quarta-feira, junho 01, 2005

A propósito do Dia...



A infância
É um brinquedo que parou
É a inocência remendada
É sempre isto de passado (C’est toujours ça d’passé ?)
A infância



Lembra-te dos silêncios ao fundo dos corredores
E aquele arquejar divino, continuo a escutá-lo,
E depois a noite, fiel a lembrar-nos essas coisas
E esta memória fodida que me segura pelo braço.

Léo Ferré.

43 comentários:

jezbell disse...

Parabéns à criança-pai-avô que já tem filhos e netos e que, apesar de não gostar de "dias de..." não se esquece de os lembrar ;)
É que eu tb...

jezbell disse...

Ups! já me esquecia: obrigada pela visita ao meu blog. Apareça sempre, Professor. É uma honra!

Anónimo disse...

É a primeira vez que aqui venho, e mesmo não tendo nada a ver com este post, deixo aqui o motivo da minha visita:

"Vejam as diferenças......

"Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer"

Análise do poema por uma aluna de 16 anos da Escola C+S da
Rinchoa:

Ah Camões
Se vivesses hoje em dia
Tomavas uns anti-piréticos
Uns quantos analgésicos
E Xanax ou Prozac para a depressão
Compravas um computador
Consultavas a página do Murcon
E descobririas
Que essas dores que sentias
Esses calores que te abrasavam
Essas mudanças de humor repentinas
Esses desatinos sem nexo
Não eram feridas de amor
Mas somente falta de sexo."
Não sei se será a melhor publicidade mas se todos tiverem a curiosidade de saber o que é o Murcon (e eu até sou nortenha e tudo) vão passar a ter muitos mais visitantes.

Ah! Esta não será certamente única (a visita)

Tão só, um pai disse...

Grunf! que os meus nunca se sintam assim, ou que este "assim" seja adiado por muito, muito tempo:


"Epitáfio

Meninice do meu segredo, esse eu, tão meu, perdido, que por ser tão mal amado, morreu, triste e vencido, enterrando sonhos do passado. Ai, meu menino lindo, meu filho eu em desespero sofrido, perdoa-me os desamores e anseios, que por amor foi morto o sorriso, que te mataram neste corpo desfeito."

In
http://deondeteescrevo.blogspot.com/2005/04/epitfio.html

Anónimo disse...

dia mundial da criança
que criança?
a que eu fui?
a que eu não cheguei a ser?
a criança que eu quis que meus filhos fossem?
a criança que meus filhos não puderam ser?
a criança que não o é?
a criança que não sabe que é esse ser belo e frágil que um dia chorará por não o ter sido?
que criança?
a criança da hipócrisia que queremos fazer crer que é e que vemos estampado no seu próprio rosto que não é?
que criança?
a que um dia será homem sem ter sabido que um dia foi criança?
que criança?
que criança?

Catarina Morgado disse...

Somente um Adulto assim "tão grande" pude ter uma visão tão triste da infância. É pena! São menos umas fadas no País do Nunca...

Maite disse...

Boa tarde maralhal e professor (e para todas as crianças do mundo :)
Olhar o mundo com os olhos das crianças, é desvendá-lo nos seus pequenos pormenores e nos pequenos nada que de tão pequenos nos passam ao lado, mas que são essenciais para mantermos o equilibrio. Por outro lado, nada mais deprimente que um adulto infantil.

katraponga disse...

:)

Lembrou-me deste outro:

no tempo em que éramos felizes não chovia. levantávamo-nos juntos, abraçados ao sol. as manhãs eram um céu infinito. o nosso amor era as manhãs. no tempo em que éramos felizes o horizonte tocava-se com a ponta dos dedos. as marés traziam o fim da tarde e não víamos mais do que o olhar um do outro. brincávamos e éramos crianças felizes. às vezes ainda te espero como te esperava quando chegavas com o uniforme lindo da tua inocência. há muito tempo que te espero. há muito tempo que não vens.

José Luís Peixoto, "A criança em ruínas"

www.katraponga.weblog.com.pt

Julio Machado Vaz disse...

Muito bonito, Katraponga. É engraçado: só agora me aperecebi que alguns de vocês podem considerar os versos de Ferré amargos. Eu não, acho que a memória lhe segura o braço e obriga a encarar a saudade. Mas é certo que o resto do poema apresenta a infância como o espaço em que se acotovelam doçura e crueldade. Estou de acordo, as crianças são adoráveis, não angelicais:).

andorinha disse...

Pois, a infância...a idade da inocência, das brincadeiras, dos sonhos... como passa depressa!
Mal nos apercebemos e já somos adultos.Para onde vão então as brincadeiras e os sonhos?
Porque não conservar alguns?

E as crianças que não têm infância?

Ale (mestressan) disse...

Bom dia! (Ale)

Anónimo disse...

exacto
e as crianças que não têm infância?

Jessie disse...

Ca c'est pour moi, le plus beau et le plus triste paysage du monde. C'est le même paysage que celui de la page précédente, mais je l'ai dessiné une fois encore pour bien vous le montrer. C'est ici que le petit prince a apparu sur terre, puis disparu.

Regardez attentivement ce paysage afin d'être sûr de le reconnaître, si vous voyagez un jour en Afrique, dans le désert. Et, s'il vous arrive de passer par là, je vous supplie, ne vous pressez pas, attendez un peu juste sous l'étoile! Si alors un enfant vient à vous, s'il rit, s'il a les cheveux d'or, s'il ne répond pas quand on l'interroge, vous devinerez bien qui il est. Alors soyez gentils! Ne me laissez pas tellement triste: écrivez-moi vite qu'il est revenu...

Le Petit Prince, Antoine de Saint-Exupery

Beijinhos a todas as "crianças",
Coccinella


P.S. Nao consegui por a imagem, penso que todos a conhecem...

katraponga disse...

Poderia ser esta, Jessie?

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www.katraponga.weblog.com.pt

Pamina disse...

Para JMV (5.00),

Boa escolha esta canção. É pena não estar aí a tocar. Não é crítica, eu também não sei pôr. O meu rebento é que percebe desses aspectos técnicos.

Também notei que o TS,UP tinha dado uma conotação negativa aos versos, mas realmente a canção é toda feita de contrastes.

Pessoalmente, citando os mesmos versos, a minha infância foi muitas vezes uma lição d'ennui, pois sou filha única, mas desde que tivesse um livro acabava por ficar satisfeita.

Veja lá se consegue pôr a tocar com uma ajudinha do Portocroft.

Maite disse...

Katraponga obrigada pela fotografia do Principezinho. Neste dia especial uma fotografia especial :)

Julio Machado Vaz disse...

Pamina,
Nem o Bill Gates conseguia ensinar-me:).

andorinha disse...

Júlio,
Não se subestime.:)))))))))))))))
Diga lá se não era uma óptima ideia!:)

Rui disse...

Bom, sejamos honestos: primeiro, não existe isso que chamamos de criança, toda a poesia que se derrama no nosso espírito quando dizemos a palavra criança, desaparece tragicamente quando o seu correspondente concreto se põe no nosso caminho, nos solicita como lhe apetece ou simplesmente embirra connosco.
Não, não estou a ser destrutivo. O que existe é um ser vivo, uma pessoa, com emoções iguais às nossas (e até pensamentos, era capaz de apostar) e que só difere de nós porque ainda acredita que os adultos são uns seres especiais.
Numa em cada quatro famílias há violência, não foi essa a conclusão do estudo da Universidade do Minho?
Portanto, poesia sim, mas na nossa vida inteira, não só nas palavras!

Pamina disse...

Se tiver em CD é exequível. A primeira coisa a fazer é passar a canção do CD para o computador e torná-la num ficheiro mp3. Isto pode fazer-se com o Nero, o Windows Media Player ou o iTunes.
Depois, tem que se colocar na Internet e isso já não sei fazer, mas o Portocroft sabe.
Porque é que não fala com ele?

PortoCroft disse...

Caro Prof. m8,

'Si mau lhi preguntje:' Quem é esse Billy Gaites? ;)

CrazyJo disse...

A verdade está na boca das crianças...

LÓGICA

"Se gostavas de ter um cão, começa por pedir um cavalo." Luis - 13 anos
"Nunca te metas com uma miuda que já te bateu uma vez." Pedro - 9 anos
"Se a tua mãe esteve a discutir com o teu pai, não a deixes pentear-te." - Sara 12 anos
"Se quiseres dar banho a um gato, prepara-te para tomares um também." Joao - 10 anos
"Nunca se deve confiar num cão para guardar a nossa comida." Gonçalo - 11 anos
"Nunca entre numa corrida com os atacadores desapertados." André - 12 anos
"Quantos mais erros faço mais esperta fico." Inês - 8 anos
"Há muitas coisas que a gente sabe e que as notas não dizem." Rita - 10 anos
"Quando as coisas estão escritas em letras pequenas é porque são
importantes." Diogo - 10 anos

ATRACÇÃO FATAL

"Nao sei. Acho que é por causa do cheiro das pessoas. Por isso é que os perfumes e os desodorizantes são tão populares." João - 9 anos
"Primeiro temos que ser atingidos por uma seta. Depois, deixa de ser uma experiência dolorosa." Helena - 8 anos
"Se uma pessoa tiver sardas, ela vai-se sentir atraida por outra que
também tenha sardas." André - 6 anos

A IDADE CERTA PARA CASAR

"Aos oitenta e quatro anos, porque nesta idade ja nao precisamos de
trabalhar e podemos passar o dia inteiro a namorar com a outra pessoa." Julia - 8 anos
"Eu vou-me casar assim que sair do infantário." Tomas - 5 anos

SOLTEIRO OU CASADO?

"As raparigas devem ficar solteiras. Os rapazes devem casar-se para terem alguém que lhes limpe a roupa e lhes faça a comida." Catarina - 9 anos
"Fico com dor de cabeça só de pensar nesse assunto. Sou muito pequena para pensar nesses problemas." Lina - 9 anos
"Uma das pessoas deve saber preencher um cheque. Mesmo que haja muito amor, é sempre necessário pagar as contas." Eva - 8 anos

MANTER UMA RELAÇÃO

"Passar a maior parte do tempo a namorar em vez de irmos trabalhar." Tomás - 7 anos
"Não esquecer o nome da namorada. Isso estragava tudo!" Ricardo - 8 anos
"Pôr o lixo lá fora todos os dias." Guilherme - 5 anos
"Nunca dizer a uma pessoa que se gosta dele se não for verdade." Pedro - 9 anos

BELEZA

"Não tem a ver com sermos bonitos ou não. Eu sou bonito e ainda nao
encontrei ninguém para casar comigo." Ricardo - 7 anos

TÁCTICAS INFALÍVEIS

"Diz a toda a gente o quanto gostas dela. E não te importes se os pais dela estiverem ao pé." Manuel - 8 anos
"Levá-la a comer batatas fritas, costuma funcionar." Bernardo - 9 anos
"Eu gosto de hamburgueres e também gosto de ti." Luis - 6 anos
"Abanamos as ancas e rezamos para que tudo corra pelo melhor." Carla - 9 anos

AMOR

"O amor é a melhor coisa que existe no mundo. Mas o futebol ainda é melhor!" Guilherme - 8 anos
"Sou a favor do amor, desde que ele não aconteça quando estão a dar
desenhos animados." Ana - 6 anos
"O amor encontra-nos mesmo quando nós tentamos nos esconder dele. Eu fujo dele desde os 5 anos mas as raparigas conseguem sempre encontrar-me." Nuno - 8 anos
"O amor é a loucura. Mas quero experimentar um dia." Fabio - 9 anos

llloooolllll

J. (The Crazy-One)

peciscas disse...

Homens como o Léo Ferré, não são amargos. São lúcidos.
E é precisa alguma lucidez para se poder ultrapassar a nostalgia de uma infância que se contempla nestes dias comemorativos, numa atitude ao mesmo tempo ternurenta e ciumenta.
Porque acho que cada um de nós, terá a tendência para considerar que à sua infância (que até pode ter sido particularmente bem sucedida)faltou sempre qualquer coisa.A mim, por exemplo faltou um Mecano. Mas, se não tivesse faltado o Mecano, certamente que me teria faltado, por exemplo, uma Play Station, porque nem sequer tinha sido inventada.
Terá sido por isso que um antigo vizinho, há uns anos atrás, quando a filha nasceu, foi logo a correr comprar um comboio eléctrico.
Brincámos bastante, eu e o vizinho, com esse comboio...

Julio Machado Vaz disse...

Portocroft,
Penso que é um tipo que solicitou um atestado de pobreza na freguesia do Bonfim:)

CrazyJo disse...

Conheço muitos... que saíram do Bonfim directamente para o Foco, para a Marechal Gomes da Costa e para a Foz...

...e continuam a solicitar atestados de pobreza de... ESPÍRITO!!!

llloooolllll

J. (The Crazy-One)

PortoCroft disse...

Caro Prof. m8,

Ah!...O emplastro do Bonfim? ;)

CrazyJo disse...

Mais opiniões de crianças...

A composição do João - As Rãs

As rãs: Eu gosto muito de rãs. As rãs arrotam a noite toda.
As rãs são mais pequenas que as vacas e mais grandes que um pintelho.

As rãs não têm pintelhos. As rãs põem ovos pela paxaxa que depois dão rãzinhas pequenas.
Se as rãs tivessem pintelhos na paxaxa arranhavam os ovinhos que são muito pequenininhos e as rãzinhas que estão lá dentro iam
morrer porque entrava água pelas arranhadelas e elas morriam afogadas e porque quando são pequenas não têm patas e não sabem nadar.

Eu também ainda não tenho pintelhos mas já sei nadar. Também ainda não tenho paxaxa mas um dia vou ter muitas. As rãs são as mulheres dos sapos.

Os sapos não têm unhas por isso não podem coçar os tomates. É por isso que eles andam com as pernas abertas a arrastar os Tomates que é para os coçar. E quando se
picam nos tomates os sapos dão saltos. As rãs também dão muitos saltos, por isso têm a paxaxa sempre aos saltos.Eu gosto muito de rãs. E gosto muito de sapos.

João, 6º ano

llloooolllll

Voltam ao tema...?

J. (The Crazy-One)

E&E disse...

As crianças, o nosso maior património, clamam pela salvaguarda da sua integridade e da sua fatal felicidade.

Urge transcrever o enunciado dos seus direitos em atitudes de gente feliz que cuida de gente feliz.

Julio Machado Vaz disse...

Portocroft,
Esse!!!!!!!!!!!

lazuli disse...

que maravilha..perdão, que maralhal;)

andorinha disse...

Júlio Machado Vaz,
A enganar o Portocroft?
Isso faz-se? :)

PortoCroft disse...

Andorinha,

Achas que depois da leucotomia a que fui sujeito ainda alguém me engana? ;)))))

andorinha disse...

Portocroft,
Nunca se sabe.
Só estou a zelar por ti.:)

PortoCroft disse...

Andorinha,

Éste resultará un buen día para salir a la cancha. Te sentirás más inspirado para dejar tu mella en el mundo.

Desculpa...irradiei os meus pensamentos em castelhano.;))))

João disse...

A infância. Coisa porreira. Quando era criança não tinha extra-sístoles. Que eu me lembre, ou que lhes desse conta. Era bom ser criança. Nem que fosse apenas por isso.

circe disse...

Pois, como cantava o Ferré,
"É esta memória que nos segura o braço..."

E porque associo anjo-criança-ternura, ocorre-me partilhar com vocês um pouquinho de Milan Kundera:

A ternura é o país da infância artificial. Dizemos artificial pq a
infância real nada tem de paradisíaco e também não tem lá muita ternura.
A ternura nasce no instante em que somos lançados no limiar da idade
adulta e em que percebemos cheios de angústia as vantagens da infância, das quais não nos dávamos conta quando éramos crianças.
A ternura é o susto que a idade adulta nos inspira.
A ternura é a tentativa de criar um espaço artificial em que o outro
deve ser tratado como uma criança.


Parece-me que é neste último parágrafo que desagua a memória ;)

PortoCroft disse...

Circe,

Bonito isso. Mas, olha este excerto:

... ... ... ... ... ... ... ...
Por uma vez todos os fantasmas de acordo, fazendo roda para te mirarem, quem não decide tréguas perante o rosto adormecido duma criança ignora a benção da paz.

Júlio M.Vaz - Estes Difíceis Amores - p.112

Jorge P. Salema Costa disse...

Professor e Caros Colegas Ociosos do Blog Morcon,

Gostaria de saber se a Doutora Gabriela Moita tem blog ou alguma maneira informatizada de contacto público. Por outras palavras gostaria de saber se ela tem existência tangível fora da televisão.

Gosto muito das intervenções dela (apesar de serem previsíveis), e quem gostar dela como eu diga PRESENTE.
Estou com uma dúvida terrível que gostaria de ver resolvida ou elucidada; num programa já antigo de “Estes Difíceis Amores” ouvi dizer que” homem e mulher eram construções sociais”. Até aqui tudo bem. Fácil de entender. Mas a Doutora Moita foi mais longe e disse; a diferença da mulher é que tem útero. Que quer isto dizer?
Espero não ter descontextualizado.
Abraço a todos

Anónimo disse...

Que nojo. Tanta banalidade. Onde estão os seres inteligentes que costumavam andar por aqui há uns tempos? Afugentaram-nos?

Anónimo disse...

sugestão nocturna

www.google.com

(louco de serviço da madrugada)
ihihihihihihihihihihihihi

Delírio da Loirinha disse...

Se ser adulto...
É ver tanta falsidade;
É viver num mundo tão hipócrita;
É ler palavras sem o sentido real do sentimento;
É entender coisas só depois de tempos,
e não acreditar como não se enxergou antes;
É decepcionar-se com pessoas
e ver o que realmente nos magoa;
É ter lágrimas cortantes;
É acreditar no que, e quem, não se deve;
É procurar respostas onde não se encontram;
É perder-se dentro de si mesma;
É cansar-se de tudo;
É sentir essa dor terrível no peito...
Por favooor...
Quero minha infância de volta!!!

Beijinhos
Delirio da Loirinha

lobices disse...

...BOM DIA à tutti
...
...em segundo lugar: Parabéns Prof pela música no blog!...
...very good in deed!...
...

clara disse...

Professor,

acabei de ver mais um fantástico Serralves Fora de Horas.

sabe sempre a pouco...

tenho a sensação que se tivesse tirado o curso no Porto e tivesse tido o privilégio de assistir às suas aulas, estaria hoje à procura do meu caminho na Psiquiatria!

Não tendo assim acontecendo, vou mantendo um fascínio de outsider.

é um prazer receber a partilha do seu conhecimento!

Parabéns pelo programa e até para a semana!