segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Reposição da verdade.

Depois do concerto na Casa da Música encontrei o senhor Director da RTPN, que teve a amabilidade de me convidar para almoçar, visando esclarecer alguns "mal-entendidos". Fiz-lhe notar que há dois meses atrás me chamara objectivamente mentiroso ao aceitar a versão de um colaborador seu contra a minha, no que dizia respeito ao fim do Estes Difíceis Amores. Mais acrescentei que tivera ele testemunhos da veracidade das minhas palavras e que isso não acontecera ontem, mas a seguir aos factos em discussão. O senhor Director da RTPN retorquiu - e por isso abordo o tema aqui - que também eu era responsável por inverdades que publicara neste blog. Perante a minha estupefacção, referiu ter eu afirmado que trabalhara de graça para a RTPN. Lembrei-lhe a colaboração - semelhante à de outros! - nos programas de opinião liderados pelo Carlos Magno. A resposta do senhor Director foi "isso passou-se antes do meu tempo". É verdade. E poderia ter acrescentado que o nome do canal era então NTV e não RTPN. Para mim tratou-se sempre da mesma Casa, da mesma cidade, do mesmo sonho. Mas é verdade. Não trabalhei de graça para a RTPN e sim para a NTV. Um facto permanece - o senhor Director decretou-me de novo mentiroso sem ouvir a minha versão. Pensou-o durante dois meses, não sentindo qualquer necessidade de me desmentir ou escutar. Respeito a sua decisão, mas não a entendo. Disse-lhe com toda a clareza que neste caso o velho ditado "não há duas sem três" não se aplicaria e desandei. A partir daí, o conteúdo e forma do diálogo (?) não honra nenhum de nós: o senhor Director afirmou que eu gostava de me fazer de vítima e ouviu como resposta que a sua educação deixava a desejar. Penso poder assumir que num ponto estamos de acordo - a nenhum de nós apetece reencontrar o outro.
Mas a verdade formal deve ser reposta, pois nunca menti neste blog: a partir do momento em que o senhor Director assumiu o leme da RTPN nunca trabalhei de graça para o referido canal de televisão. O seu a seu dono.

28 comentários:

inês disse...

lamento saber desse mal-entendido e da quezília que gerou :/ não sabia também que o "estes difíceis amores" tinha findado. tenho pena, por várias razões.

até à próxima [?], doutor vaz.

Anónimo disse...

A RTP tem um problema. Como é uma empresa do Estado, as nomeações internas não são problema. Depois vê-se as consequências quando o verniz estala.

Lusco_Fusco disse...

Mahatma
Sinto que está triste, mas fez bem dizer a verdade e o que sentiu.Não se arrependa de ter dito o que merecia ouvir, ou estaria agora a remoer. SE o "senhor" da televisão o tivesse abordado com verdades era de facto motivo para estar como se pressente pela leitura. Mas como foi grosseiro e falou de cor, esqueça.É dar valor demais a quem não merece.
Um beijo na bochecha bem repenicado para atenuar essa má disposição.(n core é uma beijoca fraterna ;-)
Até amanhã
MJ

Lusco_Fusco disse...

Como dizem os psis comportamento pede comportamento :))))))
Fez bem.

noiseformind disse...

Estou amuado,
O comentário de aniversário não entrou... snif snif snif... imagino que amanhã por altura do banho (comecei a tomar um diariamente depois do Brokeback Mountain) me caiam os genitais e ficarei desprecatado com tamanho azar.
Mas tb amuado pq um fdp (que é uma forma abreviada e sem ser tão intensa de dizer filho da puta) de um inspector das comunicações andar-me a medir a minha rede e a dizer "É melhor fechar isso ou passo-lhe uma multinha". A multinha claro, é a ameaça velada à concorrência que os senhores da PT começam a sentir aqui na zona de Leça (arranjei 1100 clientes em 2 meses, 1100 pessoas que passaram a ter a WWW e o telefone ilimitados por 10E/mês) e pronto, ameaça-se e depois passa-se a inspeccionar as contas, depois se não houver nada começasse a pura e simplesmente aprovar leis para "proteger o mercado", o mercado da PT, leia-se. Mas pronto, achei engraçado chegar aqui e descobrir que encontraste um fdp +- como o tipo que me anda a inspeccionar a reder aqui na zona. Mas esse ainda é mais gorduroso. Diz ele "isso não é bem assim". Como só é 99% de verdade há escapatória retórica e aposto que se dirigiu brandamente rumo ao carro fornecido pelo Estado, a falar ao telemóvel cedido pelo Estado, enfim, a merda é mesmo assim, escorregadia. Mas para termos noção dessa sua qualidade (a escorregadice) é necessário pegar-lhe e isso eu não faço, não senhor. Portanto há que assobiar para o lado e seguir em frente, seguir rumo a essas pessoas é sempre andar para trás. São pequenos capatazes da hoste de ainda maiores montes de merda que controlam os nossos destinos. Basta que os chateemos e logo temos a polícia à perna, uma escuta, uma prisão "indevida" mas devidamente notificada... enfim... pq eles conhecem os que mandam, são a voz do dono e o que os torna patéticos é o mesmo que nos faz dobrar a espinha quando eles uivam. Lembro-me quando o noiseformind.blogspot informava sobre a RU-486, até ser noticiado não havia problema nenhum, mas uma jornalista andava a fazer umas perguntinhas e pronto... lá apareceram os senhores À porta de casa: "o senhor faça o favor de nos acompanhar". E umas chapadas (imagino que tb da praxe) antes de qq socorro judicial, como medida de estímulo à minha conversa, a dizer quem é que colaborava comigo e tal. Tudo gente boa, bons funcionários públicos, saúde dentária incluída e desconto em cremes para a pele na farmácia da esquina. Em relação ao novo canal lamento não entrar no teu optimismo. Eu e o Pulido Valente temos a mesma veia, já vemos as mesmas coisas há muito tempo, portanto já não ligámos muito À cosmética. O novo canal vai estar aí, vai consumir mais uns tachitos, vai ter uma mão-cheia de boas ideias e depois vai-se tornar mais um buraco financeiro. Não por ti Boss, não pelos colaboradores com amor à camisola. Mas sim pelos fdp (A tal versão anodizada do filho da puta) que hoje estão no canal não sei quantos, amanhã estão nos CTT, depois fazem uma perninha num banco, depois passam por uma autarquia, se calhar fazem uma pernada no Parlamento... são pessoas "competentes", e mais! De currículo "sólido". Nunca fizeram nada, não produziram nada, viveram do vazio e nele se foram dilatando. Só se safam no privado como intermediários do privado com o público que supostamente servem (mas do qual acabam por SE servir).
E pronto... sem mais comentário me subscrevo malta.

noiseformind disse...

Já que estou a falar (e ainda é cedo, são 2h59 da manhã), fica o comentário:

-Não percebi! A sério Boss, não percebi! Pronto... chama-me ignoto, chama-me subversivo. Mas não percebi. A sexologia engolida pela medicina?????????????????? Quê, como, quem?????????? Da parte de???????????? Então se a esmagadora maioria das patologias portuguesas (e aqui falo das das portuguesas) resultam de manterem contacto com portugueses (e não com suecos, e alemães, e canadianos) não percebo que perigo há de absorção ou de autoridade médica que seja salvífica em termos de cogitação do problema. Apesar da dificuldade com que se partilha case-studies neste país não vejo grande diferença do meu tasco para os outros: mulheres jovens a dizerem que têm algum problema para não atingirem a função orgásmica que revelam CRS normalíssimas quando sob estímulo clínico controlado; mulheres não tão jovens a dizerem que acham que se calhar casaram com o homem errado pq acharam que o amor ia vir com orgasmo em anexo e depois não vem e começam a questionar as fundações desse mesmo amor. Nada disto tem grande vertente clínica por onde se pegue, e a departamentalização que começa a ocorrer no espaço da união europeia surge num contexto muito mais evoluído em termos de socialização do prazer do que na Tuga. O relatório Rademakers da Universidade de Leiden é bastante claro nesse ponto:

"A cooperação do masculino na terapia de casal, ao frutificar nestes últimos anos, coloca-nos diante da hercúlea tarefa de lidar com a muito mais abrangente dimensão de alterar a resposta sexual masculina, que responde muito mais a farmacologia do que a feminina".

Neste contexto, de países em que o casal vem junto e colaborante... sim senhora. Agora na Tuga??????? O que vamos fazer? Colocar os tipos entre a espada e a parede? Mmm... não me parece... já assim eles bazam mal apontámos baterias para eles... e estou a falar de tipos de 30 e poucos...

Mas pronto... a esta hora... não se pode exigir muita erudição da minha parte pois não.
Maralhal, um abraço!!!!!!!!

Qaunto à Isabel Pietri,
Isabel, anda uma pessoa a construir delicadamente uma imagem de pornólogo dia após dia e vens tu e num comentário dás cabo de tudo ; )))))))))) eu seria incapaz de interpretar o que disseste no mau sentido, o que faço faço por prazer, e o Titio Belmiro já me tem lá a comprar os produtos da Casa do Porco PReto e basta de colaboração entre mim e ele ; ))))))) looooool loooooooool loooooooool sou incapaz de interpretar palavras inocentes como ofensivas e sou também incapaz de deixar passar em claro palavras ofensivas como inócuas, como as pessoas com quem já deixei de falar neste blog o mostram (que isto de amizades não duram muitas vezes mais do que o tempo em que as pessoas mostram uma personalidade que não têm) ; )))))))))) um beijo e nada de falares bem de mim, diz antes que te assedio sexualmente dia após dia e sentes a tua virgindade em relação a sexo em grupo ameaçada ; )))))))))))))

Espero ter dado erros suficientes para garantir que as tias silenciosas até erro ortográtfico/gramatical em contrário se mantenham vivas por mais um dia. É como dar um euro para evitar que uma criança morra de fome mas ao contrário ; ))))))))))))))

Scorpio_Angel disse...

A César o que é de César... esperemos que os destinos não tenham muito em comum.

Antonio Almeida Felizes disse...

..
Que saudades eu tenho da NTV.

PORTO CANAL ... chega depressa!

Cumprimentos,
AAF
http://regioes.blogspot.com
..

JG disse...

julio...esse sr director é burro..é burro pq o canal q ele dirige n serve para NADA..é uma imitação barata da sic noticias com uns qts srs cheios de cagança a falarem pro boneco..é burro pq n aproveita o q de melhor temos aqui no norte do país..n consegue fazer a diferença.. como fazia a NTV..qd passo os olhos pelo tal canal em q esse sr é director assalta-me logo a ideia.."estão mexendo no meu bolso" arecebe um aperto de mão..o sr director n te chega aos calcanhares.. qt mais..

Julio Machado Vaz disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
fora-de-lei disse...

Se, para todos aqueles que o "professam", o bairrismo fosse isso e apenas isso, os problemas resolver-se-iam de uma forma decente para o Porto cidade / região e de um modo saudável para o país. Fossem esses problemas num canal de TV, fossem eles onde fossem...

A questão é que, tal como no futebol - onde as coisas são mais mediáticas - por detrás desses pseudo-bairrismos escondem-se, quase sempre, muitos interesses ínvios. Interesses que usam o Porto / Norte como bandeira mas que nada têm a ver com isso.

E por falar em bairrismos: cheira bem, cheira a Lisboa... ;-))

a-meio-da-noite disse...

É assim mesmo Professor!

Gosto de HOMENS GRANDES E FRONTAIS.

Mais que dar um canal de televisão a uma região é o reconhecimento de um trabalho -quase missão-, do erguer de um sonho até à realidade.

De carreirista não tem nada, ao contrario de outros.

De colarinhos brancos, também não, Graças a Deus e à Santissima Trindade!

O seu a seu dono.

Os caes ladram e a carruagem passa ;))

sereia disse...

Olá Prof.,

Pelo que li, o tal director deve ter estragado o que restava da sua noite. Acontece, e julgo que todos sabemos, o que são "mal entendidos". No entanto, quando eles ficam por resolver (2 meses), porque a uma das partes assim interessa, já é sinal de alguma prepotência dessa outra parte. Infelizmente, hoje em dia, certos cargos são ocupados por pessoas que, apesar de determinado grau académico, de Senhores/as não têm nada. Drs., Directores, etc, até podem ser... Senhores/as, é que nem todos; é preciso algo mais que uns anitos na escolinha...!!!
Esqueça esse malfadado episódio. A si muitas pessoas o conhecem e, francamente, nunca ouvi ninguém fazer-lhe um comentário depreciativo.

Adorei o seu post anterior. Já tinha lido "Eis-nos aqui. Domingo de sol...", num dos seus livros. Hoje, confesso que me deliciei a ler também os outros. Revejo-me em algumas situações.
Faça-nos a todos um grande favor: não deixe nunca, de nos presentear com as coisas bonitas - porque reais - que escreve. Faça-o sempre.
Acho que hoje vou atrever-me, e mandar-lhe 1 beijinho... Posso?! Ops, já mandei!!

b' disse...

aiiii

depois de mozart levar com essa troca de mimos....
:(((

estou enganada ou a rtp vai repor 'estes difíceis amores' a partir de sábado dia 4 de março - lá prás duas da manhã :(( - na dois?

bons bifes ao jantar
:))

b' disse...

para quem não sabe (pode haver!!!)
JMV é especialista em problemas e questões vários?????

retirado do site da rtp

ESTES DIFÍCEIS AMORES
Talk-Shows

Problemas e questões vários abordados em tom de conversa


Na tradição dos vários programas de sucesso que levou a cabo na televisão portuguesa, Júlio Machado Vaz volta ao ecrã para deliciar a sua legião de fãs com conversas em que problemas e questões várias são abordados de forma profunda mas com uma linguagem acessível. Para o acompanhar neste programa estará Gabriela Moita, especialista da mesma área que complementará a visão de JMV. A moderação estará a cargo da jornalista Leonor Ferreira.

CêTê disse...

Lamento a indigestão que deve ter tido com semelhante companhia, professor! Contudo, lembre-se sempre que mais importante são as pessoas- aquelas que não avista, não ouve, nem lê e que se encontram por detrás das câmaras que o focam. Não importam os fantoches. Um bjnh!

Mar Antes disse...

Fernando Pessoa, nosso grande poeta, "Estranho Estrangeiro" em toda a parte, até no seu (dele), e nosso, País. Disse, escrevendo:

"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes."

Ricardo Reis 14, Fevereiro de 1933

Se não me engano, texto que todos podemos ler inscrito na lápide do seu (dele) túmulo nos Jerónimos.

Se isto era verdade no tempo de Fernando Pessoa, continua a ser verdade no nosso. O que me leva a perguntar se o que o fazia sentir-se um "estranho estrangeiro" era a incompreensão dos outros com quem tinha que lidar, superiores ou não.

ESSES ESTRANHOS AMORES com o Senhor Director da RTPN são diferentes porque actuais, mas temo que iguais na essência. No fundo, não generalizando, todos alguma vez já fomos alvo de estultas acusações e injustiças. Não quero meter a foice em seara alheia, mas acho que a estadía desse senhor, como de outros, será temporária na direcção desse canal estatal, e acredito que não esmorecerá no Professor a vontade de voltar a trabalhar em televisão.

Um Abraço fraterno!

Malou disse...

Sou do Porto {'tá bem não nasci cá, mas aterrei com 3 meses}, vivo nas Antas perto da nossa catedral {já percebi que não é a sua}, aguardei com alguma expectativa a RTPN. Ao fim de uma semana, estava perplexa. Uma televisão não vive de um clube de amigos de café a discutir umas coisas. Uma televisão não sobrevive com um grupo de jornalistas peessimamente preparados, sem saberem verbalizar uma questão a um convidado, ficando ambos atrapalhados e dando a sensação que estavam sempre à procura do buraco onde se meterem. Uma televisão não vive de programas soltos, feitos em cima do joelho, como o da visita a restaurantes de que me recordo, em que a senhora reporter, tanto podia estar a fazer aquilo, como a pilotar um Airbus que o resultado seria o mesmo. A catástrofe. Reconheço que no Airbus haveria uns mortos e ali só se morria de vergonha. Uma televisão não vive de um cabotino de nome Carlos Magno {se for seu amigo lamento}com sede de protagonismo. E eu que me considero do Porto, respirei de alívio quando aquilo acabou. Penso que morreu de morte natural e se não foi, abençoada eutanásia. Para figuras tristes chega-nos o Rui Rio, os Super -Dragões, os very-lights...não precisamos da achega da NTV a afagar o ego do apoiante do Cavaco.
Quanto ao seu programa na RTPN, soube, à época eu era super-info-excluída, que acabou e porque razões. Estranho que tenha aceite almoçar com o dito senhor. Das duas uma: ou dava-lhe o benefício da dúvida {e lendo-o não me parece que estivesse cheio de dúvidas} ou então ainda é mais ingénuo do que eu {e olhe que a minha prole me acha o suprassumo da ingenuidade} e acredita que um crápula, só o é intervaladamente. Olhe que não Prof. Machado Vaz! Um crápula escolheu o seu caminho, a crapulice, normalmente é o tapete vermelho para o sucesso.
Cordialmente

Anónimo disse...

Elizabeth
Mudou de configuração.
Isto foi hoje dia 21 terça feira
Elizabeth

Aspásia disse...

Com respeito a esse Sr. Dr., já meu pai (hoje com 91 anos), que há 30 ou 40 anos com ele trabalhou num banco de Lisboa, sempre disse, no mínimo, não ser flor que se cheire …

Já agora aproveito para mandar um grande beijo à Leonor e à Gabriela, pois também ficam grandes saudades delas, pelo excelente trabalho e super simpatia ao longo da vida dos Difíceis Amores.

E espero que o (des)encontro com esse Sr. Dr., não lhe tenha estragado o concerto.
Também náo é um qualquer Sr. Dr. que pode competir com Herr Mozart… nicht wahr?

Beijinhos…

moon disse...

Boa tarde!

Já que o tema parece ser "o seu a seu dono", vamos lá a isso!

Sobre Júlio Machado Vaz, li há algum tempo atrás um comentário do qual gostei muito e que, na minha opinião, traduz muito da sua essência. E porque ele merece passo a citar:

"É um homem com um olhar tão sensível e acutilante, que recusa verdades politicamente correctas e hipocrisias que só teoricamente sossegam a alma, que apetece trazê-lo para casa e guardá-lo num oráculo, onde em momentos de necessidade o consultaríamos sobre como lidar com este ou aquele problema, sobre o que dizer à nossa cara metade, à sogra e aos meninos...Mas ele não é de certeza homem para se prender a um oratoriozinho, e de qualquer maneira nunca nos daria a resposta de que estávamos à espera... Júlio Machado Vaz é muita coisa boa..."

Revista "Adolescentes" - N.º 27
Está assinado por I.S. (que presumo ser Isabel Stilwell) e foi escrito a propósito da edição do livro "Olhos nos olhos".

Professor, a vida é assim mesmo! Não se pode agradar a "Gregos e a Tróianos"...
Um abraço

moon disse...

"...apetece trazê-lo para casa e guardá-lo..."

Mas que rico 'Bibelot'...:))))))
Ups... esqueci-me de acrescentar o resto:

"...num oráculo, onde em momentos de necessidade o consultaríamos..."

É só para consulta, sim?!:))
Maralhal, a quem nunca ocorreu isto que atire a primeira pedra.

P.S. O Fora-de-lei está dispensado (já estou a imaginar o tamanho do tijolo....:)))))))))))))

Ameninadalua disse...

Como é difícil para fazer o que julgamos que "é certo" ter de se lidar com determinadas pessoas que não "estão connosco"...
Mas como tambem alguem disse:"planos são apenas boas intenções a não ser que degenerem imediatamente em trabalho árduo"...Por isso sinto-me a concordar consigo na sua decisão tomada nesse almoço...
Para alem do mais o futuro "traz"...e as oportunidades voltam com certeza a acontecer...

Para o caso de lhe não ser indiferente; tambem lhe envio as minhas solidariedades:))).

Anónimo disse...

findou. com pena de todos!

aiii esse 'mr-tvshop'.
depois deste post que o vaz nos deixou não duvide numa resposta terceira... 3 foi sempre a conta que deus fez. diz-se também que à terceira é de vez!!! e [também se ouve dizer] quem ri por ultimo ri sempre [mais e] melhor

Anónimo disse...

Dizendo que nunca trabalhou de graça está a introduzir um assunto na conversa que poderia ser intimo, mas agora aguçou a nossa curiosidade...
Quanto era o pagamento? :)

Tem graça que nunca o "senti" a trabalhar naqueles programas!
Parecia estar a ter prazer em conversar naturalmente...
No máximo a desempenhar a missão docente em sentido lato, educando o povo que lhe pagava em admiração e respeito...

Sinto-me um pouco desiludido ao saber que afinal era negócio...
Que para além do marketing de si próprio que lhe terá valido clientes de todo o País, da satisfação de estar a contribuir seriamente para o bem estar público, ainda se fazia pagar por cima... :(

Enfim...

Sousa disse...

Enquanto o veredito desportivo não saí... atrevo-me:
Vezes há em que me apetecia castigá-lo, pela sua teimosia. Eu tê-lo-ia levado à casa música e aquele restaurante de que tanto gosta. Mas não! Casmurro. Eu desparasito-o sempre desses vermes enfatiados ( e alias de outras bicheas) que se colam a si como caraças. Pois eu já estava à espera de esse fulano o abordasse (mas também lhe digo ele também não o fez com agrado) o Senhor vale muito; daí tanto parasita! (eu sei que não gosta que eu fale assim). Mas fique à espera que ainda o irão voltar a abordar. O sr. imponha-se (ainda para mais com uma nova obra-prima a sair)!

Está fantástico, delicioso e comovente (olhe que até me fez chorar, raios o partam- rir já não é novidade)!!!

(Só não lhe perdoo ter-me trocado o nome, mas pronto).
Um abraço!

Malou disse...

Anónimo das 8.39 PM,
Não pertencendo à corte do anfitrão, não tenho idade nem feitio de cortesã, quero dizer-lhe que não precisa de marketing. Penso que só a minha empregada não o conhece, mas valha a verdade que durante anos lhe tentei explicar o que era a Europa {continente} e ela, que já passou férias no Brasil, não entendeu.
Quanto a ser pago, eu prefiro e quase exijo que seja assim. O profissionalismo paga-se. "Estes Difíceis Amores" em tom de amena cavaqueira que me agradava, mas só me agradava porque, com certeza, era preparada. Eu disse preparada e não ensaiada e friso isto, para que não haja confusão. Se não fosse assim, não teríamos um programa televisivo e certamente seria mais apelativo convidarmos uns amigos para nossa casa e, já agora, entrarmos na doce cavaqueira com a televisão desligada

Anónimo disse...

valente. É de homem este homem, de seu nome, julio guilherme ferreira machado vaz!