segunda-feira, maio 30, 2005

Como prometido:)

“Outro factor, já mencionado, é que as taxas de diagnóstico e internamento em psiquiatria podem reflectir preconceitos morais, raciais e políticos e levar à interpretação de reacções e crenças culturais como sinais de “loucura” ou “maldade”. Helman.


Stress e migração – Exemplo: Manchester, doença mental, Carpenter e Brockington – As populações migrantes (Asiáticas, Africanas e das Índias Ocidentais) tinham o dobro da taxa de internamento em hospital psiquiátrico, quando comparadas com a população inglesa. O diagnóstico de esquizofrenia paranóide era muito frequente, sobretudo com delírios de perseguição…

Desde já aviso que existem várias hipóteses explicativas:).

80 comentários:

Anónimo disse...

Este post está sem comentários? É deveras incrível!

Onde se encontram os "habituées" deste Murcon?

PortoCroft disse...

Caro Prof. m8,

Tem toda a razão o Helman. Aqui no Reino Unido, usa-se e abusa-se da 'Mental health law' como forma de controlo político e social.

Para a própria Polícia é, por vezes, mais cómodo, fazer o 'dump' nos hospitais locais. E, curiosamente, isso acontece em muito maior percentagem com as comunidades asiática e negra. Recentemente com as dos países do leste europeu.

E baseiam-se em quê? Numa secção da lei que diz que qualquer pessoa que, potencialmente, represente perigo para si ou para terceiros, está sujeita aquela secção da lei. Com isso perde todos os privilégios civícos (to be put under section) e está nas mãos do sistema.

Que democracia doc.!;)

amok_she disse...

( e eu a achar q ñ queria participar neste post...)

...mas acho q por "este mal" - o internamento abusivo - não iremos correr riscos em Portugal...dado q de algum tempo a esta parte se achou por bem - as razões economicistas pesam sempre mais!:-> - optar por ir acabando com os hospitais psiquiatricos, em especial com o recurso ao internamento, optando-se pelo regime ambulatório q, nestes casos e dada a falta de apoio às famílias, se transforma em mais um problema social . Estarei enganada e esta medida sofreu, entretanto, algum retrocesso?

Também é verdade que o sistema hospitalar, neste campo, precisava duma qq remodelação por forma a deixar de ser mais asilo (e tantas vezes abandono do doente!) q forma de tratar...mas acabar era/é a solução?

PortoCroft disse...

Caro Prof.,

Julgo que conhece, minimamente que seja, a lei inglesa. Mas, de qualquer forma, deixo aqui o 'link' para a secção referida.

A lei, por si e como verificará, é suficientemente 'elástica' para acomodar muitas situações. O sistema depois só tem que fazer o resto. Melhor nem falar muito, senão ainda me arrisco a ser internado por esquizofrenia paranóide. ;)))))))))))))))

andorinha disse...

Júlio,
Se o Portocroft diz que o Helman tem razão, é porque deve ter.:)
Ele vive a situação "in loco".
Agora falando a sério: se no Reino Unido as coisas se passam dessa forma é toda uma violência encapotada que se exerce sobre as pessoas e neste caso, as mais indefesas.
Vamos sempre bater no mesmo ponto - é mais fácil pôr rótulos às pessoas e a partir daí interná-las do que tentar compreender os seus comportamentos por mais bizarros que alguns deles nos possam parecer.
O direito à diferença fica onde?

andorinha disse...

Portocroft (12.27)
O link é só para o Júlio?:(
E o resto do maralhal, não conta?

Pois, é melhor teres cuidado com o que dizes, não queremos deixar de ter aqui um dos elementos mais valiosos da tertúlia.:)))

PortoCroft disse...

;))) Andorinha,

O 'link' é para todos os interessados, claro.

Podes crer que, no dia em que me aposentar e regressar definitivamente a Portugal, tenho muitas histórias sobre o Reino Unido para contar.;) Até lá, a prudência é essencial.

Pamina disse...

Vi o texto há bocado e andei a fazer algum home-work. Encontrei os artigozinhos do British Journal of Psychiatry e li alguns abstracts (vem em Carpenter Brockington).
Destaco estas frases:
"The personal and social pressures of belonging to any etnic minority group in Britain are important determinants in the excess of psychotic disorders found".BMJ 1994;309:1115-1119 (29 October)

Parece lógico. A última frase do post "avisa" que há várias hipóteses. Para além da acima referida, será que a situação política nos países de origem poderá ter também alguma coisa a ver com estas perturbações?

Há uns anos troquei correspondência com uma luso-americana do Havai. Ela enviou-me um livro de 1980, no qual é efectuado um breve estudo sobre certas características de várias etnias, inclusive aspectos de saúde mental.
No que diz respeito aos portugueses, pode ler-se (vou traduzir):
"Os familiares descreveram-nos como pouco conflituosos e verbalmente expansivos. Isto, no entanto, divergiu da observação clínica, na qual foram classificados com alto grau de hostilidade ou beligerância. A razão para esta discrepância entre a observação dos familiares e a observação clínica não é clara. Pode dever-se a CONCEITOS CULTURAIS DIFERENTES acerca das experiências emocionais ou a INTERPRETAÇÕES DIFERENTES do sentimento associado a estas emoções". (maiúsculas minhas)

Dá que pensar, não é?

A propósito, neste livro os portugueses não estão incluídos no grupo dos "Caucasian", mas isto já é outra história.

Orange disse...

"Tu estás é doido!"
Quando não se gosta de alguém, ou do que alguém diz, afirma-se que está louco.
A demência é um bom meio de considerar os outros como inaptos para pensar.
Será que os franceses estão doidos?
Internem-me, então, também.
Boa noite!

circe disse...

Dr. Murcon,

A montanha pariu um rato, carago:(

Um homem que fala sobre afectos, sexualidade, toxicodependências, cinema, poesia, vida em geral com tanta empatia há duas décadas (!) quando promete umas palavras sobre Psiquiatria, vem citar as palavras dos outros, uns fulanos estranjas, com pareceres de outros tempos e espaços ... uma aula de Antropologia Médica!

Mas com que "fio invisível" vamos nós, os leigos, pescar aqui e agora ( Portugal de 2005) se o isco
é "especializado" ?

E eu, naïf, à espera das suas próprias ideias... bah...isto está a ficar hermético, não?
Entremeada com futebóis, chats e
"mimos" pelo meio, onde ESTÃO AS SUAS RUMINAÇÕES ?''''''''''''':(

circe disse...

Bom dia, Dr. Murcon,

Esqueça lá o Carpinteiro e o Brockas e fale-nos dessas "explicações possíveis"...

"...perigosos para si ou terceiros..." Temos cá alguns casos, de políticos perigosos para
terceiros que nunca foram internados... LOL...e os cidadãos é que os aturam em ambulatório!LOL

amok_she disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
amok_she disse...

2ª(só p ñ haver dúvidas!:->)

ah Circe...sua louca!!!:-)))))

[e se te atreves, amanhã, a apagar esta - circe disse... 2:37 AM - mato-te!...ou não seja amok!;-)]

yulunga disse...

E porque muitos criticam os Copy Paste, a partir de agora será assim:
Bom dia maralhal.
© Copyright 2005

Raquel V. disse...

Para mim é ("quase") tão simples como o facto de ter apenas um marido/esposa ou ter vários...

Há onde seja crime e onde não seja.

lobices disse...

será "normal" ou "loucura" vir aqui, todos os dias, desejar um BOM DIA à tutti!...???
...devo estar "louco" ao fazer esta pergunta sem contexto (ou será que está dentro dele?...)
...mas
...concordo com o que a Circe diz às 2.37 AM!...
...óh amigo Profe: este post é muita areia para a minha caminheta ou camioneta (como queiram, ou autocarro...)
...eu estou-me marimbando para as opiniões "abalizadas" dos Helmans (isso não é marca de maionese?...) dos Carpenters e dos Brockingtons, por um lado porque não os conheço de lado algum; por outro lado porque nunca li nada sobre eles; por outro lado ainda porque não tenho formação alguma sobre psiquiatrias, migrações, hospitais psiquiátricos, esquizofrenias, etc e tal e, principalmente, porque essa matéria está reservada aos "Doutores"...
...aqui, sou um simples e mero comentador que sente e fala sobre o que sente e vive: afectos, amores, sexo, as chamadas trivialidades do dia a dia...
...falar sobre o teor deste post é meter foice em seara alheia (no meu caso; pode ser que haja quem saiba sobre o assunto... por falar nisso: onde pára o Noise?...)
...por isso, caros amigos em geral e Profe, em particular: hoje nego-mo a comentar este post!...
...tenho dito!...
...oh, mas afinal sempre comentei
...grrrrr
...daqui a pouco vou dar a minha voltinha pedestre; alguém me quer acompanhar?...
...é verdade: outra coisa: o bold é para picar a amoh_she...lol
...portem-se mal e sejam felizes
...vou continuar a lutar pela minha paz pelo que, desta forma, estou constantemente em guerra!...
...merda prá constatação!...
...fiquem com os abreijos

Tão só, um pai disse...

Não me parece que, no nosso país, o bigbrother venha a utilizar a psique como um argumento para discriminar etnias.

Repare. Em se sabendo da existência de comida quente e roupa lavada, gratuitas, imagine a fila imensa que se formaria á porta de cada instituição de ... "acolhimento". E quem os faria sair de lá?

De facto, o nosso problema actual será, mais, o da negação de internamento aos milhares que dele necessitam.

Claro, nas "englandas", no dia em que o orçamento deles estiver de rastos, irão começar por libertar muita malta desses ... centros de acolhimento.

JC disse...

"E baseiam-se em quê? Numa secção da lei que diz que qualquer pessoa que, potencialmente, represente perigo para si ou para terceiros, está sujeita aquela secção da lei. Com isso perde todos os privilégios civícos (to be put under section) e está nas mãos do sistema."
portocrof 11:34 PM

Será que está a par da legislação em Portugal?

Pessoalmente não noto diferenças excepto na aplicação da dita.

yulunga disse...

Lobices, matéria reservada aos Doutores porquê?
Nem parece teu. Senta aí e bota discurso.
Por mim pode ser em bold. Não me afecta nada.
© Copyright 2005

yulunga disse...

Dr. Murcon a "loucura" e a "maldade" entre aspas é propositado?
Vou dar a minha opinião referindo-me a desvios comportamentais, não com o sentido que vocês Psis dão (julgo que os consideram doença e emende-me se estiver errada) mas como sendo algo que foge aos parâmetros "ditos" normais.

Penso que a noção de "loucura" ou "maldade" varia muito na sociedade em que se insere e na incapacidade de resposta da mesma.

Li, que há muito tempo atrás jovens que tivessem em regime de internato em colégios de padres eram punidos severamente se tivessem erecções nocturnas, pois eram considerados doentes e hereges.
Da mesmo forma mulheres fogosas eram consideradas insanas e possuidas pelo Demo.
Os visionários e eruditos eram considerados loucos.
A homossexualidade era uma doença.
A delinquência era crime.
Pegando nos dois ultimos exemplos:
A homossexualidade hoje é normal.
A delinquência é doença.
A homossexualidade como não nos prejudica passou de doença a normalidade, a deliquência como não a conseguimos controlar nem sanar passou a doença.
Torna-se mais fácil dizer que os desvios comportamentais que não conseguimos controlar sejam uma doença onde tudo se torna mais dificil de tratar, mais complexo e logo fora do alcance da sociedade resolver.
Em cada etapa evolutiva duma sociedade (seja ela negativa ou positiva) os desvios passam a ser catalogados com um cunho de gravidade directamente proporcional à incapacidade que a dita sociedade tem de os resolver.

yulunga disse...

Jovens com erecções nocturnas.
Mulheres fogosas.
Os visionários e eruditos.
Toda esta gente por exemplo na Idade Média fariam parte dum leque diversificado de loucura.
Hoje em dia não passam de pessoas normais

yulunga disse...

Esqueci!
Os comentários anteriores têm
© Copyright 2005 ;-)

yulunga disse...

Um aparte, antes que os homossexuais me saltem em cima ;-)A normalidade ou doença da homossexualidade é uma constatação do que se dizia antes e do que se diz agora.
Relativamente a este assunto não dei a minha opinião pessoal.

lobices disse...

...to Yulunga at 1.08 PM:
...as instituições psiquiátricas estão cheias destes casos: (apenas uma das minhas 3 cartas sobre a loucura... a trilogia do amor)
...são "coisas" para os doutores
...quem somos nós para sabermos sobre as coisas do normal e do anormal; quem nos julga?... Os "normais"?...
...
“...acordei por volta das 3 e 15 da manhã... sim, era isso... olhei para o relógio da mesinha de cabeceira e marcava 3 e 15... é um relógio daqueles de ponteiros luminosos. Olhei para o tecto sem saber porque razão acordara, mas lembro-me que talvez tenha ouvido a porta de um carro, lá fora, a bater ao fechar-se... olhei de seguida para os buraquinhos das frinchas da persiana da janela e divisei a luz da noite... a rua tem candeeiros e vê-se essa luz ainda que difusa mas vê-se. Senti o corpo morno e passei a minha mão pelos meus seios acariciando os bicos do peito. Deixei a minha mão descer pela barriga até sentir o meu sexo e desejei ter-te ali comigo... a minha mão acariciou os pelos púbicos e lentamente introduzi um dedo na minha vagina. Deixei-me estar assim durante uns momentos e lembrei-me de ti... lembrei-me de todos os momentos que te tive e que a meu lado te senti... Sabes, quando me abraçavas e me sentia pequenina, dessa forma mágica que tens de me abraçar... quando me beijavas e me sentia desfalecer ao sentir a humidade dos teus lábios... sabes, não sabes? Sei que sim. Lembras-te daquele dia em que nos encontramos pela primeira vez? O dia em que nos olhamos e os nossos corações bateram? Aquele dia mágico que marcou o resto dos outros nossos dias?
...Acordei sem saber por razão acordava mas penso que a saudade marca o sonho e, se calhar, estaria a sonhar contigo. Lembras-te daquele dia em que estavas sentado no sofá da nossa sala e me ajoelhei a teus pés? Lembras-te de termos feito amor na mesa da cozinha? Lembras-te daquelas férias que tivemos na montanha e lembras-te de certeza de termos feito amor deitados naquele chão branco de neve... lembras-te de, no fim, teres lavado o teu sexo com a fria neve que estava ao nosso lado? Lembras-te como ele ficou pequenino por causa do frio? Lembras-te como nos rimos às gargalhadas? E daquele dia que fizemos amor no carro? A meio deste um grito porque te aleijaste numa perna no travão de mão? Sim, porque não te haverias de lembrar, se eu me lembro tão bem... e daquela outra vez na praia, escondidos numa duna, quando eu fiquei cheia de areia...
...Acordei às 3 e 15 e já são 3 e 40!... 25 minutos a pensar nisto... sinto-te em mim, meu amor e não estás aqui presente... mas sinto-te... sei que sou eu que me acaricio mas é como se fosses tu... sinto como se fossem as tuas mãos, o teu corpo quente, o teu hálito a maçã que costumavas comer a toda a hora... eras doido por maçãs... nunca soube porquê... nunca considerei isso importante mas era importante para ti, não era? Os teus beijos quentes e húmidos num saltitar constante entre os meus mamilos e a minha boca. Como beijavas tão bem... mas sei que mesmo que beijasses mal, para mim era sempre bom, doce, quente, por vezes abrasador... como eu costumava dizer que acendias em mim o fogo da lareira sempre acesa... eu sei que fui sempre “louca” por ti mas tu sempre gostaste de mim assim... eu sei que sim... eu sentia que tu gostavas de mim assim... tu também eras louco, sabias? Sim, a tua loucura me incendiava e quando nos rebolávamos na cama parecia que tudo se partia e a cama chiava... como nós nos riamos disso... coisas giras e loucas, não eram? Meu bem, como me lembro de ti assim? Porque acordei eu a pensar em ti? Porque é que ainda penso em ti ou porque é que estou sempre a pensar em ti? Sabes que não há um único momento da minha vida que não pense em ti?
...Eu sei, eu sei que dizem que estou louca... mas eles não sabem que já não estou louca, já estive, sim já estive louca por ti... agora já não estou... estou feliz, triste mas feliz e tu sabes porquê, não sabes? Sabes, eu sei que sabes.
...Já são 4 da manhã. Acho que vou dormir um pouco. Penso que vou sonhar contigo e depois... depois voltar a acordar para pensar mais uma vez nos nossos dias felizes, nos dias que passamos juntos, naqueles dias em que a loucura era permitida e nada mais interessava... até ao dia em que te foste. Nunca soube porquê, porque me deixaste, porque não me quiseste mais... porquê, meu amor? O sono está a regressar... sabes, deram-me mais uma injecção e vou ter de dormir, sim? Eu vou dormir mais um pouco, meu amor... mais um pouco... mais um pouco... como ainda te amo... sim, serei sempre a tua Maria, meu amor... tua para sempre... para sempre...
a tua Maria..."

(direitos de autor: eu)

yulunga disse...

Lobices, que coisa!
Porquê para os Doutores?
Porque não posso dar a minha opinião, mesmo que não esteja certa? É minha e gosto de a partilhar.
E se estiver errada, só terei que ser emendada por quem sabe.
Normalidade e anormalidade baseado na nossa cultura, que pode até não ser a certa, mas temos que nos basear em algo para falar e comparar.
© Copyright 2005 ;-)

Anónimo disse...

O INDITOSO BENFIQUISTA SÓCRATES

Existe um benfiquista em Portugal que não merece entrar na onda benfiquista do triunfo. Chama-se José Sócrates, é engenheiro sem louvores internacionais e assume o cargo de primeiro-ministro. Não votei nele, porque já sabia o que dele se esperaria. Aumentos de tudo. Um pobre de espírito, um miserável e lunático político que continua a saga da mão estendida que já permanece intacta desde 1965, o ano de todas as guerras, o ano em que Salazar proibiu os Beatles de virem actuar ao nosso país, o ano zero do fim deste «Reich» pejado de Goerings e de SS, que rouba os pobres e aumenta os ricos. Comigo não contam. Até porque durante o consulado de Manuela Ferreira Leite, eu ouvi-a, o défice parecia ter sido estancado. Continuamos sem educação e sem saúde, sem segurança social, embora as viagens e o marisco e os carros marchem a todo o vapor. E o Algarve sem hospital neurológico. Podia o Joaquim Agostinho reviver para voltar a morrer na Quarteira, atropelado por um cão. Sócrates tem nome de filósofo mas não se compara ao divino grego. E que ele não festeje o título de futebol. Uma bengalada na cabeça não lhe fará mal nenhum. Em nome do Eça de Queirós. Portugal está novamente entregue a bandidos que só são bons em discotecas e na Quinta das Celebridades, ou nas telenovelas que anseiam anestesiar o pagode! O resto é conversa. É um país da treta. E eu para a semana vou para o Brasil, porque ao menos arregalamos os olhos e fugimos a esta nojice portuguesa. Não volte Fáftima Felgueiras para ser julgada, porque a prendem e está muito bem evadida. Um dia, quando tiver uma boa reforma - e já faltou mais - talvez eu adquira um apartamento nos Brasis, voltando as costas ao país onde infortunadamente viu nascer Camões, Pessoa, Gil Vicente, Francisco Manuel de Melo e o censurado Fernão Mendes Pinto. É que é já a seguir!...E eu estou-me nas tintas...Aumentem o tabaco para mil escudos o maço e o litro do gasóleo para 20 escudos, a gasolina para quinze, devido à mania dos jipes, suba o custo de vida até aos testículos do pescoço que eu estou-me a cagar. Portugal não é nome de país e na Europa muito menos. Valha-me a América do Norte dos democratas, venha a Monica Lewinski e governe esta sabonária que eu estou-me nas tintas. Só voltarei a votar quando já não for português...

JAC (Memoriasdocarcere.blogspot.com)

yulunga disse...

Lobices, coisas para os Doutores...
Coitados deles que devem andar em papos de aranha para entender que afinal o que era loucura agora não é, e o que nunca foi agora é, e é grave e sem cura.

PortoCroft disse...

JC,,

Na realidade não estou a par da lei em Porugal. Pode até ser (como na grande maioria dos casos) um clone da lei de saúde mental inglesa. Seja ou não igual, a diferença estaria, desde logo, na forma de organização Social do Estado; Depois, na forma de aplicação da lei.

Em Portugal, não me conta que a Polícia, de madrugada, bata à porta do Hospital Psiquiátrico mais próximo, para despejar indigentes, bêbados, o marido que deu um grito à mulher ou a mulher que deu com a frigideira na cabeça do marido, não é?;) Mas, aqui assiste-se a isso. Como se assiste a enfermeiros-chefe, médicos de plantão e 'Social Workers', cozinharem o 'diagnóstico', no corredor do hospital, para que uma das secções da lei seja aplicável.

Pessoalmente não noto diferenças excepto na aplicação da dita.

Já que esta sua frase faz supor que conhece a forma de aplicação da lei em inglaterra, conteste-me.;)

Anónimo disse...

Para yulunga, 1.50 PM

Correcção: palpos (e não papos) de aranha

abraço :)
O Prontuário

yulunga disse...

Portocroft, por aqui não há lei ou não há lógica.
Os doentes vão para a cadeia, os delinquentes vão para tratamento psiquiátrico.

yulunga disse...

Anónimo, obrigada mas... atenção a isto © Copyright 2005.
Só aceito por ser uma correcçaõ ortográfica.
E não foi lapso.Admito, a muito custo, que foi erro mesmo :(

Anamar disse...

NOISE, POR FAVOR VOLTE, QUE ISTO JÁ PARECE O "POISO DO REUMÁTICO"!!!
ENTRE DISCUTIREM QUEM É QUE USA MAIS COPY PASTE E QUEM USA O MELHOR COPY PASTE, ENTRE CRITICAR O PROF E DIZEREM "QUE EU É QUE SEI" REALMENTE ESTE BLOG TEM PERDIDO COM A AUSÊNCIA DO SENHOR NOISE. POR ONDE ANDA? VAI LER ESTA MENSAGEM DE "SOCORRO", QUE JÁ LHE COLOQUEI EM AMBOS OS BLOGS?
ANDE LÁ, DÊ UM ARZINHO DA SUA GRAÇA, UMAS LINHAS DE COERÊNCIA E CONHECIMENTO DE FACTO SERIAM TÃO BEM VINDAS.

este é o meu desabafo ao que leio aqui. É que não me puxa a escrever mesmo mais nada, ao ver sempre as mesmas coisas escritas pelas mesmas pessoas. Fico-me pela leitura do blog e daí não passo.

PortoCroft disse...

Yulunga,

O meu texto também saíu cheio de erros.;)

Aqui, chega-se a usar a lei como forma de coacção psicológica. Sendo certo que, se fores colocado ao abrigo duma das duas seccções a que me referi, tal facto consta do teu cadastro na polícia. E aí começa a preversão do sistema. A tua vida passa a ser uma pescadinha de rabo na boca.

O 'post' do Prof. extravasa o âmbito da Psiquiatria. Há alguns anos atrás, as percentagens a que o Prof. se refere tinham maior incidência sobre irlandeses, por exemplo. Estás a ver a coisa?;)

Anónimo disse...

Então não passes filha
O noise é um dos maiores malucos e tarados sexuais que já vi passar por aqui

Anónimo disse...

Subscrevo-te totalmente
Blogólico anónimo

circe disse...

Boa tarde, Dr.Murcon

Obrigada pelo Egito G, pela avaliação frontal deste nosso Porto granítico que ainda não nos endureceu,e pela dinâmica matinal
com que nos faz acordar todas as manhãs com o bom humor oportuno
em dias de crise :)

Pelo que li da Amok_she, do JC e do Portocroft, gostaria de esclarecer o seguinte:

Em Portugal, há já muitos anos que
acabaram os internamentos compulsivos; pelo contrário, quando o paciente (prefiro este termo a doente) quer abandonar um
tratamento em "cativeiro" assina um
auto de responsabilidade, já não compete ao maridinho ou à mãezinha
tal "acordo";
Por outro lado, existe o denominado
"hospital de dia": o paciente chega às 9h, participa (se quiser)
em reuniões de grupo, ergoterapia ou perfusões de soro, conforme cada
caso, evidentemente, almoça, dorme a sesta ou passeia, lancha e sai às
16 h - não está isolado, faz uma
vida "integrada",tem acesso a jogos, a desporto, ou a sofá, consoante lhe apetecer. Este é um dos modelos que me parece estar a funcionar melhor, em termos de timing e encargos! Sobretudo, aligeira estigmas, resistências e fossos entre a comunidade!
Pelo que me é dado conhecer de Inglaterra e outros Países, Portugal, neste campo, tem um panorama mais aberto e inovador - o
sistema de saúde não é tão negro como alguns pessimistas o pintam...
Mas esta é a minha opinião, baseada
na observação dos factos :)

PortoCroft disse...

Circe,

Confesso que desconhecia o panorama em Portugal. Mas, se se derem ao trabalho de ler o que diz a lei inglesa (vidé 'link' acima) o que ressalta de imediato é: 'Section 3 provides the authority for someone to be detained in hospital for treatment.' Está tudo dito. Sobretudo num país cuja população está mais controlada do que aquilo que se apercebe ou julga ser possível. Basta ser cada vez mais difícil darmos um passo na rua sem evitarmos estar 'On Candid Camera'.

Anónimo disse...

ihihihihihihihih
(o louco de serviço esta tarde)
ihihihihihihihih

circe disse...

Portocroft,
Se cá no LusoQuintal as "cameras"
funcionassem de facto, a esta altura do campeonato já todos saberíamos, na aldeia global, onde
pára o Noise ...LOL

Ponderemos as hipóteses:

a) foi encarcerado?
b) internado à força?
c) fugiu para o Brasil?
d) apaixonou-se?

Encaremos agora as possibilidades:
com tantos papparazzi, repórteres
de investigação , revistas côr de
rosa e comentadores políticos e sociais que por aqui pululam, e que não deixam escapar nada - será necessário recorrer à Interpol para
deslindar este mistério????
LOOOOOOOOOOOOL

Ah abençoada e oportuna greve dos
STCP - já estou quase uma lagosta
com os 28º no terraço...

E como vou trabalhar às 19h, fico à espera de pistas para esclarecer
o paradeiro do homem das petições ;)

LOL
Volto daqui a pouco, vou besuntar-me com o protector solar...

PortoCroft disse...

Circe,

Convenhamos que, se eu tivesse a sorte de receber as oferendas que ele tem recebido ultimamente, no blogue dele, se calhar viria muito menos ao Murcon. ;)))))))))))))))))

andorinha disse...

Boa tarde Júlio e maralhal,

Depois de ler os comentários feitos até agora, queria apenas ressaltar um ou dois aspectos.
O caso que a Pamina conta de discrepância entre a observação de familiares e a observação clínica dá efectivamente que pensar.
Afinal, expansivos e pouco conflituosos ou com alto grau de hostilidade?
Como se pode chegar a "diagnósticos" tão díspares?
E quem tem razão? Os profissionais, só porque o são?

Estive também a ler( embora não na íntegra) o link indicado pelo Portocroft e fiquei "chocada".
Bastam dois pareceres médicos e um desgraçado é internado para tratamento?!!!
Sob a capa de "psychotic disorders" quantas arbitrariedades serão cometidas?
Assim, realmente controlar pessoas "indesejáveis" ou mais problemáticas é facílimo!
Não tinha a mínima ideia de que existisse semelhante lei.
Não existe ninguém que conteste esta lei? Como é isto possível em pleno século XXI?

PortoCroft disse...

Andorinha,

Isso nem é o mais grave. O grave é que dos dois doutores, basta um deles ser psiquiatra. O outro pode ser o médico de família.

Mas, mais grave do que isso é que, quando incontactável, o que acontece a maioria das vezes altas horas da noite, o médico de família pode ser substituído p.e. pelo 'Social Worker' que aliás, diga-se em abono da verdade, em termos práticos, tem mais peso dentro do sistema do que os próprios Psiquiatras.;)

andorinha disse...

Portocroft,
E porque não, em caso de ausência, o "social worker" ser substituído, sei lá.... pelo porteiro?
Ao fim e ao cabo pouca diferença haveria!
Esse sistema é de uma perversidade tal que me arrepia.
E ninguém se rebela contra esse estado de coisas?
E depois nós é que somos um povo de carneirinhos, amorfos e sem opinião própria...
O trabalho espera-me.:(
Até mais logo.

PortoCroft disse...

Andorinha,

A assinatura do segundo médico aparece sempre, a posteriori. Mas quando aparece é apenas o cumprir da formalidade. O mal está feito.

Preversidades? No Reino Unido? Não, que coisa. ;)

PortoCroft disse...

Prontuário,

Perversidades e não preversidades. Foi a teclar mesmo.;)

Pamina disse...

Aproveitei uma pausa para o lanche e vim dar uma espreitadela.

PARA O LOBICES (10.32):
Queria cumprimentar-te pela piada da maionese. Foi bem metida. Achei muita graça.

Quanto à segunda citação, se já chegaste do passeiozinho com o Black e estás com pachorra para queimar um bocado as pestanas, põe no Google Carpenter e Brockington e deverá aparecer uma entrada com informação sobre o assunto.

PARA PORTOCROFT E ANDORINHA:

Na RTP2 deu há tempos um documentário sobre um serviço psiquiátrico nocturno de urgência francês, para onde eram levadas pessoas encontradas na rua, etc.
É capaz de haver em França uma lei semelhante à inglesa. A reportagem não mostrava se as pessoas em causa eram obrigadas a ficar internadas caso o médico o decidisse, ou se podiam sair se não concordassem.

No outro dia numa conversa com um amigo médico, fiquei com a impressão que em Portugal a lei mudou não há muito tempo e que, neste momento, é possível internar uma pessoa com o parecer favorável de apenas 1 psiquiatra desde que o juíz assim o decrete, mas posso estar enganada.
Não quero estar aqui a criar confusões.

Até logo, volto depois do jantar.

circe disse...

Estou abismada com esse sistema no
Reino Unido!
Ponham os olhos nisto, vizinhos (hoje é Dia do Vizinho, como ontem foi o Dia do Não Fumador...)e congratulem-se com o nosso avanço,
Portugueses!
E, para explicar o que há dias atràs sugeri à Ana, vizinhos, acrescento : o paciente tem o direito de escolher outro médico, e vice-versa!
Faz todo o sentido: se não gostares do "diagnóstico" que aquele mecânico fez ao teu carro, procuras outro; se a costureira não atina com o teu talho, mudas de modista; se aquele chá milagroso não fez efeito contra a obstipação, tentas outro!
Logo, se a relação médico-paciente
carece de empatia, disponibilidade,
ou se, por qualquer razão, estagnou,isso não é mote para atribuir culpas ou "zangas" infrutíferas! Poderá haver, da parte de alguns profissionais de saúde´, alguma resistência, mas a geração actual já "funciona" assim.

E agora, um dos meus sinais exteriores de riqueza (o Sol) está a esconder-se e a reclamar a horinha de calçar as sapatilhas ;)

Até amanhã, vizinhos:) e murcões ;)
riqueza, O Sol,

PortoCroft disse...

Pamina,

Em situações extremas, não digo que a lei não comtemple o internamento compulsivo. Sabendo, todos nós, que há casos para os quais não há outra alternativa e onde, mesmo contra a vontade própria ou de familiares, o Estado deva assumir as suas responsabilidades.

O que me aparece errado é a banalização do procedimento. É se usar uma lei de saúde pública para fins diversos. E é isso que acontece muitas vezes aqui. O Reino Unido está mais perto do mundo orwelliano do que se possa imaginar. A verdade é que a esmagadora maioria dos cidadãos, nem se apercebe.

Dá-me vontade de rir alguns se insurgirem contra a adopção dum Bilhete de Identidade Nacional aqui. O que desconhecem é que, mesmo não existindo, não é por isso que estão menos controlados. Há métodos mais preversos em uso.;)

PortoCroft disse...

Circe,

Depois, tanto ou mais banal que as cunhas em Portugal, há os 'cover-up'.

Lembrem-se da história daquele cientista que, aparentemente, se suicidou, por causa duma fuga de informação sobre o Iraque. Tem muito que se lhe diga.

PortoCroft disse...

Prontuário,

Ok.Ok. Contemple e não Comtemple. ;)

Maite disse...

Boa tarde maralhal
Depois de tantos comentários é dificil dizer mais alguma coisa. Fico a aguardar pelas "várias hipóteses explicativas" do Professor.
Mas debruçando-me sobre as palavras do sr Helman, penso que os psiquiatras deveriam ter uma formação cultural mais abrangente para se evitarem tais equívocos ;)
Mas também penso que quem emigra para um país estrangeiro (passo o pleonasmo) terá que aceitar a cultura dominante (nesse país)pelo menos nas suas relações sociais. Como se costuma dizer "em Roma sê Romano".

Anónimo disse...

Portocroft
Perversos e não preversos

Não deixamos escapar nada aqui na nossa oficina

O Prontuário

Anónimo disse...

ihihihihihihihihihihihihihihihih
(o louco do fim de tarde)
ihihihihihihihihihihihihihihihih

Anónimo disse...

Cada sociedade, cada época e cada cultura define os seus próprios loucos, os seus próprios monstros, as suas próprias doenças, e por aí fora... "Cherchez la femme" que é como quem diz, neste caso, procure-se a norma e não o desvio porque é naquela que residem os critérios de diagnóstico...
Boa discussão...

Katz disse...

Primeiro um aparte: vejo que há aqui um/a apreciador da Flauta Mágica de Mozart, sendo assim um abraço especial à Pamina.

O tema de hoje, toca-me especialmente... às vezes acho que já devia estar internada longe. Se tem a ver com as raízes ou não não sei, assim como também não sei qual o limite, onde colocar a linha entre o sano e o insano....

Um abraço

Anónimo disse...

Isto hoje está mesmo de doidos e para doidos.
Só tu me farias rir hoje louco de serviço.
Até que horas estás de serviço?
Ehehehehehhehehehehhe

Anónimo disse...

O Incunábolo – Português com o Cagueiro em Chamas
“Limpei o cu a um livro do Cunhal e queimei-o todo. Agora exijo uma indemnização e uma reforma antecipada igual à dos políticos” – Cidadão Incunábolo.
“A maioria dos diversos tipos de papel utilizados nos livros depois do 25 de Abril de 1974 é muito ácido” – Quitéria Barbuda in “Os Negócios da Revolução”, Revista “Espírito”, 2005.
Mais Informações sobre a Associação dos Incunábolos Portugueses (A.I.P.) em

www.riapa.pt.to

PortoCroft disse...

Prontuário,

Foi corrigido de imediato (6:04 PM). ;))))

Maite,

Os psiquiatras até têm essa cultura abrangente de que fala. Mas, como a sua grande maioria trabalha para a NHS, que é um polvo com muitos tentáculos, de preferência acomoda-se ao sistema.

Quem emigra tem que se adaptar, sem dúvida. É o que eu faço e defendo. Mas, isso não tem que significar que me acomode, aceite e muito menos cale. Até porque, já sou cidadão.;)

Anónimo disse...

Portocroft

Leia bem o post das 6.21
OK?

O Prontuário

Volto a dizer que aqui trabalha-se no duro

Anónimo disse...

Então ainda estão a flar da maionese?
Ihihihihihihihiihihiihihiihihi

PortoCroft disse...

Prontuário,

Não é por desconhecimento, garanto. É do teclado, dos dedos...;)))))

(grande burro, nunca mais aprendes a rever o que escreves, antes de enviares.)

Pronto. Ruminei. ;)

Obrigado.

Anónimo disse...

O tema de hoje, toca-me especialmente... às vezes acho que já devia estar internada longe. Se tem a ver com as raízes ou não não sei, assim como também não sei qual o limite

Mude para Heinz
Barro todos os dias as minhas sandes co Heinz
Nunca gostei da Helmans

Anónimo disse...

Portocroft,
Eu sei, meu caro, mas é minha obrigação não deixar escapar nada.
É para isso que me pagam.

PortoCroft disse...

Prontuário,

E faz muito bem. A mim não me aflige a correcção. Pelo contrário, até agradeço.;)

Com o trabalho que lhe dou, você já merece um aumento. ;)))))))))

Anónimo disse...

Sabe o que é, não é?
É a crise, meu caro!
Sempre ao dispor de V. Exa.

O Prontuário

Maite disse...

Portocroft, mas aí só menciona um terço dos preconceitos referidos. De qualquer forma é tanto pior acomodar-se a um sistema perverso como ter falta da tal cultura abrangente. Por exemplo tenho a certeza que o Professor nunca o faria (acomodar-se ao tal sistema).

Maite disse...

Ora ainda bem que temos um prontuário aqui à mão. Isto já parece uma editora, temos o "revisor dos textos" e tudo, isto está a ficar muito "fino" ;)

Anónimo disse...

Informação:

A primeira correcção ortográfica do dia (palpos de aranha) foi feita por mim. As restantes devem-se a outro "prontuário" ao qual agradeço que mude de cargo.

O Prontuário (the one and only)

PortoCroft disse...

;))) Prontuário,

Impedoável o ter-se esquecido do A bem da Nação. ;))))

Maite,

De que preconceitos fala? Não são preconceitos. Tudo o que aqui disse é real e verificável. Logo, não há espaço para preconceito.

Como o Prof. creio que não o faria, muitos outros não o fazem. Mas, o problema aqui é que, os psiquiatras que atendem estas situações são, na sua esmagadora maioria, cidadãos de outros países de Língua Inglesa. África do Sul, Canadá, Austrália, USA, Nigerianos que, ou estão interessados em manter o vínculo ao NHS (e não lhes interessa fazer muitas ondas) ou estão aqui por períodos relativamente curtos, nunca chegam a entender o alcance da lei e nem se estão para incomodar muito. ;)

Maite disse...

Portocroft eu estava a referir-me aos preconceitos mencionados no extracto de Helman postado pelo Professor. Você apenas tinha mencionado o político ;) (acho eu:)
De resto acho que sim, que é real e verificável.
Apenas estivemos, um momento, em diferentes registos;)

Maite disse...

Portocroft lá voltou você a ser o Lord of the Number. :))))))

Anónimo disse...

ihihihihihihihihihihihihihihihihihihihihih
(o louco do turno da noite)
ihihihihihihihihihihihihihihihihihihihihih

PortoCroft disse...

Maite,

Nem podia deixar de ser doutra forma. ;))))

Mas, sobre todos os outros 'preconceitos', o Prof. melhor do que ninguém, poderá falar.

PortoCroft disse...

Maite, ;)))

Imagine só um médico muçulmano a analisar um judeu.

Diz o muçulmano - Ah!...Primo...Hoje vais levar com a pastilha. ;)))

E lá fica o judeu 'under section'.;)))))

Anónimo disse...

Informação:
Imperdoável...meu caro Portocroft
e não impedoável

O Prontuário (the one and only)

PortoCroft disse...

Prontuário, (the one and only),

Essa foi de propósito, para ter a certeza de que está atento. ;)

Anónimo disse...

O Prontuário (mas não "the one and only"):
Aceito a sua "picardia" no que se refere ao impedoável (imperdoável da minha parte tê-lo deixado passar) mas os comentaristas deste blog, vulgo Maralhal, já sabem que O Prontuário, o único, (ou seja, EU), limita-se a fazer as devidas correcções (deixando passar muitas ortográficas que não desvirtuam o sentido das frases) sem intervir nas conversas.

P.S. Agradeço a disponibilidade para me substituir aquando das minhas ausências mas creio que devia identificar-se de outra forma. Se, contudo, insiste em usar o termo, e desempenhar as funções inerentes, basta acrescentar-lhe um II, não acha?

Cordialmente (e excepcionalmente)
O Prontuário

amok_she disse...

ai Circe, Circe...prefiro-te louca!:-> qd metes essa de politicamente correcta e, pior ainda, de optimista!, soa a... pois... balelas!... e nem sequer vou argumentar mais - sobre o abismo entre a teoria e a pratica - ou qq dia ainda dizem q estou paga para vos deprimir e vos levar às cons. do Prof!!!:->

...qt a prontuários e saudosistas do faz barulho pra nada!... bahhhhhhhh e se fossem bugiar prá outra banda!?????:->

PortoCroft disse...

Prontuários (I e II),

Calma. Prometo que até ter um teclado e corrector ortográfico para português, não comento mais. Que tal? Não é aumento, mas é menos carga de trabalho. Dá quase no mesmo.;)

Anónimo disse...

ihihihihihihihihihihihihihihihihih
(o louco de serviço acabou o turno da noite)
ihihihihihihihihihihihihihihihihih