sexta-feira, setembro 22, 2006

É o mesmo por todo o lado:(.

Tem 31 anos? É velho demais
2006/09/22 | 16:45 || Tatiana Alegria
Para ser comissário de bordo da TAP o limite é 30 anos. Na British Airways pode candidatar-se até aos 65. A Iberia não impõe limite máximo. Empregadores podem excluir os candidatos «mais maduros»? Juristas dizem que se trata de uma «zona cinzenta»

Tem 31 anos? Então é velho demais para ser comissário de bordo da TAP. Os candidatos ao cargo não podem ter mais de 30 anos, lê-se no site da companhia aérea.

Qual o fundamento desta limitação? «Trata-se de uma prática internacional, justificada pelo tipo de funções exercidas e pelo equilíbrio que tem de existir entre experiência e juventude», explica o porta-voz da TAP, António Monteiro, ao PortugalDiário.

No entanto, esta «prática internacional» não é aplicada na British Airways. «A idade limite para recrutamento de comissários de bordo da British Airways é de 55 anos, mas a lei laboral no Reino Unido está a mudar neste momento e, a partir de 1 de Outubro, a idade máxima será de 65 anos», esclarece o gabinete de imprensa da empresa ao PortugalDiário.

Já na companhia de aviação Iberia não existe um limite máximo de idade nestas candidaturas, adianta a assessoria de imprensa da empresa espanhola. Mas aos 55 anos os comissários de bordo podem pedir para trabalhar em terra, acrescenta o porta-voz da Iberia.

Por vezes o limite máximo de idade não existe no papel, mas aplica-se na prática. «Muitas companhias não aceitam comissários de bordo com mais de 26 anos», conta um funcionário de uma companhia aérea internacional, contactado pelo PortugalDiário. «No início de carreira, os comissários de bordo chegam a fazer sete escalas por dia. É muito stressante e eles só querem jovens», descreve o trabalhador.

Mas nem todos aceitam que a fasquia etária seja tão baixa. Paulo Pintassilgo tem 31 anos e não se considera «velho demais» para o cargo de comissário de bordo. Trabalha actualmente na British Airways «onde não existem discriminações», mas sente-se indignado por saber que estas limitações são impostas na TAP, onde vários amigos nem sequer tiveram oportunidade de apresentar uma candidatura.

«Podem sempre levar a questão aos tribunais europeus, mas muitos não estão para se chatear», desabafa. Paulo Pintassilgo conta ao PortugalDiário que no ano passado o mesmo concurso discriminava em função do sexo. «Impunha uma altura mínima de 170 cm para os homens e 160cm para as mulheres. Levei a questão à Comissão Europeia e este ano a empresa corrigiu este requisito da candidatura».

A TAP está a discriminar em função da idade ao impor um limite máximo de idade? Especialistas em direito laboral contactados pelo PortugalDiário defendem tratar-se de uma «zona cinzenta», mas sublinham que qualquer critério de exclusão tem de ser muito bem fundamentado. «A experiência laboral pode ser critério de avaliação mas nunca um critério de exclusão», afirma o advogado Rui Assis ao PortugalDiário.

A discriminação em função da idade «a mais» é um tema muito actual, defende o jurista. Por um lado, a sociedade está cada vez mais competitiva, por outro, as «almofadas» das pré-reformas estão a desaparecer, argumenta.

Candidatos internos podem ser «mais maduros»

Mas nem todos os «trintões» estão excluídos da candidatura ao cargo de comissário de bordo da TAP. Os funcionários da própria companhia não estão sujeitos a este limite máximo de idade «porque os instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho a tal obrigam a empresa e porque a política da empresa vai no sentido da mobilidade interna aproveitando conhecimentos e capacidades já revelados ao seu serviço», explica António Monteiro, porta-voz da TAP, ao PortugalDiário.

30 comentários:

Fora-de-Lei disse...

Essa dos 30 anos de idade máxima deve ser mais uma imposição do lobby. É que muitos dos comissários de bordo da TAP ou imitam muito bem ou disfarçam muito mal... ;-))

lobices disse...

...bolas e logo agora que eu ia meter uma cunhazita para entrar na lista de candidatos
...abreijos e bfs pa todos

so_she_says disse...

Nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Não estou a ver assistentes e comissários de bordo na faixa dos 60. E não é (só) por uma questão estética.

Lord of Erewhon disse...

Ou seja, uma formatação sociologico-laboral (e liberal) que nos empurra para a pedofilia!

:)

andorinha disse...

Boa noite.

Concordo com a so_she_says.
Pessoas na faixa etária dos sessenta estarão mais vocacionadas e mais aptas para outras funções, penso eu de que:)

Estas questões nunca são lineares, há aqui um conflito de interesses de idades.
E os mais novos? E as pessoas à procura do primeiro emprego?
Não terão direito a ter prioridade?
Causa-me imensa tristeza a quantidade de gente licenciada que não encontra emprego.
Fugindo um bocado ao tema, posso dizer que de todas as estagiárias com quem trabalhei nos últimos cinco anos, nenhuma delas conseguiu colocação no ensino e limitam-se a uns biscates, tipo explicações, aulas de Inglês no 1º ciclo e pouco mais.
Que futuro para elas?
Que futuro para este país que assim desperdiça boas profissionais?

Aspásia disse...

Andorinha

Respondi à tua provocação pinocalá atrás...

Ainda não li este post, agora estou cansada...

Até mais logo...

CêTê disse...

Não me chocaria nada a existência da idade enquanto critério desde que a argumentação/ fundamentação revelasse uma clara relação com a motricidade, equilibrio,...etc.

Mas a concorrência é grande e a satisfação do cliente que se quer ganhar passa por oferecer corpos celestiais com proporções demoníacas no céu.

Quando até o desenho das mais vulgares garrafas de tara livre (tara;]]]) das mais variadas soluções bebíveis tem a fantasia das proporções em consideração! Fara tudo o resto.

Bons voos ;]]]

blogico disse...

Sinceramente não estou a ver nenhum tipo de trabalho em que a idade seja relevante. Nem sequer na questão da capacidade física. Há por aí muita gente "mais velha" em melhor forma do que muita gente "mais nova".

A discriminação etária já é totalmente proibida em alguns países. Só falta a UE libertar-se de alguns (poucos) hábitos quase medievais que ainda vão persistindo.

Porque para trabalhar só é preciso uma coisa: vontade.

noiseformind disse...

Boss,
Já por várias vezes te preocupaste com problemas teléricos. Andas a pensar em career twist? ; )))))))) Eu acho natural que para ingressar numa companhia haja limitações de idade, sempre as houve. Uma empresa pode perfeitamente querer malta jovem, afinal assim podem pagar-lhes menos, permitindo reduzir custos. Tu queres a malta de 60 nos aviões da TAP mas não queres pagar mais pelos bilhetes da TAP por essa malta estar no topo de carreira. Pois é... Pois é...

Em relação ao trabalho e a idade basta ver o que se passa com os blogues quando a malta vai de férias. Esvaziam. E qual a idade média desses participantes que passam tardes a comentar? 40 e muitos. Malta que passa o tempinho a olhar para o tecto e a comentar blogues. Malta com mais absentismo por responsabilidade familiares, malta com mais propensão a doenças, malta mais refilona... enfim!

As empresas estabelecem os seus critérios, eles são aceites ou não pelos candidatos. O mundo segue em frente e avança. Nas mãos das crianças ; )))))))))))

Fora-de-Lei disse...

noiseformind 12:42 PM

Eu quero-te ver / ouvir quando tiveres 40 e tal anos...

thorazine disse...

Talvez esteja preso ao passado...e so fale do que fazia quando tinha 27!! :))

thorazine disse...

"Porque para trabalhar só é preciso uma coisa: vontade."

Acredito que não é só para trabalhar. É o que mais faz mover o ser humano, muito mais que sentimentos como o amor ou o odio. É a vontade de fazer algo.

yulunga disse...

Bom dia maralhal.

Andorinha
(7:47)
"Pessoas na faixa etária dos sessenta estarão mais vocacionadas e mais aptas para outras funções, penso eu de que:)
Ai Andorinha, Andorinha...
Estão mais aptas para quê? Para irem dar milho aos pombos no Rossio, não?
Já nem isso os "entradotes" na idade podem fazer sem que agora levem uma multa.
Saber se está tudo a correr bem, servir chá, café ou laranjada necessita de alguma idade especial?
E agora com os novos videos das medidas a tomar em caso de emergência nem necessitam fazer grandes movimentos com os braços a indicar as saídas de emergência caso sofram de reumatismo.
Depois e em caso do aparelho se despenhar as de 65 anos, e por essa maneira de pensar, até já deviam anos à cova.

yulunga disse...

Ainda contigo Andorinha LOL
E os mais novos? E as pessoas à procura do primeiro emprego?
Não terão direito a ter prioridade?
Causa-me imensa tristeza a quantidade de gente licenciada que não encontra emprego

Têm direito à prioridade porquê?
Então não és defensora da igualdade de direitos?
A mim não me causa tristeza nenhuma. Causa-me tristeza, isso sim, os reformados que deveriam ter reformas à séria. A reforma devia ser uma etapa da vida, a última por sinal, para se ser vivida com o máximo de qualidade.
E já agora porquê jovens licenciados? Os não licenciados são menos uteis à sociedade?

yulunga disse...

Um médico não põe solas em sapatos e um sapateiro não cura ninguém.
Por isso vamos lá mas é a respeitar cada pessoa tenha ela ou não canudo.
Ai o canudo!!!
:-)

yulunga disse...

Dr. Murcon
O fundamento é nenhum.
Isto é como para o Estado.
Para nos candidatarmos a um emprego temos que ter idade, alguns estudos e mais não sei o quê; mas para nos inscrevermos num tal de protocolo de programa ocupacional já servimos, claro.
Tudo bem que a inscrição é voluntária, mas para quem não quer estar em casa a limitar-se a receber ao fim do mês o subsidio de desemprego, é uma saida para que não nos sintamos parasitas da sociedade nem inuteis aos nosso olhos.
O que é certo é que neste sistema todos nos aceitam porque basicamente lhes saimos a custo zero.
:-)

andorinha disse...

Boa noite.

Já não se pode ter um sábado descansado:)))
Chega uma tipa aqui e vê que foi atacada por todos os lados...

Yulunga,
Acordaste mal disposta e eu é que pago, não é?
Ora bem, vamos lá a isto.
Eu já disse em cima que nestas questões há um conflito de interesses em relação a idades. Os mais velhos têm direito a trabalhar, lógico,mas os mais novos também.
Continuo a achar que há profissões mais adequadas para pessoas nessa faixa etária e isto não tem nada a ver com o ir dar milho aos pombos...
Quanto ao teu último parágrafo das 6.25 nem merece resposta.

Claro que sou defensora da igualdade de direitos, mas por que deturpas as coisas?
Os mais velhos têm direito a um emprego ou a uma reforma condigna e os mais novos têm direito a ter um primeiro emprego de acordo com as suas habilitações. Nesse sentido, eu detestaria ter agora 25 anos.
Alguma vez o respeito que as pessoas me merecem ou não tem a ver com o facto de terem ou não canudo?
Onde me ouviste dizer isso?
Até parece que estás a falar com uma estranha.:(
Há pessoas que têm canudo que não valem um chavo, mal de mim se não conseguisse ver isso.
Falei no caso das ex-estagiárias porque são as pessoas com as quais lidei mais directamente e que vivem toda esta problemática.

Percebido, agora?:)

yulunga disse...

Andorinha
Ai o caroço :-)
E desde quando o facto de estarmos contra o que alguém escreve tem a ver com a forma como acordamos?
Mas uma coisa vou-te ser sincera.
Irritou-me bastante essa tua frase de tristeza em relação aos recém formados. Já tinhas falado em jovens e bastava isso, na minha opinião claro.
Pena dos recém formados porquê? Porque queimaram pestanas para nada? E não tens pena de quem gostaria de as ter queimado e não teve hipótese para tal?
Acho que foste um pouco tendenciosa, só isso.
E claro que te conheço :-) mas isso não me deve impedir de te confrontar cada vez que achar por bem fazê-lo, não achas? A ti ou a qualquer pessoa.

P.S. Acordei super bem disposta :-)

CêTê disse...

yulunga, estás a transferir, pá! A andorinha só falou do que lhe é próximo. Comentou baseado nos seus referenciais e vivências- como de rersto a maioria faz.
E se queres saber também acho muito triste andar a "queimar pestanas" (como chamas) para depois nem direito ao fundo ao fundo de desemprego se ter direito! É que é uma péssima gestão de recursos essa de investir tanta na formação de especialistas e depois lhes restarem: o desemprego e/ou empregos para os quais estão tão qualificados como os que têm as pestanas compridas e enroladas para cima.

yulunga disse...

cêtê
Tou nada a transferir, pá :-)
Estou a divagar.
É uma péssima gestão de recursos não investir em quem quer trabalhar!

andorinha disse...

Yulunga,
"Pena dos recém formados, porquê?"

Eu explico: porque conheço a frustração que lhes vai na alma; ouço-lhes desabafos tremendos que me deixam "de rastos".
Teria que ser muito insensível para isso me passar ao lado.

Hoje em dia só não estuda quem não quer e mesmo quem não teve hipótese de estudar quando era mais novo, pode sempre fazê-lo.
Eu acabei o meu curso com 40 anos, depois de ter feito muitos "asneirolas"ao longo da vida.
Mas reentrei na Universidade com 35 anos e acabei o curso que queria.
Não estou a dizer isto para me gabar, mas apenas para te dizer, que para se conseguir algo é "só" preciso vontade.
Portanto, em relação a esses que não estudaram não tenho pena; estão sempre a tempo, se assim o quiserem.

E desculpa que te diga tu é que pareces ter preconceitos em relação a pessoas licenciadas, não sei porquê.

Quando me referi ao facto de me conheceres, queria apenas dizer, que, em linhas gerais sabes o que eu penso sobre diferentes assuntos, portanto deverias saber que nunca eu distingo as pessoas em função de canudos, só isso.
Quanto à confrontação, venha ela sempre:)

"É uma péssima gestão de recursos não investir em quem quer trabalhar."

Sem dúvida!
Já viste a tremenda contradição em que caíste?:)
Os recém licenciados não querem trabalhar???
Pensa nisso...:)

yulunga disse...

Andorinha
Não tenho preconceitos nenhuns em relação a quem tem cursos, nem em relação a quem não os tem.
Tal como tu disseste, e muito bem, há gente que não vale um chavo com ou sem curso.
Não cai em contradição nenhuma.
Em lado nenhum escrito por mim leste que as pessoas que têm curso não querem trabalhar.
Meti todos os que querem trabalhar no mesmo saco.

azulcereja disse...

Ora viva a todos!
Há algum tempo vi num documentário o que se passa, a este respeito, na Grã-Bretanha.
Enquento que a Tap estabelece, logo à partida, uma fasquia para os candidatos quanto à idade. Acontece, frequentemente, que se escolhe pela idade que o candidato tem, pelas razões que o Noise aqui mencionou (pelas questões salariais).
Mas será que não podemos ver as coisas de outro jeito?
Reparem nas grandes superficies comerciais: hipermercados, e outras lojas!
Quem nos atende?
Gente, maioritariamente, nova. Verdade?
Vamos tentar perceber qual é o vínculo que as empresas estabeleceram com eles?
São estudantes, são jovens licenciados, têm no máximo o 12º ano?
Pouco me importa qual é a sua condição académica. Desde que lhe dêem formação adequada para o serviço que me propôem oferecer, fico perfeitamente satisfeita. Mas atenção, fico fula por perceber que por uma questão de gestão de recursos humanos vou ter que esperar numa fila para pagamento, porque as caixas disponiveis, mesmo num horário de maior afluência do público, são insuficientes, porque eles querem poupar nos encargos com o pessoal.
E que fazer quando o restaurante nos "convida" a levar o tabuleiro que utilizamos até ao carrinho para esse efeito ( Mac Donald's, IKEA, etc)?
Pois é, nessa altura conporto-me como os ciganos, levanto-me e deixo o tabuleiro para ser levantado pelo pessoal que deve, pelo menos, limpar a mesa.
E não o faço por desconsideração com quem lá trabalha, mas se todos fizessemos sentir a necessidade de recrutar mais pessoal, os lucros dessas empresas não seriam tão altos e a taxa de desemprego não seria tão grande.
Lembram-se de há pouco se ouvir falar dos lucros astronómicos da "nossa" banca?
Estará mais na nossa mão as coisas mudarem, apenas temos que olhar para as coisas de outra forma.
Velhos ou novos, todos temos direito a um trabalho digno!

" Artigo 13.º
(Princípio da igualdade)

1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.

2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.

CAPÍTULO I
Direitos e deveres económicos

Artigo 58.º
(Direito ao trabalho)

1. Todos têm direito ao trabalho.

2. Para assegurar o direito ao trabalho, incumbe ao Estado promover:

a) A execução de políticas de pleno emprego;

b) A igualdade de oportunidades na escolha da profissão ou género de trabalho e condições para que não seja vedado ou limitado, em função do sexo, o acesso a quaisquer cargos, trabalho ou categorias profissionais;

c) A formação cultural e técnica e a valorização profissional dos trabalhadores.

Artigo 59.º
(Direitos dos trabalhadores)

1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:

a) À retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna;

b) A organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar;

c) A prestação do trabalho em condições de higiene, segurança e saúde;

d) Ao repouso e aos lazeres, a um limite máximo da jornada de trabalho, ao descanso semanal e a férias periódicas pagas;

e) À assistência material, quando involuntariamente se encontrem em situação de desemprego;

f) A assistência e justa reparação, quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional.

2. Incumbe ao Estado assegurar as condições de trabalho, retribuição e repouso a que os trabalhadores têm direito, nomeadamente:

a) O estabelecimento e a actualização do salário mínimo nacional, tendo em conta, entre outros factores, as necessidades dos trabalhadores, o aumento do custo de vida, o nível de desenvolvimento das forças produtivas, as exigências da estabilidade económica e financeira e a acumulação para o desenvolvimento;

b) A fixação, a nível nacional, dos limites da duração do trabalho;

c) A especial protecção do trabalho das mulheres durante a gravidez e após o parto, bem como do trabalho dos menores, dos diminuídos e dos que desempenhem actividades particularmente violentas ou em condições insalubres, tóxicas ou perigosas;

d) O desenvolvimento sistemático de uma rede de centros de repouso e de férias, em cooperação com organizações sociais;

e) A protecção das condições de trabalho e a garantia dos benefícios sociais dos trabalhadores emigrantes;

f) A protecção das condições de trabalho dos trabalhadores estudantes.

3. Os salários gozam de garantias especiais, nos termos da lei. "

Porque não quero transcrever mais nada, e não o devo, deixo-vos o endereço: http://www.parlamento.pt/const_leg/crp_port/

Até depois,
Ana

andorinha disse...

Yulunga,
Pronto...tudo está bem quando acaba bem.:)
Afinal até nem divergimos assim tanto...
Fica bem, miúda:)

Su disse...

as grandes superfices, em especial as lojas não empregam gente com mais de 23 anos...ora experimentem....nada tem a ver com maior ou menor necessidade de trabalhadores, mas sim com tecnicas de marketing, onde simplesmente não sao aceites funcionarios com mais idade...basta conferir. ´.é dizer a idade e logo tem a resposta

jocas maradas

Viva disse...

Boa noite pessoal (que já está todo a dormir)

Bem a coisa da idade já tem anos.

Para as mulheres aos 30 anos passam a velhas, até aí são novas demais. Aos homens sempre passam a velhos um pouco mais tarde, aí por volta dos 35 anos, e também deixam de ser novos demais um pouco mais cedo que o sexo feminino, por volta dos 26 anos.

Por isso o número de desempregados femininos ser muito mais elevedo que o masculino.

Por isso deixem que me diga. Devia haver mais como a TAP.

É que assim talvez se conseguisse lutar contra a injustiça da idade pois apanhava tanto homens como mulheres e aí toda a gente arregaçava mangas para a luta. Assim só as mulheres o fazem sem conseguirem grande coisa.

E o mais interessante é que com 30 anos é se trabalho para o mercado de trabalho mas a idade da reforma está cada vez mais para lá dos 60 anos.

Bjs

Bazuco disse...

Vi-o na Tv julio Machado Vaz.Que charme! A menina tava pelo beicinho loll inteligência e sensibilidade a mesma de sempre.
Um seu admirador

cfreitas disse...

já se reparou que por exemplo num meio tão competitivo como a televisão, só cá é que os "novos velhos" não tem lugar? Metem aqules meninos e meninas sem sal e colocam os "velhos" na prateleira porquê ? Observem as tv de outros paises, incluindo EUA e a Itália berlusconiana. Observem. A malta velha agoar obrigada atrabalhar até aos 65 gosta de brilhar. :_)

CêTê disse...

Bom dia, ;]
Daqui a bocado vou comprar a NG (partindo do principio que é semanalmente publicada) e depois... depois logo se lê!
;P

Aspásia disse...

CÊTÊ CUIDADO!!!

Eu acho que o Prof. é quinzenal, alternando com o Fernando Põvoas!!!

Não compres gato por lebre (embora eu prefira gatos !!! ;)))