sábado, maio 10, 2014

Foi amiga de minha Mãe e guardou para mim alguma dessa ternura. Esta canção foi hoje interpretada no espectáculo a favor das nossas meninas/mães.

10 comentários:

andorinha disse...


:)))

Espero que tenha corrido tudo bem. A Comunidade Paulo Vallada merece tudo.
Tenho imensa pena de não ter podido ir.
Irei numa próxima oportunidade, com toda a certeza.

Fique bem, Júlio:)

rainbow disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
rainbow disse...


Allô:)

Tanta coisa que tenho perdido por aqui...
Finalmente um texto no murcon:) E cheio de alegria e reconhecimento.
A Anfi, linda nesta foto, a conversa entre a Andorinha e a Bea sobre os amigos, a eternidade e o futuro, os vinhos (não bebo, sou abstémia)de que pouco entendo, o texto do RAP, e o link da Anfi, que já me tinha enviado por mail, e que é imperdível.

Os amigos são raros. No meu caso, as mulheres são a minha âncora.
E de facto, não somos eternos...

Aprendi numa visita de estudo. Imperdoável para uma melómana, não saber que a música tem cerca de 37 mil anos.
Talvez tenha começado assim:

https://www.youtube.com/watch?v=UnwOE_44D9M

E o casamento? Talvez assim:

https://www.youtube.com/watch?v=bPnCqsNv9v4

Agora somos mais "civilizados":)

Um bom sábado e um sorriso

andorinha disse...


Bom dia:)


Rainbow,

Que bom ver-te aqui, miúda:)

Gostei dos videos que deixaste, já me ri a valer. É bom começar assim o dia.

Beijinho

Bom sábado para todos.:)



andorinha disse...


Está tudo na praia? lol


Não sei porque ainda leio jornais...

"Vi Francisco Assis envergonhado na tribuna do Dragão, ao seu lado Pinto da Costa igualmente embaraçado mas por outros motivos. Vejo um político que se diz diferente, um intelectual com modos jesuítas, talvez de bons costumes, cabeça-de-lista do Partido Socialista nas eleições europeias e ponta-de-lança de um partido que se diz preparado para ser uma alternativa e para fazer diferente. Constato que, no final das contas, a nossa democracia precisa mesmo de um abanão, de gente que faça a diferença, que não se limite a fazer tudo e mais alguma coisa em nome de votos. Como aparecer ao lado de Pinto da Costa."

Luís Osório


E lá vamos nós à caça de votos:(((((

Será que alguma vez teremos uma democracia madura?
Só isto ou os futebolistas, actores, cantores...and so on a fazerem campanha por determinado partido. E fazem por aquele que pagar mais. Pouco lhes importa a ideologia, o programa, os interesses que defendem.
Até quando teremos que suportar isto?
Pouco me importa em quem o Figo, o João Pinto, o Paulo Pires ou outros votam. É assim que se compram votos? Seremos ainda tão bacocos?:(

Eu sei, quebrei a minha regra, em fds não falo de política...
Mas as regras são para transgredir:))))

bea disse...

Boa noite:)

Rain!!!

há que tempos que não sabíamos de ti. Está tudo bem contigo? E também achei divertido o que nos deixaste.

Andorinha

Transgride, andorinha! Na hora em que nos irritam tem de ser e acabou. Não somos feitos de sola. Temos sangue a correr nas veias, sentimentos e quejandos.
Essa malta vende-se. Uns por dinheiro e outros por dinheiro e poder. Talvez que todos por dinheiro e poder. É amassá-los. Nem que seja com palavras. Fazemos uma bola gigante com eles bem ligados (temos que sovar a massa), empurramos com força (são muitos) e deitamos para fora do mundo.

Anfitrite disse...

Andorinha,

O Luís Osório é um jornalista escritor, que eu gosto muito de ler, mas também tem muitos traumas naquela cabeça e não consegue esquecer o tempo que perdeu porque esteve de relações cortadas com o pai, talvez quando ele mais precisasse dele. Todavia ele também era um jovem que precisava de ter um pai mais dedicado. Mas cada um é como é e a vida é mesmo fdp.

Falaste no Féher. Pois eu estava a dois metros da merda da tv (imagina que estava precisamente a comer um bom robalo grelhado acompanhado dum branquinho BSE, que era o que havia. Só tinha cedido ir a um restaurante com tv, porque a malvada companhia era um empedernido benfiquista. Assisti, em directo, às tentativas de reanimação, mais à chegada do desfibrilador, mais à falsa reanimação, mais à notícia final, mais ao raio que me parta. E se não vejo televisão enquanto como, muito menos a ver futebol, a partir daí nunca mais vi um jogo.
E até fiquei danada quando a irmã começou a mostrar o lombo como manequim. Eu tenho este problema não consigo dissociar as coisas. Como não consigo separar a obra do criador. E, regra geral, os grandes criadores são sempre uns safados com uma grande imaginação, uma boa dose de loucura e estão-se nas tintas para os outros. Eu sei que a vida tem de continuar, mas ela sem o sentir não é nada. E sou capaz de ser mais feliz passeando, no meu quintal, aspirando o perfume duma rosa, ou não sendo capaz de colher uma erva mijona (é o trevo a que chamam daninho, mas que dá uma linda flor amarela, ou rosa).
No outro dia até afinei com o comentário do DO que puseram aqui sobre os artistas de esquerda e de direita. Fiquei danada com ele só por ele ter defendido o safado do Vargas Llosa, só porque ele escreve bem. Como nunca fui capaz de olhar direito para o Saramago, só porque ele, dum dia para o outro, quando foi para o DN, deixou 15 jornalistas sem pão e sem trabalho, só porque não concordava com a linha editorial deles. Ele não teria ganhado nada se não fosse a Pilar, que geriu a
carreira dele e a quem ele falava como se tivesse a falar à empregada doméstica.

E já agora não comentes mais os meus erros, porque eu tenho o conjugador de verbos nos meus Favoritos,mas não gosto de ler o que escrevo, como já disse e, ainda por cima, tenho um teclado que já tem as letras todas gastas, e muitas encravadas, porque já lá estão muitos restos de comida. Eu também já disse que gosto de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. A única coisa que faço isoladamente é comer tremoços...

Bom fim-de-semana para que tiver a coragem de me ler.



andorinha disse...

Anfy,

Eu consigo perfeitamente dissociar um criador da sua obra. Interessa-me a qualidade desta.

Concordo com algumas opiniões de Luís Osório, com outras nem tanto.
Mas tenho simpatia por ele, desde os tempos do tal programa com Daniel Sampaio e Ana Drago.



"Há solitários que se aborrecem de tão sós e os que estando sós se aborrecem quando não o estão - viver sozinho não é sinónimo de solidão. Talvez seja o mais perigoso dos estados: acomodam-se à companhia de si próprios, afeiçoam-se às rotinas, habituam-se. E a força do hábito é por vezes mais forte do que a necessidade de o quebrar. Menos preocupantes são os que, acompanhados ou não, dilaceram de solidão. Lamentam-se de infelicidade, mas ao menos sabem do que precisam: um encontro que tudo resolva, quem sabe se consigo próprio."


Esta é uma daquelas que não subscrevo.
Primeiro afirma que viver sozinho não é sinónimo de solidão.
Certíssimo, mais que comprovado!
Mas depois afirma que é o mais perigoso dos estados.
Menos preocupantes são os que dilaceram de solidão...pelo menos movem-se em busca de algo (pode ser um repolho...looooooooool)
ou um encontro consigo próprio...

Aí voltamos ao início...
Isto parece uma pescadinha de rabo na boca:)
Em que ficamos, afinal?
Isto parece-me uma sucessão de frases contraditórias...
Ou sou eu que já não atino?


Bom fds, malta:)

bea disse...

Comer tremoços Anphy? Que coisa.

E O N D O I C disse...

Bea? Perdulário! É um vigário ao contrário. Obrigado...