segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Gentileza do RAM.

A Homossexualidade é uma Doença – Entrevista do O Independente ao P. Nuno Serras Pereira

In O Independente – 10. 02. 2006

Entrevista a P. Nuno Serras Pereira conduzida por José Eduardo Fialho Gouveia



Teresa e Helena, duas mulheres, iniciaram na semana pas­sada uma batalha judicial

para conseguir casar. O casamen­to entre pessoas do mesmo sexo deve ser permitido?



Não é possível haver casamento entre pessoas do mes­mo sexo. O matrimónio exige capacidade reprodutiva.



Porquê?



Pode não haver capacidade reprodutiva por motivos de infertilidade. Mas quando o marido e a mulher se jun­tam através dos seus órgãos reprodutivos formam um só organismo. Por isso se fala de comunhão e de unidade.



O casamento não deve, acima de tudo, ser uma questão de amor?



Resta saber o que é o amor. Quando duas pessoas do mesmo sexo têm contactos genitais estão a instrumen­talizar os seus corpos como se fossem sub-humanos. Na unidade dos actos de tipo reprodutivo forma-se um só organismo.



É impossível que haja amor entre dois homens ou entre duas mulheres?



Pode haver entre um pai e um filho, entre uma mãe e uma filha, entre amigos e entre amigas.



E amor em termos sexuais?

Penso que não é possível. A homos­sexualidade é uma doença. A Associação Norte-Americana de Psiquiatria, em 1973, pela mão de Robert Spitzer, fez retirar a homos­sexualidade da lista de enfermida­des. Todavia, alguns anos depois, repensou a sua posição e verificou que uma terapia adequada era capaz de corrigir a incli­nação sexual dos homossexuais.



Julgo que nenhum médico - a menos que seja extremamen­te conservador ou influenciado pela mentalidade católica - considera a homossexualidade uma doença. É do conheci­mento público que essa visão está ultrapassada...



Não está. Nos Estados Unidos há muitos médicos - que nada têm a ver com a Igreja Católica e que são de diversas facções políticas - a afirmá-lo. Defendem que é uma doença de origem psicológica, um sintoma de uma neurose relacionada com um complexo de infe­rioridade. Resolvida a neurose, a atracção por pessoas do mesmo sexo desaparece. A prática de relações homos­sexuais reforça essa enfermidade, enquanto a abstinên­cia tende a favorecer a cura.



Quando pensamos numa doença imaginamos algo prejudicial. A homossexualidade é nefasta em quê?



Em termos psicológicos, há uma fixação narcisista. Não se procura o outro enquanto outro; cada um procura-se a si mesmo no outro. Os homossexuais não são capazes de atingir a verdadeira união e comunhão. Por outro lado, a nível físico sabemos - através de estu­dos realizados nos Estados Unidos - que a esperança média de vida dos homossexuais activos é de 45 anos, sem contar com aqueles que morrem de sida. E apenas dois por cento chegam aos 70. A taxa de incidência de doenças sexualmente transmissíveis é também muito mais alta e os níveis de criminalida­de entre a população homossexual, em termos per­centuais, são superiores. Finalmente, os dados mos­tram igualmente que a pedofilia é mais frequente entre os homossexuais.



Tem noção de que um sexólogo apelidaria essas declarações de ridículas?



Depende do sexólogo. Se fosse sério poderia compro­var o que eu digo.



Todos os sexólogos que não partilham da sua opinião não são sérios?



Podem estar mal informados ou partilhar de uma ide­ologia que os faz olhar apenas para uma parcela da rea­lidade e excluir determinados factores.



Não admite que possa ser a sua ideologia que o leva a dis­torcer a realidade?



Estou a falar de factos.

Rejeita, portanto, que seja possível haver amor homossexual...

Nem sequer há homossexuais. Há pessoas que padecem de inclinações homossexuais. Algo que lhes provoca grande sofrimento.

Os homossexuais não dizem que sofrem por ser homossexuais...



Não é isso que a minha experiência me ensina.



Devem lutar contra a sua inclinação sexual e viver toda uma vida em negação?



O problema está em agir de acordo com essa inclinação sexual. É preciso levá-los a descobrir a verdadeira iden­tidade. Há muitos testemunhos de homossexuais recu­perados.



Se a homossexualidade é uma doença, qual é a causa?



Os especialistas explicam que é uma psicose.



Os especialistas não dizem que a homossexualidade é uma doença...



Alguns não o dizem. Quando Robert Spitzer - que era presença assídua na imprensa e na televisão - verificou que estava enganado e recuou na sua posição a comu­nicação social cortou-lhe o pio.



A comunicação social norte-americana está então domina­da por um poderosíssima "lobby gay"?



O " lobby gay" tem grande influência na comunicação social. E infiltrou-se também na política e na Igreja.



Considera-se homofónico?



De modo algum. Não tenho horror ao meu sexo. O homofóbico é aquele incapaz de lidar com pessoas do mesmo sexo. Não é o meu caso. Não concordo é que se destrua a instituição casamento, que é a célula-base da sociedade. É no casamento que são gerados os filhos. Por isso o Estado protege e promove a família.



Isso significa que o Estado não deve proteger um casal hete­rossexual que não pode ter filhos?



Isso não é uma família, é um casamento. A família só existe a partir do momento em que há filhos.



Um homem e uma mulher casados não são, só por si, uma família?



Não. Têm a família da parte do marido e da mulher, mas não constituíram família.



Se fosse criada uma instituição paralela ao casamento, com outro nome, continuaria a ser contrário à união entre duas pessoas do mesmo sexo?



A lei pode tolerar a homossexualidade - digo tolerar porque ela em si não é um bem, não é um comporta­mento positivo - se isso evitar males maiores. Daí a criar um estatuto jurídico para relações meramente privadas não vejo qualquer sentido.



Deixe-me apresentar-lhe então a seguinte situação. Duas mulheres vivem juntas durante 30 anos. Por que razão, em caso de morte de uma delas, não pode a outra ter os mesmos direitos de uma viúva heterossexual?



Os direitos implicam deveres correspondentes. Igualdade não é tratar da mesma forma circunstâncias diferentes.



Rejeita que um homossexual possa ter os mesmos direitos de um heterossexual?



Todos devem ter direitos iguais a nível da Constituição. Mas um homem e uma mulher que se casam é uma rea­lidade diferente de dois homens ou de duas mulheres que se juntam. Tratá-los da mesma forma é uma injustiça.



São realidades diferentes porquê?

Porque um homossexual não é capaz de constituir família.



Há muitos casais heterossexuais que também não...

Mas isso não depende das suas atitudes comportamentais. Alguém que é estéril não tem culpa da sua esterilidade, mas é capaz de praticar os actos do tipo reprodutivo.



E um homossexual tem culpa de ser homossexual?

Pode não ter. Mas pode ter culpa se reforçar a sua homossexualidade praticando actos homossexuais.



É lógico que não concorda com a adopção por casais homos­sexuais...

Não há casais homossexuais. Nunca lhes chamaria casais. Por outro lado, em termos de formação, é bom que as crianças tenham o pai como referência mascu­lina e a mãe como referência feminina.



E as crianças que crescem só com um pai ou só com uma mãe?



Isso apenas acontece devido a uma qualquer infelicidade. Não é a situação ideal.



É melhor para uma criança viver numa instituição até à idade adulta do que com dois pais ou duas mães que lhe dão amor e carinho?



Depende da instituição. Se for uma instituição como a Casa Pia era aqui há uns anos é capaz de ser bem pior. Se for uma instituição equilibrada é muito melhor do que crescer com dois pseudo-pais ou com duas pseu­do-mães.



Há cerca de três meses, foi condenado por difamação devi­do a um texto que escreveu, intitulado "Os Abortófilos". Entre outras coisas, apelidou a Associação para o Planeamento dá Família (APF) de "organização 'serial killer"' e defendeu que esta promove o homicídio. Volta a afirmar o mesmo, ou admi­te que talvez tenha ido demasiado longe?



Confirmo o que escrevi. É tudo verdadeiro e correcto. Um "serial killer" é alguém que matou várias pessoas. Essa organização pertence à International Planned Parenthood Federation, que promove o aborto no mun­do inteiro. Só nos Estados Unidos matou milhões de pes­soas ainda não nascidas.



Uma mulher que faça um aborto deve ser presa?

O objectivo não é prender mulheres. A lei tem uma função dissuasora. Deve ser avaliado cada caso para aquilatar da culpabilidade. Muitas vezes os juízes che­gam à conclusão de que não há razão para punir com pena de prisão.



Se, tal como diz, fazer um aborto é matar uma criança, uma mulher que o faça deve ser presa?



Um Estado democrático tem a obrigação de defender e de tutelar a dignidade de todos, independentemente da fase da sua existência. Um ser humano na fase da con­cepção tem tanto valor como três meses ou nove meses depois. Um Estado que não defenda a dignidade de todos é um Estado totalitário e tirano. Pode usar os mecanismos formais da democracia, mas está a colaborar activamente na matança de inocentes.



Uma mulher que faça um aborto deve ser presa?



Depende das circunstâncias.



Em que circunstâncias deve ser presa?



Compete ao juiz analisar.



Também defende que o aborto é pior do que a pedofilia. É mais grave interromper uma gravidez antes dos três meses do que abusar e violar uma criança com pouco tempo de vida?



Os dois crimes são abomináveis.

Mas escreveu que um era mais grave do que o outro.

Sim. Matar uma criança é mais grave do que abusar dela.

É mais grave interromper uma gravidez antes dos três meses do que abusar e violar uma criança com poucos meses ou poucos anos de vida?



É sempre mais grave matar um ser humano inocente do que abusar dele.



Nesta semana, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, informou que as escolas secundárias vão poder fornecer preservativos aos alunos, desde que com o con­sentimento dos pais. Como comenta?



Promover a utilização do preservativo é de uma enorme irresponsabilidade. Os únicos exemplos de sucesso no combate à sida reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde são o Uganda e as Filipinas. Em ambos os paí­ses promoveu-se primeiro a abstinência, depois a fide­lidade e só em último caso o preservativo. A partir do momento em que, nas Filipinas, se abandonou esta estratégia e se apostou na promoção do preservativo o número de pessoas infectadas aumentou. Em boas con­dições, o preservativo tem uma taxa de eficácia entre os 85 e os 90 por cento. É como jogar à roleta-russa. Eu não apanho um avião daqui para Paris se me disserem que só chegam lá 80 por cento dos aviões. Por outro lado, essa taxa de eficácia é calculada ao longo de um ano. À medi­da que o tempo passa, que se vai repetindo a roleta, a pro­babilidade desce para valores muito inferiores, na ordem dos 15 por cento ao fim de dez anos. É errado falar de sexo seguro. Por outro lado, o Estado não tem o direito de interferir na sexualidade das crianças nem de educá­-las a esse nível. Esse é um direito inalienável dos pais.



Estamos a falar de consentimento dos pais...



Mas vai haver aulas de Educação Sexual obrigatórias e gabinetes de atendimento cuja mentalidade é dominada pela APF. Nós sabemos o que vão fazer às crianças.



O quê?



Vão pervertê-las.



Como?



Qualquer relação sexual que não seja dirigida à pro­criação é uma perversão.



Homens e mulheres devem abster-se de ter relações sexuais caso não queiram ter um filho?



A relação entre um homem e uma mulher é uma relação de unidade e de amor. Se uma pessoa se dá a outra na totalidade do seu ser admite que está a ofere­cer a capacidade de ser pai ou a capacidade de ser mãe. Pode surgir um filho ou não, mas nada se faz para manipular e falsificar essa linguagem do amor.



Qual é o problema de ter relações sexuais, tomando as devi­das precauções, para que não haja uma gravidez indesejada?

Se tomar precauções significa recorrer aos períodos inférteis da mulher, não há qualquer problema.



Que é um método falível, ou não?

Não. A Organização Mundial de Saúde atribui-lhe 99,8 por cento de eficácia.



E qual é o drama de utilizar o preservativo ou a pílula?



Falsifica-se a relação. Deixa de haver uma entrega total.



Há cerca de um ano, publicou um anúncio no "Público" explicando que se recusava a dar a comunhão a quem utili­zasse métodos contraceptivos. Qual é o sentido disto?



Não disse que me recusava. Disse que em virtude do que está no Código de Direito Canónico estou impe­dido de dar a sagrada comunhão a quem não respeite os Mandamentos, a quem promove a morte de seres humanos inocentes, seja através de pílulas abortivas, de métodos cirúrgicos...



... Fala, inclusive, da reprodução medicamente assistida...



Sim. Por cada criança que nasce dez foram mortas pelo caminho. Actualmente, em Portugal, temos congelados 40 mil seres humanos na sua fase embrionária.



Um embrião que não vinga é uma criança que morre?

É. Todos nascemos a partir de embriões. A informação genética está lá toda.



Quem tenta ter filhos através da reprodução medicamente assistida ou quem utiliza métodos contraceptivos não pode comungar?



Refiro-me a métodos que podem ter um efeito abor­tivo, como o dispositivo intra-uterino ou a pílula do dia seguinte. Um católico que não respeita o mandamen­to "Não matarás" não pode ir à comunhão.



A mulher que usa o dispositivo intra-uterino é uma homicida?



Um homicida é aquele que mata voluntariamente um ser humano inocente. Se quem usa esses métodos [dis­positivo intra-uterino, pílula do dia seguinte] tem consciência - normalmente isso não acontece porque as pessoas são enganadas - de que a sua utilização pode matar um ser vivo na sua fase embrionária está a cometer um homicídio.



Então a mulher que toma a pílula do dia seguinte deve ir parar à cadeia?



Isso é complicado do ponto de vista penal, porque nun­ca se pode ter a certeza de que houve um aborto. Mas há algo que me parece claro: o Estado ultrapassa as suas com­petências ao permitir a venda da pílula do dia seguinte e ao financiá-la através do Serviço Nacional de Saúde.



Quando publicou esse anúncio, muitos sacerdotes conde­naram a sua posição e afirmaram que tinha feito uma inter­pretação abusiva do Código de Direito Canónico. Como comenta?



Temos de compreender a ignorância dos outros.



Concordaria com o fim do celibato para os padres?



Não.



Porquê?

O celibato é uma riqueza enorme. Jesus Cristo casou com a Humanidade e participar deste celibato de Jesus Cristo, deste servir a Deus com o coração uno e indi­visível, é muito enriquecedor.



Amar alguém e concretizar esse amor interfere em quê na relação com Deus?



Não interfere.

Então por que razão os padres têm de estar obrigados ao celibato?



Hipoteticamente, é possível um Papa revogar essa dis­ciplina. Ela pode ser mudada, não é um dogma. Mas tem razões teológicas de fundo e está alicerçada na tradição da Igreja desde o início.



É fácil contrariar o desejo sexual?



Deus dá-nos essa capacidade.



Como só entrou para o seminário aos 25 anos, suponho que já te­nha feito amor com alguém. Nunca sente desejo de voltar atrás?



O combate pela castidade é um combate até ao fim da vida. Mas a satisfação interior que resulta de não ceder à tentação compensa qualquer outra coisa. Servir a Igreja representa uma alegria

55 comentários:

Julio Machado Vaz disse...

Maralhal,
Dois posts atrás, o Noise rendeu homenagem ao som "pré-cotonete" do Murcon, da responsabilidade do Porty. Fez bem. Lá porque ele deixou de participar activamente no blog não devemos esquecer um contributo que foi inestimável. Também eu lho agradeço, como já fiz. Com a agradável sensação que ele anda por aí, mudo mas não cego:). Aren't you, Porty?

noiseformind disse...

"Quando publicou esse anúncio, muitos sacerdotes conde­naram a sua posição e afirmaram que tinha feito uma inter­pretação abusiva do Código de Direito Canónico. Como comenta?



Temos de compreender a ignorância dos outros."

Faço totalmente minhas as palavras da resposta do Padro Nuno ; )))))))))))))))))))

Boss,
Se há um lobby gay há de certeza um lobby anti-gay.Sim, porque há muita gente na Igreja que não pensa assim mas esses não os vão entrevistar eles. Não dá pica e as resposta não vendem revistas!!!
O Porty anda aí, não atende mas é o telemóvel nem responde ás mensagens de voz portanto o mutismo é mais abrangente que a simples blogsfera. Mas ele voltará. Só tem de dar uma saltada à Mindinha dia 11 e com umas malgas de vinho, umas azeitonas e uma mousse de chocolate com whisky a gente resolve este amargo de boca com um dos melhores da Nação Murcónica ; ))))))))))))

FALLEN BUT NEVER FORGOTTEN

noiseformind disse...

"Considera-se homofónico?

De modo algum. Não tenho horror ao meu sexo. O homofóbico é aquele incapaz de lidar com pessoas do mesmo sexo. Não é o meu caso. Não concordo é que se destrua a instituição casamento, que é a célula-base da sociedade. É no casamento que são gerados os filhos. Por isso o Estado protege e promove a família."

Ok!!!!!!!!! Então quer dizer que um trolha que bebe umas cervejas com os amigos mas depois dá com eles uma sova em dois homossexuais que se beijem em público não é homofóbico. Afinal... ele consegue lidar com pessoas do mesmo sexo, não todas, mas consegue

fora-de-lei disse...

Embora, politicamente, este padre seja um autêntico clister-de-açorda, há que reconhecer-lhe firmeza, e até coerência, na forma como defende os preceitos seguidos pela Igreja Católica.

Quanto aos católicos que não concordam com ele, o melhor que têm a fazer é mudar de religião. Na realidade, o que não falta por aí é muito menino e muita menina católica a quem dava um jeitão enorme ter uma Igreja que pactuasse com os seus “pecados”.

Mas as coisas não assim... há princípios a respeitar.

blogico disse...

Por momentos pensei que uma qualquer máquina do tempo me tinha sugado para a idade média. Só depois é que reparei que este senhor é padre. Mais uma vez fica provado que abstinência sexual faz mal à cabeça...

andromito disse...

Temos realmente de entender a ignorância dos outros, agora aceitá-la... Uma vez mais se prova que o radicalismo é triste, doentio. Faz mal. SEja em que área for.

O.L.

Anónimo disse...

" Qual é o problema de ter relações sexuais, tomando as devi­das precauções, para que não haja uma gravidez indesejada? ( E AS DST's ????)

Se tomar precauções significa recorrer aos períodos inférteis da mulher, não há qualquer problema.



Que é um método falível, ou não?

Não. A Organização Mundial de Saúde atribui-lhe 99,8 por cento de eficácia.



E qual é o drama de utilizar o preservativo ou a pílula?



Falsifica-se a relação. Deixa de haver uma entrega total."



??????????????????????????????????
Será que alguém me pode explicar melhor, pois eu não percebi ?!

Anónimo disse...

" Tem noção de que um sexólogo apelidaria essas declarações de ridículas?



Depende do sexólogo. Se fosse sério poderia compro­var o que eu digo.



Todos os sexólogos que não partilham da sua opinião não são sérios?



Podem estar mal informados ou partilhar de uma ide­ologia que os faz olhar apenas para uma parcela da rea­lidade e excluir determinados factores.



Não admite que possa ser a sua ideologia que o leva a dis­torcer a realidade?



Estou a falar de factos."

Sem comentários...

noiseformind disse...

"Estamos a falar de consentimento dos pais...
Mas vai haver aulas de Educação Sexual obrigatórias e gabinetes de atendimento cuja mentalidade é dominada pela APF. Nós sabemos o que vão fazer às crianças.

O quê?
Vão pervertê-las.

Como?
Qualquer relação sexual que não seja dirigida à pro­criação é uma perversão."

III. THE LOVE OF HUSBAND AND WIFE

2360 Sexuality is ordered to the conjugal love of man and woman. In marriage the physical intimacy of the spouses becomes a sign and pledge of spiritual communion. Marriage bonds between baptized persons are sanctified by the sacrament.

2361 "Sexuality, by means of which man and woman give themselves to one another through the acts which are proper and exclusive to spouses, is not something simply biological, but concerns the innermost being of the human person as such. It is realized in a truly human way only if it is an integral part of the love by which a man and woman commit themselves totally to one another until death."143

Este padre não deve ser católico. Afinal... o que ele diz aqui está em forte contracenso em relação ao Catecismo católico. Mas Portugal e Espanha têm a mesma lei relativamente ao aborto e o que interessa são as interpretações...

Anónimo disse...

" Temos de compreender a ignorância dos outros."

Conserto disse...

"É mais grave interromper uma gravidez antes dos três meses do que abusar e violar uma criança com poucos meses ou poucos anos de vida?

É sempre mais grave matar um ser humano inocente do que abusar dele."

Claro que este fulano é parvo. Disso penso que ninguém tem dúvidas.
Ser ou não ser padre não lhe aumenta a inteligência nem lhe diminui a estupidez.
Mas também nisto é que a diferença na cultura ocidental se faz.

Os orientadores da fé já não são exemplo para ninguém (inteligente).

ricardo disse...

ja me ri um bocadinho, ja posso ir a minha vida!
Esclareçam-me uma coisa: anormalóides destes ainda tem benefícios fiscais?

Mas a existência de liberdade de expressão vê-se quando textos destes são publicados, e isto é sempre salutar.

papu disse...

Estou sem palavras

andorinha disse...

Boa tarde.

Como é possível????????????????

Claro que eu dou o direito às pessoas de terem uma opinião diametralmente oposta à minha:), agora dai a ler tanto disparate junto sem me sentir incomodada vai uma certa distância.

Mas como ele próprio diz "temos de compreender a ignorância dos outros". Loooooooool
Toda a entrevista seria motivo de umas boas gargalhadas se não fossem lamentáveis as ideias expressas. E há coisas absolutamente hilariantes.
Um casal heterossexual que não tenha filhos não é uma família?!!!!!!!!!!

Júlio, tenha cuidado.:)
Não é sério, ou está mal informado ou partilha de uma ideologia que o faz olhar apenas para uma parcela da realidade.:)))))))))))))))

O homem é doido. Ele é que está mal informado, não é sério e vê a realidade através de umas lentes que a distorcem e acusa os outros disso!!!!
É preciso ter lata ou então não se ter a mínima noção do que se diz.

CêTê disse...

É por essas e por outras que a Instituição- Igreja que tanto bem poderia fazer... faz tanta porcaria! Conheço pontuais mas honrosos casos de missionários que fazem um trabalho formidável- mas são pessoas bem formadas, despojadas, e equilibradas. Um deles na última vez que o vi levava resmas de preservativos na bagagem- meti-me com ele, claro- "A vida corre-te bem, ou é para angariares umas massas?"- Riu-se. Era para distribuir no fim da missa... à socapa. O HIV enquanto ele lá estiver há-de ter adversário- o preservativo e a sua forma de educar.



Experimentem pôr as mulheres em lugar de comando e vão ver como a Instituição muda. (mas deixem a geração das beatas morrerem antes....) ;]]]]]]]

nemesio disse...

Este senhor não serve neda nem ninguém, este sr não sabe o que é o AMOR...

Isto dá-me arrepios!!
Que pessoa \ monstro Horrivel!!

CD disse...

"O combate pela castidade é um combate até ao fim da vida. Mas a satisfação interior que resulta de não ceder à tentação compensa qualquer outra coisa. Servir a Igreja representa uma alegria".

Este além de ser padre ainda por cima é parvo, faz-me lembrar a história da hiena: come excrementos e tem sexo só uma vez por ano, ri de quê?

moon disse...

Sem comentários...

a-meio-da-noite disse...

Só gostaria de saber -conhecer e sentir- como foi a infãncia e adolescencia deste homem...

Isto não é doutrina deve ser trauma, nao lhe parece, Prof.???

A Igreja, é muito mais que isto...

O Amor Cristão é muito mais que isto!!!!

Anónimo disse...

faço minhas as palavras da andorinha!!!

Ruiva disse...

Para além de pensar que este senhor dava um sério caso de estudo psiquiátrico - creio verdadeiramente que, nalgum momento da sua vida, ele tenha tido um sério problema com as mulheres, ou com uma mulher, que lhe tenha deixado marcas altamente negativas - julgo ainda que este é o tipo de mensagem que pela sua irracionalidade não deixa lugar a qualquer tipo de argumentação...
É um infeliz caso de ignorância assumida, e deturpação propositada de estatisticas...
Por último, Cristo também disse "dá a outra face" e "quem nunca tiver pecado que atire a primeira pedra", impio será o cristão, padre ou não, que não observar estes dois mandamentos de tolerância...

P.S: O método do coito interronpido nem de longe está perto da eficácia 99,8 %, essa percentagem é exclusivamente atribuida à pilula e ao preservativo. Já os EUA, infelizmente, não são caso conhecidos pela sua tolerância, muito pelo contrário...

Anónimo disse...

O padre tem razão em algumas coisas!...
É preciso fazer uma força dos diabos para admitir a homo masculina.
Graças a Deus pelas lesbicas não estritas que nos admitem ocasionalmente nas suas brincadeiras e nos fazem amá-las também!
Mas daí a achar bem que dois ou três homos criem crianças vai uma enorme distância...

As considerações sobre as Famílias são muito válidas, excluindo as visões estranhas sobre anticoncepcção.
De facto um casal sem filhos não é tão familia como com...
O próprio direito coloca os ascendentes como herdeiros de elementos de casais sem filhos e nunca quando há...
Eu até proibiria casamentos sem filhos, pelo menos sem uma gravidez adiantada e admitiria como causa para anulação a morte de todos os filhos.
Tal como proibiria divorcios com filhos menores, mas isso já sabem...

Mas acho engraçadissimo mais uma vez que se pretenda OPOR uma visão tacanha e retrograda (do padre)a uma politicamente correcta e lisboeta (do jornalista) e ninguém veja que são tão tacanhos e preconceituosos um como o outro!

Onde está a abertura para trios e poligamias que tais?
Esses não têm direitos?

moon disse...

Afinal não resisto a comentar, enquanto fazia o jantar, a indignação foi-se apoderando...

"É mais grave interromper uma gravidez antes dos três meses do que abusar e violar uma criança com poucos meses ou poucos anos de vida?

É sempre mais grave matar um ser humano inocente do que abusar dele."

Irritante! A eterna hipocrisia... É mais fácil enfiar a cabeça na terra do que enfrentar a realidade. E era a igreja a mais feroz opositora do comunismo. Quando a própria igreja também engoliu a "cassete"...

Como se fosse fácil, depois de "roubados" os sorrisos a uma criança fazê-la acreditar no que quer que seja...E ou o Estado se propõe a investir na protecção de menores em risco e na criação de infra-estruturas e meios para que estes cresçam saudáveis quer do ponto de vista físico, quer do ponto de vista psicológico, ou futuro não se afigura nada animador.

Como todos sabemos a reinserção social, nos moldes actuais, é uma grandessíssima treta!
Deixar uma criança crescer sem acreditar em nada, sem esperança, sem futuro...É, na maior parte das vezes, 'produzir' adultos problemáticos, incapazes de lidarem consigo próprios ou com o mundo que os rodeia e passíveis de gerar e/ou colocar outros menores em risco.
É um raio de um círculo vicioso do qual o Estado se demite a maior parte das vezes. A prevenção sempre me pareceu melhor. E, no entanto, não consigo compreender o motivo pelo qual pouco se faz pela prevenção e se continuam a gastar milhões no tratamento, na tal reinserção social, em "programas" disto e daquilo e, ainda por cima, sem grandes resultados à vista.
"Casa assaltada, trancas à porta..."
Ainda gostava de ver com que cara os responsáveis explicariam isto a uma criança que foi maltratada, abusada...
Normalmente, os criminosos são condenados a uma ou várias penas uma criança abusada é condenada a perpétua...

E igreja tão boa samaritana, cheias de valores altruístas continua a insistir neste tipo de discurso. Felizmente, que com este radicalismo todo, os casos são isolados... Mas existem e isso basta.

stellamaris disse...

Deus!!! Obrigada por me teres feito como sou! E não me deixares cair em tentação!! :)))

Beijo

Lusco_Fusco disse...

Mahatma
Hummm o meu comentário era assim tão pesado?!
MJ

CêTê disse...

"Onde está a abertura para trios e poligamias que tais?
Esses não têm direitos?"


Mas é claro que têm direitos! O direito de sofrer na razão directa do prazer dos ângulos cujo valor permuta.

Mas quanto à abertura... já ouviu falar da Trindade?
Como é que se poderia desculpar(não admitindo a partogénese da Santa) a gravidez da Maria (a verdadeira e única ;))atendendo à absoluta abstinência de Santo José (que se consta nem sequer ter praticado "auto-quecas noiseanas" se não houvesse um 3º? Para mim é muito claro: não há Mistério nenhum: esta é a SANTÍSSIMA TRINDADE- abençoada e capaz de um golpe tubárico geram um Messias (meio doce, meio bruto).



Alguém me sabe dizer se o Arcalion têm efeitos secundários? LOOOOOL

Boa Nôte para tooooodos! (Bons ensaios ;])

CêTê disse...

(Deve ser mesmo da merd@ do ARCALION)

A igreja está mesmo demodê! Alguns padres com mais jeitinho bem poderiam criar linhas mais "in" de indumnetárias, substituir o incenso por velas aromáticas, e aquele ritual a rondar práticas canibalisticas (ainda estou para perceber que parte me calhava sempre a mim que me via tola para a descolar do ceu da boca!!!)por uma coisa mais alegre para os sentidos! Tipo: hóstias de camarão; hóstias de vitela; hóstias de algas. Quanto ao vinho...bem dessa parte não falo que eu só gosto de porcaria. Mas que a brincar a brincar também incentivam as práticas alcóolicas. Tenho aqui um vizinho que se pudesse virava morcego de sacristia.



Just Kidding, just kidding!


(re)vejam se puderem "A Vida de Bryan"- garanto gargalhadas espontâneas, memórias hilariantes, e um reflexão cómica sobre o fanatismo

Pamina disse...

Boa noite.

Em primeiro lugar, quero chamar a atenção para o comentário da Cêtê (6.13), lembrar um post do Murcon do Verão passado sobre o padre Vítor Feytor Pinto (bem diferente deste padre) e alertar para o perigo de tomar a parte pelo todo. Do meu ponto de vista, felizmente que nem todos os padres/os católicos pensam assim. Quanto ao conteúdo do discurso, também do meu ponto de vista, digo:
:((((((((((((((((((((((((((((((((((

Alguém, julgo que o Fora de Lei, comenta que se lhe deve reconhecer a coerência com a qual ele defende os princípios da Igreja Católica. Realmente, a colagem àquilo que é oficialmente permitido é tão grande que acaba até por se tornar completamente INCOERENTE, relativamente a ideias que acabou de expressar. Não sei se repararam nisto:

R:Qualquer relação sexual que não seja dirigida à procriação é uma perversão.

P:Homens e mulheres devem abster-se de ter relações sexuais caso não queiram ter um filho?

R:A relação entre um homem e uma mulher é uma relação de unidade e de amor. Se uma pessoa se dá a outra na totalidade do seu ser admite que está a oferecer a capacidade de ser pai ou a capacidade de ser mãe. Pode surgir um filho ou não, mas nada se faz para manipular e falsificar essa linguagem do amor.

P:Qual é o problema de ter relações sexuais, tomando as devidas precauções, para que não haja uma gravidez indesejada?

R:Se tomar precauções significa recorrer aos períodos inférteis da mulher, não há qualquer problema

Isto não faz sentido. Se, na sua opinião, as relações sexuais não dirigidas à procriação são uma perversão, qualquer método contraceptivo terá que ser excluído. Faria mais sentido se ele tivesse dito que a mulher deveria usar o método das temperaturas para NÃO ter relações sexuais nos períodos inférteis.
Como diz a Moon, parece-me que ele repete uma certa cassete e que se embrulha ao expor os seus próprios raciocínios.

lobices disse...

...permito-me citar Cristo:
"...perdoai-lhes senhor que eles (padres e igreja católica) não sabem o que dizem..."

Anónimo disse...

É com estas opiniões que a Igreja pensa aumentar o numero de pessoas que nela confiam!?
Lamentável...e anda o mundo inteiro preocupados com cartoons...bahh!

augusto disse...

Como diz alguém que conheço: "É demasiada areia para a minha camioneta..."
Agora digo-vos uma coisa:
O "posteiro" (que nome foleiro, mas que quer dizer; aquele que escreve o "post" (de mal a pior) deve estar a salivar só de ler os nossos comentários.
Bem! Ó Senhor Professor, acho que faltou uma pergunta que é:
E os que dão para os dois lados? Afinal também têm família... (serão bígamos?)
(Será que já meti a pata na poça?)

Julio Machado Vaz disse...

Lusco,
Não cortei nenhum comentário seu. Mande-o outra vez.

lops disse...

Mais uma vez acho que faz todo o sentido definir a liberdade de expressão como sendo também a capacidade ouvir/ver todo o tipo de imbecilidades. Este artigo também nos mostra que em qualquer canto se acha um fundamentalista.

Recordo-me de uma anedocta (acho até k já a partilhei aqui) que li algures sobre Sto Inácio de Loyola, fundador dos Jesuítas, que numa viagem qualquer dele pelos caminhos de Espanha se encontrou com um árabe. Como nessa época, séc. XIV-XV se não estou em erro, os caminhos eram pouco seguros, seguiram viagem juntos, tanto pela companhia como por segurança. Ao longo da viagem foram conversando e filosofando até que o árabe afirmou que a Virgem Maria não podia ser virgem tendo em conta que ao nascer Jesus não podia que não tivesse rompido o hímen da mãe, privando a mesma da virgindade. Sto Inácio de Loyola, cristão defensor da Santa Igreja Católica, Apostólica e Romana, movido pela inteligência e pela tolerância da sua religião matou o companheiro de viagem. :)

Enjoy e cumprimentos

andorinha disse...

Li isto pela segunda vez e ia fazer mais alguns comentários, mas estou em sintonia com o que diz a Moon(8.42).
É revoltante tudo isto!
"Matar uma criança é mais grave do que abusar dela; o aborto é pior do que a pedofilia."
"Qualquer relação sexual que não seja dirigida à procriação é uma perversão."e por aí fora...
Eu continuo a dizer, o homem é maluco, só pode. Por mais que eu tente, não consigo compreender como se consegue dizer estas barbaridades.
Estas pessoas vivem fora da realidade, não entendo.:(

BLUESMILE disse...

Estou ....petrificada.

mas ó comunidade psiquiátrica portuguesa, nãohá por aí nenhum terpeuta benemérito que acuda a este homem?

Maracujá disse...

Não acho q ele seja doente. Infelizmente a mentalidade de muita gente que se cruza connosco todos os dias no café tem muito a ver com isto que lemos e que repudiamos.
Ele não é tonto, é coerente. Até demais. Não sabe, o coitado, que a vida não é linear, não é matemática. E que a vida não é feita de regras e limitações.
Digo eu...

Lusco_Fusco disse...

Mahatma
Mandei e não vi aqui, estranhei :)))
Aí vai...


Palavras para quê?!.. É um padre !!!! :)
Há-os que falam com esta prepotência, mas têm empregada para todo o serviço, que quando fica "viúva" nem direito a subsídio de viuvez tem ou a qualquer herança ou compensação de qualquer espécie (para não falar das dispensadas porque não agradam mais e são despedidas sem direito a nada: ordenados, retroactivos ou fundo de desemprego).
Estas purezas de alma conseguem sacar-me um sorriso de desdém, e só.

Há honrosas excepções, mas a regra é esta.
MJ

lena b disse...

Porque um homossexual não é capaz de constituir família.



Há muitos casais heterossexuais que também não...

Mas isso não depende das suas atitudes comportamentais. Alguém que é estéril não tem culpa da sua esterilidade, mas é capaz de praticar os actos do tipo reprodutivo.


??????????????

Então só há casais sem filhos por serem biologicamente estéreis???
E os que optam por viver assim por considerarem não ter condições materiais ou psicológicas, ou outras para colocar crianças no mundo?
É caso para dizer: - Santa ignorância!!!

Já nem comento as outras barbaridades - faço minhas as palavras da Andorinha e demais. Esse padre nem deve ter lido ainda a famosa enclítica de sua eminência... Ou será que também ia discordar do papa, quando este até abençoa a entrega erótica do casal, independentemente de gerar descendência? O jornalista não se lembrou de lhe perguntar pela Enclítica. Gostaria de ver a resposta...

Lena b

LemeDeLó disse...

Gosto particularmente da definição de homofobia do Sr. Serras Pereira.
Ainda que não tendo "horror ao seu próprio sexo" (citei), o Sr. Serras Pereira demonstra um medo incontrolável em relação ao sexo na sua generalidade.

Não consigo perceber como é que a Igreja deixa este indivíduo falar sem o levar a um "tribunal canónico" ou algo que o valha.

Será que esta é a posição oficial da Igreja? E ainda tem "sócios", depois disto?

Anónimo disse...

Será que o moon se lembrou que os 'comunas' comiam criançinhas?!.............

Anónimo disse...

moon
...
"É um raio de um círculo vicioso do qual o Estado se demite a maior parte das vezes. A prevenção sempre me pareceu melhor. E, no entanto, não consigo compreender o motivo pelo qual pouco se faz pela prevenção e se continuam a gastar milhões no tratamento, na tal reinserção social, em "programas" disto e daquilo e, ainda por cima, sem grandes resultados à vista."

...talvez porque se houvesse prevenção/educação não votariam nos que lá estão sempre, alternadamente, né?...

HarryHaller disse...

Este padre é mais um dos que andam à procura de protagonismo.

Um abraço a todos

Lobo das Estepes

a sul disse...

compensa muito ... não falar demais

Anónimo disse...

Eu acho que este gajo devia era ir caçar com o Dick Cheney...

Isabel Pietri disse...

Ora, ora, ora...
Assim a quente cá vai o meu comentário: gostava de ver esses estudos em que o senhor padre se baseia. A sério! Por regra, tento manter a mente aberta e tento olhar para a realidade de forma o menos preconceituosa possível. E, aqui, quando utilizo a palavra "preconceituosa", refiro-me ao possível pré-conceito que eu posso ter sobre este assunto que é o de que isto não passa de um conjunto de barbaridades inspiradas numa vivência distorcida da religião.

Gostava de ver os estudos, gostava... e de os comparar com os outros que indicam o contrário.

JMV, sabe a que é que ele se refere? Consegue dar-nos alguma luz sobre este assunto?

Isabel

Mª Lurdes Delgado disse...

Este não é o tarado que, há cerca de um ano, fez publicar anúncios pagos em jornais?

rebeca disse...

Sempre fui contra a pena de morte, mas este sujeito devia morrer e reencarnar numa barata....

Sandra Feliciano disse...

Ahhh, Professor! tenho de lhe agradecer imensamente a publicação deste post! Como estou agora muito mais elucidada sobre uma série de assuntos!!! Verdadeiramente pedagógico!!!

Só fiquei aqui com uma pequenina dúvida, fruto nalturalmente da minha ignorância e incapacidade, dado que da grande sapiência, inteligência, abertura de espírito, coerência clareza de exposição deste "santíssimo homem" não será certamente:

- Mas afinal, a homosexualidade é uma neurose ou uma psicose?... LOL


...aiai... ele há cada anedota e cada bobo da corte... Oh senhores!!!!

Anónimo disse...

Que MERDA de pessoa esse padre. Frustrado sexual...
Ha gente que nao pensa merda, nem diz merda ou tem merda na cabeca... simplesmente, uma pessoa assim E MERDA!
Sera que ele nao tem mais nada pra fazer?

Pedro disse...

Alguém me pode ajudar??? Tou a ter um ataque de consciência... Este santo homem fez-me ver a luz e eu quero deixar de gostar do meu namorado para seguir uma vida sã, casar e ter filhos... E já agora um happy-meal se faz favor. Mas que incoerência de espirito, enfim, os EU estão IN e os homofóbicos serão perdoados. Tenhu pena que tenha de lidar com este tipo de situações todos os dias, e não me fazer ouvir por falta de apoio de quem tem poder neste país, enfim, é PORTUGAL meus senhores, ao vivo e a cores, onde nem se houve falar de uma Gay Pride, em defesa dos direitos de todos, mais que 3 minutos. Enfim, vou mas é pro engate, pode ser que apanhe este tal padre a fazer ofertas divinas no BOYS'rUS...

M em Campanhã disse...

a simpls existência deste homúnculo é-me aterradora.

Pekena Sereia disse...

Isto foi real?!?!!?!?!??
É k nao posso acreditar k ha pessoas assim no mundo... Sei k ha pessoas burras... mas este é o rei dos burros!!!! Fikem bem e comentem o meu flog!!!

lobo disse...

professor no meu entender e falando numa prespectiva talvez politica aceito qualquer orientação sexual. não sei se a homosexualidade é uma doença, se calhar a heterosexualidade também é uma doença e como temos que viver com as doenças que temos se estamos felizes tambem as bacterias vão pular de contentes. Eu gosto da minha heterosexualidade, acima de tudo gosto do amor e acho que ele é uma forma de respeito, gosto de ver pessoas livres no direito a amar quem desejam. isto é a natureza. se calhar há uma homosexualidade intelectual, dentro de nós o deus é femenino e mascuino
bem eu tenho amigos homosexuais e não me incomoda, o que não gosto é do poder é do abuso. as doenças não sao julgo eu uma opção, pelo menos uma opção consciente. bem mas se calhar vou ficar com esta duvida.

Mar Antes disse...

Infelizmente no nosso país vozes de burro conseguem chegar ao céu.

luisa lourenço disse...

Li a entrevista toda que aqui nos apresenta. No fim, só posso dizer que há ignorâncias que não consigo compreender, nem quero!