sábado, janeiro 21, 2006

Viva o jardineiro...

... que cuida do relvado do Gil Vicente!:)

10 comentários:

andorinha disse...

Não diga isso, que o homem pode ser despedido.:))))
Assim até parece que não temos mérito nenhum!
Foi só uma ajudinha, perfeitamente dispensável...:)

Rafeiro do Sousa disse...

Ouvi em surdina a patroa dizer, que o #@£§»@ do S.Bento dá um empate ao Benfica por pena da mulher do jardineiro do Gil Vicente que é portista. ;]

Paulo Pisco disse...

Sobre as presidenciais ver http://memoriasdeadriano.blogspot.com/.

Boa reflexão.

tangas disse...

oh... não eram rosas, senhor?...

a sol disse...

os prados relvados dos campos

de futebol
irradiam um calor

um troar de emoções
outro som
não o dos balidos

do arrastar do cajado
da flauta do pastor

a sul disse...

… da flauta do pastor
não de um Pan provocante

mas de um Marte
atlético e exasperante

que o jardineiro da relva
não conhece
ou ?

Aspásia disse...

Seria então adorável oferecer-lhe o quadro "La Bella Giardiniera" de Rafael. Quis enviar o link mas creio não ser possível aqui. E não se esqueçam de votar... Saudações.

Aspásia disse...

Aqui está o atalho (pois não se pode pisar a relva) para A Bela Jardineira.
Dedicado ao jardineiro do Gil Vicente.

http://www.geocities.com/ela_tuncer/raph1.jpg

Desculpem mas não sei inserir como link.

Aspásia disse...

Olá Amigos. Nesta época de comícios eleitorais, apresento-vos uma grande amiga minha:


DONA VICTÓRIA PRUDÊNCIA
*********************************
Dona Victória Prudência
da Circunspecção Cautela
é uma casta donzela
a transbordar de inocência.
***
Anteontem foi passear
e ouvindo certo bulício,
percebeu que era um comício,
pôs-se a ouvir discursar.
***
Um orador exaltado,
sobre um palanque de pinho,
discursava pró povinho,
que escutava embasbacado.
***
"Prudência!" - recomendava
em seus rasgos de oratória.
"Cautela!! Circunspecção!!!
E será nossa a vitória!!!"
***
Mas Victória, levantando
a mão como garra adunca,
grita, indignada: "Isso nunca!"
E sai fula, resmungando.
*****************************
Poema dos anos 30 ou 40 de autor desconhecido. Ensinou-mo meu pai, hoje com 91 anos.

tangas disse...

eram, decididamente, rosas.

(Aspásia: Há séculos que não ouvia - via - esse trecho; o meu avô também o recitava bastas vezes)