terça-feira, abril 12, 2005

Poema - algo deprimente:) - do dia

Oscar Wilde


Viver é a coisa menos fequente do mundo
A maior parte das pessoas existe e isso é tudo


Joaquim Pessoa

110 comentários:

noiseformind disse...
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noiseformind disse...

"sometimes you never live to die"

Tim Booth em "To the bone"

PortoCroft disse...

O Prof. agora confundiu-me. Essa citação parece-me ser do Oscar. Mas, então onde está o poema do Pessoa?

A maioria das pessoas existe, não vive. É certo. E nem me venham com essa de que há questões económicas de permeio. O que a maioria das pessoas não sabe é o que há-de fazer com a vida. É bem diferente.

Parece-me que, dando continuídade a un circulo vicioso, a grande maioria dos pais não incentiva os filhos a rasgar os seus próprios caminhos e a apreciar as coisas chãs da vida. Isso é uma aprendizagem raramente feita. Ao menos, no Portugal que conheço.

yulunga disse...

Se fosse eu ou outro qualquer a dizer esta frase aconselhavam-nos a procurar ajuda especializada, ou perguntavam: Tu só existes mesmo? Tem força e esperança que hás-de encontrar o caminho. Mas como foi o Oscar Wilde dá direito a post, e claro está que ele não sofria de maleita alguma, nós é que não entendemos a profundidade dos génios. Gosto de ler comentários sobre frases sem assinatura. Saber quem o escreveu adultera as opiniôes, por mais que se diga o contrário.

lobices disse...

...first question:
...a frase é do Oscar ou do Joaquim?
...bem, é que eu não conheço o Oscar mas por acaso conheço pessoalmente o Joaquim; sempre achei a poesia do Joaquim Pessoa um tanto "depressiva" porém, bela
...second question:
(isto é para dizer que sei falar inglês; não liguem...)
...não se vive, existe-se?
...claro
...mas a vida não será existir?
...o problema é que existir pode não ser viver
...assim, viver será, na verdade, a coisa menos frequente no mundo porque apenas se vive enquanto se existe...
...porém,
...existir pode não ser viver, ou seja, e voltaríamos ao caso da Terry Schiavo, por exemplo, como tipico duma existência que não é viver...
...de qualquer forma, na verdade, óhh amigo Profe... mas que pensamento tão deprimente para uma Terça feira!...
...ainda se fosse a uma segunda...
...a uma sexta, nunca, tá?
...:)

yulunga disse...

Lobices à segunda feira libertamo-nos das cinzas, à terça não sabemos muito bem se vivemos ou se existimos.

noiseformind disse...

Alto Lobices, deixa que eu traduzo colega, não seja por isso:)))))))))

"Ás vezes nunca se vive até morrer"

Tim Booth em "To the bone"

lena disse...

talvez seja o óscar traduzido pelo joaquim
;)

bom dia

yulunga disse...

Uma das coisas que me surpreende no ser humano é a capacidade para analisar frases complexas, com mestria, engenho, arte e todas essas palavras, para descarnar a frase e dizer coisas tão bonitas quanto lógicas. A porca torce o rabo é quando temos nos avaliar a nós e a atitudes, que na maioria das vezes e comparadas a essas frases complexas, não passam de pequenos nadas. E escusam de vir com pedras, que também me incluo nesse grupo por vezes. Algum entendido na matéria me explica essa nossa incapacidade?

José Alexandre Ramos disse...

er... é um poema do Joaquim Pessoa intitulado Oscar Wilde...?, seus morcons...

lena disse...

LOL

tinha acabado de dar conta disso, graças ao google
:p

lobices disse...

...well
...o google faz milagres!... :):):)
...than
...então o Joaquim Pessoa quis dizer que o Óscar apenas existiu, não viveu...
...será isso?
...terá sido isso?
...bolas
...como é que poderemos saber o que passou pela cabeça do Joaquim?
...grrrrr

PortoCroft disse...

Pois. :)

E então é assim:

'I have made an important discovery...that alcohol taken in sufficient quantities, produces all the effects of intoxication' - Oscar Wilde

Oh!... Prof., quando for assim, coloque o título a negrito, sff. :)

Kwan disse...

Desculpem-me a frontalidade, mas a quantidade de comentários que qualquer post colocado neste blog recebe (qualquer que seja o tema ou o interesse do mesmo)... daria por si só um tema para outro post!

Caro Julio, eu acho que sei a resposta (que guardo para mim) mas ainda assim lanço-lhe o desafio!

Um abraço

Mantenhas disse...

Viver ... existir ... vegetar? Será ao que se estão a querer referir?

Não sei como resgatar o sentido da vida sem existir ...

DEZ RÉIS DE ESPERANÇA
Se não fosse esta certeza
que não sei de onde me vem,
não comia, não dormia,
nem falava com ninguém.
Acocorava-me a um canto,
no mais escuro que houvesse,
punha os joelhos à boca
e viesse o que viesse.
Não fossem os olhos grandes
do ingénuo adolescente,
a chuva das penas brancas
a cair impertinente,
aquele incógnito rosto,
pintado em tons de aguarela,
que sonha no frio encosto
da vidraça da janela,
não fosse a imensa piedade
dos homens que não cresceram,
que ouviram, viram, ouviram,
viram, e não perceberam,
essas máscaras selectas,
antologia do espanto,
flores sem caule, flutuando
no pranto do desencanto,
se não fosse a fome e a sede
dessa humanidade exangue,
roía as unhas e os dedos
até os fazer em sangue.

(António Gedeão - Poesias Completas)

Existam !!!

Prima viris mantenhas

gonn1000 disse...

Ouch...potente!!!

Tão só, um pai disse...

Não existe pergunta, ou resposta, apenas o sentido de cada um em frase tão composta. Se viver é ser, sentir que se vive, que se esgota o tempo independente do ser contente ou descontente, então, viver é saber, estar, sabendo que respirar é o fruto dum ser vivo em consciência.

Bastet disse...

A intensidade da vida e a banalidade da existência? A banalidade da superioridade de quem julga que os outros só existem e a intensidade da verdade da vida dos "simples".

Julio Machado Vaz disse...

Peço desculpa, Óscar Wilde é o título.

Anónimo disse...

Tudo o que fazemos com paixão, fazemos bem, tenho a certeza. Basta marcar a diferença para que viver não se confunda com existir.

Yulunga, estou a gostar de te ler. Afinal és uma mulher de fibra :)
Sr Portocroft, faça-nos um favor, recoloque a foto anterior, já que esta é um atentado à "moralidade e aos bons costumes" :)))
Sr Kwan partilhe connosco a resposta que guarda para si. É o mínimo que pode fazer por nós, embora nós queiramos sempre mais.

Boa tarde para todos

Maite

P.S. Quanto a Oscar Wilde...acho-o um perverso (isto não quer dizer que não admire a sua obra, já o mesmo não posso dizer da sua vida)

PortoCroft disse...

Prof.,

E quem nos manda ser 'morcons', como diz o José Alexandre Ramos? ;)

PortoCroft disse...

Maite,

Diz-se que os anjos não têm sexo. Em contraponto, serão todos os génios hipersexuais? ;)

A minha foto? Atentado à moral e bons costumes? Só porque tenho a minha namorada na mào? :)

concha disse...

E o que será mais difícil?
Viver ou existir?
A mera existência seria para mim pior que todas as dificuldades de viver.

Ale (mestressan) disse...

Existir é igual a estar vivo, mas viver é bem mais amplo! Acho que o que o Pessoa quis dizer foi que muitas pessoas não viveram assim como viveu realmente Oscar Wilde! O título é uma referência para que nos perguntemos: "Vivemos?" (ALE)

yulunga disse...

Maite OBRIGADA! Tenho uma porra dum ego que adora ser alimentado. Vou-te contar um episódio que me ajudou muito, e se me alongar desculpem. Teria para aí uns 14-15 anos talvez (idade da aborrescência, como costumo dizer), quando quis impor toda a liberdade a que achava que tinha direito eisso fez-me entrar em choque principalmente com o meu pai. Num certo dia que fui ao médico (clinica geral) com quem falava sobre tudo, falei-lhe neste choque de gerações e falei em ir a um psicólogo (exageros da idade) que me orientasse na forma de como lidar com o meu pai. Após ele me ter feito uma série de perguntas e obter respostas, disse-me: Se tiveste capacidade para me explicar o motivo desse choque, também terás capacidade para o resolver. E nunca te esqueças que o teu pai é, e aqui disse-me algo importante, um pai amigo. E foi assim que percebi que não podia exigir do meu pai a mesma abertura dos amigos. Que apesar de amigo ele não se podia deixar de lado o papel de pai. Fui criando "manhas" para conquistar a minha liberdade passo a passo, hora a hora, segundo a segundo. E conquistei o que afinal eu não entendia também a confiança dele. E foi a partir daqui que me habituei a tentar perceber o porquê das situações e de que forma as podia resolver. Admitir erros, ignorâncias. Talvez seja isso que me dá essa fibra. Mas também quebro. Esse médico chamava-se Carlos Neves e era sobejamente conhecido em Cascais pelo lado humano que tinha. Felizmente tenho-me cruzado com pessoas especiais.

yulunga disse...

POr uma questão de homenagem tenho de o dizer: contando sempre com o apoio da mãe - balança e mediadora de qualquer seio familiar

yulunga disse...

Ale, lá terá que ser um lugar comum: Saber viver se soubermos assimilar o que bom nos dão as pessoas com quem nos cruzamos

Gotinha disse...

José Alexandre Ramos said...
er... é um poema do Joaquim Pessoa intitulado Oscar Wilde...?, seus morcons...
AH AH AH AH...
José,
pela primeira vez os leitores do Murcon foram morcons.... fartei-me de rir com o seu / teu comentário!
:
Entretanto,
Professor, estou triste porque ainda não me disse nada sobre o meu desafio para a cadeia de Literatura.... aguardo ansiosamente.... mesmo muito ansiosamente... (não se nota nada a ansiedade, pois não??!....)

Gotinha disse...

Professor,
para esclarecer alguma dúvida ou só para dizer que aceita ou que recusa o desafio, o meu contacto é:
blogotinha@hotmail.com

Anónimo disse...

Há Dias

Há dias em que julgamos
que todo o lixo do mundo
nos cai em cima
depois ao chegarmos à varanda avistamos
as crianças correndo no molhe
enquanto cantam
não lhes sei o nome
uma ou outra parece-me comigo
quero eu dizer :
com o que fui
quando cheguei a ser luminosa
presença da graça
ou da alegria
um sorriso abre-se então
num verão antigo
e dura
dura ainda.
Eugénio de Andrade

Uma prendinha. :)

Isabel

PortoCroft disse...

Gotinha,

Alguém já disse que: 'Ser murcon aqui é um elogio supremo' (ou qualquer coisa do género). Subscrevo. ;)

Amigo Cristo disse...

Este post e os comentarios a este, fez-me pensar no Sentido da Vida, e como tal vou deixar aqui um pequeno excerto do guião do filme "Meaning of Life" dos Monty Phyton. Já no final do filme, é-nos dado qual é afinal o sentido da vida, ora aqui vai,

"Thank you Brigitte. [She reads.]... Well, it's nothing special. Try and be nice to people, avoid eating fat, read a good book every now and then, get some walking in and try and live together in peace and harmony with people of all creeds and nations. And finally, here are some completely gratuitous pictures of penises to annoy the censors and to hopefully spark some sort of controversy which it seems is the only way these days to get the jaded video-sated public off their fucking arses and back in the sodding cinema. Family entertainment bollocks! What they want is filth, people doing things to each other with chainsaws during tupperware parties,babysitters being stabbed with knitting needles by gay presidential candidates, vigilante groups strangling chickens,armed bands of theatre critics exterminating mutant goats - where's the fun in pictures? Oh well, there we are - here's the theme music. Goodnight."

..ups, tavam à espera de algo 100% sério?! Então que me perdoem!

Anónimo disse...

De nada, Yulunga. Gostei que tivesse partilhado connosco um pouco de si.

sr Portocroft, não ponha um ponto final na questão dos anjos não terem sexo, isso ainda é uma questão em aberto. (Não sei, professor, se o estou a plagiar) :))

Todos os génios tendem para o exagero, de facto, quer num, quer noutro sentido. Olhe, para não ir mais longe, o caso do nosso Fernando Pessoa

Acho que temos de lhe arranjar uma namorada mais bonita. :)

Maite

Anónimo disse...

Esquece o "um pouco de si" eu queria dizer "um pouco de ti".

Maite

lobices disse...

...to Maite:
...respondi-te no meu blog
...:)

Tão só, um pai disse...

Maite, nunca percebi essa enigma relacioado os anjos. À falta de um consento teólogo, decrete-se que sejam hermafroditas, como outras criaturas e seres do universo, pelo menos o do conhecido.

PortoCroft disse...

Maite,

Obrigado pelo esclarecimento. Estava indeciso sobre o próximo passo na minha carreira. Com a sua preciosa ajuda, decidi que génio... não quero ser. Deve ser uma canseira. ;)

Quando à namorada, ficar-lhe-ía muito grato pelos seus bons ofícios. Confio no seu bom gosto. ;)

Anónimo disse...

Espero que depois de morta ninguém me escreva nada do género com o meu nome a servir de título :).
Se, por um mero acaso..., já tinha passado semelhante ideia a alguém peço que reconsidere!!

Cuca

Portuga disse...

Tem piada, ultimamente tenho-me sentido mais existente que vivente.

Bate certo :(

Portuga disse...
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Ale (mestressan) disse...

Yulunga,

A vida é quase que por inteira relacionamentos humanos e a beleza que eles nos proporcionam! Desencontros e encontros são as energias que impulsionam uma vida! Concordo contigo! Beijos (ALE)

andorinha disse...

Será que todos os que aqui estamos, vivemos, só porque conseguimos fazer a distinção entre viver e existir?

Calvin disse...

Há quem tenha tudo para viver e teime em apenas existir.

Gotinha disse...

Calvin,
essa frase é tua ou é de alguém famoso??! Gostei bastante.
;-)

Elisa disse...

Bom, o Poema chama-se Oscar Wilde e o autor é o Joaquim Pessoa... caso seja ainda necessário o esclarecimento.
Não acho que a poesia do Joaquim Pessoa seja 'algo deprimente' lobices... aliás, os poemas de amor dele são, geralmente, fortes, belissimos... quase como quem escreve o amor enquanto o faz. Acho eu. Mas eu também sei pouco de pouca coisa, donde...
Portocroft isso é uma guiness?

Elisa disse...

Ah... as pessoas existem e não vivem porque têm receio de ser o que são de facto. Não sei, parece-me que a maior parte de nós está muito entretido a ser o que acha que deve ser (i.e. a existir) e não aquilo que efectivamente é. A Clarice Lispector tem um texto 'Se eu fosse eu'em que diz: "Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento: a mentira em que nos acomodamos acabou de ser levemente locomovida do lugar em que se acomodara. No entanto, já li biografias de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas, e mudavam inteiramente de vida. Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua porque até minha fisionomia teria mudado. Como? não sei. (...) 'Se eu fosse eu' parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido. No entanto tenho a intuição de que passadas as primeiras loucuras da festa que seria, teríamos enfim a experiência do mundo. Bem sei, experimentaríamos enfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor, aquela que aprendemos a não sentir. Mas também seríamos tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar." As pessoas têm medo de viver. Reparem bem... antes de iniciarmos uma relação pesamos tudo muito bem pesadinho. Sabemos bem sempre o que queremos (o que pensamos querer) e o que não queremos (o que pensamos não querer) e no fim... toujours la même chose: quilhamos tudo.

katraponga disse...

Pegando na pergunta da Elisa, uma coisa posso desde já afirmar, Portocroft: Se isso for uma Guinness, já deixou de fazer parte dos que apenas existem e passou para a dos que vivem de certeza! ;)

www.katraponga.weblog.com.pt

Calvin disse...

Gotinha, que eu saiba, não é de ninguém famoso. :o) Foi simplesmente o que me ocorreu comentar. :o)

PortoCroft disse...

elisa,

É uma Guiness sim.

Resumindo e concluíndo o seu pensamento: Somos todos actores no palco da vida.

Não sei se concordo na totalidade. Com ou sem máscaras, as pessoas podem existir ou viver. Se o não fazem, das duas uma: Têm (foram-lhes dados) personagens difíceis de encarnar (não nos esqueçamos que a construção da nossa personalidade inicía-se numa fase muito anterior a, sequer, sabermos falar) ou pura e simplesmente, nunca tiveram possibilidade de aprender a valorizar as coisas boas da vida. Que são as perenes, como sabe.

yulunga disse...

Maite estás à vontade na forma de tratamento. Rematando, também te devo confessar que algumas das vezes não encontro soluções e lá me lixo. E isso é viver e existir.

PortoCroft disse...

katraponga,

É uma Guiness Classic (agora há a extra cold que é - deve ser - servida a uma temperatura de 2 graus).

E, procuro viver a vida, sim. Porque só tenho uma e, não tenho intenções de cá deixar créditos. ;)

yulunga disse...

Portocroft, temperaturas muito baixas fazem mal aos dentes. Faz como eu que consumo a mais fresca "cerveja". Como cevada e espero calmamente que fermente. Boas blogadas pela noite fora

PortoCroft disse...

yulunga,

O resultado é capaz de ser semelhante mas, o gozo é muito diferente. ;)

Maite disse...
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Elisa disse...

Portocroft
sendo uma guiness está tudo dito.
mas já agora... tenho para mim que os personagens mais dificeis de encarnar somos nós próprios. Acho que estamos sempre 'a armar' e raramente despimos a máscara. Aquele armar é uma singela homenagem ao personagem principal do 'à Espera no centeio' do J.D. Salinger que acabei há pouco tempo de ler. A armar, sempre a armar. Há lá coisa mais perene?

lobices disse...

...algo mais perene do que o "armar"?... Claro que é... claro que passamos a vida a armar escondendo a(s) máscara(s)...
...quem somos nós senão o produto do que julgamos ser?...
...olhamos o outro e é ele que tem os defeitos; nós nunca os temos; então, passamos a tentar modificar o outro à nossa imagem porque nós somos os "puros" e ele é que está errado...
...só quando entendermos que somos nós que precisamos de mudar, só quando entendermos que o que vemos nos outros é exactamente a mesma coisa que os outros vêem em nós, é que entenderemos que devemos deixar de nos armar naquilo que não somos e sim naquilo que somos
...aceitar ser a "máscara" que teimosamente não queremos deixar cair...

Circe disse...

Há pessoas que morrem aos trinta e
vão a enterrar aos 70...


Sorry, não me ocorre agora uma frase de alguém famoso!

lobices disse...

"...ele era um daqueles homens que não aumentam a humanidade quando nascem nem a diminuem quando morrem..."
...
...também não sei quem é o autor

andorinha disse...

Circe

Ou mais cedo até!!!


Portocroft,

Nós é que vamos construindo a nossa própria personagem, se assim o quisermos. Essa construção pode ser feita ao longo duma vida e então aí já fazemos mais do que simplesmente existir.

noiseformind disse...

As escolhas vão-se fazendo entre a tensão do desejo, da vontade e da possibilidade. Vão-se conseguindo arrancar coisas construídas ao caos dos doas passados: um curso, um casamento, um emprego, filhos, bens corpóreos, prazeres incorpóreos. E espera-se, pq está escrito e pq nos dizem que assim é, que com isso venha a felicidade, assim, adjacente, premente.

Não é À toa que este post é de longe o que tem mais frases de outras fontes, é o post campeão de copy paste desde que este blog surgiu. Diante da necessidade de mostrar que vivemos quem melhor do que os livros que nos passaram pelos olhos, as estórias que fomos coleccionando para enfrentarem por nós a vulgaridade de uma opinião fácil, vulgar?

Pois, o problema é esse, quando o nosso único meio de comunicação é esse, os outros, quando perdemos a capacidade de sermos nós mesmos pelas nossas palavras e emprestamos a outros o bem-dizer que nos vai na alma. Com o Éme isso começa a acontecer, frases arrancadas a livros, sem tradução do próprio ser, é mais uma máscara que se levanta, com o tempo vamos vê-la mais e mais. Passou o risco e agora começa a retrair-se sinal de uma doce humanidade, uma privacidade que, mesmo que inconscientemente, se auto-preserva.

Mas continuo a achar que a vida é mesmo fazer coisas por nós mesmos, e não copy pastes como regra. Visitando vários blogues chego a ver 10 e 15 posts seguidos que são copy pastes, e isto não são blogs de figuras públicas, não senhor, são blogs de pessoas anónimas, cidadãos que existem por aí.

Nesses casos já não se pode falar tanto em protecção de privacidade num contexto de imagem pública. São casos de insegurança, de receio pelas próprias palavras não terem valor próprio e portanto há que anexar pensamento próprio em lavra alheia para aí virem sentidos mais "nobres", seja lá isso o que fôr.

Também achei interessante o contexto de tanta gente "culta" quinquagenária, que tantas vezes perora sobre esta juventude insipiente e que não acompanha as poesias deste mundo, não se tenha apercebido que o poema tinha um autor e um título, ficando na dúvida até se desvanecerem as dúvidas via google.

Prova que por mais que se viva ás vezes trata-se mesmo de existir freneticamente, sem reflectir sobre o que se vive. Viver até ao limite, até ao máximo que a corda permita, ser outros ao máximo até que o "eu" brote quase por fracasso de encobrimento. Mas este problemas não é actual, já Roma no seu apogeu se caracterizava por debates ad postroni, em que ambos os interlocotores apenas desfiavam argumentos dos seus autores favoritos, naturalmente antagonistas. E muitas vezes os originais estavam na audiÊncia, fornecendo aos fantoches frases que não lhes ocorressem naquele momento da obra do seu bem-amado.

Mas pronto, para já foi só neste post que a citação imperou... a ver vamos... espero que tanto caminho percorrido não tenha feito dos quinquagenários participantes meros citadores de outréns...

De Roterdão e com saudades da caminha,


Peter

PortoCroft disse...

elisa,

Está tudo dito...o quê? Diga-me.

Na realidade não é uma Guiness... para sermos precisos, é uma Guinness.

Está mesmo convencida que a coisa mais perene é o 'armar', como diz?

E, no seu caso? Está a armar também? Esclareça-nos.

PortoCroft disse...

andorinha,

Evidentemente que sim. A nossa personalidade é construída e reconstruída ao longo da vida. Mas, terá isso que significar, necessáriamente, máscaras ou é a natural evolução da personalidade?

E, por falar em máscaras...

O 'farsante' do Mourinho, conseguiu levar o Chelsea às meias finais da Liga dos Campeões.

PortoCroft disse...

Bom. ;))))

Esta chegou-me por e-mail e tenho que partilhar convosco, claro.


Ah Camões
Se vivesses hoje em dia
Tomavas uns anti-piréticos
Uns quantos analgésicos
E Xanax ou Prozac para a depressão
Compravas um computador
Consultavas a página do Murcon
E descobririas
Que essas dores que sentias
Esses calores que te abrasavam
Essas mudanças de humor repentinas
Esses desatinos sem nexo
Não eram feridas de amor
Mas somente falta de sexo.

circe disse...

"...Quando há amor, não é preciso
fazê-lo; já está feito. É como o jantar, se calhar só se pode fazer amor quando não há, quando há falta
...ou quando não há mais nada humanamente válido....Pode n haver
amor cm o primeiro mas,felizmente,
há muitos outros cm o trigésimo. E
nenhum + apetecível q o seguinte ou
mais escusado q o anterior. MEC, in
Cemitério de Raparigas (subscrevo)

Calvin disse...
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Calvin disse...

Não há amor como primeiro mas não há amor tão bom como o último. Ou como o próximo... :o)

Calvin disse...

Uma pessoa distrai-se e foge-lhe logo o pé para o chinelo... :oD Não comento mais nada hoje! :o)

henrique disse...

Há nos confins da Ibéria um povo que não se governa nem se deixa governar"

Gaius Julius Caesar (100-44 AC)

OrCa disse...

Nesta incomensurável cascata de comentários, assumo o risco de vir aqui em louvaminha:
Imensamente grato pelos dez minutos de boa disposição professoral e saudavelmente matinal, lá pela Antena Um, a par dos desafios macedónicos pelos meandros das atribulações do trânsito urbano, é com um frémito iniludível de prazer... sei lá?... sensual, que penetro neste antro do Murcon e verifico que, também aqui, não se me defraudam as expectativas. Há gente que existe por bem.
Um abraço.

Gotinha disse...

Olha, olha o Orca!!! Realmente faltavas cá tu para poetisar as conversas....

Elisa disse...

Portocroft
esclarece-lo-ei com todo o gosto, em frente de uma guiness... perdão guiNNess.

PortoCroft disse...

Grato elisa.

My town or your town? ;)

Elisa disse...

Dava-me mais jeito a minha... mas a guinness na tua deve ser melhor...

PortoCroft disse...

elisa,

Muito melhor, sem dúvida. ;)

Elisa disse...

Pois, mas neste momento não me fica assim em caminho...

PortoCroft disse...

elisa,

Isso não é problema. Desvia-se do caminho. ;)

(já viu a sua caixa de correio?)

Elisa disse...

Já. :) Os atalhos e os desvios são os meus caminhos preferidos. De qualquer maneira hoje e a esta hora não é muito prático. Vou beber uma guinness aqui mesmo em casa. Bebe uma também e pronto, estaremos a bebê-la ao mesmo tempo, pelo menos. O esclarecimento seguirá depois pelas auto-estradas da informação.

circe disse...

Um espelho, a publicidade:
"Ela só tem 1 defeito-não é da mesma rede (outdoor); "Entre a loira e a morena,escolho a ruiva (
1 cerveja); "...João...Filipe...?
(1 pai babado com o novo carro,até
troca o nome do puto). CORTA !!!!

´Desligada a TV, entro neste bar e
relaxo: o ambiente é HUMANÊS,
tásse bem,,, :))))))))))))

PortoCroft disse...

Pois. Mas, isso é capaz de retirar a mágica do 'olhos nos olhos'. E, depois quem me garante que bebemos a Guinness à mesma temperatura? E isso não é questão de somenos. ;)

andorinha disse...

Noiseformind,

Tenho que dizer que concordo quase em absoluto com o que escreves (sem qualquer ironia...)
Só há um senão: porquê agora a divisão por faixa etária?
Aqui não se trata de cinquentões (olha que também estás a envolver o Júlio:))) contra trintões.
As pessoas têm a idade que têm e ponto.
Nunca disse que a idade é necessariamente uma mais-valia em termos de sabedoria de vida nem "discrimino" pessoas apenas porque são mais novas.
Apenas as avalio pelas atitudes e comportamentos e mainada, certo?

Elisa disse...

Bom... na verdade isso são problemas relevantes... os olhos e a temperatura da Guinness. Mas de momento foi o que me ocorreu para obviar a questão. Mas, também... quem é que precisa de obviar o que quer que seja?

PortoCroft disse...

Boa questão. Quem é que precisa de obviar o que quer que seja?

yo no, por supuesto. ;)

noiseformind disse...

Andorinha...

Quinquagenários por causa de terem sido eles a cair na esparrela, por pressa em processar o post do Éme:)))))
E por serem deles os blogs com mais copy paste na percentagem total de comentários

Eu nem sequer entro ao barulho entre 50'as e 30'as... tenho 27!!!!

E ainda bem que estás além da barreira etária, és uma verdadeira multietarista:)))))))))))))

Mas nada de fantasias, que não é por acaso que tanto casamentosinho cruzado de 30-50 dá barraca nos dias que correm. Falta-lhes o teu role model rapariga:))))))))))

noiseformind disse...

Portocroft,
Acreditas que agora os preservativos usados pelas prostitutas holandesas têm um sistema que quando rebentam começam a fazer um barulho tremendo? É um sistema de protecção contra as DST. A inovação vem em socorro da (saudável) fornicação:))))))))))

Quanto ao(s) preservativo(s) em si, não perdem nem ganham nada com isso, cumprem a sua tarefa estoicamente e sem dificuldades de maior.

Isto para dizer que não é por estar aqui em país estrangeiro que deixo de viver para passar a existir!!!!looooooooooooooooooool

andorinha disse...

Portocroft,

Não deveria ter que significar máscaras, como é óbvio, mas muitas vezes isso é bem complicado.
Vivemos numa sociedade que liga tanto às aparências e aos comportamentos "normalizados" que às vezes, embora contrafeitos, temos que as usar sob pena de corrermos o risco de nos marginalizarem.
Adoraria viver sempre sem máscaras, mas não posso e acredito que ninguém possa abdicar delas totalmente.

Quanto ao Mourinho, pois é, lá segue em frente, mas já era esperado. Gostava de ver nas meias-finais um Chelsea-Milan porque é um clube que eu gosto,ainda mais porque lá joga o meu jogador preferido: Rui Costa

noiseformind disse...

Lá se foi a multietarista. Então se o que qq jovem de qualquer idade quer é tar com alguém sem máscaras e está disposto a conhecer essa pessoa nesses termos vens tu dizer que não se consegue viver sem elas, Andorinha?

Uma pessoa dá-te um elogio e tu tratas logo de o desmerecer por falta de posicionamento etário. Dizias que para as pessoas, a partir de uma certa idade e um certo historial d desilusões a vida deixa de ser uma caixa de chocolates e pronto, já punhamos a coisa numa perspectiva trans-etária. Mas não, tinhas de fazer do teu caso norma para assim apanhar os miudinhos adolescentes e as pessoas de espírito aberto e sinceridade frontal constante, sem subterfúgios ou twists de personalidade:)))))))))))

Pois pois pois, muito multietarista...

PortoCroft disse...

noiseformind,

Não nos 'copy and past' mas, o primeiro murcon a não entender que Oscar Wilde era o título fui eu.

De qualquer forma, mesmo não sendo cinquentão, achei a tua análise perfeita. Até mesmo quando te referes ao Prof.. Porque, sinceramente, acho que nos está a vendar gato por lebre. ;)

O pessoal quer é o Júlio Machado Vaz esclarecido, esclarecedor e irreverente.

Estou cansado. As notícias da Cimeira Ibérica deram cabo de mim. A tantos projectos e comemorações em conjunto torço o nariz. Só me ralam.

Resto de boa noite para todos.

PortoCroft disse...

andorinha,

É complicado, sim. Mexe com muitas coisas. Mas, o que me parece importante é continuarmos a questionar o que nos servem nos manuais escolares ou livros que lemos. Toda a verdade é verdadeira até que outra verdade a substitua.

andorinha disse...

Noiseformind,

Folgo muito em ver que podemos ter uma conversa cordial, amena, simpática, construtiva, que mais adjectivos arranjar? :)))))

Eu percebi, mas eu não caí na esparrela, nem nessa nem noutras!
Mas cada vez menos as pessoas têm opinião própria e então é como tu dizes, socorrem-se de livros e de autores conhecidos porque é mais fácil.

Eu sei que tens 27 mas não conheço nenhuma palavra que designe as pessoas entre os 20 e os 30, daí ter-me socorrido dos trintões.
Já existem tantas barreiras,que tal se deixássemos esta de lado?
Não tem cabimento...

Quem te deu autorização para chamares rapariga a uma pessoa da minha idade?:)))))))))))))

Vou ficar por aqui porque amanhã tenho aulas, não tenho a tua vida.:)))

andorinha disse...

Noiseformind,

Em condições muito especiais consegue-se tirar a máscara, desde que o outro também a tire, claro.
Já sabes que sou pela absoluta igualdade entre os sexos ( diferentes, mas iguais, percebes?)

E agora fico mesmo por aqui. Estou cheia de sono e amanhã tenho aulas às 8.30:(((

Elisa disse...

Portcroft
também não precisavas de reagir como se a necessidade de obviar fosse uma doença. Há situações em que é preciso ser pragmático, ora bolas!
Boa noite

Carlos disse...

Para algo completamente não deprimente:
adorava ver aqui transcritas as definições de sexo, pelas diferentes profissões, que me fez acordar tão bem disposto ontem de manhã!!!
Não querendo intrometer-me na feitura do MURCON, que considero dos melhores blogs, desta vez não resisto a pedir-lhe que publique o atrás referido!
Rir faz mexer todos os (quantos são?) musculos da cara e faz bombear o coração!
Obrigado deste Faz Tudo!

monalisa disse...

A existência é por vezes tão penosa....quanto mais viver!!!

Cara Yulunga: A falta que me faz e as saudades que tenho do meu muito querido amigo Carlos Neves.Obrigada por se lembrar dele.

blimunda disse...

*** se disserem que ainda estamos vivos
como havemos de negá-lo? *** JP

lobices disse...

...apenas para registar que, neste momento, escrevo o 95º. comentário
...parabéns Júlio
...pela participação viva desta "malta" no teu blog
...temos de convir (olhó pa ele à armar-se...) que o núcleo duro sempre dá uma ajudinha...lol...
...bom dia a todos(as)
...sejam felizes

Gotinha disse...

Então sinto-me na obrigação de numerar... 96!

yulunga disse...

Noiseformind "quando perdemos a capacidade de sermos nós mesmos pelas nossas palavras" Não estarás a ser um pouco cruel? E porque carga de água teremos que ter o dom de conseguir exprimir o que nos vai a alma? Porque não podemos copiar algo que nos define, mas que não conseguimos escrever? " Viver até ao limite, até ao máximo que a corda permita, ser outros ao máximo até que o "eu" brote quase por fracasso de encobrimento." E porque (outra carga da água, pois andamos a precisar) motivo viver freneticamente encobre o "eu"? Isso deve ser defeitos de profissão, não? Julgo que sejas psico. Tudo o que foge ao dito normal tem obrigatoriamente que esconder algo? Barulho entre idades? Por estas bandas - Net? Julgo ser um "mundo" onde o choque de gerações menos se faz sentir, ou se se faz é debatido com muito mais calma e de forma inteligente.
Monalisa que saudades e que morte estupida aquela, hein?

noiseformind disse...

Andorinha, o rapariga era mesmo para expressar a ausência de barreiras:))))))))))))

Yulunga, és a primeira pessoa que vejo pelear pelo direito a não se compreender a si própria. Não estou a ser cruel, o emcobrimento é função de protecção face ao risco de ferimento, logo... quem nada encobre é pq não se expressa nas relações humanas em função dos riscos de ser magoado. Aliás, é essa a principal definição de "jovem" que temos no mundo. PEssoas capazes de começar relacionamentos do 0 e não das feridas do último ou ultimos relacionamentos. Se isto ára ti é do domínio do transcendente, então é pq não és jovem neste campo específico, dado que a juventude tem por base a necessidade em conhecer os outros como são por ausência de mecanismos para encobrir o "se".

O "viver freneticamente", se tivesses lido a mensagem toda, compreendias que se aplicava ás pessoas terem começado a falar sobre o poema ANTES MESMO de se terem apercebido sobre o que estava escrito. Mas pronto, se já vens de trás chateada com a mensagem (vulgo, enfiar a carapuça) depois é complicado parares para pensar no que estás a ler e desligares a "máquina de complots"loooooooool ; )))))))))))

Andorinha, o pessoal com 20es e tais são os vintagenários, para os amigos vintagesloooooooooooool loooooooool looooooooool looooooool loooooooool loooooool(kidding, não sei...)


E pronto... isto é muito comment para uma só posta, se não tivesse tantos pacientes em espera começava aqui a distribuir cartões, pela agressividade com que o ppl leva isto pelo menos terapia de controlo de agressividade ganhava-se aqui umas massas.

eu explico... É UM BLOG!!!!!!!!!!

Ou então parafraseando a Yulunga na sua última mensagem

IT'S A BLOG, STUPID:)))))))))

noiseformind disse...

3,2,1...

noiseformind disse...

100!!!!!!!

noiseformind disse...

Eu sei, eu sei, que infantil não é? Fazer isto. Lá está... quando se está bem disposto (e se vai receber uma menção honrosa num próemio internacional de fotografia) fica-se assim... bem disposto!!!!!!!!!!!!!!!

yulunga disse...

Noise sou? "a primeira pessoa que vejo pelear pelo direito a não se compreender a si própria. Então aqui tens uma cobaia. Não fosse ser mal interpretada e diria: sou toda tua ;-) O resto do comentário... fiz-te perguntas simples, porque razão não deste o mesmo tipo de resposta? Do frenético dou a mão à palmatória. Li a correr, pois tenho pouco tempo. Desculpa... Desculpas?

yulunga disse...

Noise e qual agressividade? Emoção no que se escreve, isso sim. Que coisa...

circe disse...

A culpa não é tua, Yulunga, a língua portuguesa é q é traiçoeira:
Julgas que o Noise é PSICO ? PSI...
Francamente, rapariga, que lapso -
e logo em relação a um latin lover
a cuja competência se deve aquele
ar feliz e saciado da DIDO, francamente, rapariga, és mesmo
distraída...
Viste como os ânimos se acalmaram,
logo que o Portocroft mudou a foto?
loooooool, loooooool,Ah, Ah.....

yulunga disse...

Circe vá lá que alguém me entende. Formavamos mas era aqui um nucleo duro femea,com mais umas quantas. Isso é que era.

andorinha disse...

Yulunga,

Não gosto muito de posições extremadas, tipo Benfica/Sporting, mas se fôr para formar um núcleo duro claro que alinho pelo mulherio.:))))))))))))))))))

lobices disse...

...venha daí o núcleo duro feminino
...gosto disso
:):):)

anna_li disse...

Quem sabe não vivemos mais do que aquilo que imaginamos...
Olhar uma criança na rua e ser capaz de lhe sorrir ou, simplesmente, sorrir porque se viu uma criança é VIVER!
E quem fala numa criança, fala no sol, numa árvore, num gato, enfim, em muito do que nos rodeia.
Quantos de vós são capazes dum tal acto de loucura?:)

sandro disse...

O tipo nem o coração deve sentir... se calhar é um vampiro. Que cena!

Bem, acho que este blog precisa de Haloscan, para os comentários no Blogspot é muito bom. Fica a sugestão.

Avidez disse...

Já pespeguei com esta frase em jeito de conclusão muitas e muitas vezes.