terça-feira, novembro 22, 2005

E lá ia aparecer um psi a dizer que ela tinha razão. E outro a dizer o contrário:).

TAMPA, Florida (AP) -- A female teacher pleaded guilty Tuesday to having sex with a 14-year-old middle school student, avoiding prison as part of a plea agreement.
Debra Lafave, 25, whose sensational case made tabloid headlines, will serve three years of house arrest and seven years' probation. She pleaded guilty to two counts of lewd and lascivious battery.
The former Greco Middle School reading teacher apologized during the hearing, saying that "I accept full responsibility for my actions."
The boy told investigators the two had sex in a classroom at the Greco school, located in Temple Terrace near Tampa, in her Riverview town house and once in a vehicle while his 15-year-old cousin drove them around Marion County.
If convicted at trial, she could have faced up to 15 years in prison on each count. The plea agreement also was designed to resolve similar charges pending in Marion County.
Her attorney, John Fitzgibbons, said in July that plea negotiations had broken off because prosecutors had insisted on prison time.
He said she planned to plead insanity at trial, claiming that emotional stress kept her from knowing right from wrong.

36 comentários:

noiseformind disse...

O texto do Boss falha em ilustrar os atributos da Professora. Boa como o milho, o miúdo saltou da casca como uma pipoca. Chama-se a isto (não tecnicamente claro) "reacção à capa da Playboy"

Margarida disse...

K noia vou ter de ir buscar o dicionário...

noiseformind disse...

Isto faz-me recordar o quanto me custou ultrapassar o abuso sexual sofrido ás mãos de uma cavalona irmã de uma amiga minha. Foram precisos anos de terapia. Tantos que acabou por ficar mais barato juntar-me à classe. Ninguém respeita o trauma do pré-adolescente abusado, snif snif snif sni snif

noiseformind disse...

Não há direito. Eu nem tive direito a ter uma loira a abusar de mim ;.................(

Margarida disse...

OPSS!!!!!!! tirando klinex do saquito e oferecendo... noise...please!!!!!

noiseformind disse...

Margarida, snif snif snif, obrigada...
Ninguém... :(... ninguém sabe... ninguém pensa por momentos o que um jovem ainda inexperiente sofre com a sua inocência a ser-lhe arrancada do seu corpo ainda imberbe que não controla. Como dizia no livro que me deram cá em casa para ler (Jovem, já és um Homenzinho, da Diocese de Braga) nestas idades o sangue corre em grande velocidade pelo corpo e é natural que hajam certos "acontecimentos" mas nunca um da brutalidade a que fui exposto... :(((((((((( foi terrível e ainda por cima no dia a seguir ela foi para outra cidade Algarvia e não a vi por anos!!! COmo qualquer vítima, estabelecido o padrão de abuso passei a achar tais praticas (sexo) normais e desde aí continuei a praticá-las. Como uma psi me indicou mais tarde depois de uma noite num saco-cama na praia de Miramar (ainda menor) sofria de heterossexualidade precoce!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ou seja, não tive o prazer de passar por aquela fase em que a possível exposição a actos homossexuais poderia ter mudado a minha vida. A minha veia homossexual foi-me assim negada definitivamente antes de provocar as dúvidas que atravessam qq jovem que vê um Portugal no Coração ;.........(

Sical disse...

Azar o meu que aos 14 ainda era virgem. A minha escola nos anos 60 não me deu chance. Sniff, Sniff.

noiseformind disse...

Mas, como o número de abusos por parte professoras loiras e boas como o milho continua a aumentar é bom saber que as vítimas se começam a organizar e já há um "Guia Para a Sedução De Professoras Boas Como o Milho" escrito por uma ex-vítima: Jim Hastleberry. FORÇA JIM!!!!!!!!!!!!!!

noiseformind disse...

Sical,
Então não tinha padres :(((((((( Uma escola nos anos 60 com padres era o melhor garante de uma precoce e muito activa vida sexual para muitas meninas :(((((((((((( podes sempre processar os teus pais se ainda estiverem vivos ; ) Eu planeio processar os meus mal a herança esteja "deste lado", não tinham nada que me deixar ir brincar para casa da Inês sabendo que a irmã dela podia abusar sexualmente de mim dado que os pais delas não estavam em casa ;(((((((

Anica disse...

Posso ser sincera? Se fosse preciso pagar para entrar neste site eu pagava lol lol lol
Noise, tu és D E M A I S homem!
Mas realmente: as miúdas são "vítimas", os miúdos "sortudos". Eu adorei o início da minha vida sexual que foi aos 12 com o proprietário de um stand perto de casa dos meus pais. Segundo me constou mais tarde, foi infinitamente mais cuidadoso que qualquer primeiro homem de amigas minhas. E sempre tive noção do que sentia, do prazer que tinha, das sensações que me causava. Aliás, fiquei chocada quando me apercebi que era um crime. Senti-me sim anormal por ter iniciado a minha vida sexual tão cedo, mas nunca uma "vítima". E sim Noise, ele ERA BOM COMO O MILHO!

noiseformind disse...

Anica,
Denial!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Estás em negação minha querida!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Um dos maiores problemas é que estas tipas nunca são chamadas do que verdadeiramente são: pedófilas!!!!!!!!!!!!!!!!! E sei de casos em que se limitaram a abusar das vítimas uma só vez... e depois não ligam, não mandam carta, mail... um pouco como a piada do Gorila que o Boss aqui contou ;...............(

Anónimo disse...

Anica, já faltou mais para dizeres que até gostavas de ter sido casapiana...

Isabel Dias disse...

Era como eu dizia ontem, Noise. Tens memória de mamute. No sentido de seres grande claro, não te quero de forma nenhuma extinto hihihihihihihi
Professor, a notícia já é conhecida. Nós queríamos era a sua ruminação sobre o caso. E se não fôr indiscrição: já alguma vez foi vítima desse tipo de agressora?

Anónimo disse...

"Como uma psi me indicou mais tarde depois de uma noite num saco-cama na praia de Miramar (ainda menor) sofria de heterossexualidade precoce!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ou seja, não tive o prazer de passar por aquela fase em que a possível exposição a actos homossexuais poderia ter mudado a minha vida. A minha veia homossexual foi-me assim negada definitivamente antes de provocar as dúvidas que atravessam qq jovem que vê um Portugal no Coração ;.........("

Se o MST lê isto diz logo que és mal-educado Peterzinho. As praias são locais públicos onde se deve manter o decoro. JMV, não sabe por acaso se essa senhora professora ficando em prisão domiciliária aceita dar explicações em casa? E será por idades ou por anos lectivos que ela abusa? É que eu tenho 42 anos mas só fiz a 6ª classe ;)))

andorinha disse...

Júlio,

Estou como a Isabel - gostaria de ler a sua ruminação sobre o assunto.:)

naoseiquenome usar disse...

Tão cansada que estou! grsssssssssssss
Mas não resisto a comentar.
Antes destas (e de outras de permeio) funções que actualmente exerço, tive oprtnidade de participar/assistir, em julgamentos em que mulheres maduras se queixavam de terem sido abusadas sexualmente por adolescentes.
Foi feita toda aprova posssível.
... Ao contrário da ilustraçã da aula de ML em que a abusada era mulher e "gritava, mas era o que queria"... ficou provado que o menino, queria mesmo e queria muito. De contrário, como o ario da "coisa" funcionava e ainda tinha performance?
... Até hoje não entendo como a "coisa" se estimula perante pretensas coisas não desejadas...

....

Agora uma pequena resposta ao Dr. "Noise" que devia ser inserida há dois posts atrás, mas me foi completamente impossível:
- Quando uma família (leia-se casal), se desfaz pelos mais diversos, aceitáveis e necessários motivos, o que tem de acautelar é a criança.
- Assim, não se pensa na família agora "desfeita" mas na criança.
- Cada vez mais, se pugna pela "guarda conjunta";
- Quando tal não é viável, a esmagadora maiuoria dos casos, atribui o poder paternal a ambos os pais (progenitores), que assim, em conjunto, devem decidir da educação, saúde...;
- sendo que, por uma questão prática, o menor fica a viver com um dos progenitores.
- A família celular do menor continua a ser o Pai e a Mãe.
- Os progenitores podem então refazer as suas vidas. MAS, o menor, continua ater por família celular o PAI e a MÂE.
- O que vier, a contribuir para as famílias em rede, pode contribuir emk termos de equilíbrio/ternura/disciplina. Mas nem o próximo marido da mãe, nem a próxima mulher do pai, ocuparão jamais o lugar dos respectivos progenitores.
....
Adopção por homoxessuais... por ora um contra-valor psicológico. Mas este mundo em devir, pode provar o contrário... até, porque, é engraçado... quase todos os gays e lésbicas assumidos têm muito poder económico.
Por aqui me fico por ora.

naoseiquenome usar disse...

... descupem mas não resisto a lançar só masi esta discussão para mesa:
iniciar a sexualidade acti9va/partilhada aos 12 anos??????
valha-nos DEUS, os ANJOS e demais. Por mais educação/instrução, q7ue meninos e meninas tenham,l nesta era de "desgraça" de doenças e desvios, de que lhes vale??? Parece-me profundamente IMORAL clamar por tal desiderato. ... Só se percebe vindo de quem não tem filhos!

Paula disse...

Confesso que estes casos mediáticos divulgados pelos media, de abuso sexual de rapazes por mulheres, parecem-me na realidade muito pouco abusos. Independentemente de legalmente o serem. Para além deste, por exemplo, o caso de Mary K. Letourneau, a professora (cuidado professoras! ;-) ) que iniciou uma relação com o aluno de 12(?!) de quem teve 2 filhas e com quem recentemente acabou por casar, senão estou enganada.

Não parece ter havido coacção, nem propriamente um trauma para os rapazes. Os rapazes não parecem propriamente meninos de coro.... Atenção, não estou propriamente a advogar tais relacionamentos, nem a não penalização de sexo com menores. Apenas me parece que se olha cegamente para idades, e se faz tabua rasa de todas as outras circunstâncias.

naoseiquenome usar disse...

ah... porra, que não me vou... dirão.... (e nem sou persona grata apenas pelo rigor porque me pauto, em detrimento de "favores" non-sense) - é igualmente crime dar uma bofetada num filho, Dr. Noise.... (tanta importância que lhe estou a dar.....)
- Aos colegas juristas qyue acham que a ML não serve para nada, para além da Magistratura Judicial (e difgo eu
tão pobre!), façam-me (vos) o favor de descobrir profissõe, existentes e "relevaantes" onde tal é possível!!!!!!!!!!!!!!
MAS!!!!!!!!!!!!!!!! SEM ÈTICA......... nem pensem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Agora é, definitivamente, BOA NOITE!!!!!

bocas disse...

se ela foi presa é porque o miúdo é gay... ou então há muitas mulheres frustradas de peso no poder judicial... essa Debra dava uns bons broches... boa para uma iniciação!

(http://www.tabloidcolumn.com/debbie-lafave.html)

bocas disse...

melhor ainda,

http://en.wikipedia.org/wiki/Debra_Lafave

noiseformind disse...

Bene...
Pequena pausa no trabalho e alguns pensamentos (o Boss ainda está a ver A Queda)

A sexualidade é plástica, assim como as pessoas o são. Está dependente de dinâmicas muito próprias no tempo e no espaço. Digo isto por ser sentido, não é uma vacuidade intelectual. Digo isto pq os protótipos sociais são-nos oferecidos todos os dias em todo o lado por toda a gente. Somos todos sujeitos em teste e a nossa vida não é linear. Em relação ao prazer, há um nro que não me sai da cabeça: os 3% de mulheres alemãs com maior frequência de orgasmos estão no 1% mais fiéis. A fidelidade não é apanágio da grande cidade. Para ser honesto, os espanhóis já sabem há muito que os índices mais elevados de infidelidade acontecem actualmente nas pequenas cidades e aldeias em que a teia social mais forte faz com que as pessoas se conheçam mais intimamente e partilhem eventos privados mais profundos. Em sociedade assistimos com tanta ou mais frequência do que na física de particulas a fenómenos que contrariam o senso comum.

Referi aqui por exemplo a Durex Sex Survey em que um grupo de 12 países tinham maior nro de parceiros em média, menos uso do preservativo e depois estavam a milhas (para melhor) em termos de DST do que na Tuga, o que parece ser algo anti-tésico por natureza.

Além disso TODOS esses países têm um início de actividade sexual mais precoce que a Tuga. Os próprios EUA são uma contradição absoluta quando passámos os dados pelo pass-vite do melting pot, e temos as miúdas mexicanas a terem taxas de início de actividade sexual mais tardias que as miúdas caucasianas de classe média e são a estas que se destinavam os (Sabe-se agora fraudulentos, para quem alguma vez acreditou neles) programas de "chastity"

Nesses países as pessoas sentem uma muito menor necessiddae de educação sexual do que em Portugal, o que mostra que, como colectivo, temos consciência da nossa ignorância em relação a matérias de sexo, ou não fosse o regurgitativo A,B... Sexo visto por tanta gente de forma quase religiosa.

Muitas vezes temos esta ideia apalhaçada de que a Igreja Católica tem muitas influência mas ela é muitas veze apenas um charco porreiro para onde qq arsenalista pode atirar uma pedra para fazer umas ondas. Dos 10 países em que a actividade sexual (e aqui falámos claramente da primeira vez) começa mais tarde apenas a Itália é um país de maioria católica (e a sede da Igreja Católica já agora). Esses países não têm nenhuma preocupação específica com a idade do primeiro sexo, no entanto, naturalmente...

No livro "Talk About Sex" (podem ir cheretar ao Google Books, ESTÁ LÁ!!!), Janice M. Irvine pega na questão do meu ângulo favorito. Idades de início de educação sexual, local de obtenção de informação, distribuição de contracepção, nada disto são vectores pré-definidamente assumidos como setas certeiras se o grau de conhecimento sobre sexualidade dos sujeitos que estão a ser objecto destas campanhas não for elevado. O conhecimento continua a ser o nosso pecado como cidadãos e como seres sexuados.

Os mitos impregnam mais facilmente uma sociedade sem bases informativas sólidas. Por exemplo o mito de que na primeira vez não se pode engravidar. Ou o mito de que basta fazer sexo de pé que isso já age como método anti-concepcional. A única tendência absolutamente universal em TODOS os estudos que seguem regras de construção de modelos é que o grau de informação de uma determinada população é inversamente proporcional à prevalência de DST na população. Não existe nenhuma correlação entre informação sobre sexualidade e uma diminuição na idade de activação sexual. A moralidade funciona como uma armadilha de duplo efeito: garante aos sujeitos confiança para o desempenho da actividade sexual mas ao mesmo tempo não os contrasta com os riscos nas devidas proporções dessa mesma actividade.

Como participante na vida sexual de 3 sociedades (a espanhola, a Americana da Costa Oeste e a Tugalense) resta-me dizer que enquanto que nos EUA há grandes diferenças entre estar sexualmente activo e estar informado em Portugal passa-se um fenómeno que é diferente qualitativamente. Em Portugal as pessoas estão informadas mas minoram os riscos no momento do acto mostrando porém altas exigências de prevenção quando falam de sexo. Ou seja. Quando se fala de sexo tem-se uma postura altamente cuidadosa em termos de fazer passar uma postura de saúde e depois na prática as pessoas alarvam mais ou menos esses cuidados teóricos. Em Espanha parece haver uma cultura mais à volta do teste do que do preservativo. Mostrar exames parece ser o caminho maior para a confiança na relação. De salientar que esse é outro factor intrínseco aos modelos de educação sexual. Nos países em que as pessoas se testam mais existe menor nro de casos de HIV e Hepatites. O que parece um contracenso pq se as pessoas se testam mais então... então é pq se sentem culpadas de alguma coisa não é?

Caríssimos, (e Boss que já deves ter acabado de ver A Queda)
A própria ideia de culpa é lacerante nos comportamentos. Basta ver que somos o país da UE em que menos pessoas se testam mas somos o país com maior percentagem de positivos para Hepatites e HIV. Ou seja, a culpa funciona na realidade muito mais como um travão do que como uma alavanca. Ainda no início destas palavras referi isso: muitas vezes a realidade está contra o senso comum.

A própria noção de "Pânico Moral" já está perfeitamente enraizada nos projectos de investigação há mais de 20 anos como se pode ver neste extracto retirado da revista Culture, Health & Sexuality de Junho passado:

Moral panics do not occur in a vacuum; rather, they draw upon preexisting ideologies and
fears and are defined by an ‘‘ability to connote a whole complex of social themes’’ (Hall et al
1978: 19). In a world perceived as unstable due to complex structural economic, political,
social, and cultural changes, one can ‘‘observe an increasing obsession with the guarding
of boundaries of the body, sex roles, the family, ethnic purity, and national identity’’ and
‘‘in increasing anger at children who cannot or will not fulfill their expected roles in the
transmission of traditional values’’ (Stephens 1995: 11). This presentation will trace the
most recent incarnation of moral panic about adolescent sexuality centered on using
statutory rape laws to control such behavior, and the ways in which statutory rape
prosecutions are double-edged in that they can be both protective and punitive. Contrary
to repeated claims by public officials, prosecutors, and parents, I would suggest that
increasing statutory rape prosecutions will not deter teen sex, nor cause a decline in teen
pregnancy, nor reduce the welfare rolls when targeted at the impoverished. Yet numerous
states have increased such prosecutions because moral entrepreneurs defined adolescent
sexuality and childbearing, particularly that by nonwhite and non-middle class teens, as a
threat to American moral and economic values and discursively linked those activities
to statutory rape and welfare dependency. By constructing a ‘‘folk devil’’ requiring
containment, economic and moral conservatives ‘‘agenda of circumscribing nonmarital
sexuality and welfare dependency’’ through its repetition, circulation, and resonance
ringing as moderate and commonsensical in tone has marginalized debate over substantive
issues, and also casts anyone who differs with such a narrative as anti-child, anti-marriage,
and anti-American. Thus it undermines the production of counter-narratives and disables
any debate on the broader and more complex causes of poverty, sexuality and sexual
violence, and discriminatory regulatory practices.
S22 IASSCS Conference 2005



Em relação à ausência de sexo e as relações que a Paula suscitou por estas bandas,

Eu só sei que os 3% de mulheres com mais frequência de orgasmos estão nos 5% de mulheres mais fiéis (os dados são alemães)

Tb sei que as pessoas com menos frequência de orgasmo terminam a actividade sexual muito mais precocemente (nas australianas serão 5 anos, nas Canadianas serão 8 anos)

Sei que não é pelo nro de actos sexuais que posso avaliar a qualidade desses actos. Mas sei que posso inferir factores qualitativos do uso de lubrificantes. Numa população igualmente caucasiana tenho em Portugal 43% a usarem lubrificantes para a falta de lubrificação natural e nos tais "países malditos" valores na casa dos 80% de média para obterem o mesmo efeito. Ora isto indicia indirectamente que o acto sexual é menos longo, pq não ocorrem ritmos que comprometam a lubrificação vaginal.

Sei tb que a lubrificação vaginal aumenta drasticamente com um orgasmo (em alguns casos é tão intenso o acréscimo que se fala na famosa "ejaculação feminina". Portanto concluo que traçando perfis entre lubrificação artificial e grau de satisfação auto-relevante posso de facto inferir sobre vectores de qualidade sexual (ainda usando como exemplo próximos os dados da Durex Sex Survey, que estão acessíveis a todos vocês). Ou seja, posso constatar da complexidade dos actos sexuais e da satisfação trazida por eles para os sujeitos.
Dou o exemplo do sexo anal na Tuga. 44% dos sujeitos que responderam À Durex Sex Survey já o fizeram, mas não é de todo uma pratica comum para a maior parte dos casais. Os mitos aqui desempenham o seu papel de sempre, uma vez que a cavidade anal, pela sua própria forma pode ser facilmente higienizada e existem no mercado dezenas de luvrificantes com acções relaxantes do esfíncer para acesso mais confortável aos pontos sensíveis do anús.

Tb sei que a variabilidade dos actos sexuais determina a sua frequência ao longo do tempo numa relação. Só 1 em cada 5 pessoas faz sexo mais do que 3 vezes sexo por semana e a esmagadora maioria dessas pessoas encontram-se no percentil mais elevado em termos de nro de parceiros.

Se cruzar os dados de relações extra-conjugais e os dados de satisfação geral no sexo e abertura a novas ideias no repertório sexual (ainda a DGSS) temos que os países com valores médios mais elevados nas duas últimas têm valores muito abaixo da média global na primeira, mas curiosamente não noutro item que poderia conceptualizar traição, que é o afamado (mas muito pouco praticado por terras Tugalenses) trio.

Portanto, Paula, o que eu acho, na minha ignorância, é que a tipificação sexual determina a satisfação sexual e que a satisfação sexual é prisioneira da capacidade para que o parceiro social seja tb optimizável. Ainda na DGSS temos outra coincidência gira: os 10 países com os valores mais elevados de pessoas que se sentem à vontade para partilhar as suas vontades e preferências sexuais com o parceiro estão 30% abaixo da média global de infidelidade mas SÓ quando se verifica a premissa de a sua auto-imagem da sua vida sexual é elevada ; )))))))) curioso não é? ; )))))))))))))

Portanto, o sexo parece-me uma forma excelente de abordar a comunicação na relação, a auto-confiança dos indivíduos e uma excelente forma de percepcionar tendências na sociedade. E portanto um excelente meio para a felicidade. Basta que as pessoas o saibam majorar e complementar com outros elementos, nada do que é muito bom é muito bom apenas por si ; )))))))))))))))))

Satisfeita Paula (E restantes)?

amagusta disse...

"By constructing a ‘‘folk devil’’ requiring
containment, economic and moral conservatives ‘‘agenda of circumscribing nonmarital
sexuality and welfare dependency’’ through its repetition, circulation, and resonance
ringing as moderate and commonsensical in tone has marginalized debate over substantive
issues, and also casts anyone who differs with such a narrative as anti-child, anti-marriage,
and anti-American."

Mai nada! A verdade sai frequentemente da boca das crianças, neste caso do Noise...

Paula disse...

Thanks, Noise! :-))

restante disse...

NÃO

antes FARTO!

Caty disse...

não sei... disse:

"Parece-me profundamente IMORAL clamar por tal desiderato. ... Só se percebe vindo de quem não tem filhos!"

Mas alguém está aqui a clamar por alguma coisa? E por acaso tu é que vais dicidir o ano em que um filho ou filha teu vão iniciar a sua vida sexual? Doce ilusão a tua, andas nas nuvens, desce à terra.

Quanto a professoras abusantes é engraçado que estámos sempre a ouvir dizer que as "meninas amadurecem mais cedo" mas é para elas que nos voltámos escandalizados quando se descobre que a sua vida sexual se iniciou aos 12 ou 13 anos. Uma dualidade machista, pelo menos.

Noise, texto delicioso o teu, realmente a noite é-te muito boa conselheira. Mas é um pouco triste ler-te, começamos a ver a nossa vida como uma espécie de oportunidade que se está a perder e pronto... Sente-se inveja!

Junto-me ao coro da Andorinha e da Isabel para pedir ao Professor Júlio ruminação e partilha connosco de eventuais agressões precoces ;)

JANTAR DO MURCON disse...

JANTAR DO MURCON
17 DE DEZEMBRO NESTA SALINHA ACOLHEDORA
PARA COMENTADORES DO BLOG MURCON
LEITORES DA OBRA DO JULINHO GUILHERME
ANÓNIMOS
APRECIADORES DE BOA COMIDA
EX CLIENTES DO PROFESSOR QUE QUEIRAM RECLAMAR DA TERAPIA FEITA
HOMOSSEXUAIS
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HOMÓFOBICOS

lui disse...

É espantosa a precisão dos clones, devotos apoiantes, que aplaudem e pactuam com a jactância, colocando sempre comentários concordantes, após a petulante verborreia.

Anónimo disse...

Noisy, até que enfim!!, mudaste a foto, ufff!!!!! Só falta agora adquirires poder de síntese, para termos paciência para ler os teus comentários. Faz um esforço, ok? Até escreves umas coisas, mas pecas pelo "tamanho" da argumentação.
P.S. Atenção!!!, ao estilo da escrita, essa de me andares a imitar... looooooooool

Conserto disse...

Welcome back my friends to the show that never ends. Ladies and Gentlemen....

Anónimo disse...

até escreves umas coisas?

Conserto disse...

Emerson Lake and Palmer

Anónimo disse...

para o Noisy "tamanho" é o que ele gosta.

River disse...

nãoseiquenomeusar, said:

"...iniciar a sexualidade acti9va/partilhada aos 12 anos??????
valha-nos DEUS, os ANJOS e demais."..."Só se percebe vindo de quem não tem filhos!"

COMO TE ENTENDO!

À semelhança da Isabel, e da Andorinha...
CONTE-NOS LÀ PROFESSOR... ;o)

bjs pra todos

SINTOmas disse...

Noise
Quanto ao Jantar do Murcon, estive a ver a SALA ACOLHEDORA e uma dúvida assaltou-me: é jantar ou velório ?

Um abraço com salpicos de desejos de que ainda seja possível ´emendar a mão '.

SM

escrevinhador disse...

Isto não chega a ser puritanismo,isto é simplesmente algo que não tem nome. Sejamos sinceros: ambos tiveram o que queriam. De modo que a única coisa que o Estado tinha a fazer, era sair do caminho.