ouvi! O humor é uma arma!

Guardem-a num lugar seguro!

andorinha disse...

Pedro,

Tem diminuido mas ainda há muito a fazer, artista:)


Cêtê,

Qie raio de humor o teu!:)))))

Caidê,

Grande Natália...sempre.

Fiquem bem.

andorinha disse...

Claro que é, JP:)

Beijinho

Caidê disse...

Pedro
"Ridendo castigat mores" (a rir se corrigem os costumes)...

Noite quentinha:
http://www.youtube.com/watch?v=SKIFrPn0m4c

João Pedro de Barbosa disse...

Estou indeciso entre os Maachado Vaz e os Ulrich!

AMORES GRAVADO NOS ANOS 80.
www.youtube.com/watch?v=CAEqPqJqpCM

Dica do dia! Escolham três!

João Pedro de Barbosa disse...

Já chegaram as patentes para todos os Murçons! Dirija-se a Murçonaria mais longe!

João Pedro de Barbosa disse...

"Bíblia Sagrada"

JOÃO

O Verbo feito carne

bea disse...

Bom Dia :)

afinal o termo balda tem várias entourages. A da filosofia estava inomeada. Mas porque não?! se há um governo que desgoverna e continua a dizer-se governo...e, pelo menos (que é mais), tem graça.

João Pedro de Barbosa disse...

"Etnografias e afins"

Jorge Bento 1997

Leça do Farol

Casas de Facho e Faróis de Leça

Estes últimos, como se subentende, recebiam os sinais transmitidos dos que se localizavam disseminados pelo litoral, ficando assim os povos com o tempo necessário para se precaverem de qualquer possíveis emboscadas.

página 40 e ilustração

João Pedro de Barbosa disse...

Dez a dibidir por cinco, são 2!

João Pedro de Barbosa disse...

7,5..

Há hábitos que não se devem corrijir!

Bêijo-os

João Pedro de Barbosa disse...

"No caminho do noventa"

Nx Zero -Cartas Pra Você

http://youtu.be/BPb_8EIXwRw

João Pedro de Barbosa disse...

Olhem
Pelo
Nuca
De
Pobre
Eu
Génio
Vou

João Pedro de Barbosa disse...

"A caça ao tesouro"

Nas bancas ou no café!

Bom fim de semana!

Cê_Tê ;) disse...

Hoje o professor partilhou algo muito interessante no FB...

Abraços e bjnhs

;)

João Pedro de Barbosa disse...

Sessenta e nove!

bea disse...

(este comentário devia estar no Face, mas não está porque eu não quero; está fora de sítio, paciência. Se o professor acha barafunda a mais, apaga)

Não sei porque escreveu José Tolentino de Mendonça que a amizade pode desejar saber tudo. É tão cansativo e impossível saber tudo… e tão pretensioso que fica mal com sentimentos bons.
Falta o contexto. Porque assim como está... não concordo que seja de passar. Nem é de passar no tempo - porque se mantém - nem é de ir passando para ver como é. É um estar de companhia, uma presença sempre. Na ausência, o amigo continua indelével. Não quer ausências físicas demasiado prolongadas excepto se a vida obriga. Os amigos sempre encontram formas de estar juntos. Sempre. Ou talvez o sentido de passar seja como, desculpem o termo culinário, carne bem passada, a querer dizer que não é um de raspão, coze lentamente. A comida das avós era melhor por ser feita em lume de chão ou num fogareiro e levava horas a apurar. Amizade é de passar como se passa a ferro: com cuidado, devagar, a deixar que o nosso calor ómano desembrulhe, desembaralhe. Porém, tudo que nos pertence é de passar, nós somos passageiros. E se o Tolentino fala de uma amizade alegre, tem razão, mas se diz que passa no sentido de efeméride é anã essa amizade. E os anões que me desculpem, mas são feios.

Há no entanto outro sentido para "passar", que é, sendo profunda, a amizade é leve, não aprisiona. Os sentimentos bons são uma elegância do coração. Não fazem prisioneiros.

BFS

João Pedro de Barbosa disse...

Anfitrite,

Em relação ao teu 1º comentário desta caixa. Transcrevo o que li...

(Quem pensa não faz / Quem faz não pensa)

Alguém
está
a
querer
assobiar
que
o
apito

se
escondeu

P.S. A sorte é para quem precisa e para quem a partilha. Não olhando às partes.

andorinha disse...

Bea,

Pois, também não sei o que deu ao José Tolentino Mendonça para escrever aquilo:)
Concordo, no essencial, com a tua opinião. Mas o que é "saber tudo"?
Nunca se consegue saber tudo de alguém. Agora ter interesse em...faz parte da amizade.


"Há no entanto outro sentido para "passar", que é, sendo profunda, a amizade é leve, não aprisiona. Os sentimentos bons são uma elegância do coração. Não fazem prisioneiros."

Tão lindo isto, Bea. E deves ter razão, deve ser este o sentido. Eu quando li, nem lhe achei nenhum:)

andorinha disse...

Ouçam O Amor é...de ontem e de hoje. Dois excelentes programas.

Penso que o facto de cada vez mais mulheres fumarem não tem a ver com a emancipação da mulher. Igualdade de direitos e deveres não passa por imitarmos os disparates dos homens:)

Bem...vou à janta e ver o nosso Júlio...

Cê_Tê ;) disse...

Gostei do que escreveste Bea. Concordo com... "Esta é a experiência que fazem os amigos. Por um lado, olham-se no fundo dos olhos, mas, por outro, aceitam ver o todo apenas na parte, na visão incompleta, no gesto inacabado. Na amizade, aceitamos do outro o que ele nos dá ou pode dar, e fazemos disso um ponto de partida alegre."
Mas não acho que "A amizade é um passar.” como diz José Tolentino Mendonça- a isso eu chamo de oportunismo...

E... quanto ao que ele chama Ansiedade eu chamaria também outras coisas ...
Boa noite.;)

Manuel disse...

Bom fim-de-semana para todas e todos e boas músicas:

«Impossible love»: Melody Gardot
http://www.youtube.com/watch?v=-K0Vw624AXg&feature=share&list=AL94UKMTqg-9B7oY2qi4Fy6EOuXQiGQdQ-

«Fools»: Diane Birch
http://youtu.be/RRZC4G1oIag

«Pale Fire: El Perro del Mar (nome estranho para uma sueca)
http://youtu.be/nLdtKLjArYo

João Pedro de Barbosa disse...

Manuel,

E o patriotismo?

GNR - dunas

http://youtu.be/KOcI9DQrOJ4

Caidê disse...

Bea

"Os sentimentos bons são uma elegância do coração"
Mais uma vez tiveste uma forma bela de definir.
A amizade é uma abstração, pois no concreto o que temos são amigos.
Na abstração, a amizade é a confiança recíproca e a construção duradoura e nela se fundamenta a disponibilidade para estar com o outro.
Alguém sugere o encontro e o encontro é sempre a festa da relação e é a instância ritual da renovação e da atualização do laço que une os amigos.
Num encontro de amigos nunca ouvimos, sempre escutamos e somos escutados. É a celebração da totalidade da relação e a sua atualização, nada se passa avulso, nem existe para nascer e morrer nos momentos passados com o outro.
Com cada amigo concreto, cada relação tem as suas caraterísticas próprias - tem uma história (que é única), tem um celebrar identitário que é próprio, tem um sentimento de dádiva e reciprocidade que é espontâneo e específico.
Com alguns amigos, vinte anos depois reencontramo-nos como se ontem tivéssemos estado juntos numa qualquer esplanada. Conhecemo-nos tão bem... Dizemo-nos tão verdadeiramente... Tenho destes amigos, amigos de adolescência. As nuances do respeito mútuo, da apreciação bilateral, da frontalidade como que decorre qualquer interação em qualquer devir. O que sabemos e esperamos do outro lá reencontramos.
Tenho outros amigos com quem me sinto bem, mas não a conversar sobre todas as matérias, nem a desfrutar os mesmos entreténs.
A plena comunicação é profunda de mais para se conseguir alcançar com um grande universo.



andorinha disse...

Bem...o Júlio pregou-me a partida e não apareceu. Nem ele nem o Rui Moreira:)

Mas não dei o tempo por perdido pois vi duas excelentes entrevistas: com Francisco Louçã e com Daniel Serrão.
Assim dá gosto ver televisão.

Soube também que há o "Síndrome do mundo mau". Juro que nunca tinha ouvido falar nisto. Trata-se de uma doença que pode afetar pessoas sobretudo com mais de 50 anos.

Consumir demasiada informação pode resultar em ansiedade e depressão.

Já me tinha apercebido disso por mim. Aqui há umas semanas sentia que andava extremamente stressada, revoltada, inquieta e apercebi-me que esse estado tinha a ver com a informação que consumia. Era muita. Era demasiado. Era redundante.
Reduzi a dose:), não leio todos os links aqui e noutros lados, não leio todos os mails sobre a crise que me enviam, enfim...seleciono e restrinjo. E "vingo-me" na música, mos passeios, nos livros...E está a resultar.

Valeu a pena ter estado à espera do Júlio:))))

E agora vou ouvir o que o Manuel nos deixou. O Manuel, que eu já disse me parece ser um bom exemplo de gestão de informação e lazer. Se eu me esforçar muito, poder ser que um dia chegue lá:)

Fiquem bem.

andorinha disse...

"A plena comunicação é profunda de mais para se conseguir alcançar com um grande universo."

Subscrevo, amiga.

Bom fds, gente.

João Pedro de Barbosa disse...

Nem 8
Nem 80

Caidê disse...

Manuel
Boas deixas musicais. As usually. Thanks.

Hoje deixo uma antiguinha:
http://www.youtube.com/watch?v=m30O27UBRiM

Bom fim de semana.

João Pedro de Barbosa disse...

Sim! Senhores Professores...

Julgavam-se
Ver

Livres
Dos

Anfiteatros

João Pedro de Barbosa disse...

Vamos Lá Puxar Pelos Noventa!


Desemprego: Noventa por cento das pessoas com deficiência sem ...




PT Jornal

- ‎Há 12 horas‎


















Um grupo de (d)Eficientes Indignados realizou uma manifestação contra o desemprego, que afeta 90 por cento das pessoas com deficiência. O movimento concentrou-se no Ministério das Finanças, onde entregou um conjunto de reivindicações.

P.S. Apesar de que 100 seria o apropriado.

João Pedro de Barbosa disse...

Num destes dias, fechei os olhos para contar carneirinhos.

Primeiro aparceu um cão que voltou para tráz, depois passaram dois veados e finalmente um peixe que olhou a linha de baixo a cima e se desviou.

João Pedro de Barbosa disse...

O estado da noção! Mais quinze ficam para depois!

bea disse...

Nós sabemos escrever coisas giras sobre a amizade no abstrato e concreto: os amigos.
Que haja. E consigamos ser neles alguma coisa do que dizemos.

Andorinha
estamos na idade do síndrome...:))há de tudo, felizmente; quer dizer, eu dispensava os bocados de mázura de cada um, os meus inclusos.
Fiquem bem

Anfitrite disse...

http://jumento.blogspot.pt/2013/02/o-franquelinismo.html

João Pedro de Barbosa disse...

Sim! Senhores Professores...

Julgavam-se
Ver

Livres
Dos

Anfiteatros

João Pedro de Barbosa disse...

Bom Dia!

João Pedro de Barbosa disse...

Perder
É
Também
Uma
Forma
De
Guardar
E
Avançar

The Doors-The End [FULL]

http://youtu.be/aGmAmJFUvzM

João Pedro de Barbosa disse...

Zero limões
Um limão
Dois limões
(...)






bea disse...

Bom Dia :)

há sol. e tudo o mais. e não sei mais. porque.pronto.
beijinhos

João Pedro de Barbosa disse...

bea,

Eu a pensar
Que tinha cometido
Uma gafe

Vinha
Só confirmar
Se estavam todos inscritos

(: Boa Tarde

João Pedro de Barbosa disse...

Quando maiores, fores!
Que queres ser, a vir a ser?


Eondoicologist

http://eondoicologist.blogspot.pt/

João Pedro de Barbosa disse...

Um

João Pedro de Barbosa disse...

Dois

João Pedro de Barbosa disse...

Três

João Pedro de Barbosa disse...

Quatro

João Pedro de Barbosa disse...

Cinco

João Pedro de Barbosa disse...

Seis

João Pedro de Barbosa disse...

Cento e um

João Pedro de Barbosa disse...

A Tribute tae Braveheart and Clan Wallace

http://www.youtube.com/watch?v=5B0N7FUmv9E&feature=share&list=UUXzePc7-io-FUOhhHYgRjdg

João Pedro de Barbosa disse...

E
Os
Sonhos
Dos
Outros
São
Os
Nossos
Pesadelos

P.S. O contrário também é verdade...

João Pedro de Barbosa disse...

"No jogo das damas"

Tem Vários nomes.
Para não mencionar.
Sem correr o risco.
Alguém me ensina.
Gamão.

P.S. Experiente na sueca!

João Pedro de Barbosa disse...

E assim ficamos
Conscienciosos
Na
Forma
Da
Entidade
Que
Aqui
Criou

João Pedro de Barbosa disse...

Anfitrite,

Singir a citação que aqui trazes na realidade do tempo, é redutor.

João Pedro de Barbosa disse...

Só quando esqueçemos do "nós"!

Elvis Presley Always On My Mind traducida

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=seKWPdiLBEM

João Pedro de Barbosa disse...

bea,

Just foto?! At least...

http://2.bp.blogspot.com/-HE7PrSP8NKo/UOHxqCPA-ZI/AAAAAAAAASM/7a8p22wwleI/s1600/DSC_0143.png

João Pedro de Barbosa disse...

Se não perceberam!
Estão no bom caminho.

João Pedro de Barbosa disse...

Galeria

João Pedro de Barbosa disse...

111

Caidê disse...

Rain

A Vida de Pi valeu pelo 3 D e fotografia, mas também pelo texto implícito em tão pouco texto explícito.
o que é verdade? Quem pediu a verdade? Verdade do "EU" que a viveu? Verdade do auditor que a escuta? Há um auditor para cada narrativa.
A questão da identidade - como ela é uma forma de base ... que se permite ficar na novidade da experiência. Como ela é um sincretismo - e um homem pode ser cristão, hindu, muçulmano? E judeu?
A vida e a morte - agora estou preparado...Na vida, para a odisseia de experimentares muito adversos. Na morte - e obrigado/a pela vida que me foi dada.
E na fome - ninguém sabe como é na fome, a menos que se tenha conhecido na fome.
"Esta verdade" não é apenas um axioma a fazer sentido numa peça cinematográfica, pode importar-se dali para fora.

Este filme pareceu-me mais uma peça de literatura em 3D, sonora e com movimento, mas uma peça de literatura, mais do que um filme.


João Pedro de Barbosa disse...

The Same Frontier

http://www.youtube.com/watch?v=Ae227KABFpA&feature=youtu.be

Manuel disse...

Boas músicas e um bom resto de fim-de-semana.
E já agora, bons filmes também. O «Django Libertado» já cá canta, valeu bem a pena. Amanhã será: «Amor»

«Mértola»: Amélia Muge
http://youtu.be/B9e74Z_6UqY

«Anda comigo ver os aviões»: Os Azeitonas
http://youtu.be/wF7m5M3qaIs

Caidê disse...

Vão com as aves e migrem no sonho desta noite onde o sonho quiser mais que a manhã clara:
http://www.youtube.com/watch?v=fD_fZKRnUhE

rainbow disse...


Caidê

Parece uma peça de literatura, porque foi adaptado a partir dum livro, no qual muitos cineastas mostraram interesse em levar para o cinema, mas que nunca conseguiram. Consegui-o Ang Lee.
Não vi o filme em 3D, mas fascinou-me na mesma.
A verdade é sempre subjectiva, ali há duas verdades, e somos nós que a escolhemos. Ou não. Não é por acaso que a primeira versão da verdade seja a preferida do escritor. Por ser mais apelativa, mais fantasiosa.
A questão da fé, a procura duma identidade baseada nessa fé, a vida e a morte, a sobrevivência e o instinto de sobrevivência. Física e psicológica. A persistência. A gratidão pela vida que se viveu.
O meu comentário já foi aprovado no blogue de Lauro António. Só comentei dois filmes, "A vida de Pi" e "O cavalo de Turim", que curiosamente, também fala da vida e da morte, da sobrevência, mas num registo completamente diferente, sem cor, praticamente sem diálogos, mas uma obra-prima, na minha opinião.
O cinema ainda surpreende.

http://www.youtube.com/watch?v=bkIsX5G8WyQ

bea disse...

Oh! sou muito pesada para ir com as aves. Além do mais, lamentavelmente, não tenho asas. Melhor dormir. Poe que nasçam de noite :)

Sejam felizes

João Pedro de Barbosa disse...

Manuel.

Tu nume pruvuóques!


Eondoicologister


http://eondoicologister.blogspot.pt/

andorinha disse...

Manuel,

Django Libertado, vi. valeu a pena, sim. Um belo filme!
Agora quero ver Lincoln, A vida de Pi, Amor, também. Pelo menos estes três quero ver se consigo ver por estes dias.
Lá terei que sair da província e ir para a cidade porque não estão todos aqui:(

E pronto...fiquem bem:)

João Pedro de Barbosa disse...

Ficamos
A
Vê-los
Passar

Os
120

João Pedro de Barbosa disse...

Como
Diria
O
Otelo

Vou
Ao
Facebook
Ver

Quem são
...
Paciência

bea disse...

A política desanima-me. Não há sol. Mas hoje apetece-me uma alegria pequenina.
E as melhorinhas do senhor professor. A rinite alérgica, de que me curei não sei como, talvez fartura da minha desmazelada companhia, é uma grande de uma chatice

Andorinha
vai lá ver os filmes, pois. merecem a tua atenção. Podes crer.
Vi um filme de 2000 que gostei In the mood for love (sou uma automotora com atraso). Tão diferente do habitual. Ou talvez não. Há muitas maneiras de filmar e viver a mesma coisa. E não sei se não serão no fundo a mesma. Sempre a mesma.

Vai uma alegria pequenina? vai, vai.

Um abracinho

João Pedro de Barbosa disse...

bea,

Como disse o Heman José!

Temos que continuar a trabalhar ainda+

João Pedro de Barbosa disse...

4

bea disse...

desobedeço sempre ao herman, joão pedro

João Pedro de Barbosa disse...

Pedro Paixão...

"Nos teus braços ...)

**** Portátil

(...)O teu numero que me amarra a este mundo de que quero fugir.

P:S: Evitando e não contrariando outras previsões. Nóstardamos incl.

João Pedro de Barbosa disse...

O próximo Pápa não vai ser papisa.

P:S...Fonte Segura

João Pedro de Barbosa disse...

Ausência - Cesária Évora

http://www.youtube.com/watch?v=Ynw3HUOFKTI

João Pedro de Barbosa disse...

Choro, Silêncio e Riso

http://1.bp.blogspot.com/-C3xMNxsC0vY/URtyx_SH5fI/AAAAAAAABus/PvZBNEvFpzI/s1600/DSC_0357.jpeg

João Pedro Barbosa disse...

Bea? Quem não sabe tomar conta de si! Da família. Pode esperar pouco...