terça-feira, julho 06, 2010

Boa noite.

Maria,

O estrépito do fogo de artifício recorta o silêncio do fogo preso que nos gela:(. Dorme bem.

39 comentários:

yes! my love! disse...

:)

Anfitrite disse...

Com esta temperatura as cabeças podem ficar acéfalas e dizerem o que não convém.
(`..´)

Vírgula disse...

Quêêêê??????

Cê_Tê ;) disse...

(Muito bonito!)

Cê_Tê ;) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
thorazine disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
thorazine disse...

Psiquiatra condenado a pena suspensa por violar grávida

O psiquiatra que violou uma paciente grávida de oito meses foi hoje condenado, no Porto, a cinco anos de prisão, com pena suspensa, e ao pagamento de uma indemnização de 30 mil euros.

O coletivo de juízes do Tribunal de São João Novo deu como provado que o arguido atuou com culpa grave, contra a vontade da ofendida (sua paciente) que estava deprimida e medicada, abusando da sua fragilidade.

O psiquiatra João Vasconcelos Vilas Boas foi condenado por ter violado uma paciente de 30 anos grávida de oito meses, durante uma consulta no seu consultório, e residência, na Foz do Porto, em 02 setembro de 2009.

"Arguido atuava contra vonta da ofendida"

"O arguido sabia que ao agir de tal forma atuava contra a vontade da ofendida, e que aquele seu comportamento é contrário aos sentimentos gerais de moral sexual", refere o acórdão hoje lido.

O tribunal considerou ainda que "aquela não foi a primeira vez que o arguido fez abordagens de cariz sexual" tendo até, em consultas anteriores, colocado "questões sobre a sua vida sexual", afirmou a juíza Manuela Paupério durante a leitura do acórdão.

"Quem melhor que o arguido conhecia as fragilidades e debilidades da ofendida, sabendo como atuar?", questionou a juíza.

Para a definição da pena a aplicar o tribunal teve em conta a "grande necessidade de prevenção", até para "inibir comportamentos semelhantes" por parte do arguido.

Defesa vai recorrer

À saída o advogado do arguido, Artur Marques, admitiu recorrer da decisão do tribunal, admitindo que "estava à espera da absolvição" do seu constituinte.

Já para Paulo Abreu, mandatário da ofendida, "pretendia-se uma condenação e foi feita justiça".

O médico, de 48 anos, que arrolou 14 testemunhas em sua defesa, entre elas Júlio Machado Vaz, continua a trabalhar no Instituto da Droga e Toxicodependência em Campanhã, no Porto.

Fonte: http://aeiou.expresso.pt/psiquiatra-condenado-a-pena-suspensa-por-violar-gravida=f591546

PS - Pena suspensa para uma violação provada? :(

fiury disse...

Thora,

Sinto um gosto macabro ou é inocência da idade falar de uma questão de Tribunal de um amigo do Júlio? Achas mesmo que se ele achasse oportuno falar disso aqui não o tinha feito já?

thorazine disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
thorazine disse...

Fiury,
aqui nunca nenhum assunto foi tabú, e se este o for tenho a certeza o prof. saberá dizê-lo..

Depois, não perceberia o que poderia ser macabro aqui - para além da violação de uma mulher grávida, está claro..

fiury disse...

Thora,

Reitero que teu comentário é de muito mau gosto e isso está para além dos tabus ou da tua inteligência. Mas se não entendes isso eu não posso fazer nada. Há certas coisas na vida que ou se tem ou não.

thorazine disse...

Fiury,
não é preciso muita inteligiência para perceber que o que estás praí a dizer não é sequer defensável. O prof. sempre falou do que quis, e sempre se reservou a não falar do que não quis. Se ele não quisesse que falasse sobre e para ele nem tinha um blog aberto a comentários.

Pesquisando um bocadinho nos comentários anexados às notícias, lê-se coisas como " O prof. JMV desiluidiu-me muito a defender este XPTO". Imagino que sejas deste género de pessoas, que se baseia em notícias para julgar a intervenção do prof - aliás, não faço a mínima ideia qual será a relação do arguido com o prof, simplesmente sei que o prof trabalhou no CAT de campanhã uns anos mas daí não tiro a ligação.

Imagino que o prof não foi para o tribunal mentir ou puxar a brasa à sardinha deste seu colega, mas sim dizer a verdade - é isso que normalmente se faz em tribunal, quer seja a defender quer seja a acusar um supeito de um crime.

Mau gosto é querer varrer para debaixo do tapete o lixo, para o mundo parecer um lugar mais bonito. Isto foi o que a igreja católica tem tentado fazer nos últimos anos..

fiury disse...

Thora,

Uma coisa é vira aqui pontualmente uma pessoa insultar ou julgar, outra é um habitué estar com as tuas dúvidas e tentar transferi-las para outros. Não li nada sobre o assunto hoje, apenas há muito tempo, que o Júlio era testemunha e pensei: num País em que é costume fugir da responsabilidade de se ser testemunha, ainda bem que há pessoas que pensam que os amigos ou colegas são para as ocasiões, (quando se tem a convicta certeza da sua inocência): chama-se a isso carácter; mesmo correndo o risco de aturar julgamentos e de passar de bestial a besta,o que é também habitual cá na terra.
Apesar de tudo, a tua atitude não foi de todo uma surpresa para mim.
Lixo é o que fizeste.

thorazine disse...

Fiury,
falar para o ar é no que dá..

No JN:

"Para a condenação acabaram por contribuir duas testemunhas do próprio João Vasconcelos Vilas Boas. Em concreto, o sexólogo Júlio Machado Vaz e o catedrático de psiquiatria e ex-deputado do PS, Eurico Figueiredo.

O depoimento deste último foi classificado pela juíza como o “mais assertivo, mais concludente mas, também, o menos credível de todos”. Isto porque, ao comentar o teor de mensagens enviadas pela vítima de violação ao psiquiatra, disse ter sido a primeira vez que estava a lê-las. Já Machado Vaz admitiu ser possível uma mulher, doente, só posteriormente ao acto se aperceber de ter sido violada, razão pela qual, através das mensagens, não excluiria o crime."

Eu não vim insultar ninguém, tu é que estás insultar - caso ainda não tenhas reparado! Nunca pus em dúvida que o prof. diria sempre a verdade, seja ela qual fosse. E aqui está, num caso destes, a prova disso mesmo..

BadWolf disse...

http://www.youtube.com/watch?v=XTnga9D5LVY

A Humanidade dos bichinhos.....

De um murcon para outro!

BadWolf disse...

http://www.youtube.com/watch?v=Yu4jFzz8NlE

Mais uma de um murcon!

fiury disse...

Thora

Agora achas que o Júlio foi testemunha duma pessoa para a enterrar... enfim. Olha continuo a achar que trazeres o assunto para aqui foi mal intencionado e de mau gosto. A iniciativa, uma vez que se trata de um assunto de Justiça, teria de ser do Júlio.

fiury disse...

Por mim nunca tive, não tenho nem nunca vou ter necessidade alguma que o Júlio escreva uma palavra sobre o assunto.

andorinha disse...

O post é pequeno, mas bonito!:)

Thora,


Tenho acompanhado o caso desse psiquiatra pelos jornais e soube também da condenação.
A primeira vez que li sobre isso fiquei completamente horrorizada. Não tenho palavras para qualificar a atitude desse homem.
Pelo que sei, ao princípio negou em tribunal que tivesse tido relações sexuais com a paciente. Só posteriormente perante exames periciais confessou que tinha havido sexo, mas consensual.
Por aqui se vê o estofo moral deste senhor.
Quanto à pena ela é reflexo do estado de doença da nossa "justiça".

andorinha disse...

Fiury,

"Uma coisa é vir aqui uma pessoa pontualmente insultar ou julgar, outra é um habitué estar com as tuas dúvidas e tentar transferi-las para outros."

Não vi o Thora insultar ou julgar o Júlio e nem tentar transferir dúvidas para outros.

E dúvidas sobre o quê?
Ele limitou-se a apontar factos reais. Não o vi fazer nenhum julgamento moral em relação ao Júlio.


"Apesar de tudo, a tua atitude não foi de todo uma surpresa para mim."

Sinceramente!!!
Não entendo em que te baseias para fazer uma afirmação destas!

Podes dizer que o assunto não é comigo, mas há uma coisa chamada liberdade de expressão da qual não abdico.
Ao ler o que escreveste, ficar calada seria violentar-me.

Julio Machado Vaz disse...

Minha gente,

1 - O João Villas Boas foi meu aluno há trinta anos e desde aí mantivemos uma relação de estima mútua.

2 - Não fui chamado pela defesa como testemunha, mas como perito nas áreas de Psiquiatria e Sexologia. Teria sido para mim mais cómodo recusar e para o acusado mais seguro, ele sabia que jamais mentiria para o favorecer.

3 - Fui tratado com enorme gentileza por Juízes, Acusação e Defesa, num depoimento que demorou mais de hora e meia.

4 - Neste momento uns dizem que tentei safar um violador, outros que enterrei o acusado. São as regras do jogo. Respondi a todas as perguntas o melhor que pude, salientando que a minha área de trabalho implica que opinemos baseados em critérios tão vagos como "experiência clínica", "tipos de discurso", etc...

5 - Não admira, portanto, que o meu depoimento não fosse considerado o mais "assertivo".

6 - É rigorosamente verdade ter afirmado - "admitir" é um verbo que parece indicar ter sido obrigado a fazê-lo... - que jamais poria o meu nome numa declaração que assegurasse não ter acontecido uma violação.

7 - O Tribunal teve a amabilidade de nunca me colocar a "pergunta impossível" - preto no branco, o que realmente aconteceu? Só duas pessoas o sabem e mesmo essas, possivelmente, têm visões diversas dos factos.

8 - Sendo assim, opinei sobre cenários e dei a minha opinião de psi sobre a probabilidade de cada um deles. Mas também sobre medicação e seus efeitos, conceitos de abuso e violação, ética médica, prática clínica em sexologia e psicoterapia, gravidez e sexualidade, etc, etc...

9 - Preferia não ter ido, mas teria lá voltado. E arrisco-me a dizer que nenhuma das partes envolvidas pensou que em algum momento eu mentira, mas talvez seja wishful thinking.

10 - Ao Thora e à Fiury digo que ambos me demonstraram carinho, cada um à sua maneira. E afirmo sem correr qualquer risco - sei que nunca vos passaria pela cabeça que eu mentisse em tribunal.

11 - Durmam bem. Eu não consigo, mas não é por ter a consciência pesada...

fiury disse...

Andorinha,

Estou sem paciência para desenhos, tenta reler ou pede a alguém para te traduzir, mas é dos tais assuntos que não percebendo à primeira, não sei não...
Compraste os direitos de autor da liberdade de expressão foi?
Experimenta usar a liberdade de expressão em coisas necessáris em frente à Assembleia da República, não te sentirás tão violentada com tanta injustiça.

andorinha disse...

Júlio,

A mim também nunca me passou pela cabeça que pudesse mentir em tribunal e sou aqui discriminada porquê?:))))


Fiury,

"Há certas coisas na vida que ou se tem ou não."

Concordo plenamente. E tu não tens capacidade de dialogar ou argumentar de forma inteligente e serena.

E isso é que acaba por não ser uma surpresa para mim. Já tem acontecido aqui várias vezes e não só comigo, portanto...tira daí as tuas conclusões, se quiseres.

fiury disse...

Andorinha,

Se estiveres mais atenta eu nunca falo contigo, apenas te respondo, não como tu queres mas isso é o risco que tu corres ao te meteres nas conversas.Dizes mal e fazes o mesmo, que incoerente. O mais serena ou menos serena é propositado, depende do objectivo da minha consciência e convicção.

isabel disse...

"Só duas pessoas o sabem e mesmo essas, possivelmente, têm visões diversas dos factos." JMV

:)

Anfitrite disse...

Thora
Eu ainda não tive tempo para ler tudo o que se passa, mas apetece-me dizer já qualquer coisa sobre a notícia:

1- Se estava grávida não corria esse perigo, outra vez;

2- A juíza nunca notou que precisava de um psi, porque não acha normal que um psi fale, com a sua paciente, sobre assuntos de cariz sexual;

3- O professpr corre sérios riscos ao exercer a sua actividade( de sexólogo), porque esse assunto é tabú.

4- Que todos os psis têm de ser um bocado fora do normal, senão não conseguiam ser bons psis.

5- A fiury, como muitos outros, está afectada com o calor, porque não devia pensar em esconder o "lixo" debaixo do tapete, e achar estranho que um psi preste depoimento em tribunal.Muitos até são pagos para isso.

6- Que rico divã que o psiquiatra tinha!

7- A ofendida ía ao consultório do psiquiatra, que era na sua residência, mas concerteza que não ía lá obrigada.

Já desabafei. A principio ri à gargalhada porque pensei que era o Thora que também estava afectado pelo calor e nos estava a contar uma história.
Agora vou deliciar-me a ler o resto.

fiury disse...

Anfitrite,

Tu também gostas pouco de te meter comigo, gostas. Isto é um blogue, talvez desabafar para outro lado, não? Lixo e estranho é o que geralmente acho do que escreves.
Com calor deve estar o teu cão, vai refrescá-lo.
A partir de agora as respostas a ti e à Andorinha não são de graça.Irra!

non! mon amour! disse...

@Anfitrite

1- uma violação pode acontecer até mesmo entre marido e mulher, em leito conjugal

2- acredito que a esmagadora maioria das violações nunca sejam denunciadas

3- admiro e respeito muito a coragem de quem ousa queixar-se de ter sido vítima de violação - eu pensaria sempre duas vezes, pelo menos

4- os factos dados como provados num processo, e a realidade, nem sempre se confundem

5- trabalho e sexo, não se devem casar, que dá mau resultado

6- ninguém devia escolher para psi - e não só para psi - alguém que lhe agrade para outros fins

7 - os psis - e não só psis - não deviam aceitar como doentes ou clientes alguém que lhes agrade para outros fins

8- há horas do diabo

9- por mais grave que seja, tudo cabe nesta vida

10- e de santas vinganças não há quem fale

andorinha disse...

Fiury,

A questão não é se falas ou se respondes (lol), a questão é que não tens argumentos. É algo muito diferente.

E não precisas de te preocupar, a partir de agora podes considerar-te livre de me responder ou falar(lol)
Vês como sou benemérita?:)

A Menina da Lua disse...

Tal qual o Professor, tambem a mim me pareceu que:
"Ao Thora e à Fiury digo que ambos me demonstraram carinho, cada um à sua maneira."

Ao Thora, com toda a sua irreverente juventude, querer tentar aqui neste espaço chegar a uma verdade sobre a notícia polémica que envolvia o Professor e que naturalmente poderia aqui ser alvo de maior discussão/esclarecimento no sentido da verdade, sem contudo nunca ter posto em causa a isenta e justa prestação do Professor.

À Fiury, talvez com maior maturidade, por querer preservar o Professor de maior polémica e confusão que naturalmente este tipo de notícias por vezes geram pois tal como tambem diz o Professor em relação a este caso: "uns dizem que tentei safar um violador, outros que enterrei o acusado." :(

Claro que a posições e posturas diferentes, terão respostas e posturas igualmente diferentes por parte do resto das pessoas aqui, mas isso é tambem tão natural "como a água que corre"

Salve-se então a boa intensão que cada um com toda a certeza teve:)

A Menina da Lua disse...

Desculpem eu queria dizer intenção:) apesar de tudo isto ser de muito intensão:)

Cê_Tê ;) disse...

O assunto deixou-me muda. Deve ser muito dificil separar as águas em alguns casos- a empatia necessária a um acompanhamento bem feito também passará por zonas escorradias de um psi- ele próprio com as suas fragilidades (excluíndo "fragilidades graves") que terá sempre (suponho) a obrigação de abandonar o caso.
Mas como o professor diz (e acho soberba a frase) "Só duas pessoas o sabem e mesmo essas, possivelmente, têm visões diversas dos factos." Diria até que visões mutantes dependendo das motivações, frustações, contextos em que as partilham,... tanta coisa.
Não deve ter sido nada fácil, apre!!!

A Menina da Lua disse...

CÊTÊ

" Mas como o professor diz (e acho soberba a frase) "Só duas pessoas o sabem e mesmo essas, possivelmente, têm visões diversas dos factos." Diria até que visões mutantes dependendo das motivações, frustações, contextos em que as partilham,... tanta coisa.
Não deve ter sido nada fácil, apre!!!"

Pois é! é assim...!não deve ter sido nada fácil mesmo!

Apre! apre! :)

fiury disse...

A menina da lua

Também aprecio peace and love, mas como já notaste não evito um conflito a TODO o custo: para mim há limites. Se eu tivesse um blogue, se estivesse envolvida num caso de Justiça por causa de um colega ou amigo, jamais acharia piada que um "amigo" de blogue debitasse no meu blogue um artigo de jornal sobre o assunto, antes de eu própria falar dele (se me apetecesse).Acharia a atitude de muito mau gosto. Continuo a pensar que a intenção não foi inocente- mas isso sou eu- tenho de aceitar que não pensem como eu e vejam boas intenções onde eu não as vejo.
Um bom dia para ti.

Ponto de Interrogação disse...

Resumindo e baralhando, este post, apesar de pequeno, é bem bonito.

:-)

bea disse...

Bem bonito. E sem lixo. Nem tapete.

Xelim's Skull disse...

Professor Julinho,

Portanto esse seu "amigo" tem o fetiche das grávidas. Que ideia para um filme XXX - o psiquiatra violador.

Há mulheres que decidem que foram violadas só depois da relação.

Ponto de Interrogação disse...

Ai valha-me São Caricalho da Malha que é o protector dos desprotegidos!

Mas que granda carga de porrada!

Ó prof., tem cá uma paciência!!!

:)

jota disse...

desapaixonares-te Ó Julinho com esta diaspora sefardi?

dificil muuuito dificil

PUUUUUMM :)

beijo-te em arpejos de gamba e "colapsus" de ais

ai de mim
marulhar, marulhar

corazón amigo