sexta-feira, junho 08, 2012

Canal 58, já!

BBC Entertainment, concerto em Buckingham para festejar o Jubileu. Um mar de gente. E este amor por Londres, que a idade só aguçou:).

24 comentários:

rainbow disse...

Muito bonito:)
Obrigada por nos avisar.
Só se ama o que se conhece e eu não conheço Londres.

pedro disse...

http://water-inside.blogspot.pt/2012/06/original-is-use-to-be-better-than-copy.html

bea disse...

Rain
Rain
O professor bem que nos podia contar Londres. Também não sei.

Pedro

Tás neura?
o teu peixinho está doente. Tem olhar mortiço.
Por acaso também não estou extraordinária.

Boa noite. abraço todos.e o peixe.

pedro disse...

Bea,

Estou com dor de dentes que me sobem á cabeça.

http://1.bp.blogspot.com/-W3ePaYhNoZc/T5ILo3A1ZpI/AAAAAAAAD7o/knL6tdqdWgw/s1600/(45)+6677.jpg

Não acha que está a exagerar um pouco com o anonimato? Desculpe o eufemismo!

Cresça e apareça!

Anfitrite disse...

Coincidências! Nâo costumo fazer zapping, mas como hoje resolvi abrir a tv, e como estou farta de futebol e políticos doidos, fui parar ao BBC- Entert.., ( na minha está sinton. no canal 14)
depois de passar pelo Bio e pelo História, porque a voz dos narradores me incomodava. Gostei, mas aquele PAUL cada vez parece mais um Maracujá ressequido.

Rain,

Em resposta aos filmes, não é nenhum dos que mencionou, mas fiquei contente por me ter lembrado do meu querido Warren.
A única ideia que eu tenho é de ver os delinquentes, ou velhotes taralhoucos a passearem no jardim. E já foi h+á muito tempo. Já me lembrei de um italiano, em que o sujeito manda o pai vestir-se bem para irem passear, no seu carro, que era uma bomba, e foi abandonar o pai num asilo. Eu tenho um amigo que está farto de sofrer comigo. Ele sabe tudo de cinema, e eu cheguei a ver muitos filmes de que nem sei o nome, ou pq chegava atrasada, ou porque não me lembro e então contava-lhe as cenas e o aspesto dos artistas, às xs nem sabia o nome, e queria q ele me identificasse o filme. Ele chegava a contar isso, como piada, a outras pessoas. Felizmente q apareceu a net.
Gostos não se discutem. Mas vale mais mil vezes conhecer Paris e/ou Roma do que Londres. Até a casa de Shakespeare(fora de Londres) é mais pobre do que a do nosso austero José Régio, mesmo descontando a época. A arquitectura, nem é barroca, é bacoca. Desculpe Menina da Lua.
O link de ontem já o tinha posto aqui. é mesmo ternurento.

Ímpio e talvez Bart,

O professor não fala só da mãe e da artista. Da artista ele tinha ciúmes, ou quase revolta, porque tinha de o abandonar, ou partilhá-la com outras pessoas. Da mãe tinha uma certa inveja da atenção desmesurada que ela dedicava ao senhor, seu amo. Psicóloga por telepatia.

Quanto ao dizer que o prof. não fala dos s/ antepassados, só quem não está ao corrente das suas actuações. Eu achava estranho o prof. ter ecolhido uma quinta chamada Cantelães. Vejam a semelhança:

http://www.noticiasdecoura.com/index.php?pag=noticia_detalhes&recordID=3181

Mais eesta:

http://www.cm-vnfamalicao.pt/_noite_dos_museus_historia_muita_animacao_e_cultura_marcam_comemoracoes.

Muito mais teria para vos enviar.

Quanto ao orgulho nos familiares, eu tenho mais orgulho no meu que foi despedaçado e nem pode ser enterrado, porque se perdeu o rasto, do que teria no bisavô dele, que vendido aos Ingleses, nos envolveu numa guerra, que sabia que eram todos para serem chacinados, Porque não tinhamos armas, nem fardas e nem sapatos para os militares. E jogou em todas as frentes, tanto na Monarquia como na República, e na Maçonaria. Por alguma razão o pai era Barão(foje ladrão que aí vem barão), com o dinheiro espoliado no Brasil.

Quem quiser mais indicações bibliográficas peça, e não digam que ando sempre a falar da mesma coisa. Esta perda foi muito mais dolorosa para mim, pelo estragos que veio a causar, do que ausências temporárias. Não há nada pior do que não emterrar os nossos mortos, e por causa disso também não enterrei o meu pai, nem o vi morto.

http://www.greatwar.nl/

http://www.greatwar.nl/frames/default-poppies.html

e o pior FOI AQUI


Manuel,

Decididamente não perde tempo com as minhas asneiras. Tinha posto dois desses links, a semana passada. Parece que andamos a beber na mesma fonte:). Ou então são as coincidências a que eu sou muito atreita.

pedro disse...

American Pie - Madonna With Lyrics:

http://youtu.be/a5vTE6XPTCY

Impio Blasfemo disse...

Anfy
Lá por casa, o falar dos antepassados ficava pela minha avó (materna ) Fernanda descendente de um deles.
A minha mãe não dava muita atenção ao assunto e o meu pai encolhia os ombros, pois como dizia no seu jeito irónico, “nada tinha para a troca”. Ambos já lá vão há muitos anos. Um tem o nome espalhado em algumas ruas deste país e escreveu o Manual Encyclopedico para Uzo das Escolas de Instrucção Primaria, Lisboa: Imprensa Nacional, 1861. O outro foi companheiro de Azedo Gneco na fundação do PSP.
Abraços
Ímpio

bea disse...

Mas que aborrecida estou. A minha árvore genealógica nãpo deve ter niguém saliente que dê nome a alguma coisa. Falando verdade, nem sequer a conheço senão até um bisavô simpático.

Agora desculpem mas tenho uma coisinha a fazer.

Té logo. Portem-se.

JOTA ENE ✔ disse...

ººº
Só venho aqui pk sei que és benfiquista.

Vá, um abraço glorioso !

rainbow disse...

Bom dia pessoal:)

Hoje estou contente porque espero a malta jovem e à noite vamos roer as unhas frente à TV (estou a exagerar:)), nem sequer ligo muito a futebol.

Pedro,

As melhoras dos dentes, e vai mesmo ao dentista. Desculpa a intromissão.
Abraço.

Bea,

Pois, gostei de ver ontem o Jubileu, mas não conheço Londres. Paris já é outra história. Aqui a palavra amor é adequada. Amo Paris por tudo, pela cidade em si e porque tenho lá uma grande amiga de infância.

Anfi,

Quando me falam em filmes, e não me lembro qual, também começo a tentar descobrir.
Quanto ao Warren, aposto que gostou do "Esplendor na Relva", do "Bonnie and Clyde" e tantos outros que a esta hora da madrugada, como diz a Andorinha, não me recordo.
Em relação às coincidências, eu devo bater records. Ainda ontem, no post anterior, mencionei Mário Zambujal, e depois de o ter publicado, li a Andorinha a mencionar qualquer coisa como "bons malandros".
É como você diz, ainda vamos todos parar a Rilhafoles:)

E agora vou conversar com o mar, comer cerejas, ler um livro.

Um bom fim de semana per tutti
Abraços

http://www.youtube.com/watch?v=QdPJHN-YqcY

Impio Blasfemo disse...

Trago-vos um texto do Vergílio Ferreira que me parece bem actual.



"Pensar o meu país. De repente toda a gente se pôs a um canto a meditar o país. Nunca o tínhamos pensado, pensáramos apenas os que o governavam sem pensar. E de súbito foi isto. Mas para se chegar ao país tem de se atravessar o espesso nevoeiro da mediocralhada que o infestou. Será que a democracia exige a mediocridade? Mas os povos civilizados dizem que não. Nós é que temos um estilo de ser medíocres. Não é questão de se ser ignorante, incompetente e tudo o mais que se pode acrescentar ao estado em bruto. Não é questão de se ser estúpido. Temos saber, temos inteligência. A questão é só a do equilíbrio e harmonia, a questão é a do bom senso. Há um modo profundo de se ser que fica vivo por baixo de todas as cataplasmas de verniz que se lhe aplicarem. Há um modo de se ser grosseiro, sem ao menos se ter o rasgo de assumir a grosseria. E o resultado é o ridículo, a fífia, a «fuga do pé para o chinelo». O Espanhol é um «bárbaro», mas assume a barbaridade. Nós somos uns campónios com a obsessão de parecermos civilizados. O Francês é um ser artificioso, mas que vive dentro do artifício. O Alemão é uma broca ou um parafuso, mas que tem o feitio de uma broca ou de um parafuso. O Italiano é um histérico, mas que se investe da sua condição no parlapatar barato, na gritaria. O Inglês é um sujeito grave de coco, mas que assume a gravidade e o ridículo que vier nela. Nós somos sobretudo ridículos porque o não queremos parecer. A politiqueirada portuguesa é uma gentalha execranda, parlapatona, intriguista, charlatã, exibicionista, fanfarrona, de um empertigamento patarreco — e tocante de candura. Deus. É pois isto a democracia? "

Saravá
Ímpio

andorinha disse...

Bom dia:)

Ou Boa madrugada, como diz a Rainbow:))))

Anfy e Rainbow,

Não vi o concerto, mas estou na vossa onda. Também prefiro Paris a Londres, sem duvida! Paris tem uma magia muito especial, é uma cidade de mil encantos. Para mim é uma cidade fabulosa!

Tu és demais, Anfy. Qualquer dia até descobres antepassados meus que desconheço:))))))))))))))))))))

Quanto a filmes são tantos aqueles que vi e que gostei...
De alguns já nem sei dizer o titulo, o realizador ou os atores. Fazia-me falta esse teu amigo:)

"E agora vou conversar com o mar, comer cerejas, ler um livro."

Que imbeja!:)
Eu também vou comer cerejas, ler um livro, ver o jogo, mas não vou ver o mar:(

Pedro,

Que tal uma receita? Se estiveres por aí trazes-me uma malga bem grande?:)))))))

Impio,

"Será que a democracia exige a mediocridade?"

Esta interrogação dá que pensar. Pelo que se vai vendo aqui e por essa Europa fora até parece que sim.
Talvez "exija" porque os políticos uma vez no poleiro usam e abusam da demagogia, da subserviência ao poder económico, de falcatruas e joguinhos de bastidores que os possam perpetuar no poder, portanto acabam por ser mediocres, mesmo que à partida alguns não o fossem. Quem não o é, sai. São poucos, mas esses são os que não são mediocres.
Estou a generalizar, eu sei...mas foram estas as ruminações que me surgiram do texto.

Fiquem bem:)

Cê_Tê ;) disse...

O professor faz-me lembrar o bem disposto do Malato: "Já fui tãaaaaaaaaao feliz em..."
- Londres (diria o professor).
;D

-(supiro) Ok...- a bebericar um copo alto e refrescante de meia "inveja" meia "indiferença".
;)))

pedro disse...

Andorinha:)

Não prometo mas fica a ideia no ar.

P.S: Isto agora virou um Facebook macónico?

Manuel disse...

Anfi:

Tenho andado afastado há semanas, não foi por desconsideração para consigo.

Mas o que é bom nunca é demais repetir.

Fora-de-Lei disse...

.
Youtube, já!

Fora-de-Lei disse...

Londres, Paris, Lisboa... já eram!

Fora-de-Lei disse...

pedro 1:02 PM

"P.S: Isto agora virou um Facebook macónico?"

Neto de peixe sabe nadar... ;-)

Impio Blasfemo disse...

Andorinho

A propósito de salários baixos e a propósito de mediocridade e de democracia e de um colectivo que é a soma de muitas individualidades e provavelmente da herança histórica de outros colectivos que nos antecederam e que formam o nosso antepassado colectivo ou histórico.
O que me surge dizer é que nivelar por baixo não me parece ser o caminho mas sim o erro no caminho e que uma vez tomado, dificilmente se torna reversível ou recuperável. Este será talvez o grande alerta dos nossos dias e há já bastante gente, mais esclarecido do que eu, que o vem dizendo há já algum tempo e de diversas formas.
Vem isto a propósito de uma entrevista do Daniel Bessa (DB) (economista aí do Norte) na SIC Notícias, ontem à noite, onde dizia que não percebia esta “reacção quase histérica” do País face às declarações do “economical opinion maker” do 1º ministro que dá pelo nome de António Borges (AB). Isto porque segundo oDB o que AB disse não foi mais do que a conclusão implícita resultante da assinatura do memorando da Troika no que concerne ao que está lá estipulado sobre abaixamento da Taxa Social Única (TSU). Segundo DB, os 3 partidos que assinaram o referido memorando, ao aceitarem o abaixamento da TSU, estavam, implicitamente a aceitar uma diminuição dos salários reais dos trabalhadores. Parece-me um raciocínio bastante elaborado, algo similar a dizer-se que ao não fazermos a correcta manutenção de uma viatura estamos, implicitamente a aumentar o seu desgaste e, consequentemente, a aumentar o seu coeficiente de desvalorização ao longo do seu tempo de vida útil.
O fácil, o imediato e o implícito. O que se pensa que dá e no final se conclui que não deu ou não tinha hipóteses sequer de dar. A desculpa habitual de que “segundo as condições da altura e os estado-da-arte….tudo fazia crer que desse”! O que está “benzinho” que está muito perto do “beijinho” ou “abracinho” na altura da captura do voto. E depois? Pois depois é não fazer ondas, não agitar muito, ceder sempre fingindo que nos opomos e somos fortes na oposição; que sabemos para onde queremos ir e porque queremos lá chegar! Irmos pelo “mais ou menos” ou “seguir a bissectriz”. A interpolação de todos os gostos, de todas as vontades. Tudo vale desde que o incómodo contestatário, no futuro, não nos caia no regaço. E se cai? Que fazer? É simples, diz que a culpa é do outro ou da economia internacional e se for preciso vamos até ao D. Afonso Henriques.
Este é o grande engano da mediocridade!

Abraço
Ímpio

bea disse...

Ímpio

talvez Portugal já não exista e a gente pense que sim. Não sei. Não me apetece escrever sobre.

repito: o antepassado do professor parece o padre António Vieira em versão nobre :)Já assim se entende que o professor.

Bom jogo e serão para todos :))

Fiquem bem. que preciso aparelhar a carruagem e assim me faço ao caminho para Nelas (Nelas é um nome fixe).

Maria disse...

Este poste está fora de prazo. O concerto já acabou.
Daqui a pouco começa o jogo.
"É por isso que eu fico em casa", especada frente à TV.
Como não percebo nada de bola, agradeço que alguém me diga, se a inefável Angela Merkel, que treina a equipa alemã. Se é ela, nem São João nos salva.
Maria

pedro disse...

Bea,

"Nelas" fica antes ou depois de "Nine"?

Julio Machado Vaz disse...

Anfi,

O homem recusou o (comprado) título, é bom lembrar... Cresci de costas voltadas para ele por me "roubar" o Pai, mas admiro-lhe a coerência, afinal recusou voltar a Portugal a menos que todos os outros fossem também amnistiados.

Impio Blasfemo disse...

Irra
Perdemos mais uma vez e à parte o azar ou a sorte a realidade é que não se pode ter a pretensão de ganhar um jogo quando se corre e joga bem 15 minutos. Mas como percebo pouco de futebol devo estar a dizer coisas tontas. É que o futebol, tanto quanto aprendi, é um jogo coletivo onde a individualidade ou criatividade individual é importante mas se não houver coletivo, pois nada feito. O nosso meio campo tinha de “pensar” antes de meter a bola e os alemães metiam a bola no meio campo onde queriam pois o jogo deles já parecia ter sido pensado na véspera e tudo parecia bater certo neles e tudo parecia bater errado em nós. Irra, irra, mil vezes irra, continuamos a justificar tudo pelo rácio sorte/azar. Somos mesmo fanfarrões….Onde está a nossa equipa, onde está o nosso coletivo, onde está o nosso fio de jogo? Perdeu-se? Alvíssaras para quem o encontrar…!
Há esquecia-me de referir que os “pesudos” dos dinamarqueses ganharam aos famosos holandeses. E achei que muito desse mérito se deveu ao coletivo deles; bola recebida, bola passada, a bola circulava bem….

Abraços
Ímpio