quinta-feira, junho 20, 2013

Há quem diga que morreu numa casa de passe em Paris e não num acidente de avião. Who cares?:).


45 comentários:

João Pedro Barbosa disse...

"O Amor Tem Que Ser Fresco E Desperto"

João Pedro Barbosa disse...

When we are looking for something and don´t like it. We will find something that was not expected...

João Pedro Barbosa disse...

Who cares?:(.

bea disse...

Bom dia:) Como a vida, esta música.
BFS

Bartolomeu disse...

Não existe melhor sítio para fazer "a passagem", que uma casa de passe, de preferência, em Paris e na companhia de "um avião"!
Dassss... até as unhas dos pés s'encaracolam...

João Pedro Barbosa disse...

The Same Frontier

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Ae227KABFpA

Caidê disse...

I do not. :)
Em qualquer meio social há amor e des-amor, gente bonita e gente desaconselhável.

João Pedro Barbosa disse...

E da noite fez-se o dia...

João Pedro Barbosa disse...

Caidê,

Isto está muito "faste food"!

andorinha disse...

Pedro,

Amor requentado não presta, concordo.

E também prefiro slow food:))))

Bom fds prolongado, malta.

Inté...

Impio Blasfemo disse...

Lamento mas este é precisamente o tipo de música que me deixa insensível. Detesto Big Bands

Este é o tipo de música que me deixa sensível:
http://www.youtube.com/watch?v=UOEIQKczRPY

Saravá
IMPIO

João Pedro Barbosa disse...

Pixies - Hey

http://www.youtube.com/watch?v=v6xU96KLBL4

Anfitrite disse...

bARTOLO,

Eu vinha dizer o mesmo. A melhor maneira de morrer seria a fazer amor. Ou então sem dar por isso. Acordar apenas morto!
Já o Carlos Gardel também não sabem como se passou.

A propósito lembrei-me desta perfeição:

http://www.youtube.com/embed/v8nSaydD3s8

Anfitrite disse...

Vale a pena ler.

“Eles” (os funcionários públicos) são uma parte de “nós”

José Pacheco Pereira - Se há um princípio cívico de moralidade, o que está a acontecer aos funcionários públicos deveria fazer soar todos os sinais de alarme.
O que se passa na actual ofensiva do Governo contra a função pública está muito para além da condição de se ser "funcionário público". O discurso do Governo — mais uma vez um discurso de divisão entre os portugueses, a que chamei e chamo "guerra civil" — pretende legitimar as suas acções como tendo a ver com aquilo que apresenta como "privilégios" dessa condição profissional. Os corolários são sempre os mesmos; está-se a atacar privilegiados, cujos privilégios são pagos pelos dinheiros dos contribuintes, em nome da "equidade". Se temos impostos altos é porque esta gente "do Estado" tem o emprego garantido, ganha mais do que os trabalhadores do sector privado, tem maiores reformas. Tudo em parte verdade, tudo em absoluto mentira.
Este discurso colhe, porque as sementes da cizânia pegam sempre em momentos de empobrecimento, em que a mais fácil das cegueiras é olhar para o lado e ver que o vizinho tem mais uns tostões do que eu e ficar fixado nessa socialização da inveja entre os de baixo, muito próximos em condição e dificuldades, em vez de olhar para outro lado, para o lado de onde vem a minha miséria e a do meu vizinho. Para o lado de cima.
O que se passa com a função pública é relevante para todos nós, como método, como sinal, e, infelizmente, como imoralidade social, rompendo um contrato social que é suposto ser o tecido da nossa sociedade em democracia, em que existem diferenças e diferenciações aceitáveis e outras inaceitáveis. É porque o Governo quer esconder as inaceitáveis que assume agora uma espécie de igualitarismo para os imbecis, proclamando-se de uma rasoira igualitária que serve para violar contratos e garantias, direitos e condições, em nome de um "dinheiro" que não há nestes casos e que parece haver sempre nos outros. Alguém disse esta semana, e bem, que nunca ouviu o Governo responder que "não havia dinheiro" para as PPP, nem para os contratos swap, nem para a banca, só para os trabalhadores e para os reformados.
É por isso que o que o Governo está a fazer aos funcionários públicos tem um significado social muito mais vasto do que as peculiaridades do seu estatuto social e profissional. E o invólucro de uma pseudo-"reforma do Estado" é apenas a expressão orwelliana para mais um corte cego nos serviços públicos, sem nexo, sem consistência, nem sustentação, sem sequer corresponder a qualquer poupança estrutural, porque os custos das coisas mal feitas são muito maiores do que a poupança orçamental obtida a curto prazo.
Um dos aspectos mais inaceitáveis deste processo é o grau de dolo e fraude em que ele é feito. Repito-me, mas este é um dos aspectos mais repulsivos da actual governação. Todos os governantes juraram várias vezes, há dois anos, e há dois meses, que nunca haveria despedimentos na função pública, nunca haveria "mobilidade especial" para os professores, e que apenas quem quiser sair teria abertas as portas a "rescisões amigáveis". O que ofende mais a consciência comum é que as mesmas pessoas que usaram o "nunca", várias vezes e em contextos que não permitiam a ambiguidade, estão hoje na vanguarda de piruetas verbais mais obscenas para se desdizerem, parecendo aliás muito pouco preocupados com o valor da sua palavra.
Quando se justificaram, no passado próximo, muitas medidas de cortes salariais na função pública com o argumento de que podiam ser mais gravosas para os funcionários públicos, visto que eles tinham "a garantia do emprego", o que se estava a fazer era mentir a todos, como método de actuação. O mesmo dolo foi a "mobilidade especial" e agora a "requalificação" que não são mais do que classificações enganosas em burocratês para os despedimentos
.Cont.

Anfitrite disse...

O despedimento de funcionários públicos estava inscrito no código genético desta governação desde o primeiro dia. Escrevi-o na altura com absoluta certeza de que iria ser assim. E foi.
Tudo isto nos diz respeito, funcionários ou trabalhadores do sector privado, porque ninguém tenha dúvidas de que se o Governo pudesse fazer a todos os trabalhadores portugueses o mesmo que está a fazer aos funcionários públicos, fá-lo-ia sem hesitar. Se, por despacho ou lei ordinária, em muitos casos sem sequer ir à Assembleia da República, fosse possível aumentar o horário de trabalho, permitir despedimentos discricionários por decisão unilateral do patrão ou do capataz, individuais e colectivos, sem qualquer enquadramento legal que proteja a parte mais fraca, nem simulacros de leis laborais seriam precisas.

E tudo isto nos diz respeito, porque é o medo o lubrificante do discurso de guerra civil do Governo. Sim, o medo das pessoas normais, que sabem que ninguém as defende, que não confiam na força dos sindicatos, que sabem que o silêncio cúmplice de Seguro não destoa dos actos de Passos Coelho, que sabem que se escorregarem ainda mais no plano inclinado da pobreza, cujo grande salto é o despedimento, terão uma vida infernal, difícil e envergonhada. E por isso hesitam, temem, retraem-se, têm a ilusão de que podem passar despercebidos ao olhar do chefe que vai escolher quem vai para a "mobilidade especial", ou para a "requalificação", ou seja, quem vai ser despedido.

A razão pela qual o povo português parece ser mais "paciente" resulta muito simplesmente de que muitos têm medo de perder ainda mais do que o que já estão a perder. E como o discurso da divisão deixa cada um sozinho na sua fábrica, na sua escola, na sua repartição, o medo ainda é eficaz. Mas o medo é destrutivo da sociedade e da democracia, e dá saída apenas para o desespero, o momento em que as pessoas percebem que já não há mais a perder. E nessa altura o seu
Soares apelou às esquerdas, mas com idêntico impulso crítico podia-se apelar às direitas, no mesmo sentido de acção contra este Governo. Quem tiver um mínimo senso patriótico e nacional, mesmo aceitandose o lugar-comum de que é à direita que esse sentimento de patriotismo é mais agudo, não pode deixar de se preocupar e muito com a obra de destruição de Portugal e do tecido que uniu até hoje os portugueses.

O enorme falhanço da esquerda e da direita está em querer traduzir numa linguagem estereotipada e sectária uma realidade de devastação que em muito ultrapassa o discurso político tradicional. Os partidos políticos que assentam em termos programáticos numa ideia de cidadania (como o PS) ou de "pessoa humana" (como o PSD e o CDS) estariam à partida vocacionados para, pelo menos, compreender o que se está a passar e travar esta forma miserável de luta de uns contra os outros que não ousa dizer o nome, mas que é muito parecida com a "luta de classes". Mas cada um ao seu modo, nas suas lideranças, traiu os seus programas e, por isso, está a estragar Portugal e a democracia.

Não é irrelevante o que se está a passar, para quem seja "justo", para quem não seja indiferente ao tónus moral e cívico de uma sociedade, com todos os piores instintos a ser despertados e alimentados, para garantir um terreno favorável a um projecto de engenharia política que hoje está em decadência, mas que envenena a terra em que está a apodrecer. Se há um princípio cívico de moralidade — e é um cínico e um relutante defensor de argumentos morais em política que escreve isto — o que está a acontecer aos funcionários públicos deveria fazer soar todos os sinais de alarme.

Face a esta situação, precisávamos de gente como Thomas Paine que nos ensinasse que a "moderação no Bem" não é uma coisa boa. E que se a "moderação no temperamento é sempre uma virtude, a moderação nos princípios é sempre um vício". Há momentos em que é precisa esta intransigência
.

José Pacheco Pereira | Público | 08-06-

João Pedro Barbosa disse...

Anfitrite,

Não estarão a falar do avião presidencial?

Cê_Tê ;) disse...


Ninguém vive para sempre e nem todos morrem como heróis. - duas verdade que Miller tinha bem presentes;P
Seja como tiver sido... Paris seria (pelo menos naquela altura) um sítio decente para morrer. Nem que fosse num bordel- não como alguns fantasiaram a fazer amor (ou sexo ?) mas à porrada ;)- sabe-se lá porquê ;P? Porque os homens podem debater-se até á morte por coisa verdaderiente insignificantes.

Bom fdd (fim de dia ) ;)

São disse...

Maybe the wife,no? rrrss

Apologizes to my poor english!

João Pedro Barbosa disse...

Bom fim de semana para quem vai trabalhar.

Paixão disse...

Excelente! Confesso que depois de ver o filme com James Stewart tenho dificuldade em imaginá-lo a morrer num bordel... mas só torna o mistério mais interessante. Obrigada pela excelente forma de começar o dia...

Paixão disse...

Excelente! Confesso que depois de ver o filme com James Stewart tenho dificuldade em imaginá-lo a morrer num bordel... mas só torna o mistério mais interessante. Obrigada pela excelente forma de começar o dia...

João Pedro Barbosa disse...

Paixão,

PINK FLOYD "Coming Back To Life" (1994)

http://www.youtube.com/watch?v=nVxnNNGjubg&feature=em-subs_digest-vrecs

João Pedro Barbosa disse...

Cê_Tê ;)

Nem é verdade
Nem é mentira
É imaginação

João Pedro Barbosa disse...

When I understood the price of freedom I keap chained to the present. Peace is enough.

Impio Blasfemo disse...

Dizer "vai trabalhar malandro" pode ser ofensivo pois pressupõe que a pessoa a quem nos dirigimos não anda a trabalhar e a viver à nossa custa.
Dizer "vai mas é trabalhar" é algo similar. Em sua substituição, porque não há emprego, podemos dizer, "vai mas é emigrar", ou simplesmente "vai emigrar". Pergunto-me se alguém, um dia, escrever um cartaz com a frase "CAVACO EMIGRA" se não terá de pagar ua multa de 1300 euros.


http://expresso.sapo.pt/a-minha-autocensura-sobre-cavaco=f813956

IMPIO


Anfitrite disse...

Ímpio,
se tivesse um patrão que, agora me mandasse trabalhar,chamando-me malandro, eu processáva-o e recebia uma indemnização.

Caidê disse...

Pedro e Andorinha
Slow para esta mesa também :)

Ímpio
Boa proposta musical a tua - sem dúvida. Mas Glenn e o sax também (to me)...

.....
Amanhã Pedro e Inês vão levantar-se, olhar direto um para o outro e finalmente haverá a fuga, não da noiva, mas dos noivos. Conselho de Ministros no Mosteiro de Alcobaça????

http://www.youtube.com/watch?v=NgUPRDIwu1U

Anphy

Grande texto!

"E tudo isto nos diz respeito, porque é o medo o lubrificante do discurso de guerra civil do Governo. "

Ontem o António Lobo Xavier parecia um miúdo parvo - repetitivo a perguntar a homens inteligentes se era ou não verdade que 2 mais 1 são 3...

Tão elucidativo como tantos se fixam em pormenores para fazerem deles as ideias essenciais (como bem disse Pacheco Pereira)desviando a opinião pública das verdadeiras questões.

É da violação de direitos políticos, económicos, sociais, constitucionais, é das fraudes financeiras que os governantes Jotas nos querem desviar.

E a fome entregam-na à Isabel Jonet, à Igreja, a cada agregado familiar, ao abrigo da rua.

E a doença entregam-na à morte - e que bem faz covas o PR de todos os Portugueses. De uns porque sim, de outros porque fazer covas é fácil.

Valha-lhes...

andorinha disse...

Ganda Anfy e grande Pacheco Pereira.
Um homem com quem não simpatizava muito há uns anos atrás e que hoje em dia aprendi a admirar.

Que texto! Aplaudo de pé!

"Forever Tango", espetacular!
Tu quando queres, até nos trazes bons miminhos:)))))


Pedro,

"When I understood the price of freedom I keap chained to the present. Peace is enough."

Não. Não. E não. Mil vezes não. Peace is not enough. What kind of peace do you have in mind?


Impio,

Cavaco já devia ter emigrado há muito. E ter-nos deixado em paz. É insuportável, o homem.

Alguém quer vir até à Oliveira beber uma caipirinha?:))))))

andorinha disse...

P.S. Excelente o programa de hoje do Júlio no Porto Canal. Um dos que mais gostei. Dois temas importantíssimos tratados com a sageza habitual do 'nosso' Julinho:)

A violência psicológica exercida sobre as crianças que é muitas vezes subvalorizada e que pode acarretar enormes traumas no futuro.
A renovada chamada de atenção para o importante papel dos professores e para o facto de as escolas não poderem ser encaradas como depósitos de alunos.

A chamada de atenção também para a situação no Brasil e para o que aquele povo está a demonstrar. A capacidade de luta, de mobilização que já conseguiu alguns resultados e que está a mexer com os poderes instituídos.

Abaixo assinados e petições pouco resolvem; movimentação popular em altíssima escala sim.
O que falta cá...
Raio de povo que nós somos...:(
Entristece-me tanto este conformismo, estas lamúrias pela calada da noite, o ficar-se de braços cruzados esperando o quê?
Alguém me consegue explicar?
PORRA!

Pelo meio ainda o fait-divers da polaca "chalupa" que quer fazer sexo com 100 000 homens para entrar para o Guiness...
Sexo de talho, penso que foi como o Júlio lhe chamou.lol

Penso que repete às 24h. Se tiverem oportunidade de ver, não percam.
Olhem a minha comissão...os tempos estão difíceis:)))))))))) lol

Fiquem bem.

João Pedro Barbosa disse...

Andorinha,

Já disse aqui que prefiro uma paz podre a uma guerra sem tréguas! Como os medronhos. Doces ao paladar e espirituosos no fermentar.

Anfitrite disse...

Caidê,

O Lobo Xavier desde que se encarregou do IRC, está patareco de todo, nem sabe o que dizer. A coisa deve estar a correr mal. E os outros "burros", também não o souberam calar dizendo que o governo começou a pagar o subsídio de natal, em duodécimos, para que as pessoas não dessem pelo gramde aumento do IRS, porque passariam a receber muito menos. Apetecia-me ser ponto e telefonar-lhes para eles ripostarem.

Anfitrite disse...

Sobre o Brasil é importante ler este artigo de Boaventura Sousa Santos.
Lula tirou milhões da miséria, mas desde que começaram as grandes obras para os campeonatos e jogos olímpicos, voltou a grande corrupção,(não só a política), a exploração e os grande diferenças voltaram a acentuar-se, porque é isso que eles aprenderam com os colonizadores.

http://outraspalavras.net/2013/06/20/o-preco-do-progresso-e-os-dois-brasis/

Anfitrite disse...

Não há nenhum drone que espalhe óleo no ciecuito da Boavista?
São só afrontas aos sacrificados deste país. Fartaram-se de explorar os operários nas fábricas de texteis, calçado, mobiliário, etc. e agora andam a gozar exibindo os grandes bólides, que hoje valem mais de um milhão de euros. Era para aí que vinham sempre as primeiras bombas que eram fabricadas. Agora é onde há mais miséria. Put@ que os pariu!

Caidê disse...

Anfitrite
Então fomos duas. Também me estava a dar cá umas voltas no estômago... e esperei, esperei e, até ao fim, ninguém falou que o subsídio dos duodécimos (seja 13º ou 14º) foi o tapa-olhos para a desmensurada subida do IRS, ou seja, foram trocos a que só eles em propriedade podem chamar "subsídio".
E agora verifica-se que muitas autarquias (incluindo Lisboa) já pagaram o subsídio de férias. Como disse Helena Roseta, resta ao poder autárquico agir em contrapoder. De há muito que espero que as eleições para as autarquias e para o Parlamento Europeu distribuam o poder ao invés...
Também em muitas escolas ainda não se realizou nem uma reunião de avaliação e alunos de 6º e 9º já foram às provas finais sem levarem os níveis da frequência atribuídos.
A prova de Língua Portuguesa de 6º ano não foi difícil, mas foi seca no que à escolha dos textos disse respeito.

João Pedro Barbosa disse...

Anfitrite,

Tem sido um fartote. Festivais de Musica, Queima das Fitas e o Circuito.

Vá lá! Vá Lá! Que ás 5 da madrugada há mais sossego e ainda se conseguem gravar os piscos, os melros e os gaios. Um verdadeiro teste de som ao deitar ou ao acordar.

Bom dia província! A urbe está deserta da surpresas.

P.S. Mas isso sou eu que preciso de isolamento para me concentrar.

andorinha disse...

Caidê e Anfy,

Fomos três...pelo menos:)

Na minha escola também ainda não houve uma única reunião de avaliação. E vai continuar a não haver...

Mas hoje não falo de trabalho. Só vou à escola na quarta, de forma que vou aproveitar estes quatro dias para umas "mini férias" nortenhas:)
Vou ver se consigo pôr os pés na praia pela primeira vez este ano...
E quero,sobretudo, pôr a cabeça no lugar e esquecer-me de que este país podre existe.



Pedro,


Bom dia, citadino matosinhense:)

www.youtube.com/watch?v=NcGzwyTvkIQ

Inté...

rainbow disse...


A propósito de Queima das Fitas,
foi hoje a do meu estudante.
Sensação de dever cumprido, a minha.
Agora os vôos (os dele) serão outros, metafórica e literalmente.
Para longe dum país, onde já só falta abrirem as portas de Caxias.

Bom fim de semana para todos
Abraços


Impio Blasfemo disse...

Anfy

Excelente o artigo do Pacheco Pereira.

Caidé e Andorinha

O Sr Cavaco já há muito nos devia ter deixado em paz, pois lá diz o ditado que .... enfim, ocorrem-me inúmeros ditados aplicáveis ao Sr. Cavaco, mas não quero pagar multas, para o Gaspar e o Sr. Cavaco ficarem contentes!

O respeito não se impõe, através da multa ou do processo em tribunal; ganha-se, ou devia ganhar-se pelo que se faz.....!

Abraços

IMPIO

Anfitrite disse...

Rain,

Então o seu menino consegue mesmo acabar tudo agora? Ainda pensei que ficasse alguma para segunda época. Mas, adiar não é resolver. Não se preoupe que agora o mundo é muito pequeno.


Pedro,
eu também só me consigo concentrar no silêncio, ou então num barulho ensurdecedor, de onde nada se destaque. Isto porque no meu tempo, os lugares de estudo eram os cafés.

Ímpio,

ofensas ao Presidente da República "contraria o príncipio constitucional de que somos todos iguais perante a lei". E qualquer tribunal Europeu dos direitos do Homem nos daría razão. O pior é se não se tem dinheiro para lá chegar... por isso uns são sempre mais iguais que outros.
E as pessoas também esquecem este princípio:

Artigo 21.º da CRPortuguesa:
(Direito de resistência)
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e
garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à
autoridade pública.

E ele não se tem comportado como um pr. Tem sido apenas um padrone, que representa a sua famíla.

Caidê e Andy,

Os duodécimos sempre foram do subsídio de Natal. Eles é que trocaram os nomes depois da decisão so TC. E mesmo com esse acrescento, pois nada mais se receberia fazem uma ideia do que diminuiu o que se recebe por mês.
Agora publicaram um Lei com efeitos retroactivos, como se tal fosse legal num país de Direito. Esta país já não existe. O BP e a CGD são públicos, já pagaram, como sempre, os subsídios de férias em Janeiro e ninguém os obriga a devolver. Cambada de sanguesugas.

Leiam o artigo do Boaventura S. Santos, que é muito interessante e também fala de diferenças.

http://www.youtube.com/watch?v=5rtU0pg-kkw

rainbow disse...



Anfi

Sim, conseguiu terminar tudo:)
A Queima das Fitas foi à Allgarve, na praia, com o padre a benzer as fitas num areal abrasador. Não sei que ideia foi aquela...


Já agora a crónica de Daniel Oliveira sobre os subsídios:

http://expresso.sapo.pt/antespelocontrario?mid1=ex.menus/23&m2=503

E uma música:

http://www.youtube.com/watch?v=N-6-m3oMK28




bea disse...

Boa noite

desejo a todos um bom fim de semana:)

Impio Blasfemo disse...

Mas há pior, há muito pior. Há as aberrações ideológicas, as amputações à massa encefálica...

"Uma aberração

Vasco Pulido Valente

sábado, 22 Junho 2013, às 00h00

Um grupo de oito deputados, todos presumivelmente produto da JSD, resolveram perguntar ao ministro da Educação quanto custavam os sindicatos de professores, suponho que para demonstrar que o Estado não conseguia suportar essa tremenda despesa. O que tem feito este Governo e esta maioria quase não merece comentário. Mas não deve haver um único Parlamento no mundo civilizado em que esta cena espontaneamente se passasse. Gente como os meninos da JSD não está na Assembleia da República, está num jardim- -infantil muito bem guardado à espera de chegar à idade adulta. Era possível escrever tratados sobre a ignorância, a inanidade e o ridículo dessas criancinhas, se o esforço aproveitasse alguma coisa aos pobres portugueses que as vão aturando e, já agora, a elas próprias."

IMPIO

Caidê disse...

Rain
Muitos parabéns mesmo pela vitória do teu filhote, que é também uma vitória tua. Eu creio que por trás de um grande filho se encontra sempre uma grande mãe (às vezes pai, claro:))....
Compreendo a revolta da escolha que se reduz à partida, porque parar não seria escolha alguma.
No entanto, ele é jovem e viajar e conviver com outras realidades e culturas vai abrir-lhe horizontes.É a idade certa para experienciar, para acreditar, para vencer! Nunca empreendemos apenas um percurso formativo ou uma carreira profissional sem que, em simultâneo, não nos construamos também como mais pessoas e pessoas mais resistentes que até aí.

Quanto ao artigo do Daniel, se Gaspar sabe que há um país para lá do seu portátil, não é para esse universo que gere contabilística e drasticamente o país. Pouco lhe importa a maioria do país, pois sua obsessão o cega do sofrimento dos outros ou do direito à vida condigna dos compatriotas.

É claro que o subsídio de férias se destinaria a acertar contas básicas para a esmagadora classe baixa e média-baixa, para as famílias onde grassam os compromissos económicos e as responsabilidades a par com o desemprego.

Mas com quem está comprometido o governo é com as PPP, com as swaps, com os credores agiotas da alta finança. Nem dos empresários portugueses querem saber. Capital e mercado para os neoliberais não têm fronteiras. A nós, fica-nos a vontade de lhes cantar A INTERNACIONAL.

Anphy
O artigo de Boaventura Sousa Santos é sociologicamente muito pertinente, sim!

E adoro ouvir Geraldo Vendré - saudades!...


Ímpio
O pensamento, esse ainda é livre. E como pode ser considerado ofensivo um apelo a "Vai trabalhar"? Será que o trabalho perdeu mesmo o valor? Consideram-se insultados com cada coisa! Cá para mim são muito suscetíveis.
Pois já Dilma teve outra sensibilidade, a de que "a rua é para ser ouvida".

....
Preparando o São João, bora até ao Porto? :)

http://www.youtube.com/watch?v=Xw0cEUJeJ40



João Pedro Barbosa disse...

Como é que alguém algum dia pode falar de Freud se apenas leu "A Tradução de Sigmund".

Freud,

Vamos falar de bricolage! A águas não estão transparentes.

João Pedro Barbosa disse...

Como é que alguém algum dia pode falar de Freud se apenas leu "A Tradução de Sigmund".

Freud,

Vamos falar de bricolage! A águas não estão transparentes.