quarta-feira, maio 04, 2005

Com um obrigado à Maite

Mas claro qur vocês conseguem "cheer me up":)!, por alguma razão venho religiosamente todos os dias. Acontece que decidi escrever um livro sobre os Machado Vaz de hoje, ontem e anteontem para o deixar aos de hoje e amanhã. Certos nacos de prosa fazem reviver sorrisos que pensava mortos, mas outros empurram lágrimas impensáveis, pois se nos ensinaram que os homens não choram!:) (pouco...).

Entretanto para distrair:

Maria,
Escrevo entre duas aulas. Entre o passado e o futuro. Entre nós e eu e tu. Entre ti e outra mulher. Ameaça? Claro que não, Maria, pura lógica. Ora vê: ambos com 33 anos, achas que ficaremos crucificados na solidão? O meu psi até empregou uma expressão "técnica", disse que vivemos tempos de monogamia seriada, atrás de nós virão outros nós para nós (a propósito de monogamia - ele acredita que nunca te enganei. E olha que o gajo deve ser bom, a julgar pelo preço das consultas!). Mas Maria, será mesmo inevitável? Se é esta uma forma tortuosa de por fim confessar que te amo? Bom, como não decidi se te envio a carta, posso responder. Talvez te ame e muito. Afinal não consigo dormir, o apetite foi-se - excepto o sexual por ti, se permites a crueza -, embirro com toda a gente e dou aulas de merda. Talvez te ame, sim. Mas o verbo empanca na garganta e não sai, como estamos na Primavera não será um caso de rinite alérgica neuronal? O quê? Só se for Primavera todo o ano há três anos... Pois. Deixemos isso! Há palavras mais leves, até duvidosas, e no entanto úteis. Preguiça, por exemplo. Sim, Maria, preguiça. Imagina-te com o eu depois de mim. Já pensaste na trabalheira que terás para construir uma intimidade como a nossa? Lembras-te, foste tu a ensinar-me a canção - "pra melhor está bem, está bem; pra pior está bem assim". Aí está. Fiquemos juntos por preguiça, Maria. O amor, a ternura ou o raio que nos parta que nos une é difícil de encontrar, mais ainda de manter vivo. Pensa bem, Maria, pensa muito bem.
Sobretudo porque decidi não enviar esta carta. Por orgulho? Nem pensar! Por escrupuloso respeito pela tua liberdade de decisão...

73 comentários:

mantenhas disse...

Talvez se descubra na escrita, pois vai por óptimo caminho sr. prof..

A meio da tarde é revigorante ler assim.

Simplesmente lindo e Maria.

Montes de Mantenhas

madeira disse...

O dificil "amo-te" dos "dos homens que não choram"... pouco...
Continuação de bom trabalho.
Abraço

Desconhecida disse...

Gosto de o ver na 2 e, agora gosto de o ler aqui!

lobices disse...

...to Profe and to all the olthers:
...sobre a "escrita", sobre o "choro" dos homens que não "devem" chorar, sobre o dizer:
...(mais uma vez, perdoem-me o alongado texto...)
...
"...Há uma coisa que é necessário definir: todos nós, quando escrevemos (ou falamos), dizemos coisas reais e dizemos coisas irreais.Fazemos um misto de retórica vã e não só; colocamos muito de nós e também muito daquilo que vai no nosso imaginário; não só falamos do que sabemos como também falamos do que não sabemos mas, principalmente, falamos com a Alma, com aquilo a que eu chamo de "desejo".Fala-se do que "desejaríamos" que assim fosse.Quando não "foi assim" então fala-se do desejo de não ter sido como desejáramos que tivesse sido.Somos todos duma ambiguidade angustiante (quer se queira admitir isto ou não); mentimos a nós mesmos para nos desculparmos de tudo só que nos esquecemos que não somos culpados de nada.A ilusão não está em nós mas em tudo o que nos é dado como perceptível, ou seja, o que nos rodeia é que pode ser ilusão; nós não somos uma ilusão.A ilusão gira à nossa volta e tenta-nos de forma a que se perca a noção do que é a verdade e do que é a mentira; ficamos, então, apenas com o que temos; e o que é que temos? A esperança de estarmos enganados ou de nos termos enganado e de que há ou vai haver solução.Desesperadamente procuramos resolver esse problema.Doutras vezes, desistimos e deixamos que tudo "morra" no limbo do esquecimento; no entanto, esse limbo é também ele mesmo uma ilusão pois o esquecimento não é viável; não podemos "cortar" ou "apagar" a memória. E esta é a que nos devora; engole-nos por vezes duma forma assustadora e noutras vezes duma forma mais suave mas não deixa nunca de nos engolir.Somos como que absorvidos por esse buraco negro que é a lembrança; lembramos tudo, principalmente o bom porque subsconscientemente escondemos num recanto da nossa memório tudo o que foi mau; até porque nunca tivemos a culpa do mal ou do mau acontecido. Somos uns eternos inocentes.Fazemos assim, ao longo da vida, exorcismos aos nossos demónios em vez de lançarmos louvores aos nossos anjos; passamos uma vida inteira a lamentar o inlamentável em vez de nos alegrarmos com tudo o que não deve ser esquecido. E tudo, tanto o bom como o mau, deve ser contabilizado na nossa passagem por esta dimensão do aqui e agora.E só há uma forma de se "conviver" nesse estádio de vida: é aceitar o que nos é dado viver; é aceitar o que nos é dado pois nada daquilo que "temos" é nosso; foi-nos concedido passar por isso, foi-nos concedido vivermos nisso, foi-nos concedido vivenciar determinados factos, factos estes que serão única e exclusivamente nossos e de mais ninguém; mais ninguém no universo sente o que eu sinto, mais ninguém no universo sente o que tu sentes.Somos seres únicos, individuais e totalmente imperfeitos. Vamos a caminho da perfeição mas que tarda em chegar. Vamos ter muito que caminhar ainda até conseguirmos a espiritualidade do ser.Porém e como ainda somos imperfeitos é-nos "concedida" a capacidade de "chorar".É por isso que nada nos satisfaz.É por isso que buscamos a felicidade (quando ela está aqui, dentro de nós).É por isso que sofremos.É por sermos ainda imperfeitos que não sabemos (ainda não aprendemos) aceitar.No que me diz respeito, tento duma forma lenta mas sistemática, tentar aceitar mas, na verdade vos digo, que não é fácil e, por vezes pois, preciso de "gritar" e de usar a tal forma de equilíbrio que me permita lentamente sentir o caminho que piso numa caminhada que sei tenho de fazer, sem olhar para o caminho mas apenas com a vontade enorme e grandiosa de caminhar..."

andorinha disse...

É o que eu lhe digo - já não pode passar sem o maralhal!
É gratificante para nós sabermos que o conseguimos "cheer up".:)

Em relação ao livro que está a escrever, deve ter uma quantidade imensa de estórias para contar...
E ao escrever revive alegrias e tristezas, não é? O escrever aviva as recordações...

Esse já é um excerto do futuro livro? Já nos está a dar um cheirinho ? A mim já me aguçou o apetite.
Tem uma maneira tão peculiar e tão bela de contar as coisas; gosto imenso da forma como escreve!
Quando o livro sair vou querer um exemplar autografado e com dedicatória especial, pode ser?:)

Rosa disse...

O difícil "amo-te" e o fácil "engano-me a mim próprio".
O difícil "viver a intimidade" e o fácil "outros nós virão depois de nós". Até quando?

Ze da Penalva disse...

Esta coisa do pensar e ir escrevendo, tem disto, a gente acaba e assusta-se. Olhamos para trás e perguntamos: oh diabo fui eu que disse isto? E muitas vezes ficamos assim a disfarçar o choro e a rasgar a carta.
Por estas e outras é que o saudoso Abelaira "escrevia na água".

São Rosas disse...

Ó Quim Lobices, tu escreveste um Quim Bóio ;-)
Professor, obrigada por ter identificado a autora do poema que leu no "Amor É..."
Já visitou o blog dela? É aqui: Erotismo na Cidade

SonecasS disse...

Valeu a pena esperar pelo fim do jogo do Chelsea para ler este post!

Ao escrever o livro deve sentir uma estranha mistura de sentimentos. Uns mais dolorosos que outros, imagino. Mas só os robots não choram...

O texto para ir distraindo é lindíssimo. A dificuldade de certos homens em verbalizar os sentimento e só dar valor às relações quando terminam. Perfeito!

Cumprimentos

Maria disse...

Meu querido Júlio
Obrigada pela tua declaração de Amor.Tu sabes que eu também te amo muito.
Voltaremo-nos a encontrar um dia, eu sei.
No nosso refúgio de outrora.
:)

Tão só, um pai disse...

... "pra pior já BASTA assim" ...

Que raio Júlio, quem queres enganar com essa do amor ...? respeitar a decisão? então não lutaste por ela? não tentaste a ... "reconquista"? cá pra mim também já estavas a modos que saturado ... vai daí, deixaste-te ficar numa de um vitimado mal amado ...

Anónimo disse...

É através da memória daquilo que somos que construimos o futuro e o deixamos aos nossos. É também nesses momentos, connosco, que de súbito se apoderam de nós lembranças vádias que pensávamos perdidas no meio das nossas esperanças e das nossas angústias. A memória é o nosso “mecanismo de reconhecimento
do real” daquilo que fomos e do que somos e só nunca o esquecendo poderemos “exorcisar” fantasmas e caminhar sem medos, aceitando-nos e aos outros sem ressentimentos nem culpas. Apenas factos que não são mais do que a massa de que somos feitos e que no presente podem parecer virais e inusitados mas que à luz de uma certa objectividade e distanciamento serão entendíveis e até mesmo aceitáveis.

Bom trabalho Professor

E veja lá professor! ...é que o amor não se compadece com desistências nem liberdades ;)

Maite

Mariazinha disse...

Mau, mau, maria! a maria sou eu tu não passas de uma grande impostora.:)
Quem ele ama muito á a mim:)

Anónimo disse...

Os Comunistas e o Sexo - I
Os Comunistas também falam de sexo. Entreouçamos a Sopeira do Povo, Odete:
- Acho que fui uma adolescente comunista normal. As minhas fantasias sexuais eram com cabras, ovelhas, e à falta de imaginação com os camaradas Cunhal, Lenine e Marx. As paredes do meu T0 na Brandoa, estavam cobertas de fotografias feitas por aquele camarada pedófilo que no 25 de Abril fotografou uma criancinha a pôr um cravo vermelho numa G3. A seguir papou o puto. Eu imaginava-me embrulhada com o Cunhal e o Pato, a roçar a dita nas sobrancelhas sensuais do chefe. A minha primeira aventura foi numa pocilga com o Brito, um porco chileno. Tudo começou na palha e acabou no charco. Como havia outros camaradas presentes, o espaço era exíguo. A uma dada altura apaixonei-me perdidamente por um cubano de nome Castro e rumei para o Alentejo. Quando o encontrei, dei de caras com um burro. A relação foi tão intensa, que me cresceu o bigode.

www.riapa.pt.to

RC disse...

O respeito pode ser só uma desculpa para não lutar, mas também pode ser um sinal de amor se acharmos que o outro já não nos quer.

LYS disse...

Meus queridos Todos:
Se quiserem ir ler em pré-publicação um excerto deste futuro livro do JMV é a coisa mais fácil do mundo! Comprem a revista Mealibra, nº 15,(Inverno de 2004/2005) editada pelo Centro Cultural do Alto Minho, com sede em Viana do Castelo.
Eu já vos tinha falado dela, não se lembram? Era por causa de "isto"...
Para coisas deste género cá está sempre a vossa Lys ao dispor:)

Bárbara Vale-Frias disse...

No último mês tenho vindo a compilar uma série de histórias familiares, tarefa a que me dedico durante uma parte de cada dia. E tenho sentido uma alegria imensa no desenrolar deste fio condutor, que é a memória. Principalmente porque me tem feito lanchar mais vezes com meus Pais e proporcionado boas gargalhadas e algumas lágrimas felizes.

Não sei o que será de mim quando as HISTÓRIAS acabarem... Talvez crie um novo blog, de ESTÓRIAS, para me refugiar ;)

Só lhe desejo que se divirta muito no seu regresso ao passado.

Bj

Cokas

Ni disse...

Olá Professor!
Descobri-o através do "Vat 69",que foi o primeiro a clicar no "bonamusica"(excelente).
Já era meu companheiro na antena 1,agora encontro-o também aqui.
Que fantástico mundo este dos blogs.Uma boa noite para si.

LYS disse...

Acabo de saber, com a maior das penas, que alguém (devidamente identificado,mas que não me compete revelar o nome) põe em dúvida a minha honestidade supondo que eu assino comentários com o duplo nome de Maite e de Lys. Porque tal não corresponde à verdade e porque essa simples suspeita choca profundamente os meus princípios éticos despeço-me agradecendo o amável convívio.

lobices disse...

...como entender as mulheres?
...primeiro saiu a Elisa
...agora sai a Lys
...my God
...fico tão triste quando as pessoas se deixam abater por coisas tão sem significado (ainda que as pessoas pensem que essas pequenas coisas merecem ter ou possuir significado...)
...vive-se uma vida com altos e baixos; problemas às vezes insoluvéis e é preciso ir em frente, lutar e sobreviver (ou como gosto mais: sobre-viver)...
...como me vou "perder" nestes caminhos com estas encruzilhadas que nada valem? Por que razão lhes dar valor ou significado? Porque não passar ao lado, ou como escrevi num dos comentários do post anterior: olhar para a angústia de esguelha e fazer um encolher de ombros porque ela vive sempre ao meu lado...
...a vida não é só o que queremos que ela seja; a vida também é o que não queremos...
...e se hoje não gostamos "disto" isso não significa que amanhã não possa ser uma delícia voltar a olhar o que julgávamos sem valor
...apenas um desabafo por ver que as pessoas levam tudo tão a sério quando tudo seria muito mais simples se fosse encarado como algo que temos de enfrentar...
...enfrentar os medos
...ou como dizia eu ali num outro comentário: experimentai fazer não aquilo de que ostais mas sim aquilo que não gostais de fazer; experimentem e depois digam-me o resultado...
...experimentem ser apenas o que são; aceitem os outros como eles são e fiquem felizes por saberem que os outros vos aceitam tal como sois...
...é isso que eu faço: aceito-vos a todos como sois esperando que me aceitem como sou
...isso sim, é amor...

lobices disse...

...esqueci-me que também saiu a amok

lobices disse...

...desejo a todos uma Boa Noite
...por hoje termino a minhas "andanças" por estas bandas das internetes
...amanhã é outro dia
...este já foi vivido
...amanhã vou enfrentar o mesmo sem poder alterar o que quer que seja pelo simples facto que ainda não sei se vai haver um amanhã; se ele existir, sentir-me-ei novamente no hoje, num novo hoje, num outro hoje
...e assim vou respirando a vida
...respirem também
...

Anónimo disse...

Cara Lys
Está a precipitar-se. Não creio que alguém nos confunda. Temos estilos e maneiras de estar muito diferentes. Creio que não entendeu os enunciados que leu, essa é a minha opinião. Tenho cá para mim que os motivos dessa sua "suposta" desconfiança sejam outros e não a confusão entre mim e você.
Caso alguém pense que eu e a Lys somos a mesma pessoa, aqui fica o desmentido também da minha parte. Como já tive oportunidade de dizer aqui neste blog, eu assumo tudo o que digo e apenas e só (sublinhados) com este nick.

Maite

Anónimo disse...

Lobices, boa noite para ti e para todos

Maite

E&E disse...

JMV

Não tendo lido os seus posts do mês passado nem os anteriores duvidava da sua paciência, mas eis q deparo com isto no dia em q falou do Neil Young:

"Quanto ao resto..., vocês dirão sempre o que quiserem, a mim ou entre vocês, como eu escrevo o que me apetece."

Estamos conversados e grata pela sua generosidade.

Qto à carta no post de hoje, grata também pela sua generosidade.

E&E

E&E disse...

Lys

Lamento q tenha deixado esta pista de carrinhos de choque.

Talvez nos encontremos noutra feira.

Até

E&E

circe disse...

Tem calma, Lobices,

EU ainda ando por aqui a meter nojo...
loooooooool loooooooooooooooool
E, como realça a Ester, temos o
livre-trânsito do Gerente desta
Àrea de Serviço, bolas!

Sempre que me restam uns trocaditos no bolso, abasteço-me,
pois então! e aproveito para beber
um copo, com o Patrão e sus muchacho/as, amigo!
Porque, maralhal, A VIDA É CURTA DEMAIS PARA SE BEBER MAU VINHO

lena disse...

também acho :)

Lobices, digo-te aquilo que já alguém te disse aqui há atrasado:
essa necessidade de escreveres em bold é uma grande chatice para quem tem olhos sensíveis como os meus 8]

(para além de parecer quereres falar mais alto do que os outros todos juntos... :/

pá, modera lá essa cena, tá? ;)



Boas noites nos dei Deus!
Beijo, Júlio :)

LYS disse...

Cara Maite,
Não fiz a menor confusão: a pessoa em causa explicou-se bem por email.
Lido mal com desconfianças, e, particularmente, tratando-se de alguém a quem não tive qualquer problema em facultar a minha identidade civil e profissional, bem como o meu email pessoal.
Agradeço-lhe o desmentido, mas não tenha ilusões: a pessoa que levanta suspeitas poderá sempre pensar que fui eu que escrevi o que você escreveu.
Desculpem-me, mas não tenho vocação nem tempo para estas confusões.

Boa noite para todos.

andorinha disse...

Tudo o que se está a passar aqui está a ser tão estranho para mim!
Confesso que estou com uma enorme dificuldade em perceber o que está a acontecer.
Eu sei que o blog não é meu, mas fico sinceramente chocada com tudo isto. Porque se geram todas estas confusões?
Meu Deus, isto começa mesmo a ser desgastante...
Digo à Lys o que já disse à Elisa - espero que repenses a tua decisão para bem de nós todos que gostamos de te ler.

E&E disse...

Lobices

? No seu post 8:45 PM, não é que eu li, com o meu hábito da horta: ... e assim vou replantando a vida,

em vez de : ... e assim vou respirando a vida ?

De uma forma ou outra, gostei do seu aceitar a todos esperando que o aceitem como é.

Até

E&E

E&E disse...

Andorinha

Já tentei dar-lhe com o meu carrinho de choque mas não fez faísca pelo que, agora, que isto começa mesmo a ser desgastante para si, atrevo-me a disparar novamente - mas, por favor, não aceito ofensas !!!

? Posso perguntar que lhe diz isto:

"Se perante mim vejo
a nervatura da vida passada
numa imagem, logo penso
que isto tem que ver
com a verdade. Afinal, os nossos cérebros
estão sempre a trabalhar nos tremores
de auto-organização, por rarefeita que esta seja,
e é daqui que surge
ordem, em lugares bonitos
e consoladores, e mais cruéis também,
do que o anterior estado de ignorância.
Até onde, todavia, necessitamos recuar
Até encontrarmos o princípio? Talvez..."

W. G. Sebald, 1944-2000
Citado por João de Pina-Cabral na sua intervenção no Seminário
“O Processo da Crença”, 2002, Gradiva, 2004, p 238

E&E

andorinha disse...

E&E,
Não se vire para aqui que perde o seu tempo.
Eu percebi que me tentou dar com o seu carrinho de choque, mas estou habituada aos carrinhos das feiras e sei-me esquivar.
Só faço faísca com quem quero, o que não é manifestamente o caso.
Quanto ao meu desgaste agradeço-lhe a preocupação - é sempre bom saber que o nosso semelhante se preocupa connosco.

Aconselho-o a guardar as suas munições para outros alvos, porque comigo só está a desperdiçá-las.
E como viu, não o ofendi.
Aliás não é meu costume ofender as pessoas, já devia ter reparado nisso.

Perguntar, pode; eu é que não lhe vou responder. Não estou num exame...

O seu ego ficou mais satisfeito por eu desta vez lhe ter respondido? Pronto, já fiz a minha boa acção do dia.

Maite disse...

Daqui em frente assinar-me-ei com algo mais que simplesmente Maite.

Cara Lys
Para quem diz que tem livros publicados, insinuar que você se pode confundir comigo, isso é caso para pensar que está a fazer um elogio àquilo que eu escrevo, porque eu não tenho nenhum livro publicado, nem pretensões a ser escritora. Se escrevo, é por puro prazer e se o faço aqui, também é porque admiro o professor JMV, o que não é nenhuma novidade já que desde o meu primeiro "comment", algures em Março, o afirmei. Além disso eu também não me autopromovo, nem promovo o que quer que seja em que colabore, e pode verificar isso em todos os meus comentários. Ou melhor, se eu tenho promovido alguma coisa, é o blog daqueles que eu admiro pela qualidade da sua escrita.

Maite

P.S. Bom dia para todos

M8 disse...

Cur turbulentam fecisti mihi aquam bibenti?

E&E disse...

Bom dia andorinha

Para o meu ego ficar satisfeito só necessitaria que tivesse dito "E como viu, não a ofendi.", em vez de: "E como viu, não o ofendi."

Mas qd eu disse: "mas, por favor, não aceito ofensas !!!"
eu esperava que tivesse compreendido que lhe dizia (a brincar) ser eu a não aceitar ofensas.

Bom, ainda não foi desta que nos entendemos, mas demos tempo ao tempo.

Creia-me paciente, embora sem mandar beijinhos nem nada parecido - não costumo terminar assim a conversa senão com os familiares.

E&E

Tão só, um pai disse...
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Tão só, um pai disse...

... confesso-me surpreendido ... com a arrogância demonstrada por algumas pessoas que estimo ... e é por isso que o digo.

Pessoas com uma maturidade intelectual acima da média, demonstram, aqui, uma sociabilidade surpreendentemente medíocre.

Assimetrias no crescimento interior? ... do tipo "eu faço o que quero, quando quero, como quero, e mais ninguém tem algo a ver com isso" ... .

Já agora, não percebo porque não se deram ao trabalho de criarem um registo e um perfil em condições, para debitarem o que preendessem neste espaço. Pois se o anonimato continuaria garantido, o que vos falta?

Tenham juízo!

Tão só, um pai disse...

m8 ... podes saber umas coisas de latim, mas se és tão erudito, porque não o escreves em bom português?

yulunga disse...

Bom dia maralhal marado.
Tenho lido assim por alto que as coisas andam meio confusas por estas bandas.
Optei por me pôr ao fresco, para não ter que distribuir bofetão por toda a gente. NÃO GOSTO DE VER AS PESSOAS CHATEADAS!!!
Não gosto, pronto!
Tenho andado pelo blog do Portocroft a brincar às malandrices.
Dr. Murcon coloque um tema escaldante. Cá o pessoal com as hormonas em alta é muito menos dado a sentimentalismos e a mal entendidos sem necessidade.

yulunga disse...

Bora lá brincar aos médicos e aos doentes.

du disse...

Aqui vai mais um voto a apoiar o seu futuro livro. Se o que nos escreveu depois já é parte dele, já estou desejando ver o resto.
Hoje não o ouvi na Antena 1!! Tudo por causa do Sporting?? Grrrrr!!!Detesto quando o suprimem!!

lobices disse...

...bom dia maralhal!...
...hoje está um dia de sol...
...vamos à praia da vida festejar e dançar com o ar que respirámos
...lavemos os pés nas calçadas íngremes da teimosia
...vamos em frente com sorrisos e abraços
...saibamos estar como somos e libertemo-nos dos cansaços
...lutemos por amar mais e melhor
...em sintonia universal
...aspiremos a paz
...crie-se o melhor dentro de todos nós
...

lobices disse...

...beijos e abraços

Anónimo disse...

Lobices
É verdade.. as pessoas levam tudo demasiado a sério.
E seriam muito mais felizes se assim não o fosse.
Todos nós temos diferentes possibilidades...
E é assim que vamos conhecendo as pessoas....
Umas saem... outras entram, lêem e continuam.
I'm not going anywhere...
And it's good to feel what I'm feeling
Woelfin
Have a wonderful day, mein lieber Wolf

lobices disse...

...Laura:
...laurita: és a primeira pessoa a dizer que o bold te estraga a visão
...penso que não é isso que queres dizer e logo a seguir dizes o que pensas: que eu quero gritar mais que os outros: ISSO é verdade
...mas é um direito que me assiste, o de escrever em itálico, em bold, em normal e da forma que os htmls daqui me permitem
...é apenas uma das muitas formas de comunicação
...talvez precise, na verdade, de gritar mais alto para que o silêncio em que estou "encerrado" seja menor e me liberte, de vez em quando, para o etéreo ar onde as palavras não magoam e, pelo contrário, possam emitir o sorriso que faz falta a tanta gente

...um beijinho

lobices disse...

...pormenor pessoal: agora vou dar a minha caminhada matinal!...
..até mais logo
:)

Anónimo disse...

não queria dizer possibilidades mas sim sensibilidades
Keep smiling
Woelfin

lena disse...

joaquim, mas isso é um grande corte para mim, que vivo a fugir do que me querem meter pelos olhos dentro, entendes? uso um filtro, não sou obrigada a olhar para a cara do carrilho de dentes branqueados a sorrir em cada esquina para presidente da câmara, bolas!

tu escreves coisas que muitos gostamos de jardinar (toma!) :D , mas essa mania dá-me nervos :pppppppp

um beijo, seu chato!



ps: eu tinha avisado que muita fome dava em fartura e que depois uns se enrolariam e outros andariam à porrada
remember?... :/



e foram as mulheres... eu nem desconfio porquê... lol

INFORMANIACA disse...

"Fiquemos juntos por preguiça, Maria"...

É a melhor proposta de amor que alguma mulher já ouviu...pena que a maioria delas ainda não saiba.

Parabéns, Doutor.

LC

Maria disse...

Oh suas Marias duma figa. Isso foi há vinte e dois anos!
"...E eu era nova e linda e a minha boca morta grita ainda..."
porque não enviaste a carta meu estupor?:(
:)))

Maite disse...

Tão só, um pai
Que grande decepção o seu comentário...a sério!
Isso e outras coisas lembram-me um provérbio persa que diz o seguinte:
"Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar e falar quando é preciso calar-se".

De qualquer forma, o seu comentário nem me foi de todo desagradável. Obrigada por reconhecer que tenho algumas qualidades.

Continuarei a passar pelo seu blog e comentar quando me apetece (porque disso não abdico - só faço as coisas quando me apetece)

lobices disse...

...to Laura at 10.58 AM:
...
...cito:
"...um beijo, seu chato!..."
...
...só por isso já ganhei o dia!...
...:):):)

yulunga disse...

Maite, calar ou falar...
E porque não rir um bocadinho de tudo isto?
Assim mesmo é que é: Faz o que te der na gana

yulunga disse...

TSUP
"Pessoas com uma maturidade intelectual acima da média, demonstram, aqui, uma sociabilidade surpreendentemente medíocre."
Eu se calhar tirava-lhe o acima da média pois isso é muito subjectivo. Tudo depende do que consideramos intelectualidade. Eu por exemplo considero que seja apenas o saber. Cada um sabe do que sabe e desde que o partilhe não interessa de que forma, nem se usa um vocabulário complexo ou não. E só porque expõe o seu saber já é um "intelectual".

lobices disse...

...to Woelfin at 10.30 AM:
...cito:
"...É verdade.. as pessoas levam tudo demasiado a sério.
E seriam muito mais felizes se assim não o fosse..."

...
...evidentemente... mas porque será que as "pessoas" se "zangam" por dá cá aquela palha?... Podiam enviar flores, enviar beijinhos, sorrisos, dá uma sonora gargalhada, olhar a tal angústia de soslaio e fazer um encolher de ombros...
...aceitarem-se mutuamente, mas não, envergam as armaduras e em vez de ir à luta, refugiam-se no castelo do silêncio
...silêncio já basta o que vive dentro e fora de nós ou à nossa volta... precisamos de gritar bem alto o que queremos dizer e o que queremos ouvir que nos digam: mas façam-no!...
...não abandonem
(estou quase a fazer 6 anos de netiano amador... quantas e quantas "zangas" e de imediato quantos e quantos abraços...)
...paz
...
...por outro lado, também fico triste por ver (e em tudo o que é socialmente visto) que as mulheres são "incapazes" de viverem a amizade da mesma forma que os homens; estes são mais solidários uns com os outros do que a mulher; a mulher "pica-se" mais por qualquer coisinha...
...ahh meu calcanhar de Aquiles (refiro-me à Mulher...) que tanto amo e tanto me fazes coçar a cabeça á procura de respostas para as tuas "ruminações" e "embirrações"...
...sorri óh Mulher bendita, ama e deixa que te amem
...sorri óh Mulher imperfeita (porque todos somos feitos dessa matéria a caminho da perfeição mas ainda não somos...) e "entra" nos domínios da "sustentável" leveza do teu ser (nunca insustentável) e liberta-te das grilhetas do desejo de ficar para além do que és; és o ser que completa o Homem e este o ser que te completa; uni-vos com as vossas individualidades e formai o Par, entidade perfeita se ambos se souberem aceitar...
...amar sem posse nem destino, amar como o vento, sendo por vezes a folha e não o vento, como o mar que te acaricia ou como a onda em que penetras...
...vivam para amar
...e para o amor
...estejam presentes e não ausentes
...façam parte do conjunto
...e tu, Homem, sabe SER e sabe amar... aprende a conviver mesmo que, por enquanto, ainda seja no sonho...
...para a Laura escrevi sem ser em bold mas não prometo fazer-te sempre a vontade... :) *
...

Anónimo disse...

Lieber Wolf
Não vou fazer uma caminhada...bem gostaria... mas voltarei em breve para continuar ....
Que bom partilharmos as nossas ideias e os nossos sentimentos...
E o nosso querido Profe que não se deixe abalar por estes ups and downs neste blog.
Notei-o um pouco triste na
última emissão do programa Estes difíceis amores...
É tão bom e tão enriquecedor poder comunicar! E expressar o que sentimos...

E para o lieber Prof:
Vai ver Profe que está a ajudar muitas pessoas. You can be sure about that and I thank you for that.
Beijinhos e abraços
Woelfin

Maite disse...

Tem razão Yulunga, os meus comentários andam com muita falta de humor...mas que quer?...
Lobices para chegar à paz é preciso a "guerra" que como disse Nietzsche "é uma higienização". A paz para que seja duradoura tem que ser conquistada, a maior parte das vezes, através de conflitos. Se não quisermos uma paz do "deixa andar que isto logo passa" e que apenas leva a uma paz fictícia. E pode querer que eu aprendi isto da maneira mais dura.

AJFRM disse...

Ó Prof...
porque será que sendo cada qual de nós um exemplar único,
no entanto existem estes textos e situações comuns?
porque isto parece uma cópia exacta de algo q aconteceu recentemente,
nomes e tudo!,
São pequenos detalhes q me fazem tilt,
e me deixam a pensar mais do q gostaria.
ora esta!

É-me ainda dificil de analisar o conteúdo do texto em si,
mas que o sinto , lá isso sinto.

é há coisas assim.
A vida pode ser bela.

lobices disse...

...to Maite at 12.44 PM:
...cito:
"...Lobices para chegar à paz é preciso a "guerra" que como disse Nietzsche "é uma higienização". A paz para que seja duradoura tem que ser conquistada, a maior parte das vezes, através de conflitos. Se não quisermos uma paz do "deixa andar que isto logo passa" e que apenas leva a uma paz fictícia. E pode querer que eu aprendi isto da maneira mais dura..."
...
...o que Nietzsche disse não é "lei" para mim e não partilho desse ideário de que para haver paz é necessária a guerra para higienizar...
...a guerra não é necessária, a guerra é apenas um "bem" que alguns se dão ao luxo de a possuir e de a usar... porque esses não sabem (somente) que ela nada traz e que só provoca sofrimento (em todos os sentidos físicos e metafóricos que se possa dar ao conceito de "guerra"...)
...a paz não vem depois da guerra
...a guerra existe porque o Homem a pretende; para exercer o seu poder factual e fictício ao mesmo tempo; a guerra existe porque o Homem não é capaz de saber aceitar o dom da vida que lhe foi concedida
...a guerra existe porque o Homem não está em paz consigo mesmo
...a paz está dentro de nós e nós não a sabemos usar ou, na maior parte das vezes, não a queremos usar...
...então, impomos a guerra aos outros, impomos a nossa decisão como se ela fosse a verdade quando não somos capazes de admitir que não existe "uma" verdade mas sim verdades... todos nós temos a nossa própria verdade que não é possível impor ao outro... então, há que aceitar a verdade do outro e esperar que o outro aceite a nossa... todos nós a "possuimos" mas o que não sabemos é gerir a nossa verdade pela simples razão de que julgamos que somente o outro está errado e que nós não errámos...
...não se trata de "deixar andar que isto logo passa"... trata-se de saber "conjugar" o verbo ser e o verbo estar que de tão idênticos se confundem mas que na sua essência são a única forma de se progredir para um saudável coexistir...
...mas, esta, é apenas e somente a "minha" verdade e tenho de saber viver com o facto de que devo aceitar que eu esteja errado e que o "outro" estaje certo
...é nesta dicotomia de vivência de opostos que se atraiem que posso nascer a paz... a paz de saber ser o que somos e de se saber estar onde somos (parecendo igual, não o é...)
...lutas, sempre existiram, existem e existirão
...mas a paz está dentro de nós e eu nunca irei provocar a guerra para atingir (posteriormente) essa dita e propalada paz
...a paz está dentro de mim e dentro de qualquer um de nós
...é apenas uma questão de a sabermos utilizar
...por isso é preciso saber amar
...e, saber amar, deve ser das "coisas" mais dificeis que foi dado ao Homem aprendizar, aprender e apreender...
:)*

AJFRM disse...

Agora q li quase todos os comentários...,
prof, tem um azar do Carago!
há pessoas q se dão ao trabalho, mais provavelmente prazer, de criar perfis para vir para aqui dinamitar os outros.
e neste caso o seu blog.
Devem ser os Amigos!
Quem lhe manda ser conhecido!
Arranjou uns bons Amigos.
Paciência...
Mas que são casos do seu foro, ai isso são.

andorinha disse...

E&E,
Peço desculpa pela troca do artigo definido. Estou desculpada?
Quanto às ofensas parece-me que estamos de acordo: não as faço mas também não as aceito.

Pode ser que nos venhamos a entender no futuro,quem sabe?
Também eu sou paciente (quando vale a pena).

circe disse...

AJFRM,
A propósito de "textos e situações
comuns" - não é de agora que "ameaço" o Murcon com uma "polinheira"!Quando comecei a ler MUROS, em 95, o magano identificou-me (a R4L branca, as viagens pela Galiza,os diários, as
Catedrais)com um rigor psico-temporal tão tão, que eu só me acalmei na pág.292:
...Sempre ocupados a descobrir na escrita sinais da vidinha quotidiana, conselhos aproveitáveis, traços da personalidade do autor.Quase todos aterram no livro.Deviam levantar voo a partir dele....

PS 1: O Murcon e eu não nos conhecemos
PS 2: Cadela que ladra não morde

Maite disse...

Lobices, nada como o idealismo. Concorda-se e pronto. Quem será a desfavor da paz conseguida através da paz? Julgo que ninguém. Mas na vida real os amigos são aqueles que nos dizem sempre "ámen"? Terá de concordar que não. E muitas vezes já me aconteceu que aquelas pessoas com quem ando sempre em conflito, são aquelas que nos momentos difíceis estão lá e posso contar com elas. Sabe porquê?
Porque nesses conflitos, somos frontais e conhecemo-nos mais intima e profundamente. Com as outras ficamo-nos pelas circunstâncias e nunca sabemos o que realmente estão a pensar. Porque pode dizer-se uma coisa e estar a pensar-se precisamente o oposto. Quando se fica "pela rama" nas relações interpessoais nunca saberemos distinguir essas duas facetas numa pessoa.
Já aqui escrevi que o meu idealismo político seria a anarquia, cada um deveria fazer o que lhe desse "na real gana" mas, nós não somos perfeitos e como tal a anarquia seria simplesmente o anulação do outro. Porque não somos capazes de "ver" que a "nossa liberdade acaba quando a do outro começa". Daí que seja apenas um reino ideal e utópico. Mas como alguém disse, viver num reino utópico é uma grande chatice e um aborrecimento constante.

Tão só, um pai disse...

Maite,

O meu comentário não é nem lhe foi dirigido.

Detesto conflictos, e acho que as pessoas, mesmo sentindo-se insultadas, têm a capacidade de ultrapassar a chachorrada e continuar em direcção ao objectivo a que se propôem, o de trocar opiniões e esgrimirem opiniões.

Gosto de ler o que aqui se diz e passa.

Detesto quando alguém, na falta de melhor argumento, abandona o terreno "porque lhe apetece e quando lhe apetece".

Faz-me lembrar um velhote, que deixou de ir ao café na sua zona, porque se zangou com as clientelas e proprietários de todos os cafés ali há volta.

Como já não é novo, não pode ir zangar-se como os outros cafés mais longíquos. Agora não é mais do que um solitário, zangado com a vizinhança e o mundo.

Maite disse...

Quer saber... Tão só, um pai
Eu também sou contra conflitos. Pelo menos daqueles que não levam a nada. Mas gosto sempre de esclarecer bem as coisas e por vezes entra-se inevitavelmente em conflitos. Aí, sou de opinião, que não se deve fugir deles, mas enfrentá-los. E depois deixar espaço às pessoas para nos aceitarem ou não.
Se eu o entendi mal, peço desculpa.

Tão só, um pai disse...

Maite,

Era mesmo aí que eu queria chegar. Inesperadamente dou por pessoas que não sabem descer do seu pedestalzeco e lidar com situações do dia a dia ...

Adoro a sua compreensão das coisas. Ainda não lho tinha dito? Pois, há sempre uma vez ...

Elsa disse...

Arre, que agora fez-me chorar e isso não se faz, ó doutror!

PENSO RÁPIDO disse...

Aprendemos com o dr. Machado Vaz a não ter medo das nossas paixões mais avassaladoras. Aproveitámos o homem, o médico e o professor para ensinarmos aos nossos filhos o que os nossos pais não puderam/souberam ensinar-nos.
Tanx, Prof.

Maite disse...

Desculpem, mas não podia deixar que este post ficasse com 69 :))))

amok_she disse...

...és uma empata-fadas, sabias maite!?:->

Maite disse...

Eu Amoke_she???!!!!!!!!!
Bolas :)))))

Roberto Iza Valdes disse...
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