domingo, agosto 13, 2006

Sem modificação dos papéis de género interiorizados por cada sexo, nada feito:(.

Crim E 50 mulheres mortas por companheiros em dois anos





Nuno Miguel Maia

crim E 50 mulheres mortas por companheiros em dois anos

Em apenas quatro dias do que se leva do mês de Agosto, o país foi surpreendido com a morte de três mulheres às mãos dos seus companheiros e com uma outra tentativa falhada de homicídio. O ciúme é o fio que une quase todos os casos. A surpresa, porém, só pode resultar do facto de um tema como estes não dar lugar a um debate que os números claramente reclamam nos últimos dois anos, cerca de 50 mulheres foram assassinadas pelos seus companheiros e registaram-se 37 tentativas de homicídio. As histórias de vida contadas na página seguinte de três víitimas ajudam a perceber os motivos da matança.

De resto, o número de queixas por violência doméstica tem vindo a crescer de ano para ano, segundo dados da PSP e da GNR. Só que isso não significa que tenham aumentado os incidentes de agressões entre os casais. Elza Pais, presidente da Estrutura de Missão Contra a Violência Doméstica (EMCVD), acredita que Portugal está perante o "destapar de um iceberg". A crescente visibilidade do assunto tem encorajado as mulheres a denunciarem o que se passa dentro das paredes de casa.

Crime público

"A sistematização da resposta junto das autoridades também terá contribuído para o aumento de denúncias. Mas é preciso ver que, desde 2000, o crime passou a ser público, não dependendo de queixa", refere ao JN a professora universitária, líder de uma comissão sob tutela conjunta da Presidência do Conselho de Ministros e do Ministério da Segurança Social.

O fenómeno do homicídio conjugal é o "extremo no âmbito da violência doméstica" e um estado que o Governo procura atacar preventivamente. No âmbito do Plano Nacional Contra a Violência Doméstica, iniciado em 2003 e que termina no final do corrente ano, estão já implantados núcleos de atendimento a vítimas em metade do território nacional - Bragança e Viseu são as últimas inaugurações - e também já funcionam 32 casas de acolhimento. Que, no ano passado, receberam 900 pessoas, entre mulheres e filhos alvo de violência.

Duas motivações

Autora de uma tese de mestrado precisamente sobre homicídios conjugais, Elza Pais, chegou à conclusão de que, em 1998, esta tipificação de crime significou "15 por cento" do total de homicídios. Quanto às motivações dos crimes, existem duas justificações principais "Ou são casos de agressões continuadas, por vezes durante anos, com todos os tipos de violência que começam até antes do casamento e terminam com a morte da vítima. Ou são casos em que os agressores não toleram que as vítimas os abandonem, por vezes devido precisamente a agressões. Vários casos de homicídios conjugais acontecem já depois do fim do casamento", explica Elza Pais, reforçando que, precisamente, para os casos de maior perigo, é que existem as casas de abrigo. "Esta medida é tomada com grande ponderação, porque obriga à desinserção das vítimas do local onde residem.

Em preparação, além do balanço quanto ao plano contra a violência doméstica que vigorou desde 2006, está a o terceiro plano. A também líder da Comissão para a Igualdade e Defesa das Mulheres adianta que os planos estão a ser delineados com vista a um "maior envolvimento" por parte das organizações não-governamentais, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, por exemplo. Tudo para que a intervenção contra a violência doméstica seja menos política e mais comunitária.


PS e GNR com normas

Desde Janeiro que a PSP e a GNR têm de cumprir o designado "estatuto processual da vítima", quando recebem pessoas afectadas por violência doméstica. Trata-de normas de comportamento das autoridades perante este tipo de casos.



Prevenção nas escolas

A EMCVD está a promover junto das escolas, desde Junho passado, a exibição de um vídeo com um teatro alusivo à violência doméstica. Trata-se de uma experiência construída num agrupamento escolar de Setúbal que visa contribuir para a discussão e sensibilização, entre os menores, sobre o tema. A iniciativa em Setúbal terá já contribuído para um aumento de denúncias, por parte de crianças.



Alterações

O projecto de alterações ao Código Penal em discussão no Parlamento cria o crime de violência doméstica, alargando o conceito de maus-tratos a cônjuges aos namorados e a outras pessoas que vivam em economia comum. As penas podem ir até aos 10 anos de prisão.



Casas de abrigo

Existem, neste momento, espalhadas pelo país, um total de 32 casas de abrigo destinadas a vítimas de violência doméstica. De acordo com a EMCVM, no ano passado cerca de 900 pessoas passaram por aquelas estruturas de acolhimento, que podem ser geridas por entidades não directamente dependentes do Governo.



Radiografia em curso

No final do ano deverá estar concluído um estudo encomendado pela EMCVM com vista a "tirar uma radiografia e perceber a dimensão real e actual" sobre a violência doméstica, que inclui também a violência psicológica, esta muito mais difícil de quantificar, diz Elza Pais. Em preparação está um terceiro Plano Nacional Contra a Violência Doméstica, de 2007 até 2010.

79 comentários:

andorinha disse...

Boa tarde.

O título do post diz tudo.
O que me parece é que essa modificação ainda levará o seu tempo.:(

Lusco_Fusco disse...

Boa tarde!
É bom que não sejam apenas conjecturas e que a lei comece a funcionar. A sensibilização é fundamental junto dos mais novos, já que grande parte deles são vítimas dessa mesma violência em duplicado, por um lado assistem impotentes, por outro, são amordaçados pelo agressor senão o são por ambos.

Lusco_Fusco disse...

Emenda onde se lê "senão o são por ambos" deve ler-se "se não...". Falhou o espaço

CêTê disse...

Boa Noite, a todos. ;]

Ainda sobre o tema....

Nós mulheres, por muito independente que sejamos, trazemos dentro de nós um herança cultural enorme que tem um voz colectiva que muitas vezes confundimos com o "bom senso" e com a "razão". Muitas vezes, oiço ""ex"-drogados" usarem a expressão "bater no fundo do poço"... Curiosamente, quando chegamos ao fundo de nós mesmos, sem atravessar deserto ou perdermo-nos no meio do oceano, acho que percebemos o verdadeiro sentido da vida e do frágil cordel que a ela nos ata. Então, percebemos, que somos únicos- que aquela história de "sermos um só" passa a ser odiosa. Então aquela entrega desmedida aos que nós dependem passa a ter peso e medida, e nem por deixa de ser genuína. Que bom seria se pudessemos olhar para cada um e para n´~os próprios com esse sentimento de respeito mas de liberdade.
Se calhar, enm tem nada a ver comisto e estou a medir ângulos ;]]]] (usar transferidor. tranferência, lol)Pode ser que alguém entenda.
Abraços

CêTê disse...

(Desculpem o meu português: devo ser dislexica- eufemismo gracioso a lembrar outro famoso:cleptomania- livra essa não tenho eu ;]


Fiquem bem

andorinha disse...

Cêtê,

Não só se entende, como é um excelente comentário.:)
"Então aquela entrega desmedida aos que de nós dependem passa a ter peso e medida, e nem por isso deixa de ser genuína."
Uma grande verdade!

thorazine disse...

Eu sou um bocado dislexico. Têm a sua piada, é mais facil irmos apanhando o sub-consciênte a falar! hehehe :))))))))

As entregas desmedidas não acontecem na maioria das vezes na adolescência? Normalmente é ai que se bate "no fundo do poço".

andorinha disse...

Thora,

As entregas desmedidas podem acontecer em qualquer idade.
Querias mais um privilégio para a adolescência, não?:)))))))))))))))

thorazine disse...

Apanhaste-me! Desta vez o preconceituoso fui eu!!! :(((((((((( hehe

Para a semana ja salto fora dos "teen"! Weeee! :)))))

vareira disse...

Continuamos na mesma!Infelizmente tive um caso de uma aluna em que na casa dela era um terror.Como DT tinha obrigação de fazer alguma coisa, mas as heranças culturais são enormes e muitas vezes dificeis de ultrapassar.E para vos dizer como a violência familiar é vista na minha região só vos conto o seguinte:duas vareira estão a conversar e uma diz:ò mulheri, o teu home qando vem do mari nã te bate?AH se nã te bate é porque nã gosta de ti...já tem outra!é sardinha biba!
Temos muito que mudar, e a sensibilização dos mais novos para estes temas e principalmente a motivação para se denunciar as situações deve realmente começar a ser vista com muita atenção.Nós os professores temos de nos debruçar nestes assuntos com os nossos alunos...e venha lá a ministra chatear!

moon disse...

Boa noite!

A violência física ainda é perceptível, agora a psicológica...
Ambas são destrutivas mas a segunda muito mais difícil de provar até porque o autor, na maioria dos casos, é um 'charme' a nível social.
São complicadas as relações de poder em que um se anula perante o outro de molde a funcionarem(?). E acredito também que depois de uma parte se encontrar muito fragilizada (às vezes um farrapo) é muito difícil dar a volta por cima. Ainda bem que começa a haver sensibilização por parte das diversas entidades e da população. Graças a Deus que a maioria das mulheres agora já não dependem, económicamente, unicamente dos maridos, que podem subsistir e ter escolha porque por mais que tente não consigo imaginar o inferno (a roçar a 'escravidão, em alguns casos) em que muitas mulheres viveram ao longo da história. E como admiro a coragem de algumas!!

Ameninadalua disse...

Boa noite!

"Sem modificação dos papéis de género interiorizados por cada sexo, nada feito:"

Professor

Concordo imenso com isso...e acrescentava-lhe ainda a capacidade de cada um e principalmente das mulheres não terem medo de viver de acordo com a sua propria vontade, coerência e sinceridade e não se sentirem inseguras e socialmente ameaçadas por isso...

thorazine disse...

moon,
acho que que se as mulheres estivessem à espera de deus para as tirar da "dependência" estavam bem tramadas! Elas é que fizeram tudo... :)))))))))

CêTê disse...

Andorinha,
esse garoto merece umas palmadas. ;P

andorinha disse...

Cêtê,
Eu também acho, mas estou longe.:)))

Su disse...

prof...até agora..nada feito...tudo dito...nada feito....

psst não gosto de estatistica:)

jocas maradas

thorazine disse...

cêtê,
começo é questionar se isso não é uma fantasia tua. :))))))))))))))

Ou o teu proprio relacionamento com um adolescente (talvez perto de ti) ou quiça só o desejo de lhe dares umas palmadas!! Os freudianos que se cheguem à frente.. ;))))))))))))))))))))))))

noiseformind disse...

Boss,
A torre de observação está-te a fazer mal, suspeito que alguma religião da maconha está aí por baixo a organizar o seu encontro anual looooooooooool looooooooooooool looooooooooooool loooooooooooooooool looooooooooooooooooooooooool looooooooooooooool. Então metes aqui o post da pornografia e vemos aqui as senhoras todas a tossir para o lado e a baterem com a mão no peito a dizer "a mim mete-me nojo" e depois vens poucos dias depois meter posts sobre uma das questões mais entranhadas da role-genderização? E elas voltam a bater no peito, como se as duas coisas fossem de universos diferentes. Assumem-se como elemento autónomamente construído na sexualidade ("eu, o meu amor e a cama, nada dessas coisas aqui no meio") e depois quando o 'mor lhes começa a partir o nariz, a dar uns pontapézitos na barriga queres que façam o quê com esse idealismo romântico? Que comecem a se interligar na sociedade a torto e a direito? Primeio fecham-se nos seus filhos, tarefas e maridos e agora vens tu dizer "isso é uma questão de os papéis de género se manterem". Mas lá está, as barbariades românticas e plenas de pudícia lidas aqui há dias não te provocaram nenhum pejo. Quer dizer, quando as mulheres reajem em low-stream à ideia de estímulo pornográfico estão a ser como são, nada a dizer. Se outra ponta visível desse comportamento low-stream as faz levar dos maridos e calar, então já é chato??????????????... tsc, tsc, tsc...


Fecha imediatamente o alçapão de entrada na torre, hombre, que isso tá-te a deixar mal looooooooooooooooooooooooooooool

Olha o caso de Espanha. O Zapatero, que tão rápido foi a acabar com o cigarro em tudo o que era sítio público, ainda está a "estudar" um novo quadro legal para a denúncia da violência doméstica!!!!!!! Mas localmente, como é o caso de Alicante, houve uma iniciativa regional que permitiu um aumento de 8 para 90 o nro de condenados por violência doméstica:

"En los últimos años, el número de presos preventivos por violencia de género se ha multiplicado, lo que evidencia el endurecimiento de las penas y una mayor concienciación del problema. Para Magro, el hecho de que se haya pasado de 8 encarcelados en 2003 a los 90 del primer semestre de este año es un ejemplo clarificador de la lucha legal contra los malos tratos en la provincia."

Os papéis de género numa sociedade demoram DEZENAS DE ANOS a fazerem permutações válidas!!!!!!!!!!!! E mesmo a História tem twists que afectam estes ritmos de mudança, como o golpe que a Segunda Guerra Mundial foi no percurso do movimento global feminista por obra e graça do esforço de construção mundial. Portanto, cabe aos GOVERNOS apresentarem leis que codifiquem a igualdade constitucional de forma a ela ser cumprida.
Eu por exemplo, posso denunciar pelo SOS violência doméstica o que eu quiser, a primeira coisa que me dizem é: "Fale com a vítima e aconselhe-a a ligar para aqui"!!! MAI NADA. Portanto, se ficámos de papo para o ar à espera do milagre da mudança de papel de género... támos mal!

A educação sexual nas escolas. VOLTOU PARA A GAVETA!!!!! E alguma vez vimos por estas bandas algum texto teu preocupado com o adiar desse elemento estrutural para a visibilidade do corpo e da intimidade em ambiente de discussão curricular? Portanto, a frase é bonita, mas raramente por estas bandas vejo os tentáculos deste polvo serem tratados ou debelados. E raramente, com a excepção de 3 ou 4 comentadoras, leio aqui posições de mulheres verdadeiramente emancipadas, e por emancipação nada tem a ver com a idade pq entre se estar agarrada a um curso mas livre de escolher quem se mete na cama e receber 2000 euros e depois ter de entregá-los para o empréstimo, para as compras da casa e depois nem sequer ter nada a dizer em relação ao tipo que está a dormir ao nosso lado não me cheira a maturidade nenhuma per se.

MAs isto sou eu que digo, claro... sabes como é... ninguém está aqui por baixo a celebrar a união dos zéfiros e ninfas sob o signo da maconha ; ))))))))))))

thorazine disse...

Só uma questão: a primeira tentativa de "emancipação" feminina não foi após a 1ª Guerra Mundial? O "loucos anos 20"? Talvez por "elas" terem que durante a guerra tratar, literalmente, de tudo e quandos os homens vieram tiveram de descançar para lhes conseguir "por mão"! Na segunda Guerra Mundial elas já sabiam como sabia e muniram-se do armamento necessário! :))))

A educação sexual é uma questão, acho, ainda por resolver. Muitos dos defensores da abordagem da sexualidade nas escolas referem como melhor metodo dividir-se o mal pelas aldeias, ficando ao critério de cada professorde cada disciplina ensinar o que entender. Não concordo, penso que é mesma coisa que por um professor de educação física a ensinar anatomia. Uma professora de história pode referir "os loucos anos 20", o "woodstock" ou mesmo o caso do Clinton com a Monica Lewinsky mas isso nada iria ajudar na eliminação da ignorância que temos sobre o nosso corpo e sobre a sexualidade. Mesmo a professora de biologia pode falar do funcionamento dos orgaões sexuais (e deve, já que faz parte do programa) mas ao estar a falar de sentimentos e emoções relacionados com a sexualidade já estará, talvez, a estar a dar o "seu ponto de vista", enquanto o que é necessário, penso eu, é neutralidade e isso só um especialista e profissional na matéria poderá proporcionar. Quando a minha namorada andava no 12º uma professora sua ligou-lhe para casa para falar com os pais sobre a filhinha que andava aos beijos na escola (, nem directora de turma era!!!!). Que conselhos viaveis iria dar uma profissional destas aos seus alunos? Seria mesmo producente numa educação para experienciar a sociedade actual?

Eu apostava numa disciplina opcional onde seria fornecido conhecimento útil para se viver em sociedade. Temas como drogas, educação sexual, educação emocional e talvez alargado a outros temas seria mais útil, e concerteza mais eficaz. Informação neutra, sem preconceitos. Não ter medo de dizer que é bom, sabe bem, que dá prazer, como os contras (nas drogas por exemplo) o que pode REALMENTE ou não acontecer. Ao falar dos benefícios não estaria a incentivar simplesmente a informar, o que é bem necessário, já que 80% da população pelo menos teve uma experiência com drogas leves. Disciplina opcional pois daria aos pais a opção de escolher se queriam ensinar "à maneira deles", ou afasta-lo dessas heresias (pois é verdade, conheci uma caso raro de uma rapariga da urbe que com 22 anos é virgem e só pensar em sexo "mete-lhe nojo", não acredita como há quem possa colocar tampões na vagina e uma série de coisas que nunca foi habituada a aceitar como "normais"!!!!).

Muito há a fazer.

Manuel Reis disse...

Somos todos seres humanos inteligentes e enquanto não assimilarmos isso nada feito. O processo de evolução tem que ser interiorizado. Não somos apenas animais irracionais, somos um pouco mais do que isso. Mulheres e Homens somos a continuidade deste mundo, com coisas boas e coisas más. Estas brutalidades têm que ser tratadas e não castigadas apenas. Tratadas no ambito pessoal e no ambito da sociedade.
Não se trata apenas de companheiras, mulheres que são mortas, trata-se isso sim de tipo de crime que pelos vistos está cada vez mais a ser praticado.

lobices disse...

...bom dia a todos
...hoje acordei um pouco zonzo
...deve ter sido do Batman que vi ontem pela 4 ou 5 vez na nossa querida programação das têvês
...enfim
...bem, quanto ao post, acho que sim (mas acho que sim sobre o quê?)
...desculpem, tou mais marado que as jocas maradas da Su
...olhem:
...só sei uma coisa: no restante reino animal (sim, nós também pertencemos a ele - que giro, somos uns animais!...) a educação da cria baseia-se em dois princípios fundamentais:
1.- Tratar dela enquanto dependente
2.- Ensiná-la a sobreviver
...mais nada
...tudo tão simples, sem matemáticas, nem sexologia, nem ciências, nem mais nada
...tudo isso me leva a pensar se não serão eles mais inteligentes que o ser humano...
...desculpem lá a minha zonzice
abreijos

lobices disse...

...recebi esta canção por email e sei que quem me enviou não se vai importar de eu a colocar aqui
...é uma canção de:
Aztec Camera
How Men Are
..............................
It's called love
And every cruelty will cloud it
And his lie
True love could never allow it
'cos it's a lie that we have ceased to believe
We've said goodbye but it won't take it's leave

Why should it take the tears of a woman
To see how men are

Perspective
It's no mystery
What you don't know always gets you
It will hurt you and desert you
So you'd better see
That it's a damage ever done by degrees
And some will take eternity to believe

Why should it take the tears of a woman
To see how men are

'cos love is a giving with no need of return
It lends itself to everything
And maybe one day man will see
That love is a lesson money never taught us to learn
Love is the power to act
Without the premise that there's nothing for free

And sometimes when we're just getting by and getting along
It's like we're scared to see that something is wrong

Why should it take the tears of a woman
To see how men are

CêTê disse...

Thora,
não confirmo, nem desminto. ;p

CêTê disse...

Lobices,
Tem razão mas apesar da proximidade filogenética entre todos os animais: nós placentários não queremos perder nenhuma cria e protegemos-la mais de uma década (ou outros às x menos de uma estação). Depois, (agora lá vem a piada sexista), nós não passamos só os genes- daí "sacrificarmo-nos" mais do que os parceiros. Mas eu entendi muito bem a sua ideia.;] è de facto dificil educar para a liberdade e independência- e deveria ser assim, sim. Mas como deve saber há na ambiguidade inerente à dependência: um misto de poder, de protecção, de desprotecção que custa abdicar- tanto de quem depende como de quem faz depender. E isto não se aplica com exclusividade à progenitora/cria.

noiseformind disse...

Cêtê,
olha que não, olha que não...
Se pensarmos em termos do rácio tempo de vida/tempo passado com os progenitores quase todas as aves ganham-nos aos pontos ;)))))

noiseformind disse...

Mas disse isto com outra coisa em mente, Cêtê, não para salientar essa falha no teu comentário. É que me lembrei do livro de Jeffrey M. Black em que se fez um profundo estudo da monogamia nos bichos das penas e se concluiu que a monogamia estava embriológicamente ligada ao cuidado com a cria ser dispendido pelos dois progenitores. Quanto mais repartição do cuidados com a cria, maior índice de monogamia existe. E eu pergunto: isto não nos faz pensar num determinado mamífero bípede originário das Savanas junto ao Grande Rif africanot? ; )))))))))) e quanto mais cuidados mútuos parentais mais sobrevinham as estratégias de utilidade em termos de corte. E era dado o exemplo dos animais em que o macho, como coorte, constroí o ninho e ele é avaliado pela fêmea, que são quase totalmente monogâmicos, e as aves do paraíso, em que a escolha da fêmea é quase exclusivamente feita com base na vistosidade do macho, que são as menos monogâmicas do reino animal ; )))))))))) e esta, hein?

thorazine disse...

Cêtê,
ui ui! Atention! És "daquelas" que têm o kit do chicote e da bola vermelha numa mala ai guardadinha? Não digas que sim, que eu sou puto e tenho medo...e começo logo a pensar no Hostel!

(kidding) ;)))))))))))))))

chato disse...

Numa sala de cinema, anos 70, filme a preto e branco, talvez quem sabe se o Psico ou a Lassie (num interessa para o caso), um casalinho de namorados assistia ao desenrolar das cenas. Ele baixou o braço e encostou a mão à perna da pequena. Ela estremeceu um pouco mas não recusou. Ele aproveitou a deixa e começou a levar a mão pela coxa acima até tocar um pouco na calcinha dela. Aí, ela reaje e prega-lhe um estalo na cara ao namorado. Trás catrapum. Ele reaje, levanta-se da cadeira e virado para ela diz: Ora toma que é para não voltares a dizer-me uma coisa dessas. E sai cinema fora.
Anedota, eu sei e antiga mas, que mal é que tem?
Não é um post sobre violência?
LOL

chato disse...

Uma senhora muito bem posta e muito jeitosa entrou no consultório do médico com o filho pelo braço. Infelizmente o filho era extremamente defeituoso e tinha tiques por todo o lado.
A senhora explicou ao que vinha e o médico ouviu-a com atenção e, no fim disse: "A senhora dispa-se e deite-se por favor ali na marquesa". Mas, senhor doutor, o meu filho é que é o doente.
Diz o médico: "Eu sei minha cara senhora; por isso mesmo é que a senhora se vai despir e deitar-se".
Mas, senhor doutor, para quê?
"Ora essa, minha senhora, vamos fazer outro que esse está uma merda!"
Desculpem lá, mas este não é um post sobre violência?
Sorry (mas gosto mesmo de chatear)
LOL

chato disse...

Para o que me havia de dar!
Digitei no Google, as seguintes palavras:
mal-------------352.000.000
bem--------------59.400.000
sexo-------------54.100.000
deus-------------28.000.000
benfica-----------8.380.000
diabo-------------2.670.000
chato-------------2.600.000
murcon--------------293.000
LOL

CêTê disse...

Noise, és capaz de ter razão, não sei. (?!)
As aves são muito enigmáticas e têm comportamentos muito diversos dentro da classe. O exemplo que deste ilustra a diversidade- até dá para duvidar da orinetação sexual desses artesãos- mas um cariótipo só irira complicar!;))

Mesmo em relação à partilha de cuidados com as crias, tenho algumas dúvidas- O homem têm ocitocina? Se tiver ...;)

Thora,
Quem ~está a fantasiar és tu, garoto;P Fala-nos dos teus patinhos migratórios que nós ouvimos.te;)))) (ai bolas! Andorinha isto não é contigo-estou a inspirar-me nos Sopranos!;]]]]

CêTê disse...

sugestão da semana:
http://www.chocotelegram.com.pt/

(desculpe professor, usar o seu café para publicitar mas parece-me tão doce....)
zzzzzzzzzzzz

noiseformind disse...

Boss, e quando uma mulher ser "feminina" provoca ideias contraditórias em termos do idealismo deles em relação ao desejo delas? Pois é... pois é... é o que falta assumir em relação ao status quo aqui no feudo, o duplo padrão puro e simples entre o que se passa fora de portas e o que acontece dentro da porta. Um país moderno ao ar livre, e como estámos em Agosto Portugal parece quase um país moderno a sério ; )))))))))))



"Our starting assumptions that sexual relationships were both unequal and gendered were
substantially supported by the data, but it was our attempts to account for the unexpected and
for contradictions, absences and silences that led us to our main conclusions. We were confronted
with material that could not simply be ‘read’ either from the data or from our starting assumptions.
This raised specific problems about what we were doing when we interpreted interview transcripts.
Specifically, we had to draw conclusions from interview talk in which the respondents gave
varying meanings to their experiences, and offered understandings in different terms from those
of the research team. This could have put us in the position of deciding whose interpretation
was the correct one. However sensitive feminists are to the relations between the researcher
and the researched, ultimately the researcher runs off with the data and makes her own
interpretation of it. Dorothy Smith comments:
For while we have developed methods of working with women that are fully
consultative and open, a moment comes after talk has been inscribed as texts and
become data when it must be worked up as sociology. (Smith, 1989, p. 35)
In making feminist sociology out of talk, we explicitly rejected the idea that the researcher’s
interpretation is ‘truer’ than that of the respondent. But, because we started from feminist
assumptions about the existence of gendered inequalities, we rejected a relativist position that
would make any interpretation ‘true’ in its own terms.
We had a number of instances that illustrate this problem from amongst the young women.
For example:
A young woman claimed that she was having ‘good sex’ but, as the interview
proceeded, it became clear that sex was now ‘good’ because it did not hurt any more.
Her view of ‘good sex’ differed both from that of the research team, and from that of
many other young women.
A number of young women gave accounts of sexual intercourse under pressure
from men that the research team understood as rape. Some young women did identify
their experience as that of rape; others said that they had not thought so at the time,
but now did so in retrospect, or after counselling. Others specified that the experience
was not rape, because they felt that they could have stopped it, or should not have
let it start, or should not have been drunk, or were in some other way responsible.
Within this process of interpretation, we located ourselves as fallible and subjective. We
could not then simply decide whether or not sexual experiences were ‘really’ good, or ‘really’
rape. But as feminists, we thought that how sex and rape are defined is politically important,
and not simply relative. We had then to make explicit what the young people who agreed to be
interviewed contributed to the research in their own understandings, and what we have made
of these contributions. Their interpretations and our interpretations, and the reasons for differences
between them, belong in the research.
We approached this problem by making explicit that in coding and analysing the transcripts
we were drawing on three levels of meaning: (1) the language and meanings used by the young
people and explicit in the interview transcripts; (2) interviewers’ fieldnotes, which entailed
some preliminary interpretation of meanings in the interview; (3) team discussion, interpretation
and coding of the data, in the light of feminist and sociological theories.
Researchers who analysed these transcripts without sharing our assumptions on theory and
methodology, would not come to the same conclusions. Teamwork helped to make our process
of interpretation explicit, in that individual readings of the data had to be explained and justified
to colleagues, and made us constantly attentive to questions of validity. We have endeavoured
to utilise differences in the interpretation of data as a strength.
For example, while most young women predictably reported difficulties in asking sexual
partners to use condoms, some did not (Holland et al., 1991). In interpreting the complexities of
women’s successes and failures in introducing condoms into sexual encounters we felt it necessary
to extend the analysis beyond the level of reported condom use (Thomson and Scott, 1990). In
exploring the minority of cases where condom use did not appear as a problem, we were led to
compare the kinds of relationships in which young women felt able to communicate their desire
for safer sex, with those in which they did not. This led us to the conclusion that there were
contradictory pressures on young women both to take responsibility for their own safety, but
also to take feminine roles in responding to men’s desires. Where men defined condoms as
incompatible with male sexual needs (‘like washing your feet with your socks on’), young
women had to accept unprotected sex, or had to be assertive (and so unfeminine) or be prepared
to abandon the relationship. The ‘rational’ discourse of safer sex, promoted as official information,
was antithetical to the ideology of femininity that constructs sex as the relinquishment of control
in the face of love. Young women must constantly work through these contradictions in sexual
encounters."


R. Parker in Culture, Society and Sexuality (ainda por traduzir para português, isto de a malta ler livros depois dá-lhes ideias e é melhor traduzir só os romances de tipo Sexo e a Cidade)

Mas quem explicou isto melhor foi o Marco Paulo,

"Uma lady na mesa,
Uma puta na cama..."

chato disse...

ó Noiseeeeeeeeee,
o Marco Paulo disse isso?????
Não acredito!!!!!!!!!!!
Mas isso é uma afirmação correcta: a melhor mulher é aquela que se comporta como uma Lady in out e como uma puta na cama!
E, qual será o melhor homem?

noiseformind disse...

Chato colega de caixa,
O melhor homem é o que dá assistência ao maior nro de gajas possíveis sem que a patroa em casa saiba, não sabias? Tsc, Tsc, Tsc...

E fizeste bem em não acreditar em mim. O que ele diz é "Uma louca na cama". S. Tomé era o mais esperto de todos...

CêTê disse...

Noise,
francamente! Nem sei que parte dos teus comentários transcrever para "te dar na cabeça"!

fiury disse...

a alteração ao código penal deveria contemplar a impossibilidade da mulher retirar a queixa, permitido o tratameto rápido do homem agressor e a protecção dos menores assitentes, sendo ou não o problema associado ao alcolismo.
a pena,a vergonha e o medo que muitas vezes a mulher tem em denunciar impedem que todos se tratem.

quanto à prevenção deverá ser feita com afinco por parte do estado, nomeadamente em idades tenras e nas escolas, no que diz respeito à igualdade dos sexos em matérias objectivas e básicas como é a divisão das tarefas diárias e a indepência económica.

que me desculpem algumas mulheres mas muitas preferem proseguir o seu papel de mães superprotectoras e castradoras dos doentes dos seus maridos.

fiury disse...

"prosseguir"

fiury disse...

quem merecerá pior e prolongado castigo? o homem alcoolico e/ou doente ou a mulher supostamente sã que obriga menores a conviverem e a assistirem ao desenrolar da sua "relação" amor/ódio?

Su disse...

fiury....sabe o que é o medo?...acho que não:).

ainda bem q não o sabe....please não tire conclusões assim....

além disso, falar é facil , agir é dificil e arroz de cabidela assim assim:)))))))))))))))))))))))))))))

fiury disse...

su

eu não tiro conclusões "assim".
mais lhe adianto que mais do que o medo, a falta de coragem, a vergonha,o preconceito, a obecessão pelos maridos, quem se sujeita e sujeita filhos a situações de violencia extrema continuada tem um denominador comum que se chama: egoísmo!

lobices disse...
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lobices disse...

...meu pai era um homem muito ciumento mas nunca ouvi uma frase menos correcta dele para com ela
...minha mãe era doméstica, toda a vida o foi, a cuidadora dos homens da casa numa família de 8 pessoas, pelo menos até aos meus 15 anos
...meu pai tinha um único hobby: as pombas e gostava de tratar do quintal... era um pouco louco no bom sentido mas sempre o vi, mesmo de enxada na mão, de camisa branca e de gravata...
...minha mãe aos Domingos não tinha horas de pôr a mesa enquanto as pombas não chegassem dos concursos de vôo
...era o único dia da semana em que o meu pai praguejava todo o rosário de asneiras e as pombas eram as culpadas...vingava-se no cigarro português suave sem filtro uns atrás dos outros
...minha mãe encostada à umbreira da porta que dava para o quintal ainda se atrevia a dizer: ó homem, deixa isso, anda prá mesa
...meu pai chegava a casa do trabalho quase sempre por volta das 18 h., impecável e com aquele caminhar característico do pé direito para fora, géne que me transmitiu
...todos os dias da semana, por volta das 17,30 h. a minha mãe dirigia-se à casa de banho para se arranjar, para se pôr bonita para quando o seu homem chegasse
...a imagem dela ao espelho a pentear-se era clássica
...ainda hoje com 90 anos e viúva há mais de 20, o ritual se mantém
...e o pente passeia ainda por todos aqueles cabelos brancos
(saudades de ti, pai...)

Ameninadalua disse...

Lobices

Como sempre...esse coração cheio de ternura :)

Gostei muito.

Su disse...

fiury...eu não acredito no que leio....................ponto final

Su disse...

proffffffffffffffffff sem modificação nos posts do blog, nada feito:))))))))))))))))
pssttttttttttttttt hoje já é terça, amanha é quarta ... mas que é istooooo....puro abandono???? traição???'........jocas maradas

fiury disse...

su

pois é. eu também não quero acreditar no que constato.
ao primeiro estalo pensaria logo nos meus filhos.
mas há quem esteja grávida e leve murros na barriga e cotinue à espera que ele mude. vá-se lá entender porquê.

lobices disse...

...era uma mulher muito franzina, pequenita e muito fraca de ossatura e massa muscular
...no entanto, no seu dia a dia, desde miúda, ela tratou do seu pai enfermo 2,10 m. e 120 quilos de peso e dos seus 3 irmãos
...não tinham a mãe que houvera morrido muito cedo com tuberculose
...nunca casou, nunca teve namorados, nunca conheceu um homem excepto os do seu sangue
...depois, dedicou toda a sua vida a tratar de pessoas doentes e chegou (devido às suas referência de óptima ama de companhia) a tratar de familiares de ministros do tempo de Salazar
...esmerou a sua educação à custa do convívio social desses tempos
...sempre que nos vinha visitar nas suas folgas, trazia-me chocolates da Regina
...os anos passaram e aos 65 reformou-se e veio viver para casa de meus pais
...quando chegou aos 90 anos, com cerca de 35 quilos de peso, o seu corpo ainda era igual ao que sempre foi mas (sempre se notou que houvera sido uma mulher de armas) as forças acabaram
...quando acamou aos 91 eu tratei dela em todos os sentidos até quase aos 93 que não chegou a fazer
...vítima de violência doméstica? Claro que não no seu sentido clássico mas vítima da maior violência doméstica como mulher frágil tratando dos outros
...era a minha tia Bela

noiseformind disse...

fiury,
Mas a malta não quer saber dessas hipóteses. Conta é em quem pensaste QUANDO recebeste o primeiro estalo ; )))))

noiseformind disse...

Lobices,
E a senhora tua tia só não chegou ao 96 pq já tinha um 91 e um 93 e chegavam-lhe perfeitamente para falar com as amigas, confessa ; )))))))))) (eu sei que ela não chegou aos 93, mas para efeito de piada teve de ser...)

fiury disse...

noise

tenho sido muito bem tratada, meu querido:))))

thorazine disse...

Bem, precisava de uma ajudinha. Precisava de saber onde arranjo um relojoeiro ( aqui no porto) que tenham mãozinhas para um relógio de parede do antigos (mais ou menos 150 anos). A minha avózinha agradece, é que o neto já é da geração Swatch! :)))))))))))

CêTê disse...

Thora,
mas afinal quem é que acha que o relógio não bate certo: tu? ;P
Vais ver o cuco estivou.

"mãozinhas" Será um relógio "touch"? Vê lá mas é se quem vem à rede é um larápio.


Pessoal,
é impressão minha ou a menina Maria raptou o professor? Espero que o sousa tenho recheado a farmácia com Bombitas. ;]



pooooooooooooooorto e biba o PORTO.

Fiquem bem ;¨*

noiseformind disse...

Sra Dona Avó do Thora,
Minha senhora, solidário com o sofrimento que é ter um neto como o que tem, não pude ficar indiferente ao seu apelo. Na Rua de Cedofeita, em frente ao externato Académico, tem a antiquíssima Vicente, que faz restauros muito em conta e com diversas alternativas (desde um restauro totalmente fiel até um mais ou menos, se é que me entende). Um beijinho, se me permite tanto...

santos disse...

Olá prof. Julio Machado Vaz. Por onde tem amdado?
O maralhal já está a reclamar,devido á ausencia.
Elizabeth

santos disse...

Elizabeth correcção "andado"

thorazine disse...

cêtê,
o meu medo também é esse. Que apareça um mãozinhas. Aqui o relojoeiro da tera (já falecido) convenceu a minha avó, praí há uns 50 anos atrás, a mudar a caixa exterior do relógio por um "mais moderna". Minha avó, não querendo não "ficar para trás" aceitou a proposta, ficando o relojoeiro-larápio com uma caixa hexagonal centenária. Agora a senhora cada vez que o relógio precisa de ir ao "médico" recorda-nos desse episódio.

Noise,
a Sra Dona Gracinda agradece e retribui o beijinho. O neto mete a cabeça na almofada com vergonha, pois algures no tempo já estudou no Externato Académico e só se lembra da pastelaria em frente, e do Mr. Nice na praça Carlos Alberto. :((((

Casa Vicente espera-nos! :))

Uma foto (um pouco desfocada) da Sra Dona Gracinda "Padeira" (dona de um império paniceiro em tempos,) e que muito orgulho têm do seu neto dos seus 83 anos!!! :) -> http://www.1000imagens.com/foto.asp?idautor=1276&idfoto=27&t=&g=&p=

thorazine disse...

*...do seu neto e dos seus 83 anos

Mikas disse...

Esta é uma realidade assustadora, mas o que se passa neste país?

Aspásia disse...

Thora

Só hoje tive um bocadinho para ver algo dos blogs... vi a tua avó agora... e o prometedor neto!!!!!!

Parabéns atrasados!!!

Prepara-te para, pelo menos... issox5... e claro há possibilidade de chegares ao 3º milénio... com os avanços da Ciência entrementes!!!
Bjinhos...:)))

Aspásia disse...

E com que então... até fizeram um feriado...;))

Aspásia disse...

...em tua honra! E enganei-me no milénio, é 4º milénio, claro!!!
;))

fiury disse...

thorazine

muitos parabéns!

CêTê disse...
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thorazine disse...

Aspácia,
obrigado! :))))))))))9

Era bom era..mas eu acho que a "essa" ciência é mais um toldo para aqueles que não querem enfrentar a morte de frente (não é que eu também consiga). Mas aceito tudo..menos ser congelado (criogenado)! :)))))))))))

Fiury,
Obrigado! ;)))

thorazine disse...

Foi transmitido hojeum bom documentário no Odisseia com o nome: "Quando a vítima é ele".

"A violência doméstica é um problema de grandes dimensões que afecta uma em cada cinco mulheres na Europa. Estas estatísticas escandalosas sobre as vítimas que sofrem maus-tratos, físicos ou psicológicos nas mãos dos seus parceiros sentimentais, fizeram soar o alarme e fizeram com que a sociedade tomasse consciência da sua situação. Não há dúvida de que são as mulheres as mais afectadas, mas não é por isso que se devem esquecer os 5de homens maltratados que existem na nossa sociedade. Este documentário surpreendente, que o canal Odisseia apresenta este mês, tenta mostrar a outra face da violência doméstica, a que não costuma aparecer nos meios de comunicação. Porque embora existam ainda 9 mulheres por cada homem maltratado, o que importa é que são dez pessoas maltratadas."

20hinrrabarre disse...

MEC is really back.

http://miguelestevescardoso-mec.blogspot.com/

Wendy disse...

Passando à frente o facto de que,nós os portugueses,somos indiscutivelmente influenciados por culturas árabes, em que a mulher deve "respeito" ao homem, o certo é que no nosso país o sistema jurídico ainda tem um longo caminho a percorrer... Tornar a Violência Doméstica num crime pública já foi um grande passo... mas não chega!!! Quem olha para as leis ligadas a este tema fica maravilhado, até parece que as coisas avançam no caminho certo... na prática não é bem assim...só é considerado Violência Doméstica quando existe prática reiterada do acto. Passando à prática, vamos lá a um caso concreto: Uma mulher é agredida fisicamente pelo marido exporadicamente, e psicologicamente são agressões diárias. Chega um dia em que ganha coragem para fazer queixa na polícia, e mesmo que existam marcas físicas da agressão, esta situação apenas é considerada como um crime de agressão (ou seja, tudo o que é previsto no crime de violência doméstica não se aplica - crime público, afastamento do agressor, etc...). Para poder ser considerado violência doméstica é necessário que a mulher volte para casa e espere por mais uma agressão...ou duas...ou até que a matem, quem sabe! E isto se entretanto ela não desistir da queixa (como não é público, a queixa não avança...). Ainda assim passando todos estes obstáculos, se ela chegar às barras dos tribunais, passa por infindáveis situações até que tudo se resolva... se é que se "resolve"...já que os nossos presados Juízes (muitas vezes as do sexo feminino são as piores!)são muito reticentes em condenar o homem pelos seus actos!
Ora, em centenas de casos que realmente chegam a tribunal, se em 10 se faz justiça já é um milagre!!!
Peço desculpa de me referir aos agressores como homens e agredidas como mulheres, mas são os casos que acontecem com maior frequencia...acho que até nas vítimas de sexo masculino as coisas ainda são mais complicadas...quando não alvo de chacota...

Entre estas e outras coisas, dá-me vergonha dizer-me portuguesa... :-(

Su disse...

wendy..valeu:)

proffff ...hoje é quinta..psttttt alguém desse lado???

noise, miúdo, sff investiga:)))))
este "desaparecimento subito" ..opsss será rapto....aguardo ... sei lá....isto de ter um blog ....tem mto que se lhe diga...não é qq um....

opsss efectivamente...mareiii..já não tenho idade para este suspense!!!!!! isto não se faz!!


jocas maradas

CêTê disse...

Se calhar o professor tentou-se por algum artigo numa montra de uma daquelas lojas dos chinocas e acabou num alçapão com uma grande pedrada e sem cabelo para lhe serem retirados os órgãos. Lol
Para que isto vos pareça de menor bom gosto aqui na zona centro são os tipos de boatos que se lançam para evitar a fuga dos compradores que habitualmente faziam as compras nas lojas tradicionais. (o que eles daraim para cá ter o Betão Jardim!;])

Abraços professor, e que estas sejam umas excelentes férias.;)

Aspásia disse...

Meninas, então, o Prof. está de férias... ter um blog não é obrigação, é devoção... às vezes surgem outras coisas e até nem sempre apetece estar nisto todos os dias...
A não ser que fosse algum problema de saúde ou da família, espero que não, e que continue boas férias, Prof.

Até breve :)

Aspásia disse...

Aliás, votos já expressos pela CêTê...

Aspásia disse...

Entretanto a Maria enviou isto...

Eu Sei que Vou te Ler (com a ajuda de Vinícius de Morais/Tom Jobim)

Eu sei que vou te ler,
Por toda a minha vida eu vou te ler,
A cada despedida, eu vou te ler,
Desesperadamente, eu sei que vou te ler.

E cada verso meu será
Pra te dizer, que eu sei que vou te ler,
Por toda a minha vida.

Eu sei que vou chorar,
A cada ausência tua eu vou chorar,
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou.

Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de ler esse blogue teu,
Por toda a minha vida.

Eu sei que vou te ler,
Por toda a minha vida eu vou te ler,
A cada despedida, eu vou te ler,
Desesperadamente, eu sei que vou te ler.

E cada verso meu será
Pra te dizer, que eu sei que vou te ler,
Por toda a minha vida.

Eu sei que vou chorar,
A cada ausência tua eu vou chorar,
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou.

Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de ler esse blogue teu,
Por toda a minha vida.

;)

thorazine disse...

45 NAKED FEMALE BODIES

http://www.canal96.com/extra/caviar/gomi/

:))

chato disse...

Não se chateiem por favor com o que vos vou dizer, mas fontes seguras me transmitiram que o professor está com problemas de falta de musa inspiradora.
Retirou-se para um canto em Cantelães e por lá se encontra em descanso.
E, não o chateiem.
Deixem-no descansar.

Aspásia disse...

Thora just out-of-teen

Suponho que foi o Sousa que enviou do Fugi ! Yama, essas 45 senhoras destituídas de meios para aquisição de quimonos... por môr de obterem um auxílio, ainda que parco, da magnimidade do alcaide-mor de Cantelães...

Aspásia disse...

... o qual, decerto ficará de olhos em bico e ainda levará mais tempo a recuperar as suas funções no Patriarcado Murcónico...;))
Também lhe recomendo "O Japonês Prático em meia-hora" do insigne linguista Nan Tô Ká...>-)

thorazine disse...

Pelos vistos não atrasou a retoma das funções, talvez até tenha tido o efeito contrário no nosso Patriarca! :))))))))))))))

Apresento, retirado do wiki, os vários tipos de quimonos adquados às senhoras:


Furisode: Para as solteiras, con chamativos colores, manga larga e corpo enteiro: Úsase para ocasións formais e de festas.

Hōmongi: Posúe un escudo na espalda, rico en bordados, tecidos e tintes que van desde o pescozo pasando polo brazo, logo pola dianteira e ao final polo posterior: Úsase tanto para ocasións formais e informais.

Iromugi: De varios escudos, común para os novos e de uso semiinformal.

Mochigi: De manga curta, diseños e cores sobrias e sinxelas.

Mofuku: De cor negra e usado exclusivamente para funerais, cun fondo interiormente branco e varía coas estacións, tanto para solteiras como para casadas.

Tomesode: De cor negra, posúe ata 5 escudos de familia Kamon e usado para casadas en ocasións formais e matrimonios con parentes achegados.

Tsukesage: Sen escudos, de uso semiinformal e os bordados, tintes e tecidos veñen dede o ombreiro en man esquerda, así como na man dereita e ao posterior.


PS- Eu ainda tenho o meu, com o seu cinto amarelo que a ninguém meto medo.. :))))))))))))))

CêTê disse...

Boa noite,
Thora por mim ficas com o trespasse. ;p. No mínimo Barman daqueles à maneirex!
- SEM EXERCÍCIO DE SUBMISSÃO, tiras-me uma cafezinho, POR FAVOR? ;]]]

- Cheira-me a mata-baratas ainda por aqui...;P. Onde é que está a garafa de coca-cola vazia para depositar a msg para o professor? Hum? Ai ainda não aranjaram nenhuma? Pois bem amanhã venho trazer a minha. ;)