domingo, maio 01, 2011

Hoje.

Mãe,

Dizem que é o teu dia. Talvez. Mas juro que vasculhei corpo e espírito e não percebi memória, sentimento ou frémito recém-nascidos, alheios ao resto do ano. It's just another day, cantava o velho Macca. Without you, acrescento eu...

88 comentários:

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Mãe, aLuta continua...

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Corrijo: Pais, aluta continua, sem acento...

ana b. disse...

Prof:

Há pouco estive ao telefone com a minha mãe. E pensei que um dia também será, without her. Mas não quero nem imaginar, o desamparo que será.
Resta-me o consolo de estar também do outro lado, e poder ter uns bracinhos lindos e macios à minha volta:).
Programa do dia da mãe: almoço a duas numa esplanada. Um sol mesmo a calhar. E uma visita à Feira do Livro. Meia duzia de livros num saco. Entres eles, Tcham! Tcham!
Acabadinho de sair, a cheirar a novo:
"Aqui Entre Nós"- Júlio Machado Vaz!!!
Alguns dos textos são já do meu tempo.
Fico a aguardar uma oportunidade para o autografar:)

ana b. disse...

Bart:

Tem um recado no post anterior:)

BRANCAMAR disse...

Muito lindo este texto, uma simples e grandiosa homenagem...de amor.

Deixo um abraço e saio na profundidade de um silêncio.

Julio Machado Vaz disse...

Ana,

Já saiu?????

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

:)

ana b. disse...

Prof:

Repousa aqui ao meu lado. Garanto-lhe!
Com prefácio da Teresa Martins Marques.
E dedicado "A todos os que visitaram o Murcon nos últimos seis anos":).
Ou seja: DEDICADO A NÓS, MALTA!:)))

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Ana:

Porque não inicias um novo plano eleitoral. Que justifique menos abstenção e mais tempo para o lermos.

Beijinho

Joãozinho

Princesa Isabel disse...

Professor... sem dúvida, Mãe "it's just another day, without you"...
Um abraço deste lado de cá do Universo!
A capacidade de escrever uma declaração de Amor em tão poucas palavras é um previlégio de poucos.
Namasté!

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Ana,

Obrigados,

Pedro

Qual é a editora?

ana b. disse...

Pedro:

Oficina do Livro.

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

;)

andorinha disse...

:)


"A capacidade de escrever uma declaração de Amor em tão poucas palavras é um previlégio de poucos."

Subscrevo as palavras da princesa.
O post é belíssimo!

E amanhã lá vão mais uns euros para um livrito:))))))

A Menina da Lua disse...

Oh Professor diz que é apenas mais um dia porque não é mãe:) se o mimassem com carinhos , sorrisos e flores talvez pensasse um pouco diferente. Sorry!:)
Agora a falta da nossa mãe é outra coisa...
Costumo pensar que nós, pelo menos as mulheres, mudamos em dois momentos da nossa vida; um é o dia do nascimento do primeiro filho, outro é o dia da morte da nossa mãe...Há algo que nos faz sentir diferentes...e para sempre!

Tambem me senti tocada por este seu pequeno texto.

Ana:)

"Aqui Entre Nós"- Júlio Machado Vaz!!!

Mas que boa novidade não estava mesmo a par e o Professor tambem não avisou:( pelo menos que eu me lembre.

Boa semana para todos.

Anfitrite disse...

Para o Professor lembrar aquilo que nunca esquece:

Poema à mãe

No mais fundo de ti
Eu sei que te traí, mãe.

Tudo porque já não sou
O menino adormecido
No fundo dos teus olhos.

Tudo porque ignoras
Que há leitos onde o frio não se demora
E noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
Que apertava junto ao coração
No retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!

Olha - queres ouvir-me? -
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;

Ainda aperto contra o coração
Rosas tão brancas
Como as que tens na moldura;

Ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
No meio do laranjal...

Mas - tu sabes - a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber.

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo as rosas.

Eugénio de Andrade

A Menina da Lua disse...

Anfitrite:)

Foi esse poema que eu hoje escolhi para colocar na minha página do Face.:)

Lindo! mas acaba com a frase :-Eu vou com as aves"

Aqui deixo o link:

http://www.youtube.com/watch?v=jFnOQyEmhPw&feature=share

Julio Machado Vaz disse...

Menina,

Não avisei por ser-vos dedicado, era surpresa:).

A Menina da Lua disse...

Oh Professor amanhã vou já lá baixo à livraria.
Fiquei muito curiosa:)

Aqui ficam os agradecimentos antecipados da minha parte e com um beijinho de parabens para si:)

ana b. disse...

Menina da Lua:)

Eu também não sabia. Andava por lá a bisbilhotar quando, de repente, vejo uma capa com um rosto familiar:)
Peguei-o a pensar tratar-de de alguma reedição. Eis senão quando, apercebo-me estar perante tão familiares prosemas (Prof., permita-me a classificação). Fiquei tão contente que até parecia que o livro era meu:)))
Se não o encontrar nas livrarias pode adquiri-lo na Feira do Livro, no pavilhão da Oficina do Livro ( Espaço Leya).

Prof:

Desculpe estragar-lhe a surpresa:)

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

E finalmente para todos:

http://youtu.be/tM4J65XetVw

Obrigada :)

paula disse...

Prof, obrigada, embora em silêncio, também passo por aqui :)

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Boa semana: http://youtu.be/1e8xgF0JtVg

Anfitrite disse...

È verdade Menina, mas eu só vi agora. Escapou-se-me ao fazer a cópia. E como eu não gosto de ver o que escrevo e este porque era uma cópia, ainda menos. Só que às vezes ficam umas letras de fora. O meu rato também não está bom da cabeça, só copia e elimina frases inteiras. Ainda não descobri o que se passa. Obrigada por fazer a correcção. Foi só para lembrar ao
professor que não esqueço os seus gostos, Também não vi bem o que está aí para trás porque eu hoje não quero inflamar os olhos se começar a falar a sério. Tenho de ir procurar quando o Vergílio Ferreira faz anos.
Boa semana!

Olha, vi agora a Paula, a que insinuou que eu era a hiena. Essa laranja está muito murcha, não é?
Mas olhe que o seu contributo era de monta! Desculpe lá mas eu só sei falar assim, pq se falar a sério está tudo estragado. É pena que não entendam o meu humor corrosivo, porque ele não é azedo, como pensam.

naco disse...

Acabei de ler:
É necessário ter em conta que só não será considerado pelo FMI como um financiamento externo a parte dos encargos financeiros suportados em valor correspondente ao resultado da aplicação da taxa de juro efectivamente suportada no endividamento ao valor do empréstimo concedido caso o país tenha requerido um empréstimo.
Boa noite
Nuno Coutinho

ana b. disse...

Anfi:

Acho que não é a mesma Paula. O perfil é diferente:)
Só me faltava tê-la por aqui outra vez para me roubar o Bart:)))

Cê_Tê ;) disse...

Acho que a memória é por vezes materna- revela o que nos ajuda a crescer.;)

(Alterei os meus planos para encontrar o livro numa qualquer livraria que ainda estivesse aberta e não o encontrei!

Bolas ;((()

"Sorte macaca"

Anfitrite disse...

Menina,

Já agora e como eu tenho de encontrar explicação para tudo, aqui vai o link de onde eu tirei o poema, e para que fiquem com ele completo.

http://www.luso-poemas.net/modules/news03/article.php?storyid=72

Já sei porque aconteceu o lapso, além do problema do rato. É que eu quis pôr em destaque o nome do poeta, no fim do poema e então fiz asneira.


PROFESSOR,

Agora que já ganhei ânimo para ler tudo, pela parte que me toca queria dizer-lhe o meu OBRIGADA, apesar de de me saber persona non grata.

E já agora dizer-lhe que o meu dia não foi mais um dia sem ela. Imagine que desde que ela se foi, apesar de não acreditar no Além, todas as noites lhe acendo uma vela, e hoje esteve acesa o dia todo, porque sei que ela gostaria.
Ela está sempre presente e só me sinto pior quando quero tirar uma dúvida e não tenho quem me responda. Mas digo: quando ela voltar do Algarve responde-me.

Já sei, como psi está a dizer: Coitadinha! Ainda não fez o luto. É verdade. Mas acho que enquanto eu tiver memória o luto nunca será feito. E mais, penso que não morro enquanto não levantar os ossos dela, mas tenho de arranjar quem me trate disso, para eu lhe dar depois o destino adequado.

Anfitrite disse...

Ana,

Eu e a minha mania de trocar os nomes por causa das vogais. Eu quando fiz o comentário nem me lembrei da Paula recente, estava a pensar na Laura que fazia uns comentários sóbrios e interessantes, e numa altura em que isto andou uma bocado desatinado, disse que o blogue mais parecia um quadro de Théodore Géricauld, daí eu ter logo me apoderado do quadro da hiena como imagem. Afinal esta Paula nem sei quem è, nem conheço as preferências políticas dela, e espero que não tenha levado a mal. Ainda bem que V. está em cima das jogadas todas.

naco disse...

A nível organizacional a execução dos pontos do programa obriga-nos à análise das formas de acção. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o desenvolvimento contínuo de distintas formas de actuação cumpre um papel essencial na formulação do impacto na agilidade decisória. O cuidado em identificar pontos críticos na competitividade deve passar por modificações independentemente do sistema de participação geral. No entanto não podemos esquecer que o julgamento imparcial das eventualidades aponta para a melhoria das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a hegemonia do ambiente político garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos níveis de motivação geral.
As experiências acumuladas demonstram que a constante divulgação das informações facilita a criação das directrizes de desenvolvimento para o futuro. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas uma vez que a complexidade dos estudos efectuados faz parte do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Desta maneira a contínua expansão de nossa actividade é uma das consequências das condições inegavelmente apropriadas.
Não obstante o aumento do diálogo entre os diferentes sectores agrega valor ao estabelecimento do investimento em reciclagem. O incentivo ao avanço assim como o desafiador cenário globalizado pode levar-nos a considerar a reestruturação dos paradigmas. Caros amigos, a valorização de factores subjectivos representa uma abertura para a melhoria dos procedimentos normalmente adoptados.

Nuno Coutinho

Anfitrite disse...

Que rico naco de prosa. Este senhor deve ser comentador de vários programas políticos e não só.

Quando é que o Professor escreveu o livro?

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Anfy: Deveria. Gosto deste lado Político que se veste por baixo de qualquer camisola e em qualquer altura. Bom Dia.

Julio Machado Vaz disse...

Anfitrite,

Aproveito a sua pergunta para um esclarecimento importante: o livro foi todo "escrito" aqui, não há textos originais, ou seja, vocês já o conhecem, não quero que gastem dinheiro em gato por lebre:). Quanto ao luto, digerir não é esquecer, a caixa de música de minha Mãe nunca tocou tanto como hoje em dia.

Cê_Tê ;) disse...

Bom dia!;)
Professor o que escreve em formato táctil acrescenta uma outra dimensão ao que "nos conta". E será sempre um cabrito bem assadinho NUNCA gato!
;*
Fico à espera que chega a... à província.;P

sombra disse...

que texto tão bonito e comovente. less is more, sem dúvida.

ana b. disse...

Murcons:

Não vão na conversa do Prof. Os textos postos em sequência adquirem outra espessura e outro sabor. Até a Maria ganha outra vida:)
E conhecê-los previamente é uma mais valia. Obriga-nos a repensá-los.

andorinha disse...

Ana,

Claro que não vamos na conversa do Prof, ele quer é que nós não compremos o livro:))))))))))))

Mais logo vou ver se o encontro por aqui...

Manuel Henrique Figueira disse...

Prof.

Costuma dizer-se que o Natal é quando um homem quiser.
Do dia da mãe direi o mesmo, é quando um filho quiser, isto é, TODOS os dias.

Eis-me regressado ao Murcon após alguns dias de silêncio forçado. Cheio de dívidas (de gratidão) pelas musiquinhas que a Ana b. a Caidê e a Anfritite me deixaram, vai se difícil retribuir-lhes.
A Caidê havia deixado o poema medievo de D. Dinis «Ai flores do verde pinho». Lembrei-me do primeiro disco do José Mário Branco, de 1967 (um EP em vinil), com seis cantigas de amigo, que tem uma sonoridade nova para este tipo de música, e que é de uma grande beleza melódica; procurei-o na Net mas não o encontrei. Aqui vão dois sucedâneos:

«Ai flores, ai flores do verde pinho»: Lírica galaico-portuguesa
http://youtu.be/FPJ61GqOfCA

«Ai flores, ai flores do verde pinho»: Amália Rodrigues
http://youtu.be/bD-eCvs-kUk


Para quem não apreciar o género, vão duas diferentes, mas de que gosto igualmente muito, da grande Soledad Bravo, a primeira de um disco de homenagem a Alfredo Zitarrosa, desaparecido precocemente, a segunda de outro disco de músicas tradicionais venezuelanas:

«El Violín de Becho »: Soledad Bravo
http://youtu.be/iNsIcCETVHA

«Pajarillo verde»: Soledad Bravo
http://youtu.be/kFhJ4DVVyaQ

Anfitrite disse...

GENTE,

não é preciso saírem de casa. Aqui, como sempre, até tem 10% de desconto. Mas olivro só está em pré-lancamento. E só o enviam a partir de 9 de Maio. Portanto, escusam de andar à procura, façam a v/ encomenda pq ela é rápida a chegar e de confiança.

http://www.wook.pt/ficha/aqui-entre-nos/a/id/10918121

Anfitrite disse...

Professor,

A crise só chega aos livros, quando as pessoas não gostam de ler. Há livros que nos enchem a alma e o estômago. Passam-se muitas cenas comigo, devido a livros que li. Ainda hoje me riu, quando passo no Jardin do Príncipe Real, só por me lembrar da azáfama que foi eles(personagens) esconderem o cadáver do amigo nos urinóis do dito jardim. Refiro-me ao "Fado Alexandrino". Também me lembro o lugar, mesmo o sítio, onde estava, em Armação de Pera, quando li o seu livro "Domingos, Sábados, e Outros Dias" e que me deixou deprimida, não sei porquè, ou saberei?

Obrigada pela resposta. Finalmente uma provocação mereceu resposta.
Servimo-nos, ou aproveitámo-nos um do outro.
O professor não costuma responder quando as perguntas não lhe são dirigidas directamente. Quando fiz aquela pergunta, como provocação, era para saber se o recém-chegado bocado, teria direito a louros em relação ao livro.
Quanto às digestões, eu sei que há quem tenha mais preparação e condições para digerir. O que não é o meu caso. Neste momento não consigo escrever mais.

Condessa de Til disse...

Gostei do título - anunciado pela Ana, pois também ainda não vi o livro.
"Aqui entre nós" parece-me muito bem escolhido, se é dedicado às conversas do Murcon. É terno e também divertido, pois a primeira frase costuma completar-se com a frase "que ninguém nos ouve", o que remete para intimidade e para confidências entre amigos, fazendo-se aqui ao mesmo tempo a piada com o facto de que se trata de um blogue na Internet, ou seja algo que não poderia ser mais público.
Muito giro:)

A Menina da Lua disse...

Ana

Pois! tal como adivinhava nas livrarias nem vê-lo:(

Condessa:)

Tem toda a razão; o nome é muito bem escolhido sim!:)

Fiz uma pesquisa no Google sobre "Cá entre Nós" JMV e não me apareceu nenhuma referência ao livro mas curiosamente aparecem imensas "bocas" nossas aqui no Murcon, onde de quando em vez alguem diz exatamente isso: "cá entre nós" "aqui entre nós" ou ainda "aqui que ninguem nos ouve".
Achei muita graça e se calhar o título não foi escolhido ao acaso:)

Anfitrite:)

Eu percebi que se enganou acontece:) apenas achei que devia dizer porque a frase final dá todo o sentido e importância ao poema.
Quanto à capa está e tem a cara mesmo à JMV:))

Anfitrite disse...

Como eu nunca me abstraiu, já agora aproveitem para comprar também este livro, que relata muitas das verdadeiras atrocidades cometidas na Madeira, escritas por um jornalista, digno e a quem lhe foi proibido fazer o lançamento do livro, na Madeira, depois do hotel já ter confirmado a disponibilidade.

http://www.wook.pt/ficha/jardim-a-grande-fraude/a/id/10747258

andorinha disse...

Pois, andei eu a correr livrarias para nada...:(

Mas vi agora a capa e está muitafixe com esse seu sorriso malandro:)

Anfitrite disse...

Podem chamar-me o que quiserem, mas pergunto-me como é que o presidente dum país que tem sido o responsável pelos maiores massacres da história, e da forma mais arbitrária, de acordo com as suas conveniências, veja-se agora o caso da Líbia e da síria, se pode congratular com a morte de alguém, que vivia isolado e que não tinha contactos com niguém, possa ser responsabilizado por todos os males do Mundo. Tanta hipocrisia neste mundo. E agora vem pedir a deus que nos proteja. Que deus? Quem é dono do verdadeiro Deus? Deus abençõe o Diabo. E que vivam em paz com os cátaros.

ana b. disse...

Menina da Lua:)

Eu devo ter sido a primeira pessoa a compra-lo:)))
O livro está em fase de pré-lançamento. Muito provavelmente só o irá encontrar na Feira do Livro.

Menina, Anfi,Andorinha,...

Se quiserem muito o livro podemos sempre fazer negócio:)))
Mas não digam nada ao Prof. Fica aqui só entre nós:)))

A Menina da Lua disse...

Ana:)

Sua malandra! a fazer negócio com a boa vontade de cada um.:)
Olhe que os deuses castigam-na, com chuva e trovões e tudo. Vai ver!:)

Mas podia dar umas dicas do conteúdo enquanto não vamos à feira do Livro.

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Depois de uma estranha noticia é caso para dizer: O blog está de parabéns!

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Do mundo não chegam apenas más notícias :http://usparalympics.org/news/2011/05/02/usoc-honors-key-contributors-to-paralympic-movement-with-2011-amazing-awards/42115?ngb_id=15

http://jugular.blogs.sapo.pt/2620548.html

um dia triste

ana b. disse...

Menina:)

Bem, a capa já viram! Tem uma foto do Prof. na sua pose emblemática e ar friendly:)
O prefácio é da autoria da Teresa Martins Marques, ensaista, critica litarária e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Disserta sobre o Prof., o blogue, o seu peculiar funcionamento,etc.
Eu vou transcrever a parte que nos diz mais respeito:

"O que talvez não fosse previsivel é que tal blog conseguisse prender alguns comentadores ao longo de anos, com mesma fidelidade com que vão ao café tomar diariamente a bica, partindo dos textos do autor para rapidamente passarem a outros assuntos, em cascata dialogante como uma família alargada que se reune ao serão, com amuos, exibições, provocações, cumplicidades. O segredo desta familia está na marca autoral, entidade simultaneamente próxima e encoberta, olhar oculto e acessivel que configura uma forma sui generis de estar-em-blog, que muito dignifica o autor e seus fiéis comentadores"

Como eu costumo dizer: pouco interventivo mas "sempre a chegar":)))

Então, gostaram? Querem mais? Ok, apenas um lamiré.
O livro divide-se em duas partes. A primeira, intitulada Blog de Papel, tem os textos mais intimistas e poéticos do blogue, onde expõe o seu lado mais pessoal e privado e onde reina a Maria:). A segunda parte, intitulada O Papel de um Blog em que estão os textos mais virados para assuntos sociais e interventivos.

E agora meus amigos, tenham paciência e aguardem mais uns dias. Os que moram em Lisboa e arredores deem corda aos sapatos e rumem à Feira do Livro. Garanto-lhes que vale o esforço. Para quem assim o entender, pois para mim é um prazer passear-me por lá:)

Caidê disse...

Ainda me arredo de ser muito explícita a falar do Dia da Mãe. Mas já passou. "Without" a minha há 30 anos , sou mãe há 30 anos e 9meses. Isso explica quase tudo!

Ah! E para ser avó tenho de esperar que as consultas de fertilidade façam o resto... E se fizessem... vinha mesmo a calhar. ser mãe duas vezes, como também se diz.

Com John Lennon lembrei os que de alguma forma sentem falta de uma mãe e no meu quotifiano encontro muita criança negligenciada...

Parece que vamos ler a dita obra quase ao mesmo tempo :-))))!

Manuel gostei da composição galego-portuguesa de "As flores de verde piño!" . Referi-as pq tb meu amado está ausente - a muitos Kms (Ai Deus i u é?...)

Vamos lá à musiquinha do cair do dia, para cairmos na caminha com leveza.

http://www.youtube.com/watch?v=c4KeGBrDHfU&feature=related

Bjs tagarelas

naco disse...

O julgamento imparcial das eventualidades obriga-nos à análise de alternativas às soluções ortodoxas.

Nuno Coutinho

A Menina da Lua disse...

Oh Ana:)

Muito obrigada! eu sugeri mas não era e não estava a pensar que cumprisse:)
Grande trabalheira:) e o melhor é mesmo ler o livro.

Caidé:(

A vida por vezes prega-nos privações difíceis... Mas já estou como o Professor disse no poste lá a trás: "O imaginário não é omnipotente no que ao sofrimento diz respeito."

Beijinhos

Manuel Henrique Figueira disse...

Caidê,

E da Soledad não gostou?
Não aprecia o género?

andorinha disse...

Ana,

Ficas proibida:)))de revelar mais alguma coisa do livro.
Enquanto não o tenho, gosto de dar uso à imaginação e depois le-lo a partir do zero.

Prometes não dizer mais nadinhaaaaa?:)

ana b. disse...

Menina:)

Não foi trabalheira nenhuma.
Foi um enorme prazer:)

Andorinha:)

Prometo!
Já estava preparada para transcrever o livro segundo a tecnica que a Anfi me ensinou para fazer comentários longos:)))
Mas sendo assim, opto por dar música:)

http://youtu.be/Ss1URTJYlfQ

andorinha disse...

Ana,

Bigada:)

E pela música, também. A saboreá-la agora.

Manuel Henrique Figueira disse...

Estas é para o soninho, como costuma dizer a nossa Caidê.

«Nocturno n.º 4 (Chopin)»: Maria João Pires
http://youtu.be/dnCC0dMNUvE

«Moonlight Sonata (Beethoven)»: Maria João Pires
http://youtu.be/e6fDFWdvkt8

Anfitrite disse...

Ana,
Escusa de querer ser adelo. Eu já encomendei e paguei esse e mais dois. Tive 10% de desconto, portes grátis, ainda um bónus de 2€. Será entregue à porta e se não estiver vou buscar aos CTT. E vão ser três primeiras edições.
Gosto de escolher em casa nas calmas. Detesto a Fnac que rebentou com todas as nossas livrarias e discotecas e depois subiu escandalosamente os preços.
Tinha contado uma história muito gira, que se tinha passado comigo numa antiga discoteca da Av. de Roma, mas em vez de copiar, colei e estraguei tudo.

ana b. disse...

Anfi:

Já vi que consigo não me safo:)))

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Tenho um carinho muito grande por esta futura vóvó. E ana aqui ninguém se safa:)

ana b. disse...

Pedro:

Também me parece:))

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Caidè, o cão está bem:

http://www.whitehouse.gov/live?utm_source=wh.gov&utm_medium=shorturl&utm_campaign=shorturl

Ana:).

Também me parece!

Good Luck For You Every Day and Night

Bartolomeu disse...

Murcuões... num credes ser esta uma celente altura para organizar um almoço ou jantar murcónico, de forma a que o Sinhuore Prufessuore desse a subida honra de nos autografar e dedicar os livrinhuos?
Hmmm?
Bá lá meninas, empreguem todo o bosso puoder pressuasuor e cunbençam o autuore.
Se ele se quiser desculpar cum uma tendinite, buluntarizo-me diesde já para lhe massajar o braço.
Bute nessa!

paula disse...

Anfitrite (12:25 AM de não sei que dia):
deve estar a confundir-me, paulas há muitas e há meses e meses e meses que eu não deixava aqui um comentário.
sorry, reveja a sua lista.

ana b. disse...

Bart:

Bons olhos o leiam.
Já pensava que tinha ido na enxurrada:)))
Mas que boa ideia! Você, às vezes, está inspirado.
Para almoços e jantares, estou sempre pronta. Já pode reservar o meu lugar:)))

Anfitrite disse...

Paula,
Eu já fiz essa correcção num comentário dirigido à ana (2he34mAM), dizendo que a confundi com a Laura, que comentava aqui há bastante tempo. O comentário está antes de um feito pele naco(o maior dele). Tenho pena que não tenha perdido tempo a ler-me, mas como vê a minha lista já foi revista. Só que eu tenho a mania(não sei que doença é esta) de assimilar os nomes apenas pelas vogais e pelo número de sílabas. São pormenores que não me dizem nada. Eu gosto é dos conteúdos. E também não deve ter feito muitos comentários, porque eu não me lembro de si aqui.
Passe bem e volte mais, porque eu gostei dos seus blogues.

ana b. disse...

Murcons:

Aqui vai uma musiquinha para o serão:

http://youtu.be/17XeUlDaRqw

http://youtu.be/2rHqJCPvMnI

http://youtu.be/Ll_G4QFYVhA

Espero que gostem:)

Caidê disse...

Manuel
Mas claro que gosto da Soledad Bravo!
E depois as suas propostas musicais são sempre de tão bom gosto!...
Fixo-me numa ou noutra, mais ou menos, se vai ao encontro do estado de espírito do momento ou se surte mudar-me o mesmo na hora.

Ana
Estou a vibrar com as últimas sugestões que deixou. Ouvindo-as e escrevendo ...just in time. E são das que vieram ao encontro...


(Arranjei-te agora um nick abreviado)
Perguntas se o cão está bem ou afirmas? O cão de água da "White.." ou a minha boxer classe média, focinho de peste e coração de mel com pêlo igual?
A última esteve comigo no fim-de-semana. Durante a semana está com o meu filhote. Vem comigo quando deixo Lx e vou para o monte perdido das C. da Rainha. Esteve comigo, portanto, na Páscoa. E a minha casa também é basicamente "White" :-))))

RedLightSpecial disse...

Deste lado igual... um dia como tantos outros.

(saudades de passar por aqui... escrita de mestre, como sempre)

paula disse...

é verdade Anfitrite, eu passo aqui frequentemente, comentava quando daí podia aprender alguma coisa, há muito tempo, no tempo da 'cabecinha pensadora' e mais alguns que ainda aí andam. Agora, não me tem apetecido, há muito que não, por várias razões. Mas não vem daí nenhum prejuízo para ninguém.

realmente não me dei ao trabalho de ler todos os comentários, nem sempre tenho tempo. Vocês conversam bem uns com os outros, chega.

só vim agradecer ao prof a dedicatória do livro, pois silenciosa ou não, também me considero uma "murcónica", mais nada.

Manuel Henrique Figueira disse...

Mais do que a música, apreciem a poesia deste homem do Norte, Pedro Homem de Melo (já agora, também a artista que o canta na primeira canção):

«Libertação»: Margarida Guerreiro
http://youtu.be/FAIDb_kZomM

«Canzone per te»: Margarida Guerreiro
http://youtu.be/LgFX8Q9gUgk

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

Bart,

Só pensas em Tainadas que tal uma mesa redonda para nos rirmos um bocado?

Boa Jorna...

João Pedro Fonseca da Rocha Barbosa disse...

"O I Congresso do Murcon"

Manuel Henrique Figueira disse...

Caras/os murcónicas/os,

Como sou recente no Murcon, não tenho memória, nem termo de comparação com o tempo em que, segundo a Paula, ela própria «comentava quando daí podia aprender alguma coisa, há muito tempo, no tempo da 'cabecinha pensadora' e mais alguns que ainda aí andam.»
Mas este comentário deixou-me intrigado.

Logo que o Prof. pôs o texto, andei à procura de duas músicas do José Mário Branco, do disco «A Mãe»: «As canseiras desta vida» e «Camarada Maria Rodrigues». Para além de bonitas como músicas, acho que se adequavam muito e que poderiam ser ponto de partida para comentar o texto de outros pontos de vista. Mas não estão no Youtube e apenas encontrei a letra da primeira.

As canseiras desta vida
tanta mãe envelhecida
a escovar, a escovar
a jaqueta carcomida
fica um farrapo a brilhar

Cozinheira que se esmera
faz a sopa de miséria
a contar, a contar
os tostões da minha féria
e a panela a protestar

Dás as voltas ao suor
fim do mês é dia 30
e a sexta é depois da quinta
sempre de mal a pior

E cada um se lamenta
que isto assim não pode ser
que esta vida não se aguenta
o que é que se há-de fazer?

Corta a carne, corta o peixe
não há pão que o preço deixe
a poupar, a poupar
a notinha que se queixa
tão difícil de ganhar

Anda a mãe do passarinho
a acartar o pão pró ninho
a cansar, a cansar
com a lama do caminho
só se sabe lamentar

É mentira, é verdade
vai o tempo, vem a idade
a esticar, a esticar
a ilusão de liberdade
pra morrer sem acordar

É na morte ou é na vida
que está a chave escondida
do portão, do portão
deste beco sem saída
qual será a solução?

Espero que as/os caras/os murcónicas/os correspondam ao desabafo/inquietações da Paula.

ana b. disse...

Manuel:

Confesso que não gostei da arrogância da Paula ao dizer "..comentava quando daí podia aprender alguma coisa, há muito tempo,...". Donde se depreende que, neste momento, ela não encontra assuntos que a motivam, e que valha o esforço de escrever um comentário. Está no seu direito, claro.
E eu estou no meu, de ser como sou. Mesmo que pouco interessante. Por isso não me sinto na obrigação de corresponder aos seus desabafos/inquietações. Hèlas!

paula disse...

hellooooo
nem desabafo nem barra inquietação!!!! nem queria melindrar ninguém, hèlas!
até qualquer dia.

Tangerina disse...

Paula,

A Cab escrevia com poesia. Nunca mais a vi por aqui embora, por vezes, tenha tentado descortinar-lhe o verbo, sem sucesso, por detrás de outros nicks. Também tenho saudades.

Concordo com a Anfitrite que os seus blogs são muito interessantes.

T.

paula disse...

Também a tenho procurado T. Tenho saudades desses tempos, só voltei agora por acaso.

Quanto aos meus blogues, obrigada, são o que são, poesia com resíduos domésticos à mistura.

andorinha disse...

Bom dia:)

Tanto melindre por nada, na minha opinião.
A Paula disse ao que vinha, ponto.
Está no seu pleníssimo direito.
Não me senti ofendida nem melindrada.

Como já aqui foi dito, não vivemos sob sob uma ditadura de opinião, pois não?
Atãoé...:)

Manuel Henrique Figueira disse...

«Mãe»: Aldina Duarte – CD Mulheres ao Espelho (poema de Maria do Rosário Pedreira, dito pela própria)
http://youtu.be/av90HiZ9CRM

Outro fado muito bonito de Aldina, embora de outro disco.
«Flor do Cardo»: Aldina Duarte
http://youtu.be/yfsQZgf-h7k

ana b. disse...

Andorinha:

Eu não fiquei melindrada . Até porque a Paula desapareceu muito antes de eu aqui chegar. O que não me impede de reconhecer a desagradabilidade do comentário.
E apenas o referi porque o Manuel desafiou-nos a comentar a letra de uma musica, numa tentativa de despertar o interesse da Paula. Lamemto mas não sinto essa obrigação. Fá-lo-ei apenas se me fizer sentido.
Se reparou bem, eu nada disse quando a Paula fez o comentário. Exatamente por achar que ela está no direito de achar o que quiser. Eu apenas me justifiquei ao Manuel. Mais nada.

paula disse...

Ana, não percebi que o poema do Manuel era para despertar o meu interesse.

Manuel, obrigada pelo cuidado.

Manuel Henrique Figueira disse...

Ana b.

Não tem que se justificar perante mim. A Ana tem todo o direito de pensar o que quiser de cada um (em minha opinião muito particular ─ e nesta altura do campeonato já sabe como penso e actuo nesse aspecto ─ desde que o faça com correcção e elevação, fê-lo agora e fá-lo sempre).
A intervenção da Paula foi para mim um pretexto, pois já nos tínhamos afastado muito do texto. Pensei que talvez fosse bom regressarmos a ele.
Se se recorda, eu já tinha feito coisa semelhante, penso que no texto anterior, e a Paula não tinha feito comentário algum.

A sua Lizz é fantástica. Gostou da minha Aldina?

ana b. disse...

Paula:

Se ler bem o comentario do Manuel, verá que não era propriamente o poema que deveria despertar interesse, mas sim a discussão que se geraria à sua volta. É que não me parece que seja por falta de interesse e qualidade dos textos postados aqui que você deixou de participar.Por isso, acho inglória, embora bem intencionada, a tentativa do Manuel de colocar o debate a um nivel, que possa, eventualmente, interessar-lhe. Pela parte que me toca eu faço o que melhor sei e posso. Lamento se não é suficiente para si.
Mas compreendo-a, acredite. Eu também não perco tempo com aquilo que não me motiva:)

paula disse...

Ana, tem razão, realmente o que se passa é o inverso do que supus, e os temas têm um nível demasiado elevado para as minhas capacidades. Humildemente me retiro, vou ocupar o meu tempo com assuntos mais simples, mais básicos.

ana b. disse...

Manuel:

Gostei bastante. Muito mais que a Margarida Gerreiro. A qualidade da musica e a voz, claro! Do resto, saberá você avaliar melhor que eu:)))

Para a troca, aqui vai:

http://youtu.be/_cGwrlGzwcM

http://youtu.be/DDNZu9QFE1g

http://youtu.be/CI6UMlZrGVI

ana b. disse...

Paula:

Não deturpe a situação. É você que acha que não aprende nada neste blogue. Por isso deixou de participar.
Foi isso que disse. Se é verdade ou não, só você o saberá.