terça-feira, fevereiro 15, 2011

Circular.

Como vocês sabem, o Murcon é o meu "Diário da República". Por isso não me imagino a agradecer e pedir desculpa noutro sítio. Agradecer, por centenas de pessoas terem "entupido" o site em que ontem respondi a questões sobre Sexologia; pedir desculpa por a informática não ter aguentado - apesar do esforço de tanta gente! - e muitos terem ficado sem resposta:(.
Mas nada substitui o face a face, gente, desculpem a caretice:))))))).

28 comentários:

ana b. disse...

Prof.

Ora ai está uma maneira proveitosa de se comemorar o dia dos namorados.
Não me surpreende, contudo, que a modalidade "on line" tenha batido a face a face...:))))
A não ser que as questões tenham sido postas em privado,custa-me um pouco a imaginar o bom macho português a debater tal assunto num espaço público. A não ser que fosse a mulher falar pr ele!
Mas acho excelente que se fale de um assunto que só acontece com os vizinhos e com os primos.

ana b. disse...

Condessa:

Não tem nada a ver com o filme que referiu. Está a anos-luz. Até o argumento é completamente diferente.

andorinha disse...

Nada, em circunstância alguma, substitui o face a face:)

Mas há que aproveitar as novas tecnologias e como disse a Ana, para algumas pessoas será mais fácil assim colocarem as suas dúvidas.

Bartolomeu disse...

Desde quando é que o "face-a-face" é careta?
Só se um dos dois, ou ambos, produzirem esgares durante o diálogo.
De resto, o face-a-face será sempre a excelência de um contacto, sobretudo se se produzirem ideias, reflexões, opiniões.
Tá bem... pronto, a informática permite que se chegue em tempo útil a um maior número de pessoas, em simultâneo mas... não é a mesma coisa.
E a prová-lo está o facto de muitos terem ficado "pendurados".
Orábóbúra!
;)

ana b. disse...

Andorinha:

tenho a eternidade para dormir:))
Se calhar a Anfi tem razão ao dizer que eu tenho pressa de viver

Bartolomeu disse...

Ah e ainda...
(vê lá o que vais dizer, Bartolomeu... tu às vezes tens umas saídas meio aparvalhadas...)
Porque carga de água se espera que seja a mulher a tomar a iniciativa de falar pelo homem, nesta questão da erectilidade?
Dizia ontem o professor, que o homem tende a calar, a fingir que ignora e a esperar que o problema se resolva com o tempo...
Não será essa atitude reveladora de uma certa incapacidade tanto para aceitar a ideia de que existe um problema, como para perceber que existe realmente um problema.
Lembra-me a questão dos casais em que a mulher não engravida e ambos ruminam o endosso do problema para o outro.
Meus amigos, nem os próprios homens entre si, conseguem perceber o problema da disfuncção eréctil, quanto mais as mulheres... elas só sabem que o macho não ultrapassa a "posição de descanço", eles... sabem que os "ingredientes" continuam todos no seu lugar, só lhes faz confusão, não perceberem porque não funcionam.
Tenho um amigo que por volta dos cinquenta, depois de 26 anos de casado, topou que o "material" deixou de ter o desempenho a que o tinha habituado. Fêz análises clínicas exames à prostata, ecos e, verificou que estava tudo normal. Contudo o "bicho", mantinha-se preguiçoso. A relação do casal começou a esfriar, o tipo começou a tornar-se irritante e um dia, estávamos a almoçar juntos e o gajo sai-se-me com esta: Olha lá, tu tens problemas de erecção?
Eu, que tenho uma propensão genética para o gozo, respondi-lhe de imediato: - Tenho!
O gajo ficou atónito... fez uma pausa e continuou: - Achas que é da idade? É que eu desde ha um tempo também não consigo "levanta-lo" completamente, fica-se-me a meia haste.
Ahhhh, respondi-lhe. E pensei com os meus botões; já metes-te água Bartolomeu. E continuei, olha lá, e já consultaste o médico?
- Já pá, já fiz análises e exames, está tudo normal.
- Mas, e o que te disse o médico?
- Oh... achas que ia dizer ao médico que não levanto o "martelo"?!
- Então? a quem que achas que deves dizer? Estás-me a dizer a mim, mais lógico que digas ao médico.
- Mais lógico, não. Digo-te a ti porque és meu amigo.
- Ok reconheço a honra, mas acho que é ao médico que tens de colocar a questão, só ele é que pode tentar resolver-te o problema.
- Mas olha lá, tu foste ao médico? Tomas alguma coisa?
Nesta altura, fiquei um bocado sem geito e tive de confessar; Não pá, estava a reinar contigo, por enquanto o "Zézinho" ergue-se ao toque de harpa e mantem-se em funcções galhardamente. (E mais não me gabei porque iria agravar o estado depressivo do caramelo)
- Mas olha lá uma coisa; se já fizeste testes médicos e estava tudo bem e não queres falar com o médico, porque não fazes a prova do algodão?
-Quê? Que prova é essa?
-Man... não sabes que o algodão não engana? É somente uma expressão, pá!
- Hmmm tá bem, mas que prova é essa?
- Fazes o seguinte, sais uma noite destas, dizes à tua mulher que tens um jantar com colegas ou assim, vais até ao Elefante Branco, mandas um wisky abaixo, nas calmas, vais vendo o panorama e deixas-te engatar por uma brasileirinha cheirosa, dengosa, melosa, sais com ela passam duas horitas num quarto de hotel e vês se o "gajo" desperta. Se despertar, é porque precisas de apimentar a relação com a Maria, se não despertar, então meu amigo... não tens outra solução que ir ao médico.
O meu amigo seguiu o conselho, garantiu-me que o "Zézinho" funcionou e que até chorou por mais.
Agora, não sei como é que ele faz em casa, mas deixou de andar macambúzio, alguma solução deve ter encontrado, mas também não pergunto.

ana b. disse...

Bart:

Você voltou cheio de força!!!

Bartolomeu disse...

Imagino que "força" seja uma metáfora, Ana b.... será?!
;)

Caidê disse...

Prof
Haverá caretice? Só se for na palavra "substitui". Eu diria que "nada inova mais", talvez porque é mais modernaço (expressão que usa a Anfi? A autoria é da Anfi?).

"Substitui" faz lembrar a tal que se virou para trás e, hirta, ficou maquete de sal. Sal, diga-se, ser o enorme pecado da ausência de água. E como tal eis que deixou de fluir. Não mais pôde ondular, serpentear, rodear, escapar.

Modernaça por modernaça, que se seja de corpo inteiro - mais body to body, que face to face. Olhos nos olhos é sempre coadjuvante. E mão na mão? Quinestésico!E...?Chega!

Quando muito desafio a Ana b. a um cineminha side by side. Se ela não os papar todos rapidamente.

Bart
Vens mesmo cheio de majestade! Logo faço um texto to texto, pegando nas tuas sábias controvérsias.

ana b. disse...

Caidê:

quando vocês estão a ir já eu estou a voltar:)
A paixão é antiga. Já no meu livro de curso,a minha caricatura está com um oscar na mão e a dizer:
-No último fim de semana fui 10 vezes ao cinema!!

Bart:

deixo a interpretação ao seu critério.
Os seus ultimos comentários dá pano para mangas.Incompativel com pequenos intervalos.
Aguarde-nos...:))

Bartolomeu disse...

I'm waiting for your thoughts...
;)

Daniela Machado disse...

Boa Tarde
Ontem, como o site bloqueou fiquei sem saber a resposta.
Sou a Daniela Santos que falei em representação do grupo "Ciência em 5 Dias" no que diz respeito ao convite dirigido a vossa excelência para que protagonize uma palestra na nossa escola.
Desde já agradeço e deixo o nosso contacto e também o nosso site para que nos possa contactar e ficar a conhecer um pouco melhor o nosso projecto: cienciaem5dias@hotmail.com http://cienciaem5dias.blogspot.com/

Daniela Santos

bea disse...

Caramba, professor, não imaginava haver tanta questão. Pensava até que, neste dia, as pessoas estivessem conectadas noutras direcções. A ser assim, e porque na verdade muitos não souberam ou estavam em off, não seria de repetir sem o dia por detrás? Alguma razão há-de haver para a avalanche: solidão de companhia, sexualidade mal entendida, gosto pelo tema, confiança no respondente…Terapias com dia próprio e um, são como amor com datado: um pouco sem sentido. E contudo meritórias, melhor lembrar um que nenhum. Quem sabe o que ajudou a resolver! Certeza: alguma coisa ficou e vale.
O blogue murcon é mais um antípoda do DR. Mas sim, é presidente e governo. “Nada substitui o face a face”; mesmo que sejam os primos, os tios e os outros, há alguém a contá-los. Havendo, o esboço passa a desenho, a presença do corpo muito diz sem que palavras existam.
Bart
Extraordinário conselho. Havendo próxima vez, vais com o professor. Afinal ajudaste uma vez…

ana b. disse...

Bea:

Gostei da sugestão que deu ao Bart.
Prevejo um congestionamento de trânsito na Luciano Cordeiro...
Depois dir-vos-ei qualquer coisa.
É que, por razões profissionais, passo muito tempo naquela zona.:))

Prof:

Permita-me uma correção ao meu 1º comentário deste post
"...que só acontece com os vizinhos, com os primos e com os amigos".

Luísa disse...

Foi uma óptima ideia para celebrar o Dia dos Namorados!:) Surgem sempre mil e uma sugestões para celebrar este dia, a maior parte delas consumistas, desinteressantes, quase obrigando-nos a não ficar de fora, a entrar no jogo, a fazer qualquer coisa de muito fantástica, muito romântica, muito elaborada.
Apesar de não ter podido estar online nesse momento e "participar", divulguei o "evento" a alguns dos meus contactos, porque sei da quantidade de questões que muita gente quer colocar, tal como eu, mas não sabe como, nem quando, nem a quem... Ficou um "just in case", para ninguém se sentir atingido e, mesmo assim, alguns responderam que não precisavam, mas que iam divulgar aos amigos. Hehe...

Anfitrite disse...

Bartolo,

Nunca perca a esperança. Leia esta
mensagem que recebi esta semana:

ANEDOTA DO DIA - O Armando

O Armando tem 95 anos e vive num lar de idosos.
Todas noites, depois do jantar, ele vai para um canto do jardim, por de trás do lar, para se sentar e pensar no que conseguiu ao longo da sua vida.
Uma noite, Arminda, 87 anos, ia a passar pelo jardim e sentou-se a conversar com ele.
Sem darem por isso, várias horas se passaram.
Depois de uma pequena pausa na conversa, Armando volta-se para Arminda e pergunta:
- "Mas sabes do que sinto mais falta?"
- "Do quê?" - pergunta ela.
- "SEXO" - responde o Armando.

Arminda exclama:

- "Seu velho xéxé, não o conseguias levantar nem que te apontasse uma pistola à cabeça!"
- "Eu sei..." - diz Armando - "...mas era bom que pelo menos uma mulher pudesse segurar nele de vez em quando!"
- "Bom, isso eu posso aceitar" - diz Arminda, abrindo o fecho e segura no...de Armando.
Depois disto, decidem que daí em diante, se encontrariam todas as
noites naquele canto do jardim, onde se sentariam a conversar e depois ela ficaria a segurar no... por um bocado.
Só que uma noite o Armando não apareceu e, preocupada, Arminda começa a procurá-lo, até que o encontra noutro ponto do lar, sentado à beira da piscina com outra residente do lar, a Etelvina que também lhe estava a segurar no...

- "Seu traidor, Trapaceiro! Que tem a Etelvina que eu não tenho?"

O Armando sorriu e respondeu feliz:

- "Parkinson!!!"...


Caidê,

As coisas sem sal não têm piada nenhuma! E se ela olhou para trás é porque lá houve algo de bom. Isso não impede que continue em frente
e em todas as posições.
E já agora:

http://www.youtube.com/watch?v=ZZA__cQquyc

Bartolomeu disse...

Ora aí está, Anphy... não sei se por acaso, se de propósito, tocaste num aspecto importantíssimo e que dita em muitos casos a "infidelidade". O facto de algumas mulheres se limitarem a "pegar nele", enquanto que outras, percebem uma evidência, que é: quando "o" seguram, quando "o" manipulam, quando "o" massajam, quando se roçam "nele", ressuscitam-"no" se estiver morto, curam-"no" se estiver doente, revitalizam-"no" se estiver preguiçoso, em suma... dão-"lhe" o préstimo para uma das funções para que foi criado.
;)

ana b. disse...

Mas é claro!!!
As grandes causas da disfunção erétil no homem,passam pela passividade da mulher ou então, nalguns casos, pela pouco poder atrativo da mesma.
É por isso que não há melhor remédio que uma brasileira.
Só fiquei com uma dúvida: porque será que no Brasil também há tanta disfunção erétil??
Ah! Já sei!
É que os homens brasileiros não têm o vigor dos portugueses!
Claro. Como é que não me ocoreu antes.
Há cá coisa melhor que o bom macho português!!!

Ora atentem no mestre:

http://www.youtube.com/watch?v=dgUYdCYsx6U

http://www.youtube.com/watch?v=7KXpxu-Z_qo

Bartolomeu disse...

ana b.
Como poderás verificar, não afirmei nada do que assinalas.
As causas da disfunção eréctil, podem ser múltiplas, do foro psíquico, ou físico, mas podem passar também e somente por falta de estímulo, por enércia, por desinteresse.
O facto de ter mencionado o caso daquele amigo que passou uma noite pelas mãos de uma brasileira, não quer dizer que o considere um exemplo, tão pouco que aquele seja o remédio milagroso, capaz de resolver todos os problemas.
Quanto às companheiras desinteressante... elas até podem ser as mulheres mais bonitas do mundo. Olha, namorei uma rapariga dona de um corpo anafadinho, uns seios, umas côxas e um carácter, generosos, uma auto-estima invejável e uma boa disposição e desinibição que faziam dela uma pessoa muito interessante, posso dizer até, sensual e desejável. Para além do mais, brincava com o "zézinho" como mais ninguém o fez até hoje.
E porque não ficaste com ela? - perguntas-me tu aí do teu cantinho-
Porque fui viver para o estrangeiro, e quando regressei, já outro a tinha conquistado.

Caidê disse...

Tenho pena de não ter ouvido o programa de rádio do dia 14!

Mas, Bart, pegando na controvérsia entre ti e o teu amigo, vou botar texto.

Se as causas não são orgânicas, se não há depressão manifesta...

Não será toda a relação que está com um break de insatisfação? Os factores de insatisfação têm de ser tornados conscientes e ou há desejo de superação e capacidade para tal ou não. Quantas vezes não encontraremos um mais um insatisfeitos ambos com a própria vida e a quererem que a relação alimente um mais um? Se um mais um sentem bloqueios, dificilmente erguem em conjunto algo desbloqueado. Por vezes, é um a puxar a carroça, mas acaba por se cansar - tem de se puxar a si e tem de puxar a relação. Esse pode ficar desgastado, ao fim de um tempo. Às tantas, a relação fina-se e podem dois sair trucidados. Ou pode sair trucidado o que investiu mais e sair energizado o que esteve de papo para o ar à espera de novos ventos ou de ter de partir para outra.

Contudo, numa relação de amor não é a capacidade de se satisfazerem necessidades recíprocas que é a medida do amor. Será mais a capacidade recíproca de dar amor que melhor poderá fazer o barómetro do relacionamento. Mas isto é já um vector de relação e, secalhar, poucos casais o têm como estruturante.

Também não se pense que ter um vector estruturante assim pode ser construído em idealização e no campo da moralização para pôr uma intimidade e cumplicidade entre dois a funcionar. É precisa a atractividade de princípio. O desejo físico é básico: porque nós somos natureza não creio que nos possamos erguer só de valores e de cultura.

Depois, entre dois corpos à beira de uma entrega amorosa é preciso criar uma temperatura comunicante. Se é a mulher que manifesta primeiro vontade do encontro não basta o "vamos nessa": um certo ritual de sedução deve aclimatar o tempo de encontro, mesmo que se deitem juntos todos os dias. Um rompante pode até ser desencadeado, mas depende da percepção mútua.

Para mais, quantos homens conhecem o corpo de uma mulher? Da sua mulher? Para juntar à festa, quantos homens se dispõem a desfocar-se do seu epicentro e a permitir-se usufruir de todo o seu corpo também?

Invadidos por um misto de ternura e sensualidade vão lá chegando - ao excelente!...

Tenho para mim que um encontro amoroso de grau maior é uma forma de arte.

Pois não. A vida agitada do quotidiano de um casal não deixa sempre espaço livre para trabalhos artísticos sempre tão aperfeiçoados. Há dias em que a tela se fica por traços, que no dia seguinte se aperfeiçoam até se achar concluída aquela peça e ter já outra em mente. E vem o dia em que se desrotiniza tudo e a galeria de arte tem já obras suficientes para abrir a exposição - uns últimos retoques, uma relação em fase crescente, está-se um andar acima.

Agora, não me passa pela ideia que um artista plástico possa estar atravancado das ideias: as mentes têm de estar libertas para a perfeição afluir com naturalidade.Destravancar o companheiro das ideias que o empenam é complicado, acho!

o rei vai nu disse...

A Machado & Lilly Lda continua a lebantar Portugal.
E a própria conta bancária também.

Condessa de Til disse...

Ana

Falei em remake por se tratar também de um par que se encontra para ter relações sexuais, mas claro que o filme francês tem outro nível. Por isso o recomendei:)

Bartolomeu disse...

Extenso mas (e) saboroso, o teu texto, Caidê, apesar de alguns lugares comuns, afinal... os mesmos que compõem a vida de todos estes mortais em construção... que somos, apesar do mundo fantasioso (+ou-) que compomos (+ou-) à medida da nossa imaginação.
;)))
Contudo, é preciso ressalvar um aspecto; ~desviaste o sentido da prosa, o descorrer das considerações, para o amor, quando, o tema inicial, era o sexo e a disfunção erectil.
Dir-me-às: ó pazinho, não é possível que haja sexo sem amor...!
;)))
Uiii malvada, queres obrigar-me a aceitar a dicecação das palavras e do que elas significam.
Ok, então, bora lá a isso.
Acho que cabe aqui a anedota do empresário do nuorte que vem a Lisboa em negócios, hospeda-se num hotel e ao fim de 2 dias intensos de reuniões, decide fazer uma folguinha e visitar uma maison de luz vermelha, gerida por uma madame de nome afrancesado, onde se promenam acunes belles filles.
Como os negócios lhe estavam a correr de feição, o "nosso" empresário do nuorte, decide festejar em grande estilo e fazer uma encomenda por atacado. Chama a madame de ladecos e manifesta a sua intenção de confraternizar na companhia das 5 mais belas jovens da casa. Encomenda champanhe, canapés e lá vai feliz e contente, rumo à alcova. A meio da festa ha uma rusga policial à casa da lanterna vermelha e o nosso empresário vê o qurto invadido por agentes policiais que dão ordem geral de sentido, o que era manifestamente escusado.
Dirigindo-se a uma das meninas, solicitaram-lhe a identificação e a ocupação profissional; Secretária de administração, respondeu solícita a donzela. A mesma pergunta à segunda menina e a resposta pronta; Professora primária. A terceira menina, também solicita, responde; Enfermeira. A quarta, informa o agente da autoridade que é advogada, e a quinta, assegura que é estudante universitária. Chega então a vez do nosso empresário do nuorte, que depois de mostrar a identificaçõe, encolhe os uombros resignado, abre os braços e declara; entõe senhuore agiente?! tásse mêmabeer; no meio distu tuodo... eu soue a puta!

ana b. disse...

Condessa:

Eu percebi. Agradeço a sugestão que me parece excelente.

Rei Vai Nu:

Agradeço também o seu esclarecimento.
Lamento apenas não poder identificar tão prestável e nobre cidadão.
Mas acredito que seja por excesso de timidez.

Mena disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A Menina da Lua disse...

Professor,

Parabens pela sua participação nesta iniciativa que pode traduzir de facto uma ajuda a quem não tem grandes meios para o fazer.
Mais um gesto seu de sentido e responsabilidade social que se valoriza e admira.:)
Tem toda a razão; nada substitui o face a face... Dizer que se conhece uma pessoa quando apenas se fala com ela virtualmente, arriscamo-nos a estar muito longe da verdade...

Caidé

Tambem gostei do que escreveu:) mas enfim uma vida não chega para dar respostas a tantas dúvidas e a tantas e variadas situações que a vida a dois nos surpreende...Sabe por vezes fico no enorme desconcerto, como o outro, que só sei que nada sei...

Aqui fica uma brincadeirinha brejeira mas como exemplo de quão por vezes é dificil nos sintonisarmos...:)


HOJE MINHA VIZINHA GOSTOSA BATEU NA MINHA PORTA,
LOGO ABRO E ELA ME DIZ:

- Escuta, cheguei agora, estou com uma vontade louca de me divertir, de me embebedar, de trepar a noite toda.....vc está ocupado esta noite?

- NÃO!!! ESTOU LIVRE!!!

- Então pode ficar com meu cachorro ?


:)

ana b. disse...

Menina da Lua:

Que máximo!:)))

Fragmentos Culturais disse...

... é verdade! Nada mesmo!
E não acho caretice :)